QUANDO EU CONTAR, IAIÁ/ HEI DE GUARDAR TEU NOME/ VOU LHE DEIXAR NO SERENO/ QUEM SORRIU FOI A PATROA / BAGAÇO DA LARANJA
(Serginho Meriti/ Beto Sem Braço)/ (Arlindo Cruz /Adilson Victor/ Denir)/ (Beto Sem Braço / Jorginho Saberás)/ (Gracia)/ (Zeca Pagodinho/ Arlindo Cruz)
BR-UM7-09-00686 • TODAS EDITADAS POR WARNER CHAPPELL
Participação especial: Jorge Ben Jor e Velha Guarda da Portela
Iaiá, ô, iaiá
Minha preta, não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, iaiá
Você vai se pasmar
Vi um tipo diferente
Assaltando a gente que é trabalhador
Mora num morro muito perigoso
Onde um tal de Caveira comanda o vapor
Foi aí que o tal garoto
Coitado do broto, encontrou com o Caveira
Tomou-lhe um sacode, caiu na ladeira
Iaiá, minha preta, morreu de bobeira
Iaiá, ô, iaiá
Minha preta, não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, iaiá
Você vai se pasmar
Dei um pulo na macumba
Fui saber da quizumba
Bolei na demanda
Cantei pra calunga
Baixei a muamba
Saravei a banda
Meu corpo fechei
Iaiá, eu fiz tudo certinho
Deitei para o santo
Raspei, catulei
Me deixa de lado
Cão excomungado
Eu tô abençoado
Eu tô dentro da lei
Iaiá, ô, iaiá
Minha preta, não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, iaiá
Você vai se pasmar
Minha musa inspiradora
Minha fé, minha paixão
Alegria duradoura
Sempre no meu coração Eu hei de guardar teu nome
Eu hei de guardar teu nome
Eu hei de guardar teu nome
Eu hei de guardar teu nome
Essa noite eu vou te deixar no sereno
Vai no sereno, vai pro sereno... essa noite
Essa noite eu vou te deixar no sereno
No sereno, vai pro sereno, no sereno
Que que eu tenho?
Tem mil razões pra deixar no sereno
Que que eu tenho?
Tem mil razões pra deixar no sereno
A macumba da nega é boa…
Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida Acabou a canja
Que que sobrou?
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
