Uma Prova de Amor Ao Vivo

À distância dá pra ouvir o meu soluçar
Lembro você, chego a pensar
Se a desventura acontecer
Haja estrutura
Se o nosso amor morrer
Sem o carinho
Que me satisfaz
Em desalinho se torna minha paz
Dói em mim entregar
Sucumbir, nem sonhar
Tanto esforço
Um amor tão louco
Num só destroço
Não pode se acabar
Viva a pujança
Da nossa paixão
Que agiganta a nossa união

Quem ama, venera
Alcança, supera
Minha coisa linda
És meu bem-querer
Bem-vinda
Deus me mandou você
Nosso amor não finda
Mesmo seu eu morrer
De amores por você

ALMIR GUINÉTO, CARLOS SENA E MAZINHO XERIFE

A DISTÂNCIA

À distância dá pra ouvir o meu soluçar
Lembro você, chego a pensar
Se a desventura acontecer
Haja estrutura
Se o nosso amor morrer
Sem o carinho
Que me satisfaz
Em desalinho se torna minha paz
Dói em mim entregar
Sucumbir, nem sonhar
Tanto esforço
Um amor tão louco
Num só destroço
Não pode se acabar
Viva a pujança
Da nossa paixão
Que agiganta a nossa união

Quem ama, venera
Alcança, supera
Minha coisa linda
És meu bem-querer
Bem-vinda
Deus me mandou você
Nosso amor não finda
Mesmo seu eu morrer
De amores por você

ALMIR GUINÉTO, CARLOS SENA E MAZINHO XERIFE


Ê, leque
Ah! Leque
Sua roupa tá ficando dreque
Tira esse brinco e apara esse black
(Ô moleque)

Brutamontes foi melquisedeque
Homem grande jogador é beque
Dama linda se abana com leque
Amendoim só pra pé-de-moleque
(ó moleque)
Ê, leque...

O segurança já perdeu o quepe
E foi chorar lá no seu calhambeque
De bandeira tomou um pileque
E queimou com cigarro meu blusão de crepe
(Ô moleque)
Ê, leque...

Eu já me entreguei na seita de Kardec
E disse ao vapor lá no Iaptec
Eu não teco, quem quiser que teque
Porque nessa vida eu já dei um breque
(Ô moleque)
Ê, leque...

Eu andava enturmado com a turma da Merck logo dancei foi no meu Tapedeck
Eu ouvia era samba de breque
E de vez em quando Eduardo Dusek
(Ô moleque)
Ê, leque

Ah! Leque
Sua roupa tá ficando dreque
Tira esse brinco e apara esse black

BETO SEM BRAÇO / MAURIÇÃO / SOUZA DO BANJO / BMG Publishing do Brasil

A LEQUE


Ê, leque
Ah! Leque
Sua roupa tá ficando dreque
Tira esse brinco e apara esse black
(Ô moleque)

Brutamontes foi melquisedeque
Homem grande jogador é beque
Dama linda se abana com leque
Amendoim só pra pé-de-moleque
(ó moleque)
Ê, leque...

O segurança já perdeu o quepe
E foi chorar lá no seu calhambeque
De bandeira tomou um pileque
E queimou com cigarro meu blusão de crepe
(Ô moleque)
Ê, leque...

Eu já me entreguei na seita de Kardec
E disse ao vapor lá no Iaptec
Eu não teco, quem quiser que teque
Porque nessa vida eu já dei um breque
(Ô moleque)
Ê, leque...

Eu andava enturmado com a turma da Merck logo dancei foi no meu Tapedeck
Eu ouvia era samba de breque
E de vez em quando Eduardo Dusek
(Ô moleque)
Ê, leque

Ah! Leque
Sua roupa tá ficando dreque
Tira esse brinco e apara esse black

BETO SEM BRAÇO / MAURIÇÃO / SOUZA DO BANJO / BMG Publishing do Brasil

Mandei desenhar o seu rosto
Sempre tive bom gosto
O teu sorriso brilhou
Você é a jóia mais rara
Que encontrei e que tem valor. (eu mandei)

Sua beleza é absurda meu amor!
Da Vinci não te conheceu
Por isso é que não te pintou
E Mona Lisa
Tão linda iria se curvar
E cederia o seu lugar
Para você, meu grande amor!

Nem as estrelas do céu
Nem a magia do sol
Nem a pureza da flor
Nem a grandeza do mar
Podem se comparar
Com a beleza que existe
Em você (meu amor)

ZÉ ROBERTO/ ADILSON BISPO

A MONALISA

Mandei desenhar o seu rosto
Sempre tive bom gosto
O teu sorriso brilhou
Você é a jóia mais rara
Que encontrei e que tem valor. (eu mandei)

Sua beleza é absurda meu amor!
Da Vinci não te conheceu
Por isso é que não te pintou
E Mona Lisa
Tão linda iria se curvar
E cederia o seu lugar
Para você, meu grande amor!

Nem as estrelas do céu
Nem a magia do sol
Nem a pureza da flor
Nem a grandeza do mar
Podem se comparar
Com a beleza que existe
Em você (meu amor)

ZÉ ROBERTO/ ADILSON BISPO

Lã. Lalalã
Ó.ó
Lã. Ó. Ó
Lã. Lalalã
Ó,ó
Lã.ó, ó
A planície tão verdejante
Perfumada com a essência da flor
A natureza sorria
Em seu afã de amor
O povo com galhardia
Na liberdade que sonhou
Lã. Lalalã..
A tempestade se fez
O céu azul encobria
A paisagem se perdeu
Foi-se o tom da primazia
Mas vibrei com à estiagem
Quando se fez a miragem
Vou lançando a poesia
Lã, lalalá...
Tem boi deitado na linha
Vacas soltas no curral
Tropeiros de pés no chão
Se esquivando do lamaçal
Mugido do boi de guia
Tornou ao tom natural

BELO SEM BRAÇO / BANDEIRA BRASIL

A PAISAGEM

Lã. Lalalã
Ó.ó
Lã. Ó. Ó
Lã. Lalalã
Ó,ó
Lã.ó, ó
A planície tão verdejante
Perfumada com a essência da flor
A natureza sorria
Em seu afã de amor
O povo com galhardia
Na liberdade que sonhou
Lã. Lalalã..
A tempestade se fez
O céu azul encobria
A paisagem se perdeu
Foi-se o tom da primazia
Mas vibrei com à estiagem
Quando se fez a miragem
Vou lançando a poesia
Lã, lalalá...
Tem boi deitado na linha
Vacas soltas no curral
Tropeiros de pés no chão
Se esquivando do lamaçal
Mugido do boi de guia
Tornou ao tom natural

BELO SEM BRAÇO / BANDEIRA BRASIL

Chora
Põe o coração na mesa
Chora
Tua secular tristeza
Tira o teu coração da lama
E chora a dor santa e a dor profana
Que deus protege a quem chora
Por toda a tristeza humana
O homem é sempre só
O fim é sempre o pó
Ninguém foge do nó
Que um dia a vida faz
Por isso chora em paz
Que a lágrima que cai
É a ponte entre mais nada
E outra vida mais
E deus protege a quem chora...

PAULO CÉSAR PINHEIRO / ELTON MEDEIROS

A PONTE

Chora
Põe o coração na mesa
Chora
Tua secular tristeza
Tira o teu coração da lama
E chora a dor santa e a dor profana
Que deus protege a quem chora
Por toda a tristeza humana
O homem é sempre só
O fim é sempre o pó
Ninguém foge do nó
Que um dia a vida faz
Por isso chora em paz
Que a lágrima que cai
É a ponte entre mais nada
E outra vida mais
E deus protege a quem chora...

PAULO CÉSAR PINHEIRO / ELTON MEDEIROS

A santa garganta que encanta
Com a oração que Deus me deu
Se canta alcança a distância
Silêncio que ensurdeceu
A voz de quem canta
Acende a esperança
Lugares que jamais andei e então
Eu vivo cantando e vou superando
As amarguras do meu coração

Porque cantar me faz feliz
É dom que tenho como herança
Assim eu consegui tudo que quis
Cantei nas asas da bonança
A minha voz quando ecoou
Te despertou uma lembrança

A voz de uma saudade vem e diz
Você chorou feito criança

ALMIR GUINETO / ADALTO MAGALHA

A SANTA GARGANTA

A santa garganta que encanta
Com a oração que Deus me deu
Se canta alcança a distância
Silêncio que ensurdeceu
A voz de quem canta
Acende a esperança
Lugares que jamais andei e então
Eu vivo cantando e vou superando
As amarguras do meu coração

Porque cantar me faz feliz
É dom que tenho como herança
Assim eu consegui tudo que quis
Cantei nas asas da bonança
A minha voz quando ecoou
Te despertou uma lembrança

A voz de uma saudade vem e diz
Você chorou feito criança

ALMIR GUINETO / ADALTO MAGALHA

Mercury

O salário de fome que eu ganho
Mal dá pro feijão com arroz
Vivemos numa quitinete
Que cabe somente nós dois

É por essas e outras
Que eu não admito
Que ela more com a gente
Adoro minha sogra
Porém quero vê-la bem longe
Sorrindo contente

É por essas e outras
Que eu não admito
Que ela more com a gente
A velha é danada
Pois tudo que vê
Dá com a língua nos dentes

Tem o dom de fofocar
Só ela sabe o que diz
No lugar onde não é chamada
Mete o nariz
Fala mal do lixeiro, carteiro, padeiro
Quer dinheiro, só vem me pedir
Se ela entrar naquela porta
Pela outra vou sair
Eu vou sair
Não insista, meu bem, não dá
Esse papo já me aborreceu
É contigo mesmo
Então você decide
Ou ela ou eu

É por essas e outras
Que eu não admito
Que ela more com a gente
Adoro minha sogra
Porém quero vê-la
Bem longe da gente

ZÉ ROBERTO

A SOGRA

Mercury

O salário de fome que eu ganho
Mal dá pro feijão com arroz
Vivemos numa quitinete
Que cabe somente nós dois

É por essas e outras
Que eu não admito
Que ela more com a gente
Adoro minha sogra
Porém quero vê-la bem longe
Sorrindo contente

É por essas e outras
Que eu não admito
Que ela more com a gente
A velha é danada
Pois tudo que vê
Dá com a língua nos dentes

Tem o dom de fofocar
Só ela sabe o que diz
No lugar onde não é chamada
Mete o nariz
Fala mal do lixeiro, carteiro, padeiro
Quer dinheiro, só vem me pedir
Se ela entrar naquela porta
Pela outra vou sair
Eu vou sair
Não insista, meu bem, não dá
Esse papo já me aborreceu
É contigo mesmo
Então você decide
Ou ela ou eu

É por essas e outras
Que eu não admito
Que ela more com a gente
Adoro minha sogra
Porém quero vê-la
Bem longe da gente

ZÉ ROBERTO

ADRIANA CALCANHOTTO

ADRIANA CALCANHOTTO

A SURDO UM

ADRIANA CALCANHOTTO

ADRIANA CALCANHOTTO

À vera joguei com você... ganhei
Você chorou
Eu falei que o jogo era à vera
Eu falei que o jogo era à vera

À vera porque você quis me derrotar
Foi bola ou bulica você não soube ganhar
E nesse jogo que é perde ou ganha
Você com sua artimanha
Não conseguiu me vencer

Brincou com o meu amor virou chalaça
Esqueceu que quando é amor não passa
E agora chora, pudera
Eu bem que te avisei
Que o jogo era à vera
Você não acreditou, já era

Eu falei que o jogo era à vera
Você não acreditou, já era

BIDUBI / BRASIL / LUIZINHO TOBLOW / ELCIO DO PAGODE / Universal Music Publishing

À VERA

À vera joguei com você... ganhei
Você chorou
Eu falei que o jogo era à vera
Eu falei que o jogo era à vera

À vera porque você quis me derrotar
Foi bola ou bulica você não soube ganhar
E nesse jogo que é perde ou ganha
Você com sua artimanha
Não conseguiu me vencer

Brincou com o meu amor virou chalaça
Esqueceu que quando é amor não passa
E agora chora, pudera
Eu bem que te avisei
Que o jogo era à vera
Você não acreditou, já era

Eu falei que o jogo era à vera
Você não acreditou, já era

BIDUBI / BRASIL / LUIZINHO TOBLOW / ELCIO DO PAGODE / Universal Music Publishing

A vida é assim
Todo mundo tem seu tempo
Tem começo, meio e fim

Hoje eu faço regime
E entro no time
Só por meio tempo
Hoje eu já não invento
Como inventava há tempos atrás
Eu reduzi as gorduras
Pra mim, só verduras
Parei com o sal
Hoje eu sou brisa mansa
Já fui vendaval

A vida é assim...

Hoje, eu uso adoçante
E fico distante até de fumar
Eu reduzi a bebida
E a minha vida é voltada pro lar
Perdia três noites e hoje nem duas
Que uma pra mim satisfaz
O que eu fiz antigamente
Hoje não faço mais

CARLOS SENA / LUIZ CARLOS DA VILA / OTACÍLIO DA MANGUEIRA / BMG Publishing Brasil / Warner Chappell

A VIDA É ASSIM

A vida é assim
Todo mundo tem seu tempo
Tem começo, meio e fim

Hoje eu faço regime
E entro no time
Só por meio tempo
Hoje eu já não invento
Como inventava há tempos atrás
Eu reduzi as gorduras
Pra mim, só verduras
Parei com o sal
Hoje eu sou brisa mansa
Já fui vendaval

A vida é assim...

Hoje, eu uso adoçante
E fico distante até de fumar
Eu reduzi a bebida
E a minha vida é voltada pro lar
Perdia três noites e hoje nem duas
Que uma pra mim satisfaz
O que eu fiz antigamente
Hoje não faço mais

CARLOS SENA / LUIZ CARLOS DA VILA / OTACÍLIO DA MANGUEIRA / BMG Publishing Brasil / Warner Chappell

Lá, lá, lá, lá, laiá, laiá, laiá...

Como tantos outros tais
Nem menos nem mais
Pois crianças são iguais
Em qualquer comunidade pobre
Pra sobreviver
É preciso sorte, muita sorte
É preciso ter coragem e sobretudo muita fé em Deus

Pra conseguir, eu vim de lá, sei como é
Se ninguém der a mão, a gente fica a pé
Num lugar onde tudo é difícil demais
O que a gente não faz, vai ficar por fazer
E ficar por fazer é deixar o pior... Acontecer

Fazer o que, xará? É a vida que segue
É tanta luz que nasce na escuridão
Mas se eu consegui, você também consegue
Consegue sim, o impossível é possível, por que não?

Por que não?
Você pode nascer na ralé, simplesmente um qualquer
Mas não ser qualquer um pelo mundo sem ter direção

Por que não ? Você pode sim, por que não?
Se quiser você pode parar de beber, de fumar
E adotar um bebê pra crescer e salvar a nação

Por que não? Você pode sim, por que não?
Você pode voltar a estudar, pode até se formar
Encontrar seu rumo, o seu ramo, sua profissão

Por que não? Você pode sim, por que não?
Encontrar a pessoa ideal, o amor da família
Morar numa ilha e ser o seu próprio patrão

Por que não?
Todo mundo é igual, pode sim
Eu também vim de lá e venci na moral
Apesar de ser
Como tantos outros tais
Nem menos, nem mais

Lá, lá, lá, lá, laiá, laiá, laiá...

SERGINHO MERITI/RODRIGO LEITE/COCÃO

A VIDA QUE SEGUE

Lá, lá, lá, lá, laiá, laiá, laiá...

Como tantos outros tais
Nem menos nem mais
Pois crianças são iguais
Em qualquer comunidade pobre
Pra sobreviver
É preciso sorte, muita sorte
É preciso ter coragem e sobretudo muita fé em Deus

Pra conseguir, eu vim de lá, sei como é
Se ninguém der a mão, a gente fica a pé
Num lugar onde tudo é difícil demais
O que a gente não faz, vai ficar por fazer
E ficar por fazer é deixar o pior... Acontecer

Fazer o que, xará? É a vida que segue
É tanta luz que nasce na escuridão
Mas se eu consegui, você também consegue
Consegue sim, o impossível é possível, por que não?

Por que não?
Você pode nascer na ralé, simplesmente um qualquer
Mas não ser qualquer um pelo mundo sem ter direção

Por que não ? Você pode sim, por que não?
Se quiser você pode parar de beber, de fumar
E adotar um bebê pra crescer e salvar a nação

Por que não? Você pode sim, por que não?
Você pode voltar a estudar, pode até se formar
Encontrar seu rumo, o seu ramo, sua profissão

Por que não? Você pode sim, por que não?
Encontrar a pessoa ideal, o amor da família
Morar numa ilha e ser o seu próprio patrão

Por que não?
Todo mundo é igual, pode sim
Eu também vim de lá e venci na moral
Apesar de ser
Como tantos outros tais
Nem menos, nem mais

Lá, lá, lá, lá, laiá, laiá, laiá...

SERGINHO MERITI/RODRIGO LEITE/COCÃO

Não, não tem explicação
Certas coisas na vida da gente dispensa razão
Não importa se às vezes
Os espinhos dificultam o caminho pra gente chegar
Não existe vitória sem luta
E a voz do meu samba ninguém vai calar
É com a força que eu levo meu canto
E assim incorporo a magia de um artista
E recebo os aplausos do povo e faço valer
Meu papel de sambista
Quando a massa canta com emoção
Abre o coração, tá pintando o sucesso na voz do povão
E quando a massa canta por cantar
Só de empolgação
Com o tempo se apaga e nem lembra o refrão

MUMUZINHO/ANDRÉ RENATO

A VOZ DO MEU SAMBA

Não, não tem explicação
Certas coisas na vida da gente dispensa razão
Não importa se às vezes
Os espinhos dificultam o caminho pra gente chegar
Não existe vitória sem luta
E a voz do meu samba ninguém vai calar
É com a força que eu levo meu canto
E assim incorporo a magia de um artista
E recebo os aplausos do povo e faço valer
Meu papel de sambista
Quando a massa canta com emoção
Abre o coração, tá pintando o sucesso na voz do povão
E quando a massa canta por cantar
Só de empolgação
Com o tempo se apaga e nem lembra o refrão

MUMUZINHO/ANDRÉ RENATO

ZÉ KÉTI

A VOZ DO MORRO

ZÉ KÉTI

nan

ABERTURA

nan

Abre a janela, formosa mulher
E vem dizer adeus a quem te adora
Apesar de te amar como eu sempre amei
Na hora da orgia, eu vou embora

Vou partir e tu tens que me dar perdão
Porque fica contigo o meu coração
Podes crer que acabando a orgia
Eu voltarei para a tua companhia

Abre a janela, formosa mulher...

ARLINDO MARQUES JR./ROBERTO MARTINS

ABRA A JANELA

Abre a janela, formosa mulher
E vem dizer adeus a quem te adora
Apesar de te amar como eu sempre amei
Na hora da orgia, eu vou embora

Vou partir e tu tens que me dar perdão
Porque fica contigo o meu coração
Podes crer que acabando a orgia
Eu voltarei para a tua companhia

Abre a janela, formosa mulher...

ARLINDO MARQUES JR./ROBERTO MARTINS

Eu preciso do seu amor
Paixão forte me domina
Agora que começou
Não sei mais como termina
Água da minha sede
Bebo na sua fonte
Sou peixe na sua rede
Pôr-do-sol no seu horizonte
Quando você sambou na roda
Fiquei a fim de te namorar
O amor tem essa história
Se bate já quer entrar
Se entra não quer sair
Ninguém sabe explicar
O meu amor é passarinheiro
Ele sô quer passarinhar
Seu beijo é um alçapão
Seu abraço é uma gaiola
Que prende meu coração
Que nem moda de viola
Na gandaia
Fruto do seu amor me pegou
Na gandaia
Sua renda me rodou
Foi a gira
Foi canjira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

DUDU NOBRE / ROQUE FERREIRA

ÁGUA DA MINHA SEDE

Eu preciso do seu amor
Paixão forte me domina
Agora que começou
Não sei mais como termina
Água da minha sede
Bebo na sua fonte
Sou peixe na sua rede
Pôr-do-sol no seu horizonte
Quando você sambou na roda
Fiquei a fim de te namorar
O amor tem essa história
Se bate já quer entrar
Se entra não quer sair
Ninguém sabe explicar
O meu amor é passarinheiro
Ele sô quer passarinhar
Seu beijo é um alçapão
Seu abraço é uma gaiola
Que prende meu coração
Que nem moda de viola
Na gandaia
Fruto do seu amor me pegou
Na gandaia
Sua renda me rodou
Foi a gira
Foi canjira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

DUDU NOBRE / ROQUE FERREIRA

Eu preciso do seu amor
Paixão forte me domina
Agora que começou
Não sei mais como termina
Água da minha sede
Bebo na sua fonte
Sou peixe na sua rede
Por do sol no seu horizonte

Quando você sambou na roda

Fiquei afim de te namorar

O amor tem essa história
Se bate já quer entrar
Se entra não quer sair
Ninguém sabe explicar

O meu amor é passarinheiro

Ele só quer passarinhar

Seu beijo é um alçapão
Seu abraço é uma gaiola
Que prende meu coração
Que nem moda de viola

Na gandaia

Fruto do seu amor me pegou

Sua renda me rodou

Foi cangira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

Eu preciso do seu amor
Paixão forte me domina
Agora que começou
Não sei mais como termina
Água da minha sede
Bebo na sua fonte
Sou peixe na sua rede
Por do sol no seu horizonte

Quando você sambou na roda

Fiquei afim de te namorar

O amor tem essa história
Se bate já quer entrar
Se entra não quer sair
Ninguém sabe explicar

O meu amor é passarinheiro

Ele só quer passarinhar

Seu beijo é um alçapão
Seu abraço é uma gaiola
Que prende meu coração
Que nem moda de viola

Na gandaia

Fruto do seu amor me pegou

Sua renda me rodou

Foi cangira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

Na gandaia

Fruto do seu amor me pegou

Sua renda me rodou

Foi cangira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

DUDU NOBRE/ ROQUE FERREIRA

ÁGUA DA MINHA SEDE COM ROBERTA SÁ

Eu preciso do seu amor
Paixão forte me domina
Agora que começou
Não sei mais como termina
Água da minha sede
Bebo na sua fonte
Sou peixe na sua rede
Por do sol no seu horizonte

Quando você sambou na roda

Fiquei afim de te namorar

O amor tem essa história
Se bate já quer entrar
Se entra não quer sair
Ninguém sabe explicar

O meu amor é passarinheiro

Ele só quer passarinhar

Seu beijo é um alçapão
Seu abraço é uma gaiola
Que prende meu coração
Que nem moda de viola

Na gandaia

Fruto do seu amor me pegou

Sua renda me rodou

Foi cangira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

Eu preciso do seu amor
Paixão forte me domina
Agora que começou
Não sei mais como termina
Água da minha sede
Bebo na sua fonte
Sou peixe na sua rede
Por do sol no seu horizonte

Quando você sambou na roda

Fiquei afim de te namorar

O amor tem essa história
Se bate já quer entrar
Se entra não quer sair
Ninguém sabe explicar

O meu amor é passarinheiro

Ele só quer passarinhar

Seu beijo é um alçapão
Seu abraço é uma gaiola
Que prende meu coração
Que nem moda de viola

Na gandaia

Fruto do seu amor me pegou

Sua renda me rodou

Foi cangira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

Na gandaia

Fruto do seu amor me pegou

Sua renda me rodou

Foi cangira que me enfeitiçou
Apaixonado
Preciso do seu amor

DUDU NOBRE/ ROQUE FERREIRA


Bota água nesse coco, mulher
Bota água nesse coco, mulher
(Pra ver qual é)

Esse coco de miolo mole
Ás vezes dá mole
Ou bota pra quebrar
Pede pra que eu lhe console
Depois de me contrariar
Vê se tu toma juízo
Porque eu preciso
É me concentrar
Porque eu sou do partido
E fico sentido se me chatear

Bota água nesse coco, mulher...

Você pode sair que eu não ligo
Mas ouça o que eu digo
Não vá madrugar
Fica feio pra mulher que eu vivo
Zanzar ela rua até o sol raiar
Não vá virara canoa
Que é boa praqueles que sabem remar
Não e force tomar atitude
Que eu posso ser rude
E até não voltar

Bota água nesse coco, mulher...

LUIZ CARLOS DA VILA / MAURIÇÃO / EMI / Mercury

ÁGUA DE COCO


Bota água nesse coco, mulher
Bota água nesse coco, mulher
(Pra ver qual é)

Esse coco de miolo mole
Ás vezes dá mole
Ou bota pra quebrar
Pede pra que eu lhe console
Depois de me contrariar
Vê se tu toma juízo
Porque eu preciso
É me concentrar
Porque eu sou do partido
E fico sentido se me chatear

Bota água nesse coco, mulher...

Você pode sair que eu não ligo
Mas ouça o que eu digo
Não vá madrugar
Fica feio pra mulher que eu vivo
Zanzar ela rua até o sol raiar
Não vá virara canoa
Que é boa praqueles que sabem remar
Não e force tomar atitude
Que eu posso ser rude
E até não voltar

Bota água nesse coco, mulher...

LUIZ CARLOS DA VILA / MAURIÇÃO / EMI / Mercury



A noite já foi
Já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Ai que saudade do meu amor

Andei por ai pra lá e pra cá
Rodei Cachambi, parei no Irajá
Quase me perdi pra lá de Xerém
Meu bem não pintou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi...
A folha caiu, o tempo fechou
A flor se abriu
O sol esquentou
Meu riso sumiu e eu chorei tanto
Que o pranto secou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi...

ARLINDO CRUZ / ZECA PAGODINHO / BMG Arabella

AI QUE SAUDADE DO MEU AMOR



A noite já foi
Já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Ai que saudade do meu amor

Andei por ai pra lá e pra cá
Rodei Cachambi, parei no Irajá
Quase me perdi pra lá de Xerém
Meu bem não pintou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi...
A folha caiu, o tempo fechou
A flor se abriu
O sol esquentou
Meu riso sumiu e eu chorei tanto
Que o pranto secou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi...

ARLINDO CRUZ / ZECA PAGODINHO / BMG Arabella

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

Andei por aí, pra lá e pra cá
Rodei Cachambi, parei em Irajá
Quase me perdi, pra lá de Xerém
Meu bem não pintou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A folha caiu, o tempo fechou
A flor se abriu
O sol esquentou
Meu riso sumiu e eu chorei tanto
Que o pranto secou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

Andei por aí, pra lá e pra cá
Rodei Cachambi, parei em Irajá
Quase me perdi, pra lá de Xerém
Meu bem não pintou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

ZECA PAGODINHO/ ARLINDO CRUZ

AI QUE SAUDADE DO MEU AMOR COM MARIA RITA

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

Andei por aí, pra lá e pra cá
Rodei Cachambi, parei em Irajá
Quase me perdi, pra lá de Xerém
Meu bem não pintou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A folha caiu, o tempo fechou
A flor se abriu
O sol esquentou
Meu riso sumiu e eu chorei tanto
Que o pranto secou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

Andei por aí, pra lá e pra cá
Rodei Cachambi, parei em Irajá
Quase me perdi, pra lá de Xerém
Meu bem não pintou
Ai que saudade do meu amor

A noite já foi já é madrugada
O dia já vem e eu não fiz nada
Não sei de onde eu vim
Nem pra onde eu vou
Aí que saudade do meu amor

ZECA PAGODINHO/ ARLINDO CRUZ

Me cansei de ficar mudo, sem tentar
Sem falar
Mas não posso deixar tudo como está
Como está você?

Tô vivendo por viver
Tô cansada de chorar
Não sei mais o que fazer
Você tem que me ajudar
Tá difícil esquecer
Impossível não lembrar você

Você, ê, ê...
E Você como está?

Com o fim do nosso amor
Eu também tô por aí
Já não sei pra onde vou
Quantas noites sem dormir
Alivia minha dor
E me faça, por favor, sorrir

Vem pros meus braços, meu amor
Meu acalanto
Leva esse pranto pra bem longe de nós dois
Não deixe nada pra depois
É a saudade que me diz
Que ainda é tempo pra viver feliz

ARLINDO CRUZ/SOMBRA/SOMBRINHA

AINDA É TEMPO PRA SER FELIZ

Me cansei de ficar mudo, sem tentar
Sem falar
Mas não posso deixar tudo como está
Como está você?

Tô vivendo por viver
Tô cansada de chorar
Não sei mais o que fazer
Você tem que me ajudar
Tá difícil esquecer
Impossível não lembrar você

Você, ê, ê...
E Você como está?

Com o fim do nosso amor
Eu também tô por aí
Já não sei pra onde vou
Quantas noites sem dormir
Alivia minha dor
E me faça, por favor, sorrir

Vem pros meus braços, meu amor
Meu acalanto
Leva esse pranto pra bem longe de nós dois
Não deixe nada pra depois
É a saudade que me diz
Que ainda é tempo pra viver feliz

ARLINDO CRUZ/SOMBRA/SOMBRINHA

Me cansei de ficar mudo, sem tentar
Sem falar
Mas não posso deixar tudo como está
Como está você?
Tá vivendo por viver
Tá cansada de chorar
Não sei mais o que lhe fazer
Você tem que me ajudar
Tá difícil esquecer
Impossível não lembrar você
Você, ê, ê...
Como fim do nosso amor
Eu também ta por aí
Já não sei pra onde vou
Quantas noites sem dormir
Alivia minha dor
E me faça, por favor,sorrir
Vem pros meus braços, meu amor
Meu acalanto
Leva esse pranto pra bem longe de nós dois
Não deixe nada pra depois
É a saudade que me diz
Que ainda é tempo pra viver feliz

ARLINDO CRUZ / SOMBRA / SOMBRINHA / BMG Music Publishing Brasi I Wamer Chappell / Mercury

AINDA HÁ TEMPO DE SER FELIZ

Me cansei de ficar mudo, sem tentar
Sem falar
Mas não posso deixar tudo como está
Como está você?
Tá vivendo por viver
Tá cansada de chorar
Não sei mais o que lhe fazer
Você tem que me ajudar
Tá difícil esquecer
Impossível não lembrar você
Você, ê, ê...
Como fim do nosso amor
Eu também ta por aí
Já não sei pra onde vou
Quantas noites sem dormir
Alivia minha dor
E me faça, por favor,sorrir
Vem pros meus braços, meu amor
Meu acalanto
Leva esse pranto pra bem longe de nós dois
Não deixe nada pra depois
É a saudade que me diz
Que ainda é tempo pra viver feliz

ARLINDO CRUZ / SOMBRA / SOMBRINHA / BMG Music Publishing Brasi I Wamer Chappell / Mercury

Direto

Alô, gatinha
Sou eu o teu idolatrado
Eu penso seriamente no nosso amor
Estou apaixonado, quero te ver
Eu preciso de você, meu amor

Falaram para mim assim
Que você melhorou
Depois que se mudou
Da zona norte
Pra zona sul
Agora dizem que você não é
Mais como antes

Falaram que no bairro
Onde você reside
Houve uma eleição para miss
E lhe apresentaram como atualidade
E você venceu miss localidade

Esse telefonema é
Pra mim o inteiro viver
E você também é amor
A minha eterna pequena
O amor nos envolve
Querida
Toda sensual
Razão da minha própria vida
Alô, gatinha!

WILSON MOREIRA

ALÔ GATINHA

Direto

Alô, gatinha
Sou eu o teu idolatrado
Eu penso seriamente no nosso amor
Estou apaixonado, quero te ver
Eu preciso de você, meu amor

Falaram para mim assim
Que você melhorou
Depois que se mudou
Da zona norte
Pra zona sul
Agora dizem que você não é
Mais como antes

Falaram que no bairro
Onde você reside
Houve uma eleição para miss
E lhe apresentaram como atualidade
E você venceu miss localidade

Esse telefonema é
Pra mim o inteiro viver
E você também é amor
A minha eterna pequena
O amor nos envolve
Querida
Toda sensual
Razão da minha própria vida
Alô, gatinha!

WILSON MOREIRA

Alô, mundo
Olha eu aqui
Sou alguém e isso desde que eu nasci
Porém, sei lá
Cansei de perguntar
Cadê papai? Mamãe, não sei onde andará
Nem conheci, pois me deixaram pequenino
Entregue à própria sorte do destino
E assim hoje sou menor abandonado
O espelho vivo, o resultado, de mais um problema social
Por ser meu ser uma agitação de corpo e alma
De todos os dramas, todos os traumas
Dizem que eu sou a causa principal
Faz assim comigo não, necessito de atenção
Me dê a mão, não me trate diferente
Alô, mundo, me ajude a ser gente
Pois, no fundo, sou uma criança inocente

SYLVIO DA SILVA

ALÔ MUNDO

Alô, mundo
Olha eu aqui
Sou alguém e isso desde que eu nasci
Porém, sei lá
Cansei de perguntar
Cadê papai? Mamãe, não sei onde andará
Nem conheci, pois me deixaram pequenino
Entregue à própria sorte do destino
E assim hoje sou menor abandonado
O espelho vivo, o resultado, de mais um problema social
Por ser meu ser uma agitação de corpo e alma
De todos os dramas, todos os traumas
Dizem que eu sou a causa principal
Faz assim comigo não, necessito de atenção
Me dê a mão, não me trate diferente
Alô, mundo, me ajude a ser gente
Pois, no fundo, sou uma criança inocente

SYLVIO DA SILVA

Eu soube que você anda falando
Que eu vivo implorando
Pra voltar ao nosso lar
Alto lá
Guarde a língua na boca
Sua verdade ê tão pouca
Como pode ter razão
Se foi você quem me pediu perdão
Se foi você quem me pediu perdão
Ah! Você não mereceu
Um amor igual ao meu
Era pra ser guardado
Você não cumpriu os mandamentos
E tanto mentiu
Que conseguiu, tudo acabado
Mas quero viver em paz
Você pisou demais
Meu coração sofrido
Que eu volto pra orgia
O meu mundo proibido
De onde eu nunca devia ter saído

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / SOMBRINHA

ALTO LÁ

Eu soube que você anda falando
Que eu vivo implorando
Pra voltar ao nosso lar
Alto lá
Guarde a língua na boca
Sua verdade ê tão pouca
Como pode ter razão
Se foi você quem me pediu perdão
Se foi você quem me pediu perdão
Ah! Você não mereceu
Um amor igual ao meu
Era pra ser guardado
Você não cumpriu os mandamentos
E tanto mentiu
Que conseguiu, tudo acabado
Mas quero viver em paz
Você pisou demais
Meu coração sofrido
Que eu volto pra orgia
O meu mundo proibido
De onde eu nunca devia ter saído

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / SOMBRINHA

Aluga-se um barracão
Pelo preço de um castelo
Cada chave é um barão
Na birosca do Aguinelo
Fica lá na Pedra Lisa
Perto da bica da rua da Praça
Isento de imposto de lixo e de água
O pedágio no morro é a taxa
Isento de imposto de lixo e de água
O pedágio no morro é a taxa
É que a denúncia vazia
Criou lá no morro
O maior rebuliço
Do Juramento ao Alemão
Até a favela do Muquiço
O aluguel de expulsou da cidade
E a quem vou pedir socorro
Se o aluguel de um barraco
Tá mais alto que o morro

BEBETO DO OURO/ DJALMINHA / EXPEDITO

ALUGA-SE UM BARRACAO

Aluga-se um barracão
Pelo preço de um castelo
Cada chave é um barão
Na birosca do Aguinelo
Fica lá na Pedra Lisa
Perto da bica da rua da Praça
Isento de imposto de lixo e de água
O pedágio no morro é a taxa
Isento de imposto de lixo e de água
O pedágio no morro é a taxa
É que a denúncia vazia
Criou lá no morro
O maior rebuliço
Do Juramento ao Alemão
Até a favela do Muquiço
O aluguel de expulsou da cidade
E a quem vou pedir socorro
Se o aluguel de um barraco
Tá mais alto que o morro

BEBETO DO OURO/ DJALMINHA / EXPEDITO

CAETANO VELOSO

AMARO A XERÉM

CAETANO VELOSO

Amor, não me maltrate tanto assim
Olha que eu nunca pensei
Que fosse ficar, mas eu fiquei
Eu me apaixonei
Me tornei um prisioneiro
Do teu amor aventureiro
Hoje sou um sofredor
Você não reconhece quem padece
Pelo teu amor
Esse é o verdadeiro drama
De quem tanto ama e sente a paixão
E tem o coração ardendo em chama
E tanto reclama da solidão
Do peito essa dor não sei como tirar
Somente o teu amor pode aliviar
Eu não posso mais viver assim
Com o teu amor longe de mim

MONARCO / RATINHO

AMOR NÃO ME MALTRATE

Amor, não me maltrate tanto assim
Olha que eu nunca pensei
Que fosse ficar, mas eu fiquei
Eu me apaixonei
Me tornei um prisioneiro
Do teu amor aventureiro
Hoje sou um sofredor
Você não reconhece quem padece
Pelo teu amor
Esse é o verdadeiro drama
De quem tanto ama e sente a paixão
E tem o coração ardendo em chama
E tanto reclama da solidão
Do peito essa dor não sei como tirar
Somente o teu amor pode aliviar
Eu não posso mais viver assim
Com o teu amor longe de mim

MONARCO / RATINHO

Metade do teu abraço
Eu não vou querer
Eu não vou querer
Eu não vou querer

Não vou dividir com ninguém
O chamego do meu bem
Tem que ser só meu
Tem que ser só meu
E de mais ninguém

Metade do teu abraço...

Amor faltando pedaço
Eu não vou querer
Dançar fora do compasso
Eu não vou querer
Dividir o meu espaço
Eu não vou querer
Eu não vou querer
Eu não vou querer

Não vou dividir o seu carinho
Prefiro viver sozinho
A tê-la pela metade
De corpo inteiro à você eu vou me dar
Jamais vou me contentar com meia felicidade

DUNGA/ GABRIELZINHO DO IRAJÁ

AMOR PELA METADE

Metade do teu abraço
Eu não vou querer
Eu não vou querer
Eu não vou querer

Não vou dividir com ninguém
O chamego do meu bem
Tem que ser só meu
Tem que ser só meu
E de mais ninguém

Metade do teu abraço...

Amor faltando pedaço
Eu não vou querer
Dançar fora do compasso
Eu não vou querer
Dividir o meu espaço
Eu não vou querer
Eu não vou querer
Eu não vou querer

Não vou dividir o seu carinho
Prefiro viver sozinho
A tê-la pela metade
De corpo inteiro à você eu vou me dar
Jamais vou me contentar com meia felicidade

DUNGA/ GABRIELZINHO DO IRAJÁ

BMG Publishing Brasil / Warner Chappell

Em qualquer lugar que eu vá
Deus está
Nos caminhos que eu passar
Deus está

Lá a lua quando abre seu clarão a noite parece dia
Cada gota de orvalho que cai sai pingando poesia
Eu desfaço o meu cansaço
Em uma rede de malha
Da vida que eu levo a muque
Em meu casebre de estuque
Todo coberto de palha
Feito a trancos e barrancos
Entre tapas e sopapo
À noite, o coaxar dos sapos
E o "amanhã eu vou" do bacurau é cascadura
Tô na Itamaraty
Eu gosto daqui
Mas um dia eu vou pra acolá
Vou lá pra roça
Quando o meu tempo passar
Em todo meu caminhar Deus está

Em qualquer lugar que eu vá...

MARTINHO DA VILA / BETO SEM BRAÇO

AONDE QUER QUE EU VÁ

BMG Publishing Brasil / Warner Chappell

Em qualquer lugar que eu vá
Deus está
Nos caminhos que eu passar
Deus está

Lá a lua quando abre seu clarão a noite parece dia
Cada gota de orvalho que cai sai pingando poesia
Eu desfaço o meu cansaço
Em uma rede de malha
Da vida que eu levo a muque
Em meu casebre de estuque
Todo coberto de palha
Feito a trancos e barrancos
Entre tapas e sopapo
À noite, o coaxar dos sapos
E o "amanhã eu vou" do bacurau é cascadura
Tô na Itamaraty
Eu gosto daqui
Mas um dia eu vou pra acolá
Vou lá pra roça
Quando o meu tempo passar
Em todo meu caminhar Deus está

Em qualquer lugar que eu vá...

MARTINHO DA VILA / BETO SEM BRAÇO


Ah! meu amor não vais embora
Vê a vida como chora
Vê que triste esta canção

Não, eu te peço não te ausentes
Porque a dor que agora sentes
Só se esquece no perdão

Ah, minha amada me perdoa
Pois embora ainda te doa
A tristeza que causei

Eu te suplico não destruas
Tantas coisas que são tuas
Por um mal que já paguei

Ah! minha amada se soubesses
A tristeza que há nas preces
Que a chorar te faço eu

Se tu soubesses num momento
Todo o arrependimento
Como tudo entristeceu

Se tu soubesses como é triste
Eu saber que tu partiste
Sem sequer dizer adeus

Ah! meu amor tu voltarias
E de novo cairias, a chorar nos braços meus

Ah! meu amor tu voltarias
E de novo cairias, a chorar nos braços meus

BADEL POWELL & VINICIUS DE MORAES | Participação especial HAMILTON DE HOLANDA (Bandolim) e YAMANDÚ COSTA (violão 7 cordas)

APELO


Ah! meu amor não vais embora
Vê a vida como chora
Vê que triste esta canção

Não, eu te peço não te ausentes
Porque a dor que agora sentes
Só se esquece no perdão

Ah, minha amada me perdoa
Pois embora ainda te doa
A tristeza que causei

Eu te suplico não destruas
Tantas coisas que são tuas
Por um mal que já paguei

Ah! minha amada se soubesses
A tristeza que há nas preces
Que a chorar te faço eu

Se tu soubesses num momento
Todo o arrependimento
Como tudo entristeceu

Se tu soubesses como é triste
Eu saber que tu partiste
Sem sequer dizer adeus

Ah! meu amor tu voltarias
E de novo cairias, a chorar nos braços meus

Ah! meu amor tu voltarias
E de novo cairias, a chorar nos braços meus

BADEL POWELL & VINICIUS DE MORAES | Participação especial HAMILTON DE HOLANDA (Bandolim) e YAMANDÚ COSTA (violão 7 cordas)

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá...

Vejam essa maravilha de cenário
É um episódio relicário
Que um artista num sonho genial
Escolheu para esse carnaval
E o asfalto como passarela
Será a tela
Do Brasil em forma de aquarela
Passeando pelas cercanias do Amazonas
Conheci vastos seringais
No Pará, a Ilha de Marajó
E a velha Cabana do Timbó
Caminhando ainda um pouco mais
Deparei com lindos coqueirais
Estava no Ceará, terra de Irapuã
De Iracema e Tupã
Fiquei radiante de alegria
Quando cheguei na Bahia
Bahia de Castro Alves, do acarajé
Das noites de magia do candomblé
Depois de atravessar as Matas do Ipu
Assistir em Pernambuco
A festa do frevo e do maracatu
Brasília tem o seu destaque
Na arte, na beleza e arquitetura
Feitiço de garoa pela serra
São Paulo engrandece a nossa terra
Do leste, por todo o centro-oeste
Tudo é belo e tem lindo matiz
O Rio dos sambas e batucadas
Dos malandros e mulatas
De requebros febris
Brasil, essas nossas verdes matas
Cachoeiras e cascatas
De um colorido sutil
E este lindo céu azul de anil
Emoldura em aquarela o meu Brasil

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá...

SILAS DE OLIVEIRA

AQUARELA BRASILEIRA

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá...

Vejam essa maravilha de cenário
É um episódio relicário
Que um artista num sonho genial
Escolheu para esse carnaval
E o asfalto como passarela
Será a tela
Do Brasil em forma de aquarela
Passeando pelas cercanias do Amazonas
Conheci vastos seringais
No Pará, a Ilha de Marajó
E a velha Cabana do Timbó
Caminhando ainda um pouco mais
Deparei com lindos coqueirais
Estava no Ceará, terra de Irapuã
De Iracema e Tupã
Fiquei radiante de alegria
Quando cheguei na Bahia
Bahia de Castro Alves, do acarajé
Das noites de magia do candomblé
Depois de atravessar as Matas do Ipu
Assistir em Pernambuco
A festa do frevo e do maracatu
Brasília tem o seu destaque
Na arte, na beleza e arquitetura
Feitiço de garoa pela serra
São Paulo engrandece a nossa terra
Do leste, por todo o centro-oeste
Tudo é belo e tem lindo matiz
O Rio dos sambas e batucadas
Dos malandros e mulatas
De requebros febris
Brasil, essas nossas verdes matas
Cachoeiras e cascatas
De um colorido sutil
E este lindo céu azul de anil
Emoldura em aquarela o meu Brasil

Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá...

SILAS DE OLIVEIRA

Parei, virei e ao olhar para trás vi que sonhei
Sonhei com a felicidade, felicidade só quer
Que ela não seja somente um sonho

Andei, achei que não é fácil achar
Deus me valei, pra encontrar o amor
Do meu coração que só quer
O meu mundo mais risonho

Quando tudo era mar, eu naveguei
E sem cais não havia direção

Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão
Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

MARCOS VALLE / LUIZ CARLOS DA VILA

ASAS DA PAIXÃO

Parei, virei e ao olhar para trás vi que sonhei
Sonhei com a felicidade, felicidade só quer
Que ela não seja somente um sonho

Andei, achei que não é fácil achar
Deus me valei, pra encontrar o amor
Do meu coração que só quer
O meu mundo mais risonho

Quando tudo era mar, eu naveguei
E sem cais não havia direção

Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão
Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

MARCOS VALLE / LUIZ CARLOS DA VILA

Faz um ano ou mais
Desde o dia em que eu perdi o sono a paz
Acho até que exagerei, amei demais
Mas agora tanto fez ou tanto faz não quero mais, não volto atrás
Agora eu já sei que o tal do amor
Faz sorrir mas também causa dor

No início é tudo um sonho
Mas no fim é uma voz dizendo assim
Adeus, adeus, adeus

São as trapaças da paixão que trazem o choro e a solidão
Meu Deus eu fico a perguntar

Se é pra tirar pra que é que deu
Se não é meu, pra que é que deu
Se era pra depois tirar

Por isso eu preciso de um ombro amigo
Pra repousar
De uma atalho que leve a uma luz a um abrigo
Pra descansar
Guardar as lembranças que trago comigo
Pra sonhar

Pois o meu coração diz que o amor valeu
Valeu, valeu, valeu

Faz um ano ou mais
Desde o dia em que eu perdi o sono a paz
Acho até que exagerei, amei demais
Mas agora tanto fez ou tanto faz não quero mais, não volto atrás
Agora eu já sei que o tal do amor
Faz sorrir mas também causa dor

No início é tudo um sonho
Mas no fim é uma voz dizendo assim
Adeus, adeus, adeus,

São as trapaças da paixão que trazem o choro e a solidão
Meu Deus eu fico a perguntar

Se é pra tirar pra que é que deu
Se não é meu, pra que é que deu
Se era pra depois tirar

Por isso eu preciso de um ombro amigo
Pra repousar
De uma atalho que leve a uma luz a um abrigo
Pra descansar
Guardar as
lembranças que trago comigo
Pra sonhar

Pois o meu coração diz que o amor
Valeu, valeu

CLEBER AUGUSTO/DJALMA FALCÃO/ JORGE ARAGÃO

ATALHO COM MOSQUITO

Faz um ano ou mais
Desde o dia em que eu perdi o sono a paz
Acho até que exagerei, amei demais
Mas agora tanto fez ou tanto faz não quero mais, não volto atrás
Agora eu já sei que o tal do amor
Faz sorrir mas também causa dor

No início é tudo um sonho
Mas no fim é uma voz dizendo assim
Adeus, adeus, adeus

São as trapaças da paixão que trazem o choro e a solidão
Meu Deus eu fico a perguntar

Se é pra tirar pra que é que deu
Se não é meu, pra que é que deu
Se era pra depois tirar

Por isso eu preciso de um ombro amigo
Pra repousar
De uma atalho que leve a uma luz a um abrigo
Pra descansar
Guardar as lembranças que trago comigo
Pra sonhar

Pois o meu coração diz que o amor valeu
Valeu, valeu, valeu

Faz um ano ou mais
Desde o dia em que eu perdi o sono a paz
Acho até que exagerei, amei demais
Mas agora tanto fez ou tanto faz não quero mais, não volto atrás
Agora eu já sei que o tal do amor
Faz sorrir mas também causa dor

No início é tudo um sonho
Mas no fim é uma voz dizendo assim
Adeus, adeus, adeus,

São as trapaças da paixão que trazem o choro e a solidão
Meu Deus eu fico a perguntar

Se é pra tirar pra que é que deu
Se não é meu, pra que é que deu
Se era pra depois tirar

Por isso eu preciso de um ombro amigo
Pra repousar
De uma atalho que leve a uma luz a um abrigo
Pra descansar
Guardar as
lembranças que trago comigo
Pra sonhar

Pois o meu coração diz que o amor
Valeu, valeu

CLEBER AUGUSTO/DJALMA FALCÃO/ JORGE ARAGÃO

Covarde eu sei que me podem chamar
Porque não calo no peito essa dor
Atire a primeira pedra, iaiá
Aquele que não sofreu por amor

Eu sei que vão censurar o meu proceder
Eu sei, mulher, você mesma vai dizer
Que eu voltei pra me humilhar
É, mas não faz mal
Você pode até sorrir

Perdão foi feito pra gente pedir...

Chorei, não procurei esconder
Todos viram, fingiram
Pena de mim, não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima, meu bem
Quero ver quem dava

Um homem de moral não fica no chão
Nem quer que a mulher
Lhe venha dar a mão
Reconhece a queda e não desanima

Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima

Um homem de moral não fica no chão...
Levanta, sacode a poeira
E dá volta por cima...

ATAULFO ALVES/MÁRIO LAGO

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA

Covarde eu sei que me podem chamar
Porque não calo no peito essa dor
Atire a primeira pedra, iaiá
Aquele que não sofreu por amor

Eu sei que vão censurar o meu proceder
Eu sei, mulher, você mesma vai dizer
Que eu voltei pra me humilhar
É, mas não faz mal
Você pode até sorrir

Perdão foi feito pra gente pedir...

Chorei, não procurei esconder
Todos viram, fingiram
Pena de mim, não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima, meu bem
Quero ver quem dava

Um homem de moral não fica no chão
Nem quer que a mulher
Lhe venha dar a mão
Reconhece a queda e não desanima

Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima

Um homem de moral não fica no chão...
Levanta, sacode a poeira
E dá volta por cima...

ATAULFO ALVES/MÁRIO LAGO

BMG Publishing do Brasil / EMI

É, ela é bamba no feitiço
Ela é bamba, ela é bamba,
Ela é bamba no feitiço
Eu vou contar
Ela não precisa disso
É pra ajudar
Que faz seu rebuliço no gongá é, ela é bamba no feitiço
(Ela é bamba, ela é bamba)

Tem a fé de Oxalá
Me tire um erefué
Com a força do patuá
É, ela é bamba no feitiço
(Ela é bamba, ela é bamba)

Ela é bamba, ela é bamba,
Ela é bamba no feitiço...
Na dança do sarambé
Ela me faz ouriçar
Quando faz seu rebuliço
Me limpa todo o fubá
Ela vive pra ajudar
E eu desejo alafiá
É, ela é bamba no feitiço
(Ela é bamba, ela é bamba)

Ela é bamba, ela é bamba,
Ela é bamba no feitiço

Eu vou contar
Ela não precisa disso é pra ajudar que faz seu rebuliço no gongá
É, ela é bambo no feitiço

ZECA PAGODINHO / WILSON MOREIRA

BAMBA NO FEITIÇO

BMG Publishing do Brasil / EMI

É, ela é bamba no feitiço
Ela é bamba, ela é bamba,
Ela é bamba no feitiço
Eu vou contar
Ela não precisa disso
É pra ajudar
Que faz seu rebuliço no gongá é, ela é bamba no feitiço
(Ela é bamba, ela é bamba)

Tem a fé de Oxalá
Me tire um erefué
Com a força do patuá
É, ela é bamba no feitiço
(Ela é bamba, ela é bamba)

Ela é bamba, ela é bamba,
Ela é bamba no feitiço...
Na dança do sarambé
Ela me faz ouriçar
Quando faz seu rebuliço
Me limpa todo o fubá
Ela vive pra ajudar
E eu desejo alafiá
É, ela é bamba no feitiço
(Ela é bamba, ela é bamba)

Ela é bamba, ela é bamba,
Ela é bamba no feitiço

Eu vou contar
Ela não precisa disso é pra ajudar que faz seu rebuliço no gongá
É, ela é bambo no feitiço

ZECA PAGODINHO / WILSON MOREIRA

Vai... Barracão
Pendurado no morro
E pedindo socorro
A cidade a teus pés

Ai... Barracão
Tua voz eu escuto
Não te esqueço um minuto
Porque sei que tu és

Barracão de zinco
Tradição do meu país
Barracão de zinco
Pobretão infeliz

Ai... Barracão
Pendurado no morro...

Barracão de zinco...

Lata d’água na cabeça
Lá vai Maria, lá vai Maria
Sobe o morro e não se cansa
Pela mão leva a criança
Lá vai Maria

Maria lava roupa lá no alto
Lutando pelo pão de cada dia
Sonhando com a vida do asfalto
Que acaba onde o morro principia

Lata d’água na cabeça...

L. ANTONIO/OLDEMAR MAGALHÃES

BARRACÃO

Vai... Barracão
Pendurado no morro
E pedindo socorro
A cidade a teus pés

Ai... Barracão
Tua voz eu escuto
Não te esqueço um minuto
Porque sei que tu és

Barracão de zinco
Tradição do meu país
Barracão de zinco
Pobretão infeliz

Ai... Barracão
Pendurado no morro...

Barracão de zinco...

Lata d’água na cabeça
Lá vai Maria, lá vai Maria
Sobe o morro e não se cansa
Pela mão leva a criança
Lá vai Maria

Maria lava roupa lá no alto
Lutando pelo pão de cada dia
Sonhando com a vida do asfalto
Que acaba onde o morro principia

Lata d’água na cabeça...

L. ANTONIO/OLDEMAR MAGALHÃES

Batuque na cozinha sinhá não quer
Por causa do batuque eu queimei meu pé

Não moro em casa de cômodo, não é por ter medo, não
Na cozinha muita gente sempre dá em alteração

Batuque na cozinha sinhá não quer...

Então não bula na cumbuca, não me espante o rato
Se o branco tem ciúme que dirá o mulato
Eu fui na cozinha pra ver uma cebola

E o branco com ciúme de uma tal crioula

Eu deixei a cebola e peguei na batata

E o branco com ciúme de uma tal mulata

Eu peguei no balaio pra medir a farinha

E o branco com ciúme de uma tal branquinha

Então não bula na cumbuca, não me espante o rato

Se o branco tem ciúme que dirá o mulato

Batuque na cozinha sinhá não quer...

Eu fui na cozinha tomar café
E o malandro tá de olho na minha mulher
Mas comigo apelei pra desarmonia
E fomos direto pra delegacia
Seu comissário foi dizendo com altivez
É da casa de cômodos da tal Inês
Revistem os dois e botem no xadrez
Malandro comigo não tem vez

Batuque na cozinha sinhá não quer...

Mas seu comissário eu estou com a razão
Eu não moro na casa de arrumação
Eu fui apanhar meu violão
Que estava empenhado com Paulão
Eu pago a fiança com satisfação
Mas não me bota no xadrez com esse malandrão

Que faltou com respeito ao cidadão
Que é paraíba do norte, Maranhão

Batuque na cozinha sinhá não quer...

JOÃO DA BAIANA

BATUQUE NA COZINHA

Batuque na cozinha sinhá não quer
Por causa do batuque eu queimei meu pé

Não moro em casa de cômodo, não é por ter medo, não
Na cozinha muita gente sempre dá em alteração

Batuque na cozinha sinhá não quer...

Então não bula na cumbuca, não me espante o rato
Se o branco tem ciúme que dirá o mulato
Eu fui na cozinha pra ver uma cebola

E o branco com ciúme de uma tal crioula

Eu deixei a cebola e peguei na batata

E o branco com ciúme de uma tal mulata

Eu peguei no balaio pra medir a farinha

E o branco com ciúme de uma tal branquinha

Então não bula na cumbuca, não me espante o rato

Se o branco tem ciúme que dirá o mulato

Batuque na cozinha sinhá não quer...

Eu fui na cozinha tomar café
E o malandro tá de olho na minha mulher
Mas comigo apelei pra desarmonia
E fomos direto pra delegacia
Seu comissário foi dizendo com altivez
É da casa de cômodos da tal Inês
Revistem os dois e botem no xadrez
Malandro comigo não tem vez

Batuque na cozinha sinhá não quer...

Mas seu comissário eu estou com a razão
Eu não moro na casa de arrumação
Eu fui apanhar meu violão
Que estava empenhado com Paulão
Eu pago a fiança com satisfação
Mas não me bota no xadrez com esse malandrão

Que faltou com respeito ao cidadão
Que é paraíba do norte, Maranhão

Batuque na cozinha sinhá não quer...

JOÃO DA BAIANA

Deixa o teu rosto coladinho ao meu
Beija-me
Eu dou a vida pelo beijo teu
Beija-me
Quero sentir o teu perfume
Beija-me com todo teu amor
Senão eu morro de ciúme

Ai, ai, ai que coisa boa
O beijinho do meu bem
Dito assim parece à tôa
O feitiço que ele tem
Ai, ai, ai que coisa louca
Que gostinho divinal
Quando eu ponha a minha boca
Nos teus lábios de coral

MÁRIO ROSSI E ROBERTO MARTINS

BEIJA-ME

Deixa o teu rosto coladinho ao meu
Beija-me
Eu dou a vida pelo beijo teu
Beija-me
Quero sentir o teu perfume
Beija-me com todo teu amor
Senão eu morro de ciúme

Ai, ai, ai que coisa boa
O beijinho do meu bem
Dito assim parece à tôa
O feitiço que ele tem
Ai, ai, ai que coisa louca
Que gostinho divinal
Quando eu ponha a minha boca
Nos teus lábios de coral

MÁRIO ROSSI E ROBERTO MARTINS

Veio a lembrança
De tudo que aconteceu
Eu era menino e ela menina era
Hoje sucedeu o mais belo encontro entre eu e ela
Que, na nossa infância, foi a minha namorada
Hoje ela é aquela que figura nos meus versos
Minhas rimas, uma dama tão pura
Pura qual a brisa que a trouxe
E o amanhã primaveril
Eu sorri e ela também sorriu
Unimos nossas mãos num só aperto
A felicidade no meu coração
Estou me imaginando com saudade

WILSON MOREIRA

BELO ENCONTRO

Veio a lembrança
De tudo que aconteceu
Eu era menino e ela menina era
Hoje sucedeu o mais belo encontro entre eu e ela
Que, na nossa infância, foi a minha namorada
Hoje ela é aquela que figura nos meus versos
Minhas rimas, uma dama tão pura
Pura qual a brisa que a trouxe
E o amanhã primaveril
Eu sorri e ela também sorriu
Unimos nossas mãos num só aperto
A felicidade no meu coração
Estou me imaginando com saudade

WILSON MOREIRA

Seu Manoel, o dono da padaria
Pra agradar a freguesia
Fez um cartaz de promoção
Se você quiser comprar, bisnaga
Leva três, mas duas só, que paga
Se você quiser comprar,(vagabundo) bisnaga
Leva três, mas duas só, que paga
Mas pra gozar, dessa mordomia
Você tem que acordar, antes de raiar o dia
E andar depressa pra conseguir uma vaga
Tudo isso pra comprar, bisnaga
Refrão
A Dona Eunice, diz que não vacila
Mas a sua gulodice, fez furar a fila
Houve confusão, disse-que-disse
Muita gente rogou praga
Tudo isso pra comprar, bisnaga
Refrão
Hoje o padeiro, perdeu a hora
Causou o maior sururu, do lado de fora
E no auge do rebôo, o gago xingou a gaga
Tudo isso pra comprar, o que, que foi? Bisnaga
Leva três mas duas, só que paga
(antes de raiar o dia andar bem depressa
pra ter uma vaga, porque)
Se você quiser comprar....

ARLINDO CRUZ / BETO SEM BRAÇO

BISNAGA

Seu Manoel, o dono da padaria
Pra agradar a freguesia
Fez um cartaz de promoção
Se você quiser comprar, bisnaga
Leva três, mas duas só, que paga
Se você quiser comprar,(vagabundo) bisnaga
Leva três, mas duas só, que paga
Mas pra gozar, dessa mordomia
Você tem que acordar, antes de raiar o dia
E andar depressa pra conseguir uma vaga
Tudo isso pra comprar, bisnaga
Refrão
A Dona Eunice, diz que não vacila
Mas a sua gulodice, fez furar a fila
Houve confusão, disse-que-disse
Muita gente rogou praga
Tudo isso pra comprar, bisnaga
Refrão
Hoje o padeiro, perdeu a hora
Causou o maior sururu, do lado de fora
E no auge do rebôo, o gago xingou a gaga
Tudo isso pra comprar, o que, que foi? Bisnaga
Leva três mas duas, só que paga
(antes de raiar o dia andar bem depressa
pra ter uma vaga, porque)
Se você quiser comprar....

ARLINDO CRUZ / BETO SEM BRAÇO

Já que a sua onda é se meter na minha vida, amor
Escuta aqui, meu bem
Vou comprar um gato pra você
Cuidar das 7 vidas que ele tem

Depois que me perdeu, me arrasa pra geral
Esquece que o seu telhado é de cristal
O seu olho cresceu, inveja pega mal
Você não aprendeu descer do pedestal
Parece que bebeu, só quero te avisar:
Se morder a própria língua, você vai se envenenar!

Acho que você anda de rolé
Fumando um tal de narguilé!
Vaza jacaré, boca de banzé
O fim do nosso amor já é

PAULINHO RESENDE/EFSON

BOCA DE BANZÉ

Já que a sua onda é se meter na minha vida, amor
Escuta aqui, meu bem
Vou comprar um gato pra você
Cuidar das 7 vidas que ele tem

Depois que me perdeu, me arrasa pra geral
Esquece que o seu telhado é de cristal
O seu olho cresceu, inveja pega mal
Você não aprendeu descer do pedestal
Parece que bebeu, só quero te avisar:
Se morder a própria língua, você vai se envenenar!

Acho que você anda de rolé
Fumando um tal de narguilé!
Vaza jacaré, boca de banzé
O fim do nosso amor já é

PAULINHO RESENDE/EFSON

Eu vi a lua passeando com as estrelas
Se eu pudesse entendê-las pediria
Para minha rua iluminar
Sou boêmio, amante da madrugada
Sou a própria batucada
Sambando me agiganto na avenida
Sou a nora musical feliz da vida Ô Ô Ô
Ôôôô lua, alumia
Meu amor interior
Vestido na fantasia
A poesia veio me dominar
No afã da minha euforia
Troco a noite pelo dia
Eu quero vigiliar
Tristeza do meu peito foi embora
Alegria hoje mora
É a razão do meu cantar, ê
Morena
Pega a viola e vamos violar,ê, morena
Sou o boêmio que vem lá do Irajá

BETO SEM-BRAÇO / CARLOS SENA

BOÊMIO FELIZ

Eu vi a lua passeando com as estrelas
Se eu pudesse entendê-las pediria
Para minha rua iluminar
Sou boêmio, amante da madrugada
Sou a própria batucada
Sambando me agiganto na avenida
Sou a nora musical feliz da vida Ô Ô Ô
Ôôôô lua, alumia
Meu amor interior
Vestido na fantasia
A poesia veio me dominar
No afã da minha euforia
Troco a noite pelo dia
Eu quero vigiliar
Tristeza do meu peito foi embora
Alegria hoje mora
É a razão do meu cantar, ê
Morena
Pega a viola e vamos violar,ê, morena
Sou o boêmio que vem lá do Irajá

BETO SEM-BRAÇO / CARLOS SENA

Guizos badalaram
Na porteira da fazenda
Anunciando a chegada do boi
Que veio receber a comenda
Comprovar o seu laurel
Comprovar o seu laurel
Tem rodeio, tem festança
É feriado no sertão
Boi molhado é troféu

É boi
Peão carreador
Peão carreador
Peão carreador
Vai depressa ao cerrado
Enfeitaro boi malhado
Sinhazinha que mandou

O povo em mutirão
Andou léguas, léguas a pé
Pra ver consagrar o boi
Pra ver coroar o boi
A convite do coroné
Ê boi

Nas planícies onde passou
Deixou as marcas no chão
Desempenhou todos os papéis
Nas folhas dos canaviais
No barro dos cafezais
Matou cobra com os pés
Matou cobra com os pés
Só um laço que o laça
É o laço do amor
Ele é reprodutor
Ele é competidor
Um exímio campeão
De todas as competições
Competições
Nas bandas do meu sertão

A linda imagem do boi
Já fizeram esculpir
Pra ser guardado por lembrança
Ele hoje é suvenir
Ele hoje é suvenir
Pra que não mediu distância
Pra que não mediu distância
Pra ele aplaudir

Ê boi
Peão carreador
Peão carreador
Peão carreador
Vai depressa ao cerrado
Enfeitar o boi malhado
Sinhazinha que mandou

É boi

BETO SEM BRAÇO / PC SANTOS

BOI

Guizos badalaram
Na porteira da fazenda
Anunciando a chegada do boi
Que veio receber a comenda
Comprovar o seu laurel
Comprovar o seu laurel
Tem rodeio, tem festança
É feriado no sertão
Boi molhado é troféu

É boi
Peão carreador
Peão carreador
Peão carreador
Vai depressa ao cerrado
Enfeitaro boi malhado
Sinhazinha que mandou

O povo em mutirão
Andou léguas, léguas a pé
Pra ver consagrar o boi
Pra ver coroar o boi
A convite do coroné
Ê boi

Nas planícies onde passou
Deixou as marcas no chão
Desempenhou todos os papéis
Nas folhas dos canaviais
No barro dos cafezais
Matou cobra com os pés
Matou cobra com os pés
Só um laço que o laça
É o laço do amor
Ele é reprodutor
Ele é competidor
Um exímio campeão
De todas as competições
Competições
Nas bandas do meu sertão

A linda imagem do boi
Já fizeram esculpir
Pra ser guardado por lembrança
Ele hoje é suvenir
Ele hoje é suvenir
Pra que não mediu distância
Pra que não mediu distância
Pra ele aplaudir

Ê boi
Peão carreador
Peão carreador
Peão carreador
Vai depressa ao cerrado
Enfeitar o boi malhado
Sinhazinha que mandou

É boi

BETO SEM BRAÇO / PC SANTOS

Não brinque com meu amor
Não brinque com meu amor
Meu amor não é brincadeira
E nem é coisa sem valor
O meu peito é uma esteira
Onde a paz se deitou
O meu peito é uma esteira
Onde a paz se deitou
Se eu chamei, você demora
Eu já disse a você
Se eu eu querer rir, você chora
Brincadeira tem hora
Brincadeira tem hora...
A solidão vive açoitando meu peito
Procuro um jeito com jeito
Dela sempre me esquivar
Mas a luz que ilumina meu caminho
Ilustra meu pergaminho
Com as vitórias que a vida me dá
Maltrata quem te adora
Brincadeira tem hora
Se eu chamo, você vai embora
Brincadeira tem hora
Brincadeira tem hora...
Um coração quando ama, choraminga
O olhar lacrimeja e até mingua
Em busca de carinho
Amor é coisa que nasce dentro da gente
Quem não tem, vive doente
Perdido nos descaminhos
Essa paixão me devora
Brincadeira tem hora
Se eu chamo, você vai embora
Brincadeira tem hora...

ZECA PAGODINHO/BETO SEM BRAÇO

BRINCADEIRA TEM HORA

Não brinque com meu amor
Não brinque com meu amor
Meu amor não é brincadeira
E nem é coisa sem valor
O meu peito é uma esteira
Onde a paz se deitou
O meu peito é uma esteira
Onde a paz se deitou
Se eu chamei, você demora
Eu já disse a você
Se eu eu querer rir, você chora
Brincadeira tem hora
Brincadeira tem hora...
A solidão vive açoitando meu peito
Procuro um jeito com jeito
Dela sempre me esquivar
Mas a luz que ilumina meu caminho
Ilustra meu pergaminho
Com as vitórias que a vida me dá
Maltrata quem te adora
Brincadeira tem hora
Se eu chamo, você vai embora
Brincadeira tem hora
Brincadeira tem hora...
Um coração quando ama, choraminga
O olhar lacrimeja e até mingua
Em busca de carinho
Amor é coisa que nasce dentro da gente
Quem não tem, vive doente
Perdido nos descaminhos
Essa paixão me devora
Brincadeira tem hora
Se eu chamo, você vai embora
Brincadeira tem hora...

ZECA PAGODINHO/BETO SEM BRAÇO

Peermusic

Bolo na padaria
Maria pulava igual perereca
Pão doce e broas viraram petecas
Pegaram o padeiro e quebraram a munheca
Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Sonho virou pesadelo
Brigadeiro perdeu a patente
Confeitaram o confeiteiro com a massa de pão
Para cachorro-quente
Deixaram o gerente
Um tal de Clemente
Sem uns cinco dentes
E só de cueca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Bolo na padaria...

E o pastel que passava
Quis se inteirar do assunto
Escorregou na manteiga
E tropeçou no presunto
Saiu com a cara cheia de torrada
Iogurte, coalhada e ganhou um sapeca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Bolo na padaria...

Um camburão foi chamado
Para acabar com o racha
Um soldado soltou do patamo
Distribuindo bolacha
Jogaram farinha de trigo
No teço que foi pro boteco
Pra comer panqueca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / RODI DO JACAREZINHO

CABELO NO PÃO CARECA

Peermusic

Bolo na padaria
Maria pulava igual perereca
Pão doce e broas viraram petecas
Pegaram o padeiro e quebraram a munheca
Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Sonho virou pesadelo
Brigadeiro perdeu a patente
Confeitaram o confeiteiro com a massa de pão
Para cachorro-quente
Deixaram o gerente
Um tal de Clemente
Sem uns cinco dentes
E só de cueca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Bolo na padaria...

E o pastel que passava
Quis se inteirar do assunto
Escorregou na manteiga
E tropeçou no presunto
Saiu com a cara cheia de torrada
Iogurte, coalhada e ganhou um sapeca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

Bolo na padaria...

Um camburão foi chamado
Para acabar com o racha
Um soldado soltou do patamo
Distribuindo bolacha
Jogaram farinha de trigo
No teço que foi pro boteco
Pra comer panqueca

Porque encontraram
Cabelo no pão careca

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / RODI DO JACAREZINHO

O pai me disse que a tradição é lanterna
Vem do ancestral, é moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa
Na treva é a luz mais eterna
O Todo Mais Poderoso

Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Que ninguém lhe passa a perna
É a marola que vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro das cavernas

A jura é pra quem rezar
A reza é pra quem jurar
A alma pra sempre é do fundador
Maré muda com o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que o pai ensinou
Cabô

Cabô, meu pai, Cabô, ô
Cabô, meu pai, Cabo

MOACYR LUZ / LUIZ CARLOS DA VILA / ALDIR BLANC

CABÔ MEU PAI

O pai me disse que a tradição é lanterna
Vem do ancestral, é moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa
Na treva é a luz mais eterna
O Todo Mais Poderoso

Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Que ninguém lhe passa a perna
É a marola que vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro das cavernas

A jura é pra quem rezar
A reza é pra quem jurar
A alma pra sempre é do fundador
Maré muda com o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que o pai ensinou
Cabô

Cabô, meu pai, Cabô, ô
Cabô, meu pai, Cabo

MOACYR LUZ / LUIZ CARLOS DA VILA / ALDIR BLANC

Cabô, meu pai, Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai, cabo, ô,
Cabô, meu pai, cabo, ô

O pai me disse que
a tradição é lanterna
Vem do ancestral,
é moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa
Na treva é a luz
mais eterna
O Todo Mais poderoso

Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Quando alguém me passa a perna
É a marola que vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro da caverna

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

Cabô, meu pai, Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai, Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

(O pai me disse!)

O Pai me disse
Que a tradição
É lanterna
Vem do ancestral,
É moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa na treva é a luz mais eterna
O Todo Poderoso

Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Quando alguém me passa a perna
É a marola que
vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro da caverna

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

Cabô, meu pai,
Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai,
Cabo, ô,

Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai,
Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

MOACYR LUZ /LUIS CARLOS DA VILA/ ALDIR BLANC

CABÔ, MEU PAI

Cabô, meu pai, Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai, cabo, ô,
Cabô, meu pai, cabo, ô

O pai me disse que
a tradição é lanterna
Vem do ancestral,
é moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa
Na treva é a luz
mais eterna
O Todo Mais poderoso

Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Quando alguém me passa a perna
É a marola que vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro da caverna

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

Cabô, meu pai, Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai, Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

(O pai me disse!)

O Pai me disse
Que a tradição
É lanterna
Vem do ancestral,
É moderna
Bem mais que o modernoso
E aí é o meu coração que governa na treva é a luz mais eterna
O Todo Poderoso

Também me disse
Com aquele jeito orgulhoso
Que o samba é mais que formoso
Quando alguém me passa a perna
É a marola que
vira o mar furioso
Netuno misterioso o tesouro da caverna

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

A jura é pra
quem rezar
A reza é pra
quem jurar
A alma pra sempre
é do Criador
Maré muda com
o luar
Futuro é pra quem lembrar
Se é isso que
o pai ensinou
Cabô

Cabô, meu pai,
Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai,
Cabo, ô,

Cabô, meu pai, Cabô

Cabô, meu pai,
Cabo, ô,
Cabô, meu pai, Cabô

MOACYR LUZ /LUIS CARLOS DA VILA/ ALDIR BLANC

Meu doce de cambucã
Minha flor cheirosa de alfazema
Tem pena deste caboclo
O que eu te peço é tão pouco
Minha linda cabocla jurema
Tem pena de um sofredor
Que o mau destino condenou
Me liberta desta algema
Me tira deste dilema
Minha linda cabocla jurema
Vou pegar minha viola (ô, ô)
Meu facão e o meu bornal (ô, ô)
Numa casa de caboclo
Se um sozinho é sufoco
Dois é que é o ideal
Vou pegar minha canoa (ô, ô)
Vou-me embora pra Goiás (ô, ô)
Numa casa de caboclo
Se dois é bom e um é pouco
Três certamente é demais

EFSON / NEI LOPES

CABOCLA JUREMA

Meu doce de cambucã
Minha flor cheirosa de alfazema
Tem pena deste caboclo
O que eu te peço é tão pouco
Minha linda cabocla jurema
Tem pena de um sofredor
Que o mau destino condenou
Me liberta desta algema
Me tira deste dilema
Minha linda cabocla jurema
Vou pegar minha viola (ô, ô)
Meu facão e o meu bornal (ô, ô)
Numa casa de caboclo
Se um sozinho é sufoco
Dois é que é o ideal
Vou pegar minha canoa (ô, ô)
Vou-me embora pra Goiás (ô, ô)
Numa casa de caboclo
Se dois é bom e um é pouco
Três certamente é demais

EFSON / NEI LOPES

Peermusic do Brasil / Nossa Música

Não é pedigree, mas é uma graça
É um amor sem fim, minha vira-lata
É tudo pra mim, não me desaponta
É o único amor que o dinheiro compra

Eu não sou louco
Não levei minha tetéia
Pro mundial da Coréia
Pra ser a bola da vez, a bola da vez
É o mesmo que cuspir em quem me beija
Entregando-a de bandeja
Num restaurante chinês, ou japonês
Por lá comeu cachorro o tempo inteiro
Geléia de perdigueiro, patê de banzé
Pitbull é picanha, rotweiller é filé
Cão pastor à campanha
Entra nessa quem quer
Em pensar fico aflito
Ver uma amiga fiel
Ser traçada em palitos
Recheio de pastel

Eu fiquei por aqui
Foi melhor opção
Vi a Copa do Mundo pela televisão
É que aquele povo do oriente
Tem mania diferente na alimentação
Meu medo é ver minha linda cadela
Ser assada na panela
Como refeição

ALMIR GUINETO / CAPRI

CACHORRO

Peermusic do Brasil / Nossa Música

Não é pedigree, mas é uma graça
É um amor sem fim, minha vira-lata
É tudo pra mim, não me desaponta
É o único amor que o dinheiro compra

Eu não sou louco
Não levei minha tetéia
Pro mundial da Coréia
Pra ser a bola da vez, a bola da vez
É o mesmo que cuspir em quem me beija
Entregando-a de bandeja
Num restaurante chinês, ou japonês
Por lá comeu cachorro o tempo inteiro
Geléia de perdigueiro, patê de banzé
Pitbull é picanha, rotweiller é filé
Cão pastor à campanha
Entra nessa quem quer
Em pensar fico aflito
Ver uma amiga fiel
Ser traçada em palitos
Recheio de pastel

Eu fiquei por aqui
Foi melhor opção
Vi a Copa do Mundo pela televisão
É que aquele povo do oriente
Tem mania diferente na alimentação
Meu medo é ver minha linda cadela
Ser assada na panela
Como refeição

ALMIR GUINETO / CAPRI

Cada um na sua onda
Cada um na sua prancha
Eu não vou lá no teu barco
Tu não vem na minha lancha
Cada um com seu cada um
Deixa o cada um dos outros
Se correr o bicho pega
E se pegar é bicho solto

Bicho solto é malandro e malandro dá mancada
Se é mancada se embalar no embalo da madrugada
Quem acompanha morcego dorme de quengo pra baixo
E vacilação no morro é motivo de esculacho

Esculacho só escuta quem merece escutar
Escute, sujeito homem, não pago pra vacilar
Eu não vou na tua praia pra você não ir na minha
Aqui não é lugar para peixe pequeno
E o meu tubarão come a tua sardinha

Cada um na sua onda...

Sardinha não é piranha, piranha não dá no mar
Se a maré não está pra peixe
Vá pescar noutro lugar
Pra pisar no meu terreiro tem que vir no sapatinho
Teu cavalo tá capenga pra cruzar o meu caminho

Meu caminho eu mesmo faço, com os passos que aprendi
Dependendo do seu traço, vou somar ou dividir
O que é meu de direito ninguém vai levar nenhum
Nosso lema é um por todos e todos pra cada um

Cada um na sua onda...

PRATEADO / CARICA

CADA UM NO SEU CADA UM

Cada um na sua onda
Cada um na sua prancha
Eu não vou lá no teu barco
Tu não vem na minha lancha
Cada um com seu cada um
Deixa o cada um dos outros
Se correr o bicho pega
E se pegar é bicho solto

Bicho solto é malandro e malandro dá mancada
Se é mancada se embalar no embalo da madrugada
Quem acompanha morcego dorme de quengo pra baixo
E vacilação no morro é motivo de esculacho

Esculacho só escuta quem merece escutar
Escute, sujeito homem, não pago pra vacilar
Eu não vou na tua praia pra você não ir na minha
Aqui não é lugar para peixe pequeno
E o meu tubarão come a tua sardinha

Cada um na sua onda...

Sardinha não é piranha, piranha não dá no mar
Se a maré não está pra peixe
Vá pescar noutro lugar
Pra pisar no meu terreiro tem que vir no sapatinho
Teu cavalo tá capenga pra cruzar o meu caminho

Meu caminho eu mesmo faço, com os passos que aprendi
Dependendo do seu traço, vou somar ou dividir
O que é meu de direito ninguém vai levar nenhum
Nosso lema é um por todos e todos pra cada um

Cada um na sua onda...

PRATEADO / CARICA

Universal Music Publishing

Cadê meu amor tão bonito?
Do início da paixão?
Cadê minha felicidade?
Saudade não abre mão

Errei quando me apaixonei
Quando lhe entreguei
Todo o meu coração
Cantei, tristeza se acabou
Quando você chegou
Mas foi só ilusão

Cadê meu amor tão bonito
Do início da paixão?
Cadê minha felicidade?
Saudade não abre mão

Quem fez desse amor agasalho
Orvalho foi temporal
Num sonho de primavera
Garoa fez um vendaval

Amargo essa dor no meu canto
Sabor tão ruim, desencanto
Como dói desilusão
Pena esse amor eu quis tanto
Em troca recebo esse pranto
Pra banhar minha solidão

NELSON RUFINO / TAIS RUFINO

CADÊ MEU AMOR

Universal Music Publishing

Cadê meu amor tão bonito?
Do início da paixão?
Cadê minha felicidade?
Saudade não abre mão

Errei quando me apaixonei
Quando lhe entreguei
Todo o meu coração
Cantei, tristeza se acabou
Quando você chegou
Mas foi só ilusão

Cadê meu amor tão bonito
Do início da paixão?
Cadê minha felicidade?
Saudade não abre mão

Quem fez desse amor agasalho
Orvalho foi temporal
Num sonho de primavera
Garoa fez um vendaval

Amargo essa dor no meu canto
Sabor tão ruim, desencanto
Como dói desilusão
Pena esse amor eu quis tanto
Em troca recebo esse pranto
Pra banhar minha solidão

NELSON RUFINO / TAIS RUFINO

Calangueei, calanguear
Sanfoneiro até cochila
Mas não pára de tocar
Bom calangueiro quando entra numa roda
É tanta prosa de sorrir e de chorar
Se você pensa que estou inventando moda
Pega viola e cai na roda pra versar
Calangotango mexe com meu sentimento
Vaza tanto argumento
Que não dá pra explicar
Calangueando eu me sinto bem comigo
Que lhe sirva de aviso
Se quiser desafiar
Quando eu entro no calango
Eu não entro pra brincar
E só saio do calango
Depois que o sol raiar
O meu verso de encanto
É capaz de apaixonar
Garota de quinze anos
Chora pra me acompanhar

ALMIR GUINETO / FERNANDO BOÊMIO

CALANGUEEI

Calangueei, calanguear
Sanfoneiro até cochila
Mas não pára de tocar
Bom calangueiro quando entra numa roda
É tanta prosa de sorrir e de chorar
Se você pensa que estou inventando moda
Pega viola e cai na roda pra versar
Calangotango mexe com meu sentimento
Vaza tanto argumento
Que não dá pra explicar
Calangueando eu me sinto bem comigo
Que lhe sirva de aviso
Se quiser desafiar
Quando eu entro no calango
Eu não entro pra brincar
E só saio do calango
Depois que o sol raiar
O meu verso de encanto
É capaz de apaixonar
Garota de quinze anos
Chora pra me acompanhar

ALMIR GUINETO / FERNANDO BOÊMIO

(Zeca Pagodinho / Beto Sem Braço / Arlindo Cruz)

Não pense que meu coração é de papel
Não brinque com o meu interior
Camarão que dorme a onda leva
Hoje é dia da caça, amanhã do caçador
Não quero que nosso amor acabe assim
Um coração quando ama é sempre amigo
Só não faça gato e sapato de mim
Pois aquele que dá pão, também dá castigo
Não pense que meu coração....

SÃO JOSÉ DE MADUREIRA
(Zeca Pagodinho / Beto Sem Braço)

É de Madureira, São José
É de Madureira
São José, tu protejas a Serrinha
Que felicidade a minha
Eu poder te contemplar
Tua capela é tão bela, enfeita o morro
Mas quem te pede socorro
Não é só quem vive de lá
Quem te agradece
Por ser tão bem assisitido
E ter sempre conseguido
Tantas glórias a teus pés
Quem sobe o morro
Carregando lata dágua
Solta o riso, esquece a mágoa
Faz do samba brincadeira
É de Madureira, São José...

DOR DE AMOR
(Arlindo Cruz / Zeca Pagodinho / Acyr Marques)

Ai, como dói a dor
Como dói a dor de amar
Quem se desencantou sabe o que é chorar
Nesse mundo não tem professor
Pra matéria do amor ensinar
Nem tampouco se encontra doutor

Dor de amor é difícil curar
Chico Preto, malando veneno
Adora sereno e vive de paixão
Sorte dele ser bem correspondido
É bem-sucedido, não ama em vão
O contrário foi o Branco Chico
Tão belo e tão rico, o dono da razão
Não valeu seu poder financeiro
Pois não há dinheiro que compre a emoção
Ele quis viajar de saveiro
Mas era jangada a embarcação
Que saiu, mas encalhou. Não chegou ao alto-mar
Mais um sonho naufragou
Dor de amor é difícil curar

CAMARÃO QUE DORME A ONDA LEVA / SÃO JOSÉ DE MADUREIRA / DOR DE AMOR

CAMARÃO QUE DORME A ONDA LEVA

(Zeca Pagodinho / Beto Sem Braço / Arlindo Cruz)

Não pense que meu coração é de papel
Não brinque com o meu interior
Camarão que dorme a onda leva
Hoje é dia da caça, amanhã do caçador
Não quero que nosso amor acabe assim
Um coração quando ama é sempre amigo
Só não faça gato e sapato de mim
Pois aquele que dá pão, também dá castigo
Não pense que meu coração....

SÃO JOSÉ DE MADUREIRA
(Zeca Pagodinho / Beto Sem Braço)

É de Madureira, São José
É de Madureira
São José, tu protejas a Serrinha
Que felicidade a minha
Eu poder te contemplar
Tua capela é tão bela, enfeita o morro
Mas quem te pede socorro
Não é só quem vive de lá
Quem te agradece
Por ser tão bem assisitido
E ter sempre conseguido
Tantas glórias a teus pés
Quem sobe o morro
Carregando lata dágua
Solta o riso, esquece a mágoa
Faz do samba brincadeira
É de Madureira, São José...

DOR DE AMOR
(Arlindo Cruz / Zeca Pagodinho / Acyr Marques)

Ai, como dói a dor
Como dói a dor de amar
Quem se desencantou sabe o que é chorar
Nesse mundo não tem professor
Pra matéria do amor ensinar
Nem tampouco se encontra doutor

Dor de amor é difícil curar
Chico Preto, malando veneno
Adora sereno e vive de paixão
Sorte dele ser bem correspondido
É bem-sucedido, não ama em vão
O contrário foi o Branco Chico
Tão belo e tão rico, o dono da razão
Não valeu seu poder financeiro
Pois não há dinheiro que compre a emoção
Ele quis viajar de saveiro
Mas era jangada a embarcação
Que saiu, mas encalhou. Não chegou ao alto-mar
Mais um sonho naufragou
Dor de amor é difícil curar

CAMARÃO QUE DORME A ONDA LEVA / SÃO JOSÉ DE MADUREIRA / DOR DE AMOR



Não pense que meu coração é de papel
Não brinque com o meu interior
Camarão que dorme a onda leva
Hoje é dia da caça, amanhã do caçador
Não quero que nosso amor acabe assim
Um coração quando ama é sempre amigo
Só não faça gato e sapato de mim
Pois aquele que dá pão, também dá castigo
Não pense que meu coração....

São José de Madureira
(Beto Sem Braço/Zeca Pagodinho)

Tu protejas a Serrinha
Que felicidade minha
Eu poder te contemplar
Tua capela é tão bela
Enfeita o morro
Mas quem te pede socorro
Não é só quem vive lá
Quem te agradece
Por ser tão bem assistido
E ter sempre conseguido
Tantas glórias a teus pés
E quem sobe o morro
Carregando lata d'água
Solta o riso, esquece a mágoa
Faz do samba brincadeira
(E de onde é?)
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
É de Madureira

Mas São José
Lá do alto da pedreira
Você olha Madureira
São José olha Madureira

Olha Madureira, São José
Olha Madureira

Protege o Império e a Portela
Que vão pra avenida
E levantam a poeira
(E de onde é?)
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
é de Madureira

Esse santo camarada
Dá sempre uma olhada na Mangueira
(Porque)
É de Madureira

Dá uma olhada pros pobres
Compadre, que não tá de brincadeira
(Porque)
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
É de Madureira

Dor de Amor
(Acyr Marques / Arlindo Cruz / Zeca Pagodinho)

Ai! Como dói a dor
Como dói a dor de amor
Quem se desencantou
Soube o que é chorar
Nesse mundo não tem professor
Pra matéria do amor ensinar
Nem tão pouco se encontra doutor
Dor de amor é díficil curar
Chico-Preto malandro veneno
Agora é sereno viver de paixão
Sorte dele ser correspondido
É bem sucessidido, não ama em vão
E o contrário foi o branco chico
Tão belo e tão rico
Dono da Razão
Não valeu seu poder financeiro
Pois não há dinheiro que compre a emoção
Ele quis viajar de saveiro
Mas era jangada e embarcação
Que saiu mas encalhou
Não chegou a alto mar
Mais um sonho naufragou
Dor de amor é díficil curar
Mais um sonho naufragou
Dor de amor é díficil curar
Aí! Como dói a dor...

Zeca Pagodinho/Beto Sem Braço/ Arlindo Cruz

CAMARÃO QUE DORME A ONDA LEVA/SÃO JOSÉ DE MADUREIRA/DOR DE AMOR



Não pense que meu coração é de papel
Não brinque com o meu interior
Camarão que dorme a onda leva
Hoje é dia da caça, amanhã do caçador
Não quero que nosso amor acabe assim
Um coração quando ama é sempre amigo
Só não faça gato e sapato de mim
Pois aquele que dá pão, também dá castigo
Não pense que meu coração....

São José de Madureira
(Beto Sem Braço/Zeca Pagodinho)

Tu protejas a Serrinha
Que felicidade minha
Eu poder te contemplar
Tua capela é tão bela
Enfeita o morro
Mas quem te pede socorro
Não é só quem vive lá
Quem te agradece
Por ser tão bem assistido
E ter sempre conseguido
Tantas glórias a teus pés
E quem sobe o morro
Carregando lata d'água
Solta o riso, esquece a mágoa
Faz do samba brincadeira
(E de onde é?)
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
É de Madureira

Mas São José
Lá do alto da pedreira
Você olha Madureira
São José olha Madureira

Olha Madureira, São José
Olha Madureira

Protege o Império e a Portela
Que vão pra avenida
E levantam a poeira
(E de onde é?)
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
é de Madureira

Esse santo camarada
Dá sempre uma olhada na Mangueira
(Porque)
É de Madureira

Dá uma olhada pros pobres
Compadre, que não tá de brincadeira
(Porque)
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
É de Madureira
É de Madureira, São José
É de Madureira

Dor de Amor
(Acyr Marques / Arlindo Cruz / Zeca Pagodinho)

Ai! Como dói a dor
Como dói a dor de amor
Quem se desencantou
Soube o que é chorar
Nesse mundo não tem professor
Pra matéria do amor ensinar
Nem tão pouco se encontra doutor
Dor de amor é díficil curar
Chico-Preto malandro veneno
Agora é sereno viver de paixão
Sorte dele ser correspondido
É bem sucessidido, não ama em vão
E o contrário foi o branco chico
Tão belo e tão rico
Dono da Razão
Não valeu seu poder financeiro
Pois não há dinheiro que compre a emoção
Ele quis viajar de saveiro
Mas era jangada e embarcação
Que saiu mas encalhou
Não chegou a alto mar
Mais um sonho naufragou
Dor de amor é díficil curar
Mais um sonho naufragou
Dor de amor é díficil curar
Aí! Como dói a dor...

Zeca Pagodinho/Beto Sem Braço/ Arlindo Cruz

Vigê, minha Nossa Senhora
Cadê o candeeiro de vovó?
Seu troféu lá de Angola
Cadê o candeeiro de vovó?
Era lindo e iluminava
Os caminhos de vovó
Sua luz sempre firmava
Os pontos de vovó

Quando veio de Angola
Era livre na Bahia
Escondia o candeeiro
Dia, noite, noite e dia
Mas um golpe traiçoeiro
Do destino a envolveu
E até hoje ninguém sabe
Como o candeeiro desapareceu

Vovó chorou, de cortar o coração
Não tem mais o candeeiro
Pra enfrentar a escuridão
Vovó chorou, chorou
Como há tempos não se via
Com saudades de Angola
E sua mocidade na Bahia

DONA IVONE LARA/DELCIO CARVALHO

CANDEEIRO DA VOVÓ

Vigê, minha Nossa Senhora
Cadê o candeeiro de vovó?
Seu troféu lá de Angola
Cadê o candeeiro de vovó?
Era lindo e iluminava
Os caminhos de vovó
Sua luz sempre firmava
Os pontos de vovó

Quando veio de Angola
Era livre na Bahia
Escondia o candeeiro
Dia, noite, noite e dia
Mas um golpe traiçoeiro
Do destino a envolveu
E até hoje ninguém sabe
Como o candeeiro desapareceu

Vovó chorou, de cortar o coração
Não tem mais o candeeiro
Pra enfrentar a escuridão
Vovó chorou, chorou
Como há tempos não se via
Com saudades de Angola
E sua mocidade na Bahia

DONA IVONE LARA/DELCIO CARVALHO

Tentando esquecer os amargos da vida
Um dia saí
E consegui disfarçar minha solidão
Pois descobri algo mais que a inspiração
Quando ouvi Ivone cantar
E vi toda a poesia pairar no ar
Seu canto entrou na minha vida
E fez o que quis
Hoje até posso afirmar
Samba é minha raiz
Quem nasceu pra sonhar e cantar
E tem sorriso de criança
Pode embalar em cada canto uma esperança
Eu descobri o que é viver
E não é sonho ver
O fruto de tanta maldade desaparecer
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
(Mas, olha)
Olha como a flor se acende
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
Tiê, tiê
Olha lá, oxá
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
(Acreditar)
Acreditar, eu não
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
Sonho meu...

ARLINDO CRUZ E SOMBRINHA

CANTO DA RAINHA

Tentando esquecer os amargos da vida
Um dia saí
E consegui disfarçar minha solidão
Pois descobri algo mais que a inspiração
Quando ouvi Ivone cantar
E vi toda a poesia pairar no ar
Seu canto entrou na minha vida
E fez o que quis
Hoje até posso afirmar
Samba é minha raiz
Quem nasceu pra sonhar e cantar
E tem sorriso de criança
Pode embalar em cada canto uma esperança
Eu descobri o que é viver
E não é sonho ver
O fruto de tanta maldade desaparecer
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
(Mas, olha)
Olha como a flor se acende
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
Tiê, tiê
Olha lá, oxá
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
(Acreditar)
Acreditar, eu não
Se o mundo inteiro ouvir
Ivone cantar ao alvorecer
Sonho meu...

ARLINDO CRUZ E SOMBRINHA

Sigem

A minha vida
A minha vida é úm mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retornam harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

A minha vida
A minha vida é úm mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retornam harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

Nós brigamos por ciúme
Costume, queixume
Ou coisas banais
Não quero que ela fume
Ela quer que o perfume
Que eu use não cheire demais
Brigamos quando sou bravo
Brigamos até quando banco o pamonha
Eu já disse porque meu bem
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha

A minha vida...

ARLINDO CRUZ / ACYR MARQUES

CASAL SEM VERGONHA

Sigem

A minha vida
A minha vida é úm mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retornam harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

A minha vida
A minha vida é úm mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retornam harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

Nós brigamos por ciúme
Costume, queixume
Ou coisas banais
Não quero que ela fume
Ela quer que o perfume
Que eu use não cheire demais
Brigamos quando sou bravo
Brigamos até quando banco o pamonha
Eu já disse porque meu bem
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha

A minha vida...

ARLINDO CRUZ / ACYR MARQUES

A minha vida
A minha vida é um mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retorna a harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

A minha vida
A minha vida é um mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retorna a harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

Nós brigamos por ciúme
Costume, queixume
Ou coisas banais
Não quero que ela fume
Ela quer que o perfume
Que eu use não cheire demais
Brigamos quando sou bravo
Brigamos até quando banco o pamonha
Eu já disse porque meu bem
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha

A minha vida
A minha vida é um mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retornam harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

Às vezes ela provoca, às vezes sou eu o provocador
Quando fazemos as pazes
Nós somos os ases na arte do amor
Mesmo brigando esperamos
Por muitas visitas à Dona Cegonha
Eu já disse porque meu bem

A minha vida...

///

Precisei de roupa nova
Mas sem prova de salário
Combinamos, eu pagava
Você fez o crediário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário...

E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Tu vai vê!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Quis me fazer de otário
Mas o crediário
Já está prá vencer
Sei que eu não sou
Salafrário
Mas o numerário
Você não vai ver
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Precisei de roupa nova
Mas sem prova de salário
Combinamos, eu pagava
Você fez o crediário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário...

E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Tens um emprego de elite
Eu tenho um palpite
Que tu vais perder
É necessário estar quite
O patrão não permite
Que fique a dever
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Precisei de roupa nova
Mas sem prova de salário
Combinamos, eu pagava
Você fez o crediário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário...

E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Com o aumento dos juros
Você em apuro
Prá mim vai correr
Prá me vingar dos teus furos
Juro que tô duro
E não pago o carnê
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Olha, eu já disse a você
Que vou sujar!
Seu nome no SPC
Tu vai vê!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
(Eu vou sujar!)
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
(Eu vou sujar!)
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Comprei camisa de sêda
De cetim e de lamê
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Já disse a você
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

ARLINDO CRUZ, ACYR MARQUES / ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ

CASAL SEM VERGONHA / SPC

A minha vida
A minha vida é um mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retorna a harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

A minha vida
A minha vida é um mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retorna a harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

Nós brigamos por ciúme
Costume, queixume
Ou coisas banais
Não quero que ela fume
Ela quer que o perfume
Que eu use não cheire demais
Brigamos quando sou bravo
Brigamos até quando banco o pamonha
Eu já disse porque meu bem
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha

A minha vida
A minha vida é um mar de rosa
Em tua companhia
Brigamos mil vezes ao dia
Mas depois as brigas
Retornam harmonia
Às vezes ela é dengosa
Às vezes é bicho de peçonha
Sem vergonha
Somos um casal sem vergonha
Sem vergonha
Somos um casal sem-vergonha

Às vezes ela provoca, às vezes sou eu o provocador
Quando fazemos as pazes
Nós somos os ases na arte do amor
Mesmo brigando esperamos
Por muitas visitas à Dona Cegonha
Eu já disse porque meu bem

A minha vida...

///

Precisei de roupa nova
Mas sem prova de salário
Combinamos, eu pagava
Você fez o crediário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário...

E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Tu vai vê!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Quis me fazer de otário
Mas o crediário
Já está prá vencer
Sei que eu não sou
Salafrário
Mas o numerário
Você não vai ver
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Precisei de roupa nova
Mas sem prova de salário
Combinamos, eu pagava
Você fez o crediário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário...

E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Tens um emprego de elite
Eu tenho um palpite
Que tu vais perder
É necessário estar quite
O patrão não permite
Que fique a dever
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Precisei de roupa nova
Mas sem prova de salário
Combinamos, eu pagava
Você fez o crediário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário
Nosso caso foi prá cova
E a roupa pro armário...

E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Com o aumento dos juros
Você em apuro
Prá mim vai correr
Prá me vingar dos teus furos
Juro que tô duro
E não pago o carnê
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Olha, eu já disse a você
Que vou sujar!
Seu nome no SPC
Tu vai vê!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
(Eu vou sujar!)
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
(Eu vou sujar!)
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

Comprei camisa de sêda
De cetim e de lamê
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Já disse a você
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC...

ARLINDO CRUZ, ACYR MARQUES / ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ

BMG Publishing do Brasil

Tem gente no cativeiro
Na mão do seqüestrador
A moça enclausurada
Está sorrindo felizarda
Aprisionada nas correntes do amor (tem gente no cativeiro)
Eu encapuzei a dor
Alianças foram as algemas
Que eu fiz prender o amor
E anunciei em letras garrafais
Que eu sou o seqüestrador da paz
Que eu sou o seqüestrador da paz
Tirei a venda dos olhos dela
A luz do seu olhar
Iluminou a escuridão
Dizem que o amor é cego
Eu juro, afirmo, não nego
Assino embaixo,
Entrego com toda convicção
Porque sou um seqüestrador maneiro
E já fiz um cativeiro
No bojo do meu coração
Porque sou um seqüestrador maneiro
E já fiz um cativeiro
No bojo do meu coração
Falaram em dólar, cruzeiro
Forte quantia em dinheiro
Pro resgate da menina
Alguém se propôs até mandar
Todo ouro que tirar
De uma velha mina
Mas o resgate da moça não tem preço
Porque não existe nada nesse mundo
Que possa superar
O valor de uma paixão
(Tem gente no cativeiro)

BETO SEM BRAÇO / SOUZA DO BANJO / CARLOS SENNA

CATIVEIRO DO AMOR

BMG Publishing do Brasil

Tem gente no cativeiro
Na mão do seqüestrador
A moça enclausurada
Está sorrindo felizarda
Aprisionada nas correntes do amor (tem gente no cativeiro)
Eu encapuzei a dor
Alianças foram as algemas
Que eu fiz prender o amor
E anunciei em letras garrafais
Que eu sou o seqüestrador da paz
Que eu sou o seqüestrador da paz
Tirei a venda dos olhos dela
A luz do seu olhar
Iluminou a escuridão
Dizem que o amor é cego
Eu juro, afirmo, não nego
Assino embaixo,
Entrego com toda convicção
Porque sou um seqüestrador maneiro
E já fiz um cativeiro
No bojo do meu coração
Porque sou um seqüestrador maneiro
E já fiz um cativeiro
No bojo do meu coração
Falaram em dólar, cruzeiro
Forte quantia em dinheiro
Pro resgate da menina
Alguém se propôs até mandar
Todo ouro que tirar
De uma velha mina
Mas o resgate da moça não tem preço
Porque não existe nada nesse mundo
Que possa superar
O valor de uma paixão
(Tem gente no cativeiro)

BETO SEM BRAÇO / SOUZA DO BANJO / CARLOS SENNA

Direto / EMI

Você me pede pra comprar sapato
O que eu preciso é mesmo um bom cavaco
Quando eu cantar o meu partido-alto
Esse teu sapato vai perder o salto

Vai perder o salto de tanto sapatear
O meu partido vai te descalçar
E vai pagar pelo teu desaforo
Vai perder o salto a sola e o couro

Sapateia aí, Juraci
Sapateia aí, sapateia aí
Mas cuidado pra não cair, Juraci

O teu sapato já ta requenguela
Já perdeu o salto arrebentou duas fivelas
O meu cavaco nunca se atrapalha
E esse teu sapato já virou sandália

Você me pede pra comprar sapato...

Vai perder o couro e também o rebolado
E se não deixar de moda, tu na roda até faz feio
O meu cavaco vai te pôr de perna bamba
Quem mandou tu vir pro samba com esse salto sete e meio

Sapateia aí Juraci...

O meu cavaco continua animado
Bem afinado em ré, sol, si, ré
Quando acabar esse samba rasgado
Você vai subir o morro com a sola do pé

ZECA PAGODINHO / NEI LOPES

CAVACO E SAPATO

Direto / EMI

Você me pede pra comprar sapato
O que eu preciso é mesmo um bom cavaco
Quando eu cantar o meu partido-alto
Esse teu sapato vai perder o salto

Vai perder o salto de tanto sapatear
O meu partido vai te descalçar
E vai pagar pelo teu desaforo
Vai perder o salto a sola e o couro

Sapateia aí, Juraci
Sapateia aí, sapateia aí
Mas cuidado pra não cair, Juraci

O teu sapato já ta requenguela
Já perdeu o salto arrebentou duas fivelas
O meu cavaco nunca se atrapalha
E esse teu sapato já virou sandália

Você me pede pra comprar sapato...

Vai perder o couro e também o rebolado
E se não deixar de moda, tu na roda até faz feio
O meu cavaco vai te pôr de perna bamba
Quem mandou tu vir pro samba com esse salto sete e meio

Sapateia aí Juraci...

O meu cavaco continua animado
Bem afinado em ré, sol, si, ré
Quando acabar esse samba rasgado
Você vai subir o morro com a sola do pé

ZECA PAGODINHO / NEI LOPES

Você sabe o que é caviar?
Nunca vi, nem comi
Eu só ouço falar
Caviar é comida de rico
Curioso fico, só sei que se come
Na mesa de poucos, fartura adoidado
Mas se olhar pro lado, depara com a fome
Sou mais ovo frito, farofa e torresmo
Na minha casa é o que mais se consome
Por isso, se alguém vier me perguntar
O que é caviar?
Só conheço de nome
Geralmente quem come esse prato
Tem bala na agulha, não e qualquer um
Quem sou eu pra tirar essa "chinfra"
Se vivo na vala pescando muçum
Mesmo assim não reclamo da vida
Apesar de sofrida, consigo levar
Um dia eu acerto numa loteria
E dessa iguaria até posso provar

LUIZ GRANDE / BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / MAURO DINIZ

CAVIAR

Você sabe o que é caviar?
Nunca vi, nem comi
Eu só ouço falar
Caviar é comida de rico
Curioso fico, só sei que se come
Na mesa de poucos, fartura adoidado
Mas se olhar pro lado, depara com a fome
Sou mais ovo frito, farofa e torresmo
Na minha casa é o que mais se consome
Por isso, se alguém vier me perguntar
O que é caviar?
Só conheço de nome
Geralmente quem come esse prato
Tem bala na agulha, não e qualquer um
Quem sou eu pra tirar essa "chinfra"
Se vivo na vala pescando muçum
Mesmo assim não reclamo da vida
Apesar de sofrida, consigo levar
Um dia eu acerto numa loteria
E dessa iguaria até posso provar

LUIZ GRANDE / BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / MAURO DINIZ

Brotou no meu peito uma chama de saudade
Ao contrário da minha vontade

Chorei
Chorei, mas qualquer um chorava
Qual mortal que suportava o que eu suportei

Sabe lá o que é, meu irmão

Sabe lá o que é, seu moço
Ver alguém que se ama ir embora
Ver a água secar no poço
E a caçamba ficar de fora

A corda roer pescoço
É aí que malandro chora

Isso acontece com quem vive em desatino
Vagando igual peregrino pelas ruas da ilusão

Fui nesse bloco, empunhei meu estandarte
Medalhas condecoraram à parte
As vitórias do meu coração

BETO SEM BRAÇO/SERGINHO MERITI

CHAMA DA SAUDADE

Brotou no meu peito uma chama de saudade
Ao contrário da minha vontade

Chorei
Chorei, mas qualquer um chorava
Qual mortal que suportava o que eu suportei

Sabe lá o que é, meu irmão

Sabe lá o que é, seu moço
Ver alguém que se ama ir embora
Ver a água secar no poço
E a caçamba ficar de fora

A corda roer pescoço
É aí que malandro chora

Isso acontece com quem vive em desatino
Vagando igual peregrino pelas ruas da ilusão

Fui nesse bloco, empunhei meu estandarte
Medalhas condecoraram à parte
As vitórias do meu coração

BETO SEM BRAÇO/SERGINHO MERITI

BMG

Corina
Dengo meu olhar
Amor vem cá
Pra onde você vai
Menina pra onde você vai
O dia já se fez noite
Por favor não sai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Divina morena que me alucina
Tua pele bem combina
Com a pétala da flor
Do grego, jovem bela e donzela
Enfatizou toda aquarela
Dos meus sonhos de amor
Em mim floresce a flor da paz e
alegria
Só em minha companhia
A luz do bem te irradia
Se não me queres ver na
nostalgia
Espera raiar o dia
Quando clarear você vai
Tem perigo amor
O chamego de pai.. .
O seu perfume no espaço
predomina
Teus olhos qual turmalina
Para mim têm mais valor
Singela nem pensa na tua sina
No escuro de cada esquina
Há um bom e um malfeitor
E como eu sou a luz da tua
lamparina
Seu guardião sem propina
Por isso eu peço não vai
É porque tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai...

BETO SEM BRAÇO / ZECA PAGODINHO

CHAMEGO DE PAI

BMG

Corina
Dengo meu olhar
Amor vem cá
Pra onde você vai
Menina pra onde você vai
O dia já se fez noite
Por favor não sai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Divina morena que me alucina
Tua pele bem combina
Com a pétala da flor
Do grego, jovem bela e donzela
Enfatizou toda aquarela
Dos meus sonhos de amor
Em mim floresce a flor da paz e
alegria
Só em minha companhia
A luz do bem te irradia
Se não me queres ver na
nostalgia
Espera raiar o dia
Quando clarear você vai
Tem perigo amor
O chamego de pai.. .
O seu perfume no espaço
predomina
Teus olhos qual turmalina
Para mim têm mais valor
Singela nem pensa na tua sina
No escuro de cada esquina
Há um bom e um malfeitor
E como eu sou a luz da tua
lamparina
Seu guardião sem propina
Por isso eu peço não vai
É porque tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai
Tem perigo amor
O chamego de pai...

BETO SEM BRAÇO / ZECA PAGODINHO

nan

SILVIO CALDAS / ORESTES BARBOSA

CHÃO DE ESTRELAS

nan

SILVIO CALDAS / ORESTES BARBOSA

Mercury

Chico não vai na curimba
Chico não quer curimbar
Bebeu água de muringa
Dormiu no pé do gongá
Hoje não faz mais mandinga
Não que saracotear
Chico não acende vela
Nem manda flores pro seu orixá

Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá
Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá

Chico não vai na curimba
Chico não quer curimbar
Bebeu água de muringa
Dormiu no pé do gongá
Hoje não faz mais mandinga
Não que saracotear
Chico não acende vela
Nem manda flores pro seu orixá

Ele é de banda cherô...

Não toma banho de arruda
Nem toma banho de abô
E nem sabe me dizer
Se é de Keto, de Angola,
De Jeje ou Nagô
Dizem pelos sete cantos
Que ele era um grande babaloxirá

Ele é de banda cherô...

Seu pai de santo no descarrego
Tomou um carrego até cair no chão
Chico arrebentou a guia
Nosso compadre não quer proteção
Dispensou a rezadeira
Figa de Guiné e o velho patuá

Ele é de banda cherô...

O santo invade o pagode
Aplica sacode em qualquer lugar
Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá
Pastor, Padre, Pai de santo
Ninguém quer lhe abençoar
Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá
E só mesmo o Santo Papa
para lhe exorcisar

ZECA PAGODINHO / DUDU NOBRE

CHICO NÃO VAI NA CURIMBA

Mercury

Chico não vai na curimba
Chico não quer curimbar
Bebeu água de muringa
Dormiu no pé do gongá
Hoje não faz mais mandinga
Não que saracotear
Chico não acende vela
Nem manda flores pro seu orixá

Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá
Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá

Chico não vai na curimba
Chico não quer curimbar
Bebeu água de muringa
Dormiu no pé do gongá
Hoje não faz mais mandinga
Não que saracotear
Chico não acende vela
Nem manda flores pro seu orixá

Ele é de banda cherô...

Não toma banho de arruda
Nem toma banho de abô
E nem sabe me dizer
Se é de Keto, de Angola,
De Jeje ou Nagô
Dizem pelos sete cantos
Que ele era um grande babaloxirá

Ele é de banda cherô...

Seu pai de santo no descarrego
Tomou um carrego até cair no chão
Chico arrebentou a guia
Nosso compadre não quer proteção
Dispensou a rezadeira
Figa de Guiné e o velho patuá

Ele é de banda cherô...

O santo invade o pagode
Aplica sacode em qualquer lugar
Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá
Pastor, Padre, Pai de santo
Ninguém quer lhe abençoar
Ele é de banda cherô
Ele é de banda cherá
E só mesmo o Santo Papa
para lhe exorcisar

ZECA PAGODINHO / DUDU NOBRE

Porque o nosso amor foi embora
Chuva que lava a desilusão
Raio, clarão, trovão! Mas se ela voltar
No céu o sol irá brilhar
E essa tempestade vai passar
Meu coração vai acender
Na chama que não se apagou
Meu corpo vai te aquecer
Deixe eu sonhar com você
Não vai haver mais temporal
Nem mesmo um vendaval
Pode fazer eu te perder
Agora pode chover

ZECA PAGODINHO / MAURO DINIZ

CHOVE, É O CÉU QUE CHORA

Porque o nosso amor foi embora
Chuva que lava a desilusão
Raio, clarão, trovão! Mas se ela voltar
No céu o sol irá brilhar
E essa tempestade vai passar
Meu coração vai acender
Na chama que não se apagou
Meu corpo vai te aquecer
Deixe eu sonhar com você
Não vai haver mais temporal
Nem mesmo um vendaval
Pode fazer eu te perder
Agora pode chover

ZECA PAGODINHO / MAURO DINIZ

nan

NELSON RUFINO / CARLINHOS SANTANA

CITAÇÃO INSTRUMENTAL: VERDADE

nan

NELSON RUFINO / CARLINHOS SANTANA

Sigem

Quebra o coco, baiana
Quebra o coco, morena
Teu olhar não me engana
Teu amor me envenena

Quebra o coco, sanfoneiro
Bota fogo nesse fole
Quem é que nasceu primeiro
Quem morrer na mão
Que me embole
Umbigada de maria
Quando dança o catolé
O suor da pele fina
É tão doce quanto mé

Tem duas coisas que agitam
O coração dum cabra macho
Cangote de moça bonita
Enfiar os dedos no cacho
Só nós dois agarradinhos
Enroscando feito nó
Como é bom o meladinho
No chamego do forró

BETO SEM BRAÇO / JOEL MENEZES

COCO DE CATOLÉ

Sigem

Quebra o coco, baiana
Quebra o coco, morena
Teu olhar não me engana
Teu amor me envenena

Quebra o coco, sanfoneiro
Bota fogo nesse fole
Quem é que nasceu primeiro
Quem morrer na mão
Que me embole
Umbigada de maria
Quando dança o catolé
O suor da pele fina
É tão doce quanto mé

Tem duas coisas que agitam
O coração dum cabra macho
Cangote de moça bonita
Enfiar os dedos no cacho
Só nós dois agarradinhos
Enroscando feito nó
Como é bom o meladinho
No chamego do forró

BETO SEM BRAÇO / JOEL MENEZES

(Nílton Campolino e Tio Hélio)

Colete curto
Paletó do mesmo pano
Nego véio andando
Nego véio andando
Nego sem cabelo é João
Paletó sem manga é blusão

Olha moço, eu sou danado
Sou bravo, sou valentão
Bebo chumbo derretido
Cuspo bala de canhão
Eu entrei inferno adentro
Pra brigar com a mão do cão

Pra Elisa dei sandália
Pra Maria um tamancão
Pra Luiza dei a rosa
Pra Rosa dei um botão
Cortei a calça comprida
Pra andar de bermudão

NEGA DO PATRÃO
(Ari do Cavaco e Otacílio da Mangueira)

Eu não
Eu não quero arrumar confusão
Eu não
Ela é nega do patrão
(Eu já disse que não)

Laranja, laranja madura na beira da estrada
Dando mole ninguém quer
É rabo de foguete
Ou tem marimbondo no pé

Na boca da garrafa que ela bebeu
Eu não posso beber
Porque vai sujar
Ela é vacilona
Deu bola na zona
Deixou muito malandro
De perna pro ar
A semana inteira
Ela está de bobeira
Apesar de inda ser um tremendo avião

Eu não...
Eu juro que não

Tem a mulher de malandro
Que dá mole se ele não tá
E a mulher de otário
Que vacila em qualquer lugar
Tem a mulher do bacana
Que tá com dinheiro de montão
Mas se ele ficar com dentro
Tu "vai" viajar no balão

Eu não...
Além de tomar bolacha
Perdeu uma nota
E teve que assumir

Nílton Campolino e Tio Hélio

COLETE CURTO / NEGA DO PATRÃO

(Nílton Campolino e Tio Hélio)

Colete curto
Paletó do mesmo pano
Nego véio andando
Nego véio andando
Nego sem cabelo é João
Paletó sem manga é blusão

Olha moço, eu sou danado
Sou bravo, sou valentão
Bebo chumbo derretido
Cuspo bala de canhão
Eu entrei inferno adentro
Pra brigar com a mão do cão

Pra Elisa dei sandália
Pra Maria um tamancão
Pra Luiza dei a rosa
Pra Rosa dei um botão
Cortei a calça comprida
Pra andar de bermudão

NEGA DO PATRÃO
(Ari do Cavaco e Otacílio da Mangueira)

Eu não
Eu não quero arrumar confusão
Eu não
Ela é nega do patrão
(Eu já disse que não)

Laranja, laranja madura na beira da estrada
Dando mole ninguém quer
É rabo de foguete
Ou tem marimbondo no pé

Na boca da garrafa que ela bebeu
Eu não posso beber
Porque vai sujar
Ela é vacilona
Deu bola na zona
Deixou muito malandro
De perna pro ar
A semana inteira
Ela está de bobeira
Apesar de inda ser um tremendo avião

Eu não...
Eu juro que não

Tem a mulher de malandro
Que dá mole se ele não tá
E a mulher de otário
Que vacila em qualquer lugar
Tem a mulher do bacana
Que tá com dinheiro de montão
Mas se ele ficar com dentro
Tu "vai" viajar no balão

Eu não...
Além de tomar bolacha
Perdeu uma nota
E teve que assumir

Nílton Campolino e Tio Hélio

Vovó foi no cerrado apanhar graveto eu nem me meto ela entende do
feijão vovó conhece o sabor de um bom tempero aprendeu no
cativeiro e não quer opinião e só ensina menina Maria da Penha
que está no fogo de lenha todo sabor natural

Mais vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

Enquanto a comida apronta ela senta e nos conta histórias da sua
vida do tempo da escravidão mais seus olhos vertem lágrima ela
lembra da senzala o seu corpo arrepia sua voz até se cala mais
ela se diz contente com essa gente atual só não apagou da mente
o que é tradicional usa pano de cabeça da mesma cor do avental
mais ela só quer cozinhar com sua colher de pau

vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

as nuances africanas que mantém vovó em pé é que ela traz como
herança orixas do candomblé o seu santo de cabeça faz o bem sem
ver a quem ajudando a quem mereça ajuda vovó também ela só não
está contente com o preconceito racial ela só quer cozinhar com
sua colher de pau

Mais vóvó só quer cozinhar com sua colher de pau
Ela só quer cozinhar com sua colher de pau

Seja pra fazer rabada ou fazer rabanada em dia de natal
Vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

Cheguei em Copacabana gravei com a Joanna e foi muito legal
Mais vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

Mais sou levada da breca cantei com o Zeca foi sensacional
Vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

BETO SEM BRAÇO / ZECA PAGODINHO

COLHER DE PAU

Vovó foi no cerrado apanhar graveto eu nem me meto ela entende do
feijão vovó conhece o sabor de um bom tempero aprendeu no
cativeiro e não quer opinião e só ensina menina Maria da Penha
que está no fogo de lenha todo sabor natural

Mais vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

Enquanto a comida apronta ela senta e nos conta histórias da sua
vida do tempo da escravidão mais seus olhos vertem lágrima ela
lembra da senzala o seu corpo arrepia sua voz até se cala mais
ela se diz contente com essa gente atual só não apagou da mente
o que é tradicional usa pano de cabeça da mesma cor do avental
mais ela só quer cozinhar com sua colher de pau

vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

as nuances africanas que mantém vovó em pé é que ela traz como
herança orixas do candomblé o seu santo de cabeça faz o bem sem
ver a quem ajudando a quem mereça ajuda vovó também ela só não
está contente com o preconceito racial ela só quer cozinhar com
sua colher de pau

Mais vóvó só quer cozinhar com sua colher de pau
Ela só quer cozinhar com sua colher de pau

Seja pra fazer rabada ou fazer rabanada em dia de natal
Vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

Cheguei em Copacabana gravei com a Joanna e foi muito legal
Mais vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

Mais sou levada da breca cantei com o Zeca foi sensacional
Vovó só quer cozinhar com sua colher de pau

BETO SEM BRAÇO / ZECA PAGODINHO

Mangione

Agora, vou mudar minha conduta
Eu vou pra luta
Pois eu quero me aprumar
Vou tratar você com a força bruta
Pra poder me reabilitar
Pois esta vida não está sopa
E eu pergunto
Com que roupa?
Com que roupa, que eu vou
Pro samba, que você me convidou?
Agora já não ando mais fagueiro
Pois o dinheiro não é fácil de ganhar
Mesmo eu sendo um cabra trapaceiro
Não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa
Mas agora com que roupa
Com que roupa, que eu vou
Pro samba, que você me convidou?
Eu hoje estou pulando como um sapo
Pra ver se escapo
Desta praga de urubu
Já estou coberto de farrapos
Eu vou acabar ficando nu
Meu terno já virou estopa
Eu nem sei mais com que roupa
Com que roupa, que eu vou
Pro samba, que você me convidou?
Seu português agora deu o fora
Já foi-se embora e levou meu capital
Desprezou quem tanto amou outrora
Foi no Adamastor pra Portugal
Pra se casar com uma cachopa
E agora com que roupa?

NOEL ROSA

COM QUE ROUPA

Mangione

Agora, vou mudar minha conduta
Eu vou pra luta
Pois eu quero me aprumar
Vou tratar você com a força bruta
Pra poder me reabilitar
Pois esta vida não está sopa
E eu pergunto
Com que roupa?
Com que roupa, que eu vou
Pro samba, que você me convidou?
Agora já não ando mais fagueiro
Pois o dinheiro não é fácil de ganhar
Mesmo eu sendo um cabra trapaceiro
Não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa
Mas agora com que roupa
Com que roupa, que eu vou
Pro samba, que você me convidou?
Eu hoje estou pulando como um sapo
Pra ver se escapo
Desta praga de urubu
Já estou coberto de farrapos
Eu vou acabar ficando nu
Meu terno já virou estopa
Eu nem sei mais com que roupa
Com que roupa, que eu vou
Pro samba, que você me convidou?
Seu português agora deu o fora
Já foi-se embora e levou meu capital
Desprezou quem tanto amou outrora
Foi no Adamastor pra Portugal
Pra se casar com uma cachopa
E agora com que roupa?

NOEL ROSA

Universal Publishing

Eu moro numa comunidade carente
Lá ninguém liga pra gente
Nós vivemos muito mal
Mas esse ano, nós estamos reunidos
Se algum candidato atrevido
For fazer promessa, vai levar um pau
Vai levar um pau
Pra deixar de cão
E ser mais solidário
Nós somos carentes, não somos otários
Pra ouvir blá, blá, blá
Em cada eleição
Nós já preparamos vara de marmelo
E arame farpado
Cipó-camarão para dar no safado
Que for pedir voto na jurisdição
É que a galera já não tem mais saco
Pra aturar pilantra
Estamos com eles até a garganta
Aguarde pra ver a nossa reação

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ

COMUNIDADE CARENTE

Universal Publishing

Eu moro numa comunidade carente
Lá ninguém liga pra gente
Nós vivemos muito mal
Mas esse ano, nós estamos reunidos
Se algum candidato atrevido
For fazer promessa, vai levar um pau
Vai levar um pau
Pra deixar de cão
E ser mais solidário
Nós somos carentes, não somos otários
Pra ouvir blá, blá, blá
Em cada eleição
Nós já preparamos vara de marmelo
E arame farpado
Cipó-camarão para dar no safado
Que for pedir voto na jurisdição
É que a galera já não tem mais saco
Pra aturar pilantra
Estamos com eles até a garganta
Aguarde pra ver a nossa reação

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ

Ai, que conflito
Roubaram o cabrito do Seu Benedito

O couro virou tamborim na escola
A carne do bicho entrou no palito
Assado na brasa e a cerveja gelada
Muita batucada e cachaça de litro

Ai, que conflito...

Benedito ao dar falta do bode
Chegou no pagode com cara de aflito
Pegou churrasqueira e deu logo um sacode
Encheu de bolacha o Zé Periquito
Deu tiro na bola, parou a pelada
Que era apitada por Dão esquisito
Que ao ver Benedito baixando a madeira
Ficou de bobeira, engoliu o apito

Ai, que conflito
Roubaram o cabrito do Seu Benedito

O couro virou tamborim na escola
A carne do bicho entrou no palito
Assado na brasa e a cerveja gelada
Muita batucada e cachaça de litro

Mas tinha um tal de Caroço
Que chupava um osso que nem pirulito
Esse, Benedito agarrou no pescoço
E atirou no poço na hora do atrito
Pior pro cara do pandeiro

Que cantava maneiro
E versava bonito
Mas ganhou uma banda
Caiu no braseiro e gritava
- Bombeiro, me acode, eu tô frito

Conflito: Barbeirinho do Jacarezinho/Marcos Diniz | Caviar: Luiz Grande/Barbeirinho do Jacarezinho/ Marcos Diniz | Dona Esponja: Luiz Grande/Barbeirinho do Jacarezinho

CONFLITO / CAVIAR / DONA ESPONJA

Ai, que conflito
Roubaram o cabrito do Seu Benedito

O couro virou tamborim na escola
A carne do bicho entrou no palito
Assado na brasa e a cerveja gelada
Muita batucada e cachaça de litro

Ai, que conflito...

Benedito ao dar falta do bode
Chegou no pagode com cara de aflito
Pegou churrasqueira e deu logo um sacode
Encheu de bolacha o Zé Periquito
Deu tiro na bola, parou a pelada
Que era apitada por Dão esquisito
Que ao ver Benedito baixando a madeira
Ficou de bobeira, engoliu o apito

Ai, que conflito
Roubaram o cabrito do Seu Benedito

O couro virou tamborim na escola
A carne do bicho entrou no palito
Assado na brasa e a cerveja gelada
Muita batucada e cachaça de litro

Mas tinha um tal de Caroço
Que chupava um osso que nem pirulito
Esse, Benedito agarrou no pescoço
E atirou no poço na hora do atrito
Pior pro cara do pandeiro

Que cantava maneiro
E versava bonito
Mas ganhou uma banda
Caiu no braseiro e gritava
- Bombeiro, me acode, eu tô frito

Conflito: Barbeirinho do Jacarezinho/Marcos Diniz | Caviar: Luiz Grande/Barbeirinho do Jacarezinho/ Marcos Diniz | Dona Esponja: Luiz Grande/Barbeirinho do Jacarezinho

Se acabou,
Foi mais um caso de amor.
Seduziu
A alma de um sonhador (ai, que dor!...).

Uma flor no jardim
Saudade deixou.
Se foi bom ou ruim,
Assim é o Amor.

Uma parte de mim está perto do fim,
Outra parte de mim
Vê a realidade e não se entrega assim.
É mais que um sonhador no amor...

É mais que a emoção
Que envolve a razão.
Tem uma diretriz
Que pensa ser feliz
Descrente da paixão.

Não é tão amador,
Condena o coração
Na ilusão do amor,
Matou sua raiz
Sem dor.

MAURO DINIZ / RATINHO

CORAÇAO DIVIDIDO

Se acabou,
Foi mais um caso de amor.
Seduziu
A alma de um sonhador (ai, que dor!...).

Uma flor no jardim
Saudade deixou.
Se foi bom ou ruim,
Assim é o Amor.

Uma parte de mim está perto do fim,
Outra parte de mim
Vê a realidade e não se entrega assim.
É mais que um sonhador no amor...

É mais que a emoção
Que envolve a razão.
Tem uma diretriz
Que pensa ser feliz
Descrente da paixão.

Não é tão amador,
Condena o coração
Na ilusão do amor,
Matou sua raiz
Sem dor.

MAURO DINIZ / RATINHO

Sigem / EMI

Numa estrada dessa vida
Eu te conheci, oh! Flor
Vinhas tão desiludida
Mal-sucedida por um falso amor
Dei afeto e carinho
Como retribuição
Procuraste um novo ninho
Em desalinho ficou o meu coração
Meu peito agora é só paixão
Meu peito agora é só paixão
Tamanha, tamanha desilusão
Me deste, oh! Flor
Me enganei, redondamente
Pensando em te fazer o bem
Eu me apaixonei
Foi meu mal
Agora
Uma enorme paixão me devora
Alegria partiu, foi embora
Não sei viver sem teu amor
Sozinho curto a minha dor

MAURO DINIZ / RATINHO

CORAÇÃO EM DESALINHO

Sigem / EMI

Numa estrada dessa vida
Eu te conheci, oh! Flor
Vinhas tão desiludida
Mal-sucedida por um falso amor
Dei afeto e carinho
Como retribuição
Procuraste um novo ninho
Em desalinho ficou o meu coração
Meu peito agora é só paixão
Meu peito agora é só paixão
Tamanha, tamanha desilusão
Me deste, oh! Flor
Me enganei, redondamente
Pensando em te fazer o bem
Eu me apaixonei
Foi meu mal
Agora
Uma enorme paixão me devora
Alegria partiu, foi embora
Não sei viver sem teu amor
Sozinho curto a minha dor

MAURO DINIZ / RATINHO

Universal Music Publishing

Agora, estás colhendo
O que plantaste, amor
Levante as mãos
E peça ao bom senhor
Que lhe mande do céu resignação
Deixaste muitos corações desiludidos
Também me lembro já ter sofrido
Quando partiste sem dizer qual a razão
Eu fiquei triste, amargando uma paixão

Hoje a minha vida é assim
Tenho a flor, o perfume e o jardim
E paz que voltou em mim
Um novo amor
Me deu a vida
Que eu sempre quis
Meu coração pode dizer
Que hoje é feliz

Agora vai
Provar do fruto que plantou
Pois já não quero mais o teu amor

MONARCO / MAURO DINIZ

CORAÇÃO FELIZ

Universal Music Publishing

Agora, estás colhendo
O que plantaste, amor
Levante as mãos
E peça ao bom senhor
Que lhe mande do céu resignação
Deixaste muitos corações desiludidos
Também me lembro já ter sofrido
Quando partiste sem dizer qual a razão
Eu fiquei triste, amargando uma paixão

Hoje a minha vida é assim
Tenho a flor, o perfume e o jardim
E paz que voltou em mim
Um novo amor
Me deu a vida
Que eu sempre quis
Meu coração pode dizer
Que hoje é feliz

Agora vai
Provar do fruto que plantou
Pois já não quero mais o teu amor

MONARCO / MAURO DINIZ

Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu (mas trama)

Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu

Este pobre navegante
Meu coração amante
Enfrentou a tempestade
No mar da paixão e da loucura
Fruto da minha aventura
Em busca da felicidade
Ah coração teu engano
Foi esperar por um bem
De um coração leviano
Que nunca será de ninguém

Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Este pobre navegante
Meu coração amante
Enfrentou a tempestade
No mar da paixão e da loucura
Fruto da minha aventura
Em busca da felicidade
Ah coração teu engano
Foi esperar por um bem
De um coração leviano

Que nunca será de ninguém

Que nunca será de ninguém

Que nunca será de ninguém

PAULINHO DA VIOLA

CORAÇÃO LEVIANO COM PAULINHO DA VIOLA

Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu (mas trama)

Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu

Este pobre navegante
Meu coração amante
Enfrentou a tempestade
No mar da paixão e da loucura
Fruto da minha aventura
Em busca da felicidade
Ah coração teu engano
Foi esperar por um bem
De um coração leviano
Que nunca será de ninguém

Trama em segredo teus planos
Parte sem dizer adeus
Nem lembra dos meus desenganos
Fere quem tudo perdeu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Ah coração leviano não sabe o que fez do meu
Este pobre navegante
Meu coração amante
Enfrentou a tempestade
No mar da paixão e da loucura
Fruto da minha aventura
Em busca da felicidade
Ah coração teu engano
Foi esperar por um bem
De um coração leviano

Que nunca será de ninguém

Que nunca será de ninguém

Que nunca será de ninguém

PAULINHO DA VIOLA

Sigem

Para fazer meu samba
Eu arranjei um cavaco afinado
Arranjei um tamborim e uma cuíca boa
Mandei vir três mulatas lá do
Morro da Gamboa
O samba começou
Era de noitinha
Mas raiou o dia
Até a minha sogra que estava na cozinha
Largou as panelas,caiu na folia
Minha sogra é
Cozinheira de forno e fogão
Quando ouve um pagode
Esquece a obrigação
Logo entrando na roda-de-samba
Dizendo: "Salve a rapaziada
Vocês estão enganados comigo
Eu estou velha, mas não estou cansada"

CASQUINHA / DOLINO

COROA AVANÇADA

Sigem

Para fazer meu samba
Eu arranjei um cavaco afinado
Arranjei um tamborim e uma cuíca boa
Mandei vir três mulatas lá do
Morro da Gamboa
O samba começou
Era de noitinha
Mas raiou o dia
Até a minha sogra que estava na cozinha
Largou as panelas,caiu na folia
Minha sogra é
Cozinheira de forno e fogão
Quando ouve um pagode
Esquece a obrigação
Logo entrando na roda-de-samba
Dizendo: "Salve a rapaziada
Vocês estão enganados comigo
Eu estou velha, mas não estou cansada"

CASQUINHA / DOLINO

BMG

Cuidado com a inveja
Ela ainda te mata
Inez já é morta
E Marta morreu
Cuidado com a porta
Ela sempre se fecha
Pra quem tem a pecha de ser um
plebeu
Vê se larga eu
A raiva só faz mal pra quem tá com raiva
Teu olho grande pode te cegar
Se queres secar vai secar
pimenteira
Pra tua pimenta ficar devagar
Se eu ganho no bicho você fica
triste
Se eu mato uma gata você passa
mal
A minha alegria te deixa nervoso
O meu carro novo te irrita demais
Amigo coloca um amor no teu peito
Senão tua vida vai andar pra trás
Rapa fora Satanás

MARTINHO DA VILA / ZÉ CATIMBA

CUIDADO COM A INVEJA

BMG

Cuidado com a inveja
Ela ainda te mata
Inez já é morta
E Marta morreu
Cuidado com a porta
Ela sempre se fecha
Pra quem tem a pecha de ser um
plebeu
Vê se larga eu
A raiva só faz mal pra quem tá com raiva
Teu olho grande pode te cegar
Se queres secar vai secar
pimenteira
Pra tua pimenta ficar devagar
Se eu ganho no bicho você fica
triste
Se eu mato uma gata você passa
mal
A minha alegria te deixa nervoso
O meu carro novo te irrita demais
Amigo coloca um amor no teu peito
Senão tua vida vai andar pra trás
Rapa fora Satanás

MARTINHO DA VILA / ZÉ CATIMBA

LEANDRO FRAGONESI

DE SANTO AMARO A XERÉM

LEANDRO FRAGONESI

Debaixo do meu chapéu você pode se abrigar
Tanto faz dar na cabeça quanto na cabeça dar
Numa reunião de bacana, em Copacabana, um chapéu Gelot
Achou que a cartola estava dando bola
Então entrou de sola e se machucou
Ai, nesse exato momento, lá no Juramento, um gorro de crochê
Gritou pruma touca de meia: "hoje é lua cheia, vou pro Jacaré"
Teve um dia, lá em Realengo, que quase do quengo me cai o chapéu
Eu vi o bibico bater continência
Pro quépi de um velho porteiro de hotel
Ouvi, no domingo passado, um papo engraçado entre dois bonés
Era um papo de samba e suingue
"Do you speak english" e "cumequiés"
Esta agora eu te conto e te aprovo, lá em São Cristóvão teve um bololô
A boina elegante, toda extravagante, falou pro turbante que ele rebolou
Aí,foi que um chapéu de couro, que tinha um namoro com um solidéu
Puxou de uma baita peixeira
Mas levou rasteira aqui do meu chapéu

NEI LOPES

DEBAIXO DO MEU CHAPÉU

Debaixo do meu chapéu você pode se abrigar
Tanto faz dar na cabeça quanto na cabeça dar
Numa reunião de bacana, em Copacabana, um chapéu Gelot
Achou que a cartola estava dando bola
Então entrou de sola e se machucou
Ai, nesse exato momento, lá no Juramento, um gorro de crochê
Gritou pruma touca de meia: "hoje é lua cheia, vou pro Jacaré"
Teve um dia, lá em Realengo, que quase do quengo me cai o chapéu
Eu vi o bibico bater continência
Pro quépi de um velho porteiro de hotel
Ouvi, no domingo passado, um papo engraçado entre dois bonés
Era um papo de samba e suingue
"Do you speak english" e "cumequiés"
Esta agora eu te conto e te aprovo, lá em São Cristóvão teve um bololô
A boina elegante, toda extravagante, falou pro turbante que ele rebolou
Aí,foi que um chapéu de couro, que tinha um namoro com um solidéu
Puxou de uma baita peixeira
Mas levou rasteira aqui do meu chapéu

NEI LOPES

Eu já passei por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida espero ainda a minha vez
Confesso que sou de origem pobre
Mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez
E deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar(vida leva eu)
Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu
Só posso levantar as mãos pro céu
Agradecer e ser fiel ao destino que Deus me deu
Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho. Vivo
De mansinho. lá vou eu
Se a coisa não sai do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar
E aos trancas e barrancos. lá vou eu
E sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

SERGINHO MERITI / ERI DO CAIS

DEIXA A VIDA ME LEVAR

Eu já passei por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida espero ainda a minha vez
Confesso que sou de origem pobre
Mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez
E deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar (vida leva eu)
Deixa a vida me levar(vida leva eu)
Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu
Só posso levantar as mãos pro céu
Agradecer e ser fiel ao destino que Deus me deu
Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho. Vivo
De mansinho. lá vou eu
Se a coisa não sai do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar
E aos trancas e barrancos. lá vou eu
E sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu

SERGINHO MERITI / ERI DO CAIS

Vamos naquela tendinha
Que a Dinha jurou que tem
Caninha da boa tem
sardinha fritinha tem
Pra gente que gosta
E sempre se enrosca

Naquela birosca tem
Um rabo de saia tem
Vitrola de ficha tem
Pra gente dançar

Ioiô, então vamos lá
Ioiô, então vamos lá

Quem quer madrugar
Farrear, zoar
Conhece um caminho
Encontra um jeitinho, ô
Tem sempre um lugar
Quem quer forrozar
Pernoitar, vadiar
Não vê que a noitada
Virou madrugada, ô
Deixa clarear

Ioiô, então vamos lá
Ioiô, então vamos lá

Vamos naquela barraca
Que logo na entrada tem
Aquela parada tem
Angu com rabada tem
Pra dar repeteco
Procura o Neco naquele boteco, tem
Um bom carteado tem
Sinuca e porrinha tem
Pra gente jogar

Ioiô, então vamos lá
Ioiô, então vamos lá

ARLINDO CRUZ / SOMBRINHA / MARQUINHOS PQD

DEIXA CLAREAR

Vamos naquela tendinha
Que a Dinha jurou que tem
Caninha da boa tem
sardinha fritinha tem
Pra gente que gosta
E sempre se enrosca

Naquela birosca tem
Um rabo de saia tem
Vitrola de ficha tem
Pra gente dançar

Ioiô, então vamos lá
Ioiô, então vamos lá

Quem quer madrugar
Farrear, zoar
Conhece um caminho
Encontra um jeitinho, ô
Tem sempre um lugar
Quem quer forrozar
Pernoitar, vadiar
Não vê que a noitada
Virou madrugada, ô
Deixa clarear

Ioiô, então vamos lá
Ioiô, então vamos lá

Vamos naquela barraca
Que logo na entrada tem
Aquela parada tem
Angu com rabada tem
Pra dar repeteco
Procura o Neco naquele boteco, tem
Um bom carteado tem
Sinuca e porrinha tem
Pra gente jogar

Ioiô, então vamos lá
Ioiô, então vamos lá

ARLINDO CRUZ / SOMBRINHA / MARQUINHOS PQD

Sem alma sem coração
Não quer samba nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia
Era um homem muito forte
Com o gênio violento
Acabava a festa a pau
Ainda quebrava os instrumentos
Ele não prendia
Só batia
Os malandros da portela
Da serrinha e da congonha
Pra ele eram vagabundos
E as mulheres sem-vergonhas
Ele não prendia
Só batia
A curimba ganhou terreiro
O samba ganhou escola
Ele expulso da polícia
Vivia pedindo esmola

TIO HÉLIO / NILTON CAMPOLINO

DELEGADO CHICO PALHA

Sem alma sem coração
Não quer samba nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia
Era um homem muito forte
Com o gênio violento
Acabava a festa a pau
Ainda quebrava os instrumentos
Ele não prendia
Só batia
Os malandros da portela
Da serrinha e da congonha
Pra ele eram vagabundos
E as mulheres sem-vergonhas
Ele não prendia
Só batia
A curimba ganhou terreiro
O samba ganhou escola
Ele expulso da polícia
Vivia pedindo esmola

TIO HÉLIO / NILTON CAMPOLINO

Delegado Chico Palha
Sem alma ,sem coração
Não quer samba, nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Delegado Chico Palha
Sem alma, sem coração
Não quer samba, nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Era um homem
muito forte
Com um gênio violento
Acabava a festa a pau
Ainda quebrava os instrumentos
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Os malandros da Portela
Da Serrinha e da Congonha
Pra ele eram vagabundos
E as mulheres sem-vergonhas

Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

A curimba ganhou terreiro
O samba ganhou escola
Ele expulso da polícia
Vivia pedindo esmola

Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Delegado Chico Palha
Sem alma, sem coração
Não quer samba, nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Era um homem
muito forte
Com um gênio violento
Acabava a festa a pau
Ainda quebrava os instrumentos
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

TIO HELIO/ NILTON CAMPOLINO

DELEGADO CHICO PALHA COM MARCELO D2

Delegado Chico Palha
Sem alma ,sem coração
Não quer samba, nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Delegado Chico Palha
Sem alma, sem coração
Não quer samba, nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Era um homem
muito forte
Com um gênio violento
Acabava a festa a pau
Ainda quebrava os instrumentos
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Os malandros da Portela
Da Serrinha e da Congonha
Pra ele eram vagabundos
E as mulheres sem-vergonhas

Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

A curimba ganhou terreiro
O samba ganhou escola
Ele expulso da polícia
Vivia pedindo esmola

Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Delegado Chico Palha
Sem alma, sem coração
Não quer samba, nem curimba
Na sua jurisdição
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

Era um homem
muito forte
Com um gênio violento
Acabava a festa a pau
Ainda quebrava os instrumentos
Ele não prendia
Só batia

Ele não prendia
Só batia

TIO HELIO/ NILTON CAMPOLINO



Tô indo aí pra te buscar
A gente precisa se entender
Não quero saber se vão julgar
Só quero você

Desentendimento é tão normal
Mas não pode maltratar assim
Porque o sentimento entre um casal
Quando é de verdade não tem fim

Assume comigo a decisão
De dar uma chance ao nosso amor
A gente merece esse perdão
Você deve estar como eu estou

Já são tantas noites sem dormir
Se alguém perguntar, tá tudo bem
Sozinho, sofrendo por aí
Sem se interessar por mais ninguém

Se a gente se ama pra valer
Melhor reviver a nossa paz
Não quero saber
Dessa distância nunca mais

Vem meu amor
Nós temos tanto pra viver
E tudo que eu sonhei pra mim
Não faz sentido sem você

Vem meu amor
Tô doido pra te ver voltar
Pra nunca mais a gente se deixar
Vem meu amor...

DEPENDENTE DO AMOR
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro e tamborim
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, xique e tamborim
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa e Patrícia Hora - coro

XANDE DE PILARES, GILSON BERNINI & BRASIL DO QUINTAL

DEPENDENTE DO AMOR



Tô indo aí pra te buscar
A gente precisa se entender
Não quero saber se vão julgar
Só quero você

Desentendimento é tão normal
Mas não pode maltratar assim
Porque o sentimento entre um casal
Quando é de verdade não tem fim

Assume comigo a decisão
De dar uma chance ao nosso amor
A gente merece esse perdão
Você deve estar como eu estou

Já são tantas noites sem dormir
Se alguém perguntar, tá tudo bem
Sozinho, sofrendo por aí
Sem se interessar por mais ninguém

Se a gente se ama pra valer
Melhor reviver a nossa paz
Não quero saber
Dessa distância nunca mais

Vem meu amor
Nós temos tanto pra viver
E tudo que eu sonhei pra mim
Não faz sentido sem você

Vem meu amor
Tô doido pra te ver voltar
Pra nunca mais a gente se deixar
Vem meu amor...

DEPENDENTE DO AMOR
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro e tamborim
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, xique e tamborim
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa e Patrícia Hora - coro

XANDE DE PILARES, GILSON BERNINI & BRASIL DO QUINTAL

Depois do temporal a Lua cheia, passeou no Céu
No Céu, a Lua cheia passeou, passeou
Depois do temporal a Lua cheia, passeou no Céu
No Céu, a Lua cheia passeou, passeou
A mesma vadia, o Céu iluminava
Mil estrelas cintilantes, lhe acompanhavam
Depois do temporal
Depois do temporal a Lua cheia...
A Lua airosa, brilha como um vaga-lume
Nos livra dos mau costume, e do sobrenatural
Nos livra das enchentes, da inveja dessa gente
E quem não andar contente, tenha seu lugar ao Sol
Depois de quê?
Depois do temporal
Depois do temporal, o que, que tem?
Depois do temporal a Lua cheia...
Vi São Jorge guerreiro, com sua lança de prata
Nos livra da vida ingrata e de tudo quanto é mau
Dos falsos perfumes e da faca de dois gumes
Nos dê como lenitivo algo muito especial
Depois de quê?
Depois do temporal
Depois do temporal...
A mesma vadia, o Céu iluminava
Mil estrelas cintilantes, lhe acompanhavam
Depois do temporal

BETO SEM-BRAÇO E ZECA PAGODINHO

DEPOIS DO TEMPORAL

Depois do temporal a Lua cheia, passeou no Céu
No Céu, a Lua cheia passeou, passeou
Depois do temporal a Lua cheia, passeou no Céu
No Céu, a Lua cheia passeou, passeou
A mesma vadia, o Céu iluminava
Mil estrelas cintilantes, lhe acompanhavam
Depois do temporal
Depois do temporal a Lua cheia...
A Lua airosa, brilha como um vaga-lume
Nos livra dos mau costume, e do sobrenatural
Nos livra das enchentes, da inveja dessa gente
E quem não andar contente, tenha seu lugar ao Sol
Depois de quê?
Depois do temporal
Depois do temporal, o que, que tem?
Depois do temporal a Lua cheia...
Vi São Jorge guerreiro, com sua lança de prata
Nos livra da vida ingrata e de tudo quanto é mau
Dos falsos perfumes e da faca de dois gumes
Nos dê como lenitivo algo muito especial
Depois de quê?
Depois do temporal
Depois do temporal...
A mesma vadia, o Céu iluminava
Mil estrelas cintilantes, lhe acompanhavam
Depois do temporal

BETO SEM-BRAÇO E ZECA PAGODINHO

Começou num desacerto
Sem conserto, sem razão
Foi assim que eu vi de vez
O triste fim dessa paixão
Sem aceno ou despedida
Sem satisfação na ida
Mesmo assim levou fingida
O que eu tinha pra lhe dar
E pra não perder o gosto
Fez o oposto que eu queria
Enxuguei de vez meu rosto
Joguei fora a fantasia

Você pra mim fez tanto mal
Eu nunca sofri nada igual
Paguei o preço que talvez não fiz por merecer
Eu naveguei nessa paixão
E hoje eu sei, foi ilusão
Tô indo embora e dessa vez é pra valer
Quando a gente se encontrar
Talvez você vá implorar
Tarde demais, tudo entre nós tá sem valor
Por isso, agora, o meu adeus
Já pode ler nos olhos meus
Está escrito, é o fim do nosso amor

TONINHO GERAES/ FABINHO DO TERREIRO/RANDLEY CARIOCA

DESACERTO

Começou num desacerto
Sem conserto, sem razão
Foi assim que eu vi de vez
O triste fim dessa paixão
Sem aceno ou despedida
Sem satisfação na ida
Mesmo assim levou fingida
O que eu tinha pra lhe dar
E pra não perder o gosto
Fez o oposto que eu queria
Enxuguei de vez meu rosto
Joguei fora a fantasia

Você pra mim fez tanto mal
Eu nunca sofri nada igual
Paguei o preço que talvez não fiz por merecer
Eu naveguei nessa paixão
E hoje eu sei, foi ilusão
Tô indo embora e dessa vez é pra valer
Quando a gente se encontrar
Talvez você vá implorar
Tarde demais, tudo entre nós tá sem valor
Por isso, agora, o meu adeus
Já pode ler nos olhos meus
Está escrito, é o fim do nosso amor

TONINHO GERAES/ FABINHO DO TERREIRO/RANDLEY CARIOCA

CAETANO VELOSO

DESDE QUE O SAMBA É SAMBA

CAETANO VELOSO

BMG Music Publishing Brasil / Mercury

Maria me aguarde que eu vou
Lá na venda tomar um negócio
Saber se a encomenda da gente pintou
Pois, a bem da verdade
A nossa despensa tá quase vazia
Eu encomendei,mas já faz alguns dias
Que o bom mercador não visita
A cidade (oh,Maria)
Pedi para ele trazer sal, pimenta-do-reino
Meu fumo de rolo, rapé e um pequeno
Botijão que encaixe em nosso fogareiro
Farinha, toucinho fumeiro,açúcar mascavo
Feijão mulatinho,um pacote de cravo
Um bom bacalhau e azeite estrangeiro
Será que vai ter tudo certo e
Não vai faltar nada
O queijo, a manteiga e aquela goiabada
Que só de pensar já dá água na boca
Ervilha, lentilha, lingüiça e bicarbonato
Lasanha,espaguete e goela de pato
Pois não sei dormir sem meu prato de sopa
Fubá de milho, farinha de trigo e
Batata baroa
Mulato velho e pra abrir o apetite,
Cachaça da boa
Mas no próximo mês
Ao invés de ficar esperando o bom mercador
Que às vezes demora para retornar
A bem da verdade é a gente que vai à cidade comprar
E ainda aproveita para passear
E ainda aproveita para passear

JORGLNHO MERITI / LUIZINHO

DESPENSA VAZIA

BMG Music Publishing Brasil / Mercury

Maria me aguarde que eu vou
Lá na venda tomar um negócio
Saber se a encomenda da gente pintou
Pois, a bem da verdade
A nossa despensa tá quase vazia
Eu encomendei,mas já faz alguns dias
Que o bom mercador não visita
A cidade (oh,Maria)
Pedi para ele trazer sal, pimenta-do-reino
Meu fumo de rolo, rapé e um pequeno
Botijão que encaixe em nosso fogareiro
Farinha, toucinho fumeiro,açúcar mascavo
Feijão mulatinho,um pacote de cravo
Um bom bacalhau e azeite estrangeiro
Será que vai ter tudo certo e
Não vai faltar nada
O queijo, a manteiga e aquela goiabada
Que só de pensar já dá água na boca
Ervilha, lentilha, lingüiça e bicarbonato
Lasanha,espaguete e goela de pato
Pois não sei dormir sem meu prato de sopa
Fubá de milho, farinha de trigo e
Batata baroa
Mulato velho e pra abrir o apetite,
Cachaça da boa
Mas no próximo mês
Ao invés de ficar esperando o bom mercador
Que às vezes demora para retornar
A bem da verdade é a gente que vai à cidade comprar
E ainda aproveita para passear
E ainda aproveita para passear

JORGLNHO MERITI / LUIZINHO

Se alguém perguntar por mim
Diz que eu fui por aí
Levando o violão
Embaixo do braço

Em qualquer esquina eu paro
Em qualquer botequim eu entro
Se houver motivo
É mais um samba que eu faço

Se quiserem saber se eu volto
Diga que sim
Mas só depois que a saudade
Se afastar de mim
Mas só depois que a saudade
Se afastar de mim

Tenho um violão
Para me acompanhar
Tenho muitos amigos
Eu sou popular
Tenho a madrugada
Como companheira

A saudade me dói
No meu peito me rói
Eu estou na cidade
Eu estou na favela
Eu estou por aí
Sempre pensando nela

Eu estou por aí
Sempre pensando nela

Tenho um violão...

A saudade me dói..

Eu estou por aí
Sempre pensando nela...

ZÉ KETI/H. ROCHA

DIZ QUE FUI POR AI

Se alguém perguntar por mim
Diz que eu fui por aí
Levando o violão
Embaixo do braço

Em qualquer esquina eu paro
Em qualquer botequim eu entro
Se houver motivo
É mais um samba que eu faço

Se quiserem saber se eu volto
Diga que sim
Mas só depois que a saudade
Se afastar de mim
Mas só depois que a saudade
Se afastar de mim

Tenho um violão
Para me acompanhar
Tenho muitos amigos
Eu sou popular
Tenho a madrugada
Como companheira

A saudade me dói
No meu peito me rói
Eu estou na cidade
Eu estou na favela
Eu estou por aí
Sempre pensando nela

Eu estou por aí
Sempre pensando nela

Tenho um violão...

A saudade me dói..

Eu estou por aí
Sempre pensando nela...

ZÉ KETI/H. ROCHA

Universal Music Publishing

Vai lá e diz
Diz assim que eu me apaixonei
Mas sei que para ser feliz
No fundo bem feliz
Que valeu
Tem que saber perdoar
Vamos nos encontrar
Dizer não pro adeus

Quem sabe um dia
Essa dor que não se cala
Vai torturar um outro peito
Então um livre coração
Pode abrigar
Uma semente do perdão
E germinar

O amor me chama
O amor inflama
É uma chama a me queimar

Deixa passar a dor
Cicatrizar e reviver a paz
De um eterno amor

DONA IVONE LARA / LUIZ CARLOS DA VILA / BRUNO CASTRO

DIZER NÃO PRO ADEUS

Universal Music Publishing

Vai lá e diz
Diz assim que eu me apaixonei
Mas sei que para ser feliz
No fundo bem feliz
Que valeu
Tem que saber perdoar
Vamos nos encontrar
Dizer não pro adeus

Quem sabe um dia
Essa dor que não se cala
Vai torturar um outro peito
Então um livre coração
Pode abrigar
Uma semente do perdão
E germinar

O amor me chama
O amor inflama
É uma chama a me queimar

Deixa passar a dor
Cicatrizar e reviver a paz
De um eterno amor

DONA IVONE LARA / LUIZ CARLOS DA VILA / BRUNO CASTRO

Dolores, a tua vida sempre foi risos e flores
O teu semblante nunca transmitiu rancores
Te conheci alegremente a cantar
Já existem rumores
Que te encontraram por aí nos corredores
Se lastimando, reclamando dissabores
De um amor que te iludiu e fez chorar

Não chore, não
Sei que é muito triste a desilusão
Em meu olhar tens um ombro amigo pra te consolar

Eu também me apaixonei, chorei, sofri
Mas com muita fé em Deus, rezei, pedi
Hoje tenho o meu jardim em flor
Um grande amor

MONARCO/MAURO DINIZ

DOLORES

Dolores, a tua vida sempre foi risos e flores
O teu semblante nunca transmitiu rancores
Te conheci alegremente a cantar
Já existem rumores
Que te encontraram por aí nos corredores
Se lastimando, reclamando dissabores
De um amor que te iludiu e fez chorar

Não chore, não
Sei que é muito triste a desilusão
Em meu olhar tens um ombro amigo pra te consolar

Eu também me apaixonei, chorei, sofri
Mas com muita fé em Deus, rezei, pedi
Hoje tenho o meu jardim em flor
Um grande amor

MONARCO/MAURO DINIZ

Dolores, a tua vida sempre foi risos e flores
O teu semblante nunca transmitiu rancores
Te conheci alegremente a cantar
Já existem rumores
Que te encontraram por aí nos corredores
Se lastimando, reclamando dissabores
De um amor que te iludiu e fez chorar
Não chore, não
Sei que é muito triste a desilusão
Em meu olhar tens um ombro amigo pra te consolar
Eu também me apaixonei, chorei, sofri
Mas com muita fé em Deus, rezei, pedi
Hoje tenho o meu jardim em flor
E um grande amor

Coração em Desalinho
(Monarco/Ratinho)

Numa estrada dessa vida
Eu te conheci
Oh, flor!
Vinhas tão desiludida
Malsucedida
Por um falso amor
Dei afeto e carinho
Como retribuição
Procuraste um outro ninho
Em desalinho
Ficou o meu coração
Meu peito agora é só paixão
Meu peito agora é só paixão
Tamanha desilusão
Me deste
Oh, flor!
Me enganei redondamente
Pensando em te fazer o bem
Eu me apaixonei
Foi meu mal
Agora!
Uma enorme paixão me devora
Alegria partiu, foi embora
Não sei viver sem teu amor
Sozinho curto a minha dor...

Monarco e Mauro Diniz / Monarco e Ratinho

DOLORES E SUAS DESILUSÕES / CORAÇÃO EM DESALINHO

Dolores, a tua vida sempre foi risos e flores
O teu semblante nunca transmitiu rancores
Te conheci alegremente a cantar
Já existem rumores
Que te encontraram por aí nos corredores
Se lastimando, reclamando dissabores
De um amor que te iludiu e fez chorar
Não chore, não
Sei que é muito triste a desilusão
Em meu olhar tens um ombro amigo pra te consolar
Eu também me apaixonei, chorei, sofri
Mas com muita fé em Deus, rezei, pedi
Hoje tenho o meu jardim em flor
E um grande amor

Coração em Desalinho
(Monarco/Ratinho)

Numa estrada dessa vida
Eu te conheci
Oh, flor!
Vinhas tão desiludida
Malsucedida
Por um falso amor
Dei afeto e carinho
Como retribuição
Procuraste um outro ninho
Em desalinho
Ficou o meu coração
Meu peito agora é só paixão
Meu peito agora é só paixão
Tamanha desilusão
Me deste
Oh, flor!
Me enganei redondamente
Pensando em te fazer o bem
Eu me apaixonei
Foi meu mal
Agora!
Uma enorme paixão me devora
Alegria partiu, foi embora
Não sei viver sem teu amor
Sozinho curto a minha dor...

Monarco e Mauro Diniz / Monarco e Ratinho

Atividade Mané
Que a Dona Encrenca
Está uma arara
Já foi lá no boteco
Já encheu a cara
Usou de tudo em sua intenção
Preste atenção
Ela está na sua captura
Criatura, pelas madrugadas
De berreta na cintura
E uma faca de mais de trinta polegadas

Pra aumentar a confusão
O corujão diz que te viu na Lapa
Pagando cerveja, bebendo cachaça
Com oito mulatas em um cabaré

Cuidado, Zé
Que a Dona Encrenca
Já botou um caldeirão de água pra ferver
Se "tu subir" o morro
Ela atiça seu próprio cachorro em você

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO/ MARCOS DINIZ

DONA ENCRENCA

Atividade Mané
Que a Dona Encrenca
Está uma arara
Já foi lá no boteco
Já encheu a cara
Usou de tudo em sua intenção
Preste atenção
Ela está na sua captura
Criatura, pelas madrugadas
De berreta na cintura
E uma faca de mais de trinta polegadas

Pra aumentar a confusão
O corujão diz que te viu na Lapa
Pagando cerveja, bebendo cachaça
Com oito mulatas em um cabaré

Cuidado, Zé
Que a Dona Encrenca
Já botou um caldeirão de água pra ferver
Se "tu subir" o morro
Ela atiça seu próprio cachorro em você

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO/ MARCOS DINIZ

Universal Music Publishing

(Dona esponja já incorporou)
Já incorporou brahmará
Se alguém cantar pro seu santo subir
Vai perder o topete, vai, vai, vai
Dona esponja esculacha
Bebe mais de cinco caixas
Sem usar o toalete

Dona esponja quando chega
E se espoja lá no bar
Pede uma purinha para abrideira
E receber brahmará
Aí vem tira-gosto à beça e a gosto
Sardinha, lingüiça, torresmo e croquete
Bebe mais de cinco caixas
Sem usar o toalete

Logo após as cento e vinte ampolas
Vejam bem no que resulta:
Brahmará se manifesta
Dona esponja dá consulta
Quando saca do cachimbo
O fumo de rolo e o seu canivete
Bebe mais de cinco caixas
Sem usar o toalete

LUIZ GRANDE / BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / MARCOS DINIZ

DONA ESPONJA

Universal Music Publishing

(Dona esponja já incorporou)
Já incorporou brahmará
Se alguém cantar pro seu santo subir
Vai perder o topete, vai, vai, vai
Dona esponja esculacha
Bebe mais de cinco caixas
Sem usar o toalete

Dona esponja quando chega
E se espoja lá no bar
Pede uma purinha para abrideira
E receber brahmará
Aí vem tira-gosto à beça e a gosto
Sardinha, lingüiça, torresmo e croquete
Bebe mais de cinco caixas
Sem usar o toalete

Logo após as cento e vinte ampolas
Vejam bem no que resulta:
Brahmará se manifesta
Dona esponja dá consulta
Quando saca do cachimbo
O fumo de rolo e o seu canivete
Bebe mais de cinco caixas
Sem usar o toalete

LUIZ GRANDE / BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / MARCOS DINIZ

MIGUEL GUSTAVO

E DAÍ? (PROIBIÇÃO INÚTIL E ILEGAL)

MIGUEL GUSTAVO

BMG Publishing Brasil / Warner Chappell

Pega meu pandeiro
Já tem partideiro
Esperando a hora de versar (iaiá)

Um acende o fogareiro
Um capricha no tempero
Que eu sô bato meu pandeiro devagar
Chega pra mulata, sem muita cascata
Que ela pode até acreditar

Vê primeiro como é
Se sabe dizer no pé
E se tem ginga no seu bambolear

Mas pra entender a moça
Se quer bom conselho, ouça
Que eu só bato meu pandeiro devagar

A mulata é bela
Bem mais que aquela
Já estava na hora de transar
Tem lá seus defeitos
Mas merece respeito
Todo mundo tem que respeitar
E o novo partideiro
Que pegar no meu pandeiro
Por favor, me faça acreditar
Na paz do verde-amarelo
No futuro azul mais belo
Onde o branco vai de black-tie

Vai! Vai! Vai! Vai!
Vai de black-tie

ZECA PAGODINHO / MARTINHO DA VILA

É DE BLACK-TIE

BMG Publishing Brasil / Warner Chappell

Pega meu pandeiro
Já tem partideiro
Esperando a hora de versar (iaiá)

Um acende o fogareiro
Um capricha no tempero
Que eu sô bato meu pandeiro devagar
Chega pra mulata, sem muita cascata
Que ela pode até acreditar

Vê primeiro como é
Se sabe dizer no pé
E se tem ginga no seu bambolear

Mas pra entender a moça
Se quer bom conselho, ouça
Que eu só bato meu pandeiro devagar

A mulata é bela
Bem mais que aquela
Já estava na hora de transar
Tem lá seus defeitos
Mas merece respeito
Todo mundo tem que respeitar
E o novo partideiro
Que pegar no meu pandeiro
Por favor, me faça acreditar
Na paz do verde-amarelo
No futuro azul mais belo
Onde o branco vai de black-tie

Vai! Vai! Vai! Vai!
Vai de black-tie

ZECA PAGODINHO / MARTINHO DA VILA

Singem

Para a história que você contou
Será que estás pensando que eu sou boi
Pra dormir com essa estória de você
Olha aqui
Olha bem pro rosto que a mamãe beijou
Vê se não ê diferente dos que tu matou
Como carambola por ai
Quais, quais, quais
É meu debochado modo de sorrir
Pra certas estórias e certos papos
Que já ouvi
Matar carambola e fazer boi dormir aqui
Seu fim de festa, esta é pra você
Que está pensando que este ouvido aqui é seu pinico pra fazer xixi
Aqui
Você não vai fazer o que faz por ai
Até meu senso já se injuriou
Com sua história que é pra boi dormir

QUAIS, QUAIS, QUAIS

EFSON

Singem

Para a história que você contou
Será que estás pensando que eu sou boi
Pra dormir com essa estória de você
Olha aqui
Olha bem pro rosto que a mamãe beijou
Vê se não ê diferente dos que tu matou
Como carambola por ai
Quais, quais, quais
É meu debochado modo de sorrir
Pra certas estórias e certos papos
Que já ouvi
Matar carambola e fazer boi dormir aqui
Seu fim de festa, esta é pra você
Que está pensando que este ouvido aqui é seu pinico pra fazer xixi
Aqui
Você não vai fazer o que faz por ai
Até meu senso já se injuriou
Com sua história que é pra boi dormir

QUAIS, QUAIS, QUAIS

BMG Publishing do Brasil / Direto

Quando ao teu lado eu despertar
Te abraçar e te possuir
Fazer o bem e esquecer teu mal
Te ver sonhar sem me iludir
Eu viverei feliz e confiante
Galante, herói e vencedor
Viva o bem e a paz em paz
Pois só quando se tem paz no amor viva o bem que a paz nos traz
O amor que cura o mal do dissabor

Não vou mudar o meu jeito
Porque teus defeitos
Vão de encontro aos meus também
Bem comparando, aproveito liberto meu peito
Meu jeito e muito além

Mas mesmo assim eu te aceito
Ninguém é perfeito
Nada é de ninguém

Mas se Deus em nome da alegria
Me desse os olhos teus
Pra minha companhia

ZECA PAGODINHO / ALMIR GUINETO / CARLOS SENNA

EM NOME DA ALEGRIA

BMG Publishing do Brasil / Direto

Quando ao teu lado eu despertar
Te abraçar e te possuir
Fazer o bem e esquecer teu mal
Te ver sonhar sem me iludir
Eu viverei feliz e confiante
Galante, herói e vencedor
Viva o bem e a paz em paz
Pois só quando se tem paz no amor viva o bem que a paz nos traz
O amor que cura o mal do dissabor

Não vou mudar o meu jeito
Porque teus defeitos
Vão de encontro aos meus também
Bem comparando, aproveito liberto meu peito
Meu jeito e muito além

Mas mesmo assim eu te aceito
Ninguém é perfeito
Nada é de ninguém

Mas se Deus em nome da alegria
Me desse os olhos teus
Pra minha companhia

ZECA PAGODINHO / ALMIR GUINETO / CARLOS SENNA

Confesso que menti
Quando te pedi para me deixar
Foi uma cena de ciúmes, pode acreditar
Meu amor, não vai embora, te amo demais
Fica comigo/ Quantas noites eu pensei em ter você
Um pernoite muito louco de prazer
Te perder será o meu maior castigo
(Confesso)
Faço o que for preciso para ficar contigo
Pois você é meu vício, meu sonho maior
Pra provar o que é verdade mantenho o que eu digo
Eu publico o seu nome em um outdoor
Pra que o mundo inteiro em fim possa ler (crer)
Vou mandar publicar em letras garrafais
Essa frase tão simples
Te amo, te amo, te amo demais...

ZÉ ROBERTO/ADILSON BISPO

EM UM OUTDOOR

Confesso que menti
Quando te pedi para me deixar
Foi uma cena de ciúmes, pode acreditar
Meu amor, não vai embora, te amo demais
Fica comigo/ Quantas noites eu pensei em ter você
Um pernoite muito louco de prazer
Te perder será o meu maior castigo
(Confesso)
Faço o que for preciso para ficar contigo
Pois você é meu vício, meu sonho maior
Pra provar o que é verdade mantenho o que eu digo
Eu publico o seu nome em um outdoor
Pra que o mundo inteiro em fim possa ler (crer)
Vou mandar publicar em letras garrafais
Essa frase tão simples
Te amo, te amo, te amo demais...

ZÉ ROBERTO/ADILSON BISPO


Morro, és o encanto da paisagem
Suntuoso personagem de rudimentar beleza
Morro, progresso lento e primário
És imponente no cenário
Inspiração da natureza
Na topografia da cidade
Com toda simplicidade, és chamado de elevação
Vielas, becos e buracos
Choupanas, tendinhas, barracos
Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira
Lata d’água na cabeça
Vida rude alvissareira
Crianças sem futuro e sem escola
Se não der sorte na bola
Vai sofrer a vida inteira
Morro, o teu samba foi minado
Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

NELSON SARGENTO

ENCANTO DA PAISAGEM


Morro, és o encanto da paisagem
Suntuoso personagem de rudimentar beleza
Morro, progresso lento e primário
És imponente no cenário
Inspiração da natureza
Na topografia da cidade
Com toda simplicidade, és chamado de elevação
Vielas, becos e buracos
Choupanas, tendinhas, barracos
Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira
Lata d’água na cabeça
Vida rude alvissareira
Crianças sem futuro e sem escola
Se não der sorte na bola
Vai sofrer a vida inteira
Morro, o teu samba foi minado
Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

NELSON SARGENTO

Morro, és o encanto da paisagem
Suntuoso personagem de rudimentar beleza
Morro, progresso lento e primário
És imponente no cenário

Inspiração da natureza
Na topografia da cidade
Com toda simplicidade, és chamado de elevação
Vielas, becos e buracos
Choupanas, tendinhas, barracos
Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira
Lata d'água na cabeça
Vida rude alvissareira
Crianças sem futuro e sem escola
Se não der sorte na bola
Vai sofrer a vida inteira
Morro, o teu samba foi minado
Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

Morro, és o encanto da paisagem
Suntuoso personagem de rudimentar beleza
Morro, progresso lento e primário
És imponente no cenário

Inspiração da natureza
Na topografia da cidade
Com toda simplicidade, és chamado de elevação
Vielas, becos e buracos
Choupanas, tendinhas, barracos
Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira
Lata d'água na cabeça
Vida rude alvissareira
Crianças sem futuro e sem escola
Se não der sorte na bola
Vai sofrer a vida inteira
Morro, o teu samba foi minado
Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

NELSON SARGENTO

ENCANTO DA PAISAGEM COM NELSON SARGENTO

Morro, és o encanto da paisagem
Suntuoso personagem de rudimentar beleza
Morro, progresso lento e primário
És imponente no cenário

Inspiração da natureza
Na topografia da cidade
Com toda simplicidade, és chamado de elevação
Vielas, becos e buracos
Choupanas, tendinhas, barracos
Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira
Lata d'água na cabeça
Vida rude alvissareira
Crianças sem futuro e sem escola
Se não der sorte na bola
Vai sofrer a vida inteira
Morro, o teu samba foi minado
Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

Morro, és o encanto da paisagem
Suntuoso personagem de rudimentar beleza
Morro, progresso lento e primário
És imponente no cenário

Inspiração da natureza
Na topografia da cidade
Com toda simplicidade, és chamado de elevação
Vielas, becos e buracos
Choupanas, tendinhas, barracos
Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira
Lata d'água na cabeça
Vida rude alvissareira
Crianças sem futuro e sem escola
Se não der sorte na bola
Vai sofrer a vida inteira
Morro, o teu samba foi minado
Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

Morro, és lindo quando o sol desponta
E as mazelas vão por conta do desajuste social

NELSON SARGENTO



Eu vi teus olhos chorando
Ai que pena que me deu
Mas me lembrei que esses olhos
Fizeram chorar os meus

O meu coração é bom
Porque foi feito por Deus
Não sei se as mesmas mãos
Foram as que fizeram o teu

Não guardo magoa em meu peito
Porque respeito a paz
Eu não estou satisfeito
De te ver tão sofrida

Mas vou levar minha vida
Enquanto Deus me proteja
E que o mundo te dê em dobro
Tudo que me desejas

Mas vou levar minha vida
Enquanto Deus me proteja

E que o mundo te dê em dobro
Tudo que me desejas

ENQUANTO DEUS ME PROTEJA
Rildo Hora - arranjo e gaita (realejo)
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Misael da Hora – teclado
Paulão 7 Cordas – violão
Mauro Diniz – cavaco
Luis Louchards – baixo
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Marcilio Lopes – violão tenor e bandolim
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mí
Dirceu Leite – flautas, sax tenor e clarinete
Waltis Zacarias – cuíca
Marcos Esguleba – tantã e pandeiro
Gordinho - surdo
Jaguara – pandeiro & tamborim
Jorge Gomes - bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço,
RixXxa e Patricia Hora - coro

MOACYR LUZ & ZECA PAGODINHO

ENQUANTO DEUS ME PROTEJA



Eu vi teus olhos chorando
Ai que pena que me deu
Mas me lembrei que esses olhos
Fizeram chorar os meus

O meu coração é bom
Porque foi feito por Deus
Não sei se as mesmas mãos
Foram as que fizeram o teu

Não guardo magoa em meu peito
Porque respeito a paz
Eu não estou satisfeito
De te ver tão sofrida

Mas vou levar minha vida
Enquanto Deus me proteja
E que o mundo te dê em dobro
Tudo que me desejas

Mas vou levar minha vida
Enquanto Deus me proteja

E que o mundo te dê em dobro
Tudo que me desejas

ENQUANTO DEUS ME PROTEJA
Rildo Hora - arranjo e gaita (realejo)
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Misael da Hora – teclado
Paulão 7 Cordas – violão
Mauro Diniz – cavaco
Luis Louchards – baixo
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Marcilio Lopes – violão tenor e bandolim
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mí
Dirceu Leite – flautas, sax tenor e clarinete
Waltis Zacarias – cuíca
Marcos Esguleba – tantã e pandeiro
Gordinho - surdo
Jaguara – pandeiro & tamborim
Jorge Gomes - bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço,
RixXxa e Patricia Hora - coro

MOACYR LUZ & ZECA PAGODINHO

Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva o Van Gogh e o buldogue de raça que eu criei
E a medalha que um jogo de malha nos aproximou
Leva o aparelho de jantar e a baixela de prata
E o retrato daquela mulata que o Lan desenhou
Leva a obra completa de Machado de Assis
Entre as curvas e retas, sua bissetriz
Leva o apartamento que está desocupado
Já que não quer mais viver ao meu lado
Então leva!...
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Ia lhe dar sol e terra e casa à beira-mar
Num chateau lá no alto da serra, à luz do luar
E ao invés de parabéns, uma bela serenata
Com direito a Mar Del Plata, Cancún e Paris
Leva a sua grandeza, que me fez feliz
Leva também a certeza, que eu também lhe fiz
Leva o meu coração, que está desocupado
Já que não quer mais viver ao meu lado
Então leva!...
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva o Van Gogh e o buldogue de raça que eu criei
E a medalha que um jogo de malha nos aproximou
Leva o aparelho de jantar e a baixela de prata
E o retrato daquela mulata que o Lan desenhou
Leva a obra completa de Machado de Assis
Entre as curvas e retas, sua bissetriz
Leva o apartamento que está desocupado
Já que não quer mais viver ao meu lado
Então leva!...
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar

BIRA DA VILA E LUIZ CARLOS DA VILA

ENTÃO LEVA

Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva o Van Gogh e o buldogue de raça que eu criei
E a medalha que um jogo de malha nos aproximou
Leva o aparelho de jantar e a baixela de prata
E o retrato daquela mulata que o Lan desenhou
Leva a obra completa de Machado de Assis
Entre as curvas e retas, sua bissetriz
Leva o apartamento que está desocupado
Já que não quer mais viver ao meu lado
Então leva!...
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Ia lhe dar sol e terra e casa à beira-mar
Num chateau lá no alto da serra, à luz do luar
E ao invés de parabéns, uma bela serenata
Com direito a Mar Del Plata, Cancún e Paris
Leva a sua grandeza, que me fez feliz
Leva também a certeza, que eu também lhe fiz
Leva o meu coração, que está desocupado
Já que não quer mais viver ao meu lado
Então leva!...
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva o Van Gogh e o buldogue de raça que eu criei
E a medalha que um jogo de malha nos aproximou
Leva o aparelho de jantar e a baixela de prata
E o retrato daquela mulata que o Lan desenhou
Leva a obra completa de Machado de Assis
Entre as curvas e retas, sua bissetriz
Leva o apartamento que está desocupado
Já que não quer mais viver ao meu lado
Então leva!...
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar
Leva, tudo aquilo que eu dei
Mas não leva tudo que eu podia dar

BIRA DA VILA E LUIZ CARLOS DA VILA

Tu tem que ser minha
De qualquer maneira
Te dou meu boteco
Te dou meu barraco
Que eu tenho no Morro de Mangueira
Comigo não há embaraço
Vem que eu te faço meu amor
A rainha da escola de samba
Que teu nego é diretor

“...Escurinha”

Escurinha...

Quatro paredes de barro
Telhado de zinco
Assoalho no chão
Só tu, escurinha
É que está faltando
No meu barracão
Sai disso, bobinha
Só nessa cozinha levando a pior
Lá no morro eu te ponho no samba
Te ensino a ser bamba
Te faço a maior

Escurinha...
O escurinho era um escuro direitinho
Agora está com a mania de brigão
Parece praga de madrinha ou macumba de alguma escurinha
Que ele fez ingratidão

Saiu de cana ainda não faz uma semana
Já a mulher do Zé Pretinho carregou
Botou embaixo o tabuleiro da baiana
Porque pediu fiado e ela não fiou

Já foi no Morro da Formiga – procurar intriga
Já foi no Morro do Macaco – já bateu num bamba
Já foi no Morro dos Cabritos – procurar conflitos
Já foi no Morro do Pinto – acabar com o samba

O escurinho era um escuro direitinho...

Saiu de cana ainda não faz uma semana...

Já foi no Morro da Formiga – procurar intriga...

Já foi no Morro do Pinto – acabar com o samba

GERALDO PEREIRA

ESCURINHA

Tu tem que ser minha
De qualquer maneira
Te dou meu boteco
Te dou meu barraco
Que eu tenho no Morro de Mangueira
Comigo não há embaraço
Vem que eu te faço meu amor
A rainha da escola de samba
Que teu nego é diretor

“...Escurinha”

Escurinha...

Quatro paredes de barro
Telhado de zinco
Assoalho no chão
Só tu, escurinha
É que está faltando
No meu barracão
Sai disso, bobinha
Só nessa cozinha levando a pior
Lá no morro eu te ponho no samba
Te ensino a ser bamba
Te faço a maior

Escurinha...
O escurinho era um escuro direitinho
Agora está com a mania de brigão
Parece praga de madrinha ou macumba de alguma escurinha
Que ele fez ingratidão

Saiu de cana ainda não faz uma semana
Já a mulher do Zé Pretinho carregou
Botou embaixo o tabuleiro da baiana
Porque pediu fiado e ela não fiou

Já foi no Morro da Formiga – procurar intriga
Já foi no Morro do Macaco – já bateu num bamba
Já foi no Morro dos Cabritos – procurar conflitos
Já foi no Morro do Pinto – acabar com o samba

O escurinho era um escuro direitinho...

Saiu de cana ainda não faz uma semana...

Já foi no Morro da Formiga – procurar intriga...

Já foi no Morro do Pinto – acabar com o samba

GERALDO PEREIRA

Laiá, laiá, lalaiá, laiá, laiá, lalaiá
Laiá, laiá, lalaiá, lalaiá

Quando vem rompendo o dia
Eu me levanto, começo logo a cantar
Esta doce melodia que me faz lembrar
Daquelas lindas noites de luar
Eu tinha um alguém sempre a me esperar
Desde o dia em que ela foi embora
Eu guardo esta canção na memória

Laiá, laiá, lalaiá, laiá, laiá, lalaiá
Laiá, laiá, lalaiá, lalaiá

Eu tinha esperança que um dia ela voltasse
Para a minha companhia
Deus, dê resignação
Ao meu pobre coração

Não suporto mais tua ausência
Já pedi a Deus paciência

BUBU DA PORTELA / JAMELÃO

ESTA MELODIA

Laiá, laiá, lalaiá, laiá, laiá, lalaiá
Laiá, laiá, lalaiá, lalaiá

Quando vem rompendo o dia
Eu me levanto, começo logo a cantar
Esta doce melodia que me faz lembrar
Daquelas lindas noites de luar
Eu tinha um alguém sempre a me esperar
Desde o dia em que ela foi embora
Eu guardo esta canção na memória

Laiá, laiá, lalaiá, laiá, laiá, lalaiá
Laiá, laiá, lalaiá, lalaiá

Eu tinha esperança que um dia ela voltasse
Para a minha companhia
Deus, dê resignação
Ao meu pobre coração

Não suporto mais tua ausência
Já pedi a Deus paciência

BUBU DA PORTELA / JAMELÃO

Eta povo pra lutar, vai gostar de trabalhar
Nunca vi tão disposto, nunca está de cara feia
Sempre traz escancarado
Um franco sorriso no rosto
Se rola uma “intera”
É o primeiro a pôr a mão no bolso
Se um vizinho ao lado está passando
Por má situação
Ele faz um mutirão e ajeita a situação
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Eta povo pra lutar, vai gostar de trabalhar
Nunca vi tão disposto, nunca está de cara feia
Sempre traz escancarado
Um franco sorriso no rosto
Se rola uma “intera”
É o primeiro a pôr a mão no bolso
Se um vizinho ao lado está passando
Por má situação
Ele faz um mutirão e ajeita a situação
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Já com a face enrugada e a mão calejada
Lá vai ele pra batalha, e a Deus pede saúde
Vive no fio da navalha
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
(improvisos)
Eta povo guerreiro, faça chuva, faça sol
Esse povo tá sempre na luta
E a divisão é o lema desse povo
Salve o povo brasileiro!
Eta povo! Eta povo pra lutar!

BRASIL / BADÁ / FERNANDO MAGAÇA

ÊTA POVO PRA LUTAR

Eta povo pra lutar, vai gostar de trabalhar
Nunca vi tão disposto, nunca está de cara feia
Sempre traz escancarado
Um franco sorriso no rosto
Se rola uma “intera”
É o primeiro a pôr a mão no bolso
Se um vizinho ao lado está passando
Por má situação
Ele faz um mutirão e ajeita a situação
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Eta povo pra lutar, vai gostar de trabalhar
Nunca vi tão disposto, nunca está de cara feia
Sempre traz escancarado
Um franco sorriso no rosto
Se rola uma “intera”
É o primeiro a pôr a mão no bolso
Se um vizinho ao lado está passando
Por má situação
Ele faz um mutirão e ajeita a situação
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Já com a face enrugada e a mão calejada
Lá vai ele pra batalha, e a Deus pede saúde
Vive no fio da navalha
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Então, por que que essa gente que tem
Não aprende a lição
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
Com esse povo que nada tem
Mas tem bom coração
(improvisos)
Eta povo guerreiro, faça chuva, faça sol
Esse povo tá sempre na luta
E a divisão é o lema desse povo
Salve o povo brasileiro!
Eta povo! Eta povo pra lutar!

BRASIL / BADÁ / FERNANDO MAGAÇA

O amor me pegou de jeito
De um jeito que não tem cura
Tomou de assalto o meu peito
Pensei que fosse loucura
O ar ficou rarefeito
Tudo mudou de figura
Meu coração é suspeito
De te querer com doçura

Vou desvendar seus mistérios
Satisfazer seus desejos
Vou viajar em delírios
Te alucinar com meus beijos

Isso está ficando sério
Nunca senti nada igual
Essa paixão envolvente
Deixa o clima quente etc e tal

O tempo fica curto quando a gente se encontra
E apronta, e apronta
A gente não vê nem a hora passar
Vivendo loucuras de tanto se amar

DUDUNOBRE / MARCELINHO MOREIRA / FRED CAMACHO

ETC E TAL

O amor me pegou de jeito
De um jeito que não tem cura
Tomou de assalto o meu peito
Pensei que fosse loucura
O ar ficou rarefeito
Tudo mudou de figura
Meu coração é suspeito
De te querer com doçura

Vou desvendar seus mistérios
Satisfazer seus desejos
Vou viajar em delírios
Te alucinar com meus beijos

Isso está ficando sério
Nunca senti nada igual
Essa paixão envolvente
Deixa o clima quente etc e tal

O tempo fica curto quando a gente se encontra
E apronta, e apronta
A gente não vê nem a hora passar
Vivendo loucuras de tanto se amar

DUDUNOBRE / MARCELINHO MOREIRA / FRED CAMACHO

BMG Publishing Brasil

Eu prefiro acreditar
Do que duvidar de alguém
Eu não sou de criticar
Sou de elogiar, falar bem
Com amigos que me deram a mão
Aprendi a dar a mão também
Lutar sem perder a fé
Sem desrespeitar ninguém
Medi o valor da amizade
E vi que a falsidade
Não vale um vintém

Palavra é coisa abstrata
Mas na hora exata que a verdade vem
Quem maldiz a vida alheia
Todo mal semeia e não colhe o bem
Por isso não guardo em meu peito
Virtude ou defeito que me magoou
Não guardo remorso na minha lembrança
Desejo a bonança pra quem me ajudou
Eu prefiro...

Se queres ter minha amizade
Use lealdade de agir mano a mano
Nunca me deixe sozinho
E chegue juntinho em todos os planos
Seja um fiel companheiro
Sem dúvidas nem mais desenganos
O amigo das horas felizes
Divide os tormentos, as perdas e danos
Eu prefiro...

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / MARQUINHO PQD

EU PREFIRO ACREDITAR

BMG Publishing Brasil

Eu prefiro acreditar
Do que duvidar de alguém
Eu não sou de criticar
Sou de elogiar, falar bem
Com amigos que me deram a mão
Aprendi a dar a mão também
Lutar sem perder a fé
Sem desrespeitar ninguém
Medi o valor da amizade
E vi que a falsidade
Não vale um vintém

Palavra é coisa abstrata
Mas na hora exata que a verdade vem
Quem maldiz a vida alheia
Todo mal semeia e não colhe o bem
Por isso não guardo em meu peito
Virtude ou defeito que me magoou
Não guardo remorso na minha lembrança
Desejo a bonança pra quem me ajudou
Eu prefiro...

Se queres ter minha amizade
Use lealdade de agir mano a mano
Nunca me deixe sozinho
E chegue juntinho em todos os planos
Seja um fiel companheiro
Sem dúvidas nem mais desenganos
O amigo das horas felizes
Divide os tormentos, as perdas e danos
Eu prefiro...

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / MARQUINHO PQD

Exaustino não quer se estressar
Leva a vida na bôa e devagar
Exaustino quer ver fogo no mar
Pra comer peixe frito sem fritar
E não ter nem trabalho de pescar
Exaustino quer deitar e rolar

Marcha lenta ele não tá nem aí
Exaustino não come abacaxi
Nem siri porque pode se cansar
Come e dorme café almoça e janta
Não tá nem aí se o galo canta
Ta engordando sem parar

Exaustino é um rei dentro de casa
Não move uma palha ai meu Deus
Ele quer tudo na mão
Tomar banho pra ele é uma batalha
Vê se toma jeito essa preguiça enfraquece o coração

Mas o doutor já avisou

Que o cigarro também tem que parar
Não é fácil mas tem que se esforçar
E acordar de manhã pra caminhar
Sua gula vai ter que segurar
E no regime alimentar perder peso e a pressão ir pro lugar

Mas o doutor já avisou

Que a saúde não pode descuidar
Exaustino vai ter que se ligar
É castigo demais pra ele pagar
Dessa vez vai ter que se acostumar
Se não o bicho vai pegar vai ter um piripáque e se ferrar

ROBERTO LOPES / CANÁRIO / NILO PENETRA

EXAUSTINO

Exaustino não quer se estressar
Leva a vida na bôa e devagar
Exaustino quer ver fogo no mar
Pra comer peixe frito sem fritar
E não ter nem trabalho de pescar
Exaustino quer deitar e rolar

Marcha lenta ele não tá nem aí
Exaustino não come abacaxi
Nem siri porque pode se cansar
Come e dorme café almoça e janta
Não tá nem aí se o galo canta
Ta engordando sem parar

Exaustino é um rei dentro de casa
Não move uma palha ai meu Deus
Ele quer tudo na mão
Tomar banho pra ele é uma batalha
Vê se toma jeito essa preguiça enfraquece o coração

Mas o doutor já avisou

Que o cigarro também tem que parar
Não é fácil mas tem que se esforçar
E acordar de manhã pra caminhar
Sua gula vai ter que segurar
E no regime alimentar perder peso e a pressão ir pro lugar

Mas o doutor já avisou

Que a saúde não pode descuidar
Exaustino vai ter que se ligar
É castigo demais pra ele pagar
Dessa vez vai ter que se acostumar
Se não o bicho vai pegar vai ter um piripáque e se ferrar

ROBERTO LOPES / CANÁRIO / NILO PENETRA

Mercury

Eu quero presentear
A minha linda donzela
Não é prata nem é ouro
É uma coisa bem singela
Vou comprar uma faixa amarela
Bordada com o nome dela
E vou mandar pendurar
Na entrada da favela

Vou dar-lhe um gato angorá
Um cão e uma cadela
Uma cortina grená para enfeitar a janela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordado com o nome dela
Que eu vou mandar pendurar
Na entrada da favela

E para o nosso papá vai ter bife da panela
Salada de petit-pois, jiló, chuchu e "bringela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordada com o nome dela
Que eu vou mandar pendurada
Na entrada da favela

Vou fazer dela rainha do desfile da Portela
Eu vou ser filho do Rei, e ela minha cinderela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordada com o nome dela
Que eu vou mandar pendurada
Na entrada da favela

E para gente se casar vou construir a capela
Dentro de um lindo jardim com flores, lago e pinguela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordada com o nome dela
Que eu vou mandar pendurada
Na entrada da favela

ZECA PAGODINHO / JESSÉ PAI / LUIZ CARLOS / BETO GAGO

FAIXA AMARELA

Mercury

Eu quero presentear
A minha linda donzela
Não é prata nem é ouro
É uma coisa bem singela
Vou comprar uma faixa amarela
Bordada com o nome dela
E vou mandar pendurar
Na entrada da favela

Vou dar-lhe um gato angorá
Um cão e uma cadela
Uma cortina grená para enfeitar a janela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordado com o nome dela
Que eu vou mandar pendurar
Na entrada da favela

E para o nosso papá vai ter bife da panela
Salada de petit-pois, jiló, chuchu e "bringela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordada com o nome dela
Que eu vou mandar pendurada
Na entrada da favela

Vou fazer dela rainha do desfile da Portela
Eu vou ser filho do Rei, e ela minha cinderela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordada com o nome dela
Que eu vou mandar pendurada
Na entrada da favela

E para gente se casar vou construir a capela
Dentro de um lindo jardim com flores, lago e pinguela
Sem falar na tal faixa amarela
Bordada com o nome dela
Que eu vou mandar pendurada
Na entrada da favela

ZECA PAGODINHO / JESSÉ PAI / LUIZ CARLOS / BETO GAGO

BMG Publishing Brasil

Só quem acredita vê
Que essa vida é um doce
Mesmo se não fosse
Eu seria assim
Sou menino brincalhão
Encontrei a chance bem ao meu alcance
E agarrei pra mim

(Eu dou)

Viva Cosme e Damião, doum (doum)
Viva Cosme e Damião
Viva Cosme e Damião

E assim me sinto protegido
Ungido com a viscosidade da fé
Sua bênção é presença imensa
Que vença com a crença quem tem seu axé

(Eu dou)

Viva Cosme e Damião, doum (doum)

Da vida tão amargurada
Essa gurizada me fez renascer
Hoje sou cobra criada
Salve a ibejada Falange do Erê
Vinte e sete de setembro
Eu sempre me lembro, não esqueço de dar
Cocada, paçoca, suspiro, pipoca
Bolo, bala, bola, cuscuz e manjar

(Eu dou)
Viva Cosme e Damião, doum (doum)

ARLINDO CRUZ / JORGE CARIOCA / ALUÍSIO MACHADO

FALANGE DO ERÊ

BMG Publishing Brasil

Só quem acredita vê
Que essa vida é um doce
Mesmo se não fosse
Eu seria assim
Sou menino brincalhão
Encontrei a chance bem ao meu alcance
E agarrei pra mim

(Eu dou)

Viva Cosme e Damião, doum (doum)
Viva Cosme e Damião
Viva Cosme e Damião

E assim me sinto protegido
Ungido com a viscosidade da fé
Sua bênção é presença imensa
Que vença com a crença quem tem seu axé

(Eu dou)

Viva Cosme e Damião, doum (doum)

Da vida tão amargurada
Essa gurizada me fez renascer
Hoje sou cobra criada
Salve a ibejada Falange do Erê
Vinte e sete de setembro
Eu sempre me lembro, não esqueço de dar
Cocada, paçoca, suspiro, pipoca
Bolo, bala, bola, cuscuz e manjar

(Eu dou)
Viva Cosme e Damião, doum (doum)

ARLINDO CRUZ / JORGE CARIOCA / ALUÍSIO MACHADO

Já não vou mais as festas
Pra me divertir
Já não sei mais cantar
Nem sorrir
Os amigos do peito
Estão preocupados com o meu padecer
Quem ontem esbanjava alegria
Hoje não sente prazer
Ela foi embora
Sem olhar para trás
È sinal que volta mais

Em meu lar
Seu retrato na parede
Toda noite eu choro
Vou tirar
Sei que ela foi embora
Mas ainda me adora
Eu preciso reviver minha alegria
Só vou deixar seu retrato mais um dia
Não me peçam para cantar
Porque já perdi o tom
Nem tampouco para falar
Minha voz não tem bom som
Em meu lar
Só existe nostalgia
Seu retrato na parede
É minha falsa alegria
Em meu lar
Só existe nostalgia
Seu retrato na parede
É minha falsa alegria

MONARCO / RATINHO / ZECA PAGODINHO

FALSA ALEGRIA

Já não vou mais as festas
Pra me divertir
Já não sei mais cantar
Nem sorrir
Os amigos do peito
Estão preocupados com o meu padecer
Quem ontem esbanjava alegria
Hoje não sente prazer
Ela foi embora
Sem olhar para trás
È sinal que volta mais

Em meu lar
Seu retrato na parede
Toda noite eu choro
Vou tirar
Sei que ela foi embora
Mas ainda me adora
Eu preciso reviver minha alegria
Só vou deixar seu retrato mais um dia
Não me peçam para cantar
Porque já perdi o tom
Nem tampouco para falar
Minha voz não tem bom som
Em meu lar
Só existe nostalgia
Seu retrato na parede
É minha falsa alegria
Em meu lar
Só existe nostalgia
Seu retrato na parede
É minha falsa alegria

MONARCO / RATINHO / ZECA PAGODINHO

GERALDO PEREIRA

FALSA BAIANA

GERALDO PEREIRA



Eu já lhe disse que não quero mais o seu amor porque
As falsas juras dos seus beijos me fizeram padecer
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Eu já lhe disse…
Eu já lhe disse que não quero mais o seu amor porque
As falsas juras dos seus beijos me fizeram padecer
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Não adianta
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Vai, eu não te quero mais, já cansei-me dos teus beijos
Deixa-me viver em paz
Você jurou, jurou mas não cumpriu
E como Judas, um dia me traiu
Só falsidade existiu
Eu já lhe disse
Eu já lhe disse que não quero mais o seu amor porque
As falsas juras dos seus beijos me fizeram padecer
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Não adianta…
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar

Pecadora
(Jair do Cavaquinho e Joãozinho da Pecadora)
Vai, pecadora arrependida
Vai tratar da tua vida
Por favor, me deixe em paz
Me deste um grande desgosto
Eu não quero ver teu rosto
Palavra de rei não volta atrás
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, ai, demais!
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, e vai
Vai, pecadora arrependida
Vai tratar da tua vida
Por favor, me deixe em paz
Me deste um grande desgosto
Eu não quero ver teu rosto
Palavra de rei não volta atrás
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, ai, demais!
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais
Agora tens o mundo aos teus pés pra caminhar
Cansei-me de sofrer, cansaste de errar
Eu plantei flor, colhi espinho
Mas agora arranjei outra para me fazer carinho
Vai, pecadora…
Vai, pecadora arrependida
Vai tratar da tua vida
Por favor, me deixe em paz
Me deste um grande desgosto
Eu não quero ver teu rosto
Palavra de rei não volta atrás
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, ai, demais!
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais

Manhã Brasileira
(Manacéia)
Quando amanhece
O céu resplandece
Os raios do sol a brilhar
Os passarinhos começam a cantar
Anunciando a manhã brasileira
Gorjeando sobre a mais alta palmeira
Todos cantam com alegria
Como é tão lindo ver romper o dia
De manhã quando desperto
Aprecio a alvorada
Como é linda a madrugada
Deus fez de mim um poeta
Escrevi em linhas retas
Essas rimas todas certas
Quando amanhece…
Quando amanhece
O céu resplandece
Os raios do sol a brilhar
Os passarinhos começam a cantar
Anunciando a manhã brasileira
Gorjeando sobre a mais alta palmeira
Todos cantam com alegria
Como é tão lindo ver romper o dia
Como é tão lindo…
Como é tão lindo ver romper o dia
Como é tão lindo ver romper o dia

Candeia e Casquinha

FALSAS JURAS - PECADORA ARREPENDIDA - MANHÃ BRASILEIRA



Eu já lhe disse que não quero mais o seu amor porque
As falsas juras dos seus beijos me fizeram padecer
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Eu já lhe disse…
Eu já lhe disse que não quero mais o seu amor porque
As falsas juras dos seus beijos me fizeram padecer
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Não adianta
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Vai, eu não te quero mais, já cansei-me dos teus beijos
Deixa-me viver em paz
Você jurou, jurou mas não cumpriu
E como Judas, um dia me traiu
Só falsidade existiu
Eu já lhe disse
Eu já lhe disse que não quero mais o seu amor porque
As falsas juras dos seus beijos me fizeram padecer
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar
Não adianta…
Não adianta aos meus pés se ajoelhar
Pode chorar, pode chorar

Pecadora
(Jair do Cavaquinho e Joãozinho da Pecadora)
Vai, pecadora arrependida
Vai tratar da tua vida
Por favor, me deixe em paz
Me deste um grande desgosto
Eu não quero ver teu rosto
Palavra de rei não volta atrás
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, ai, demais!
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, e vai
Vai, pecadora arrependida
Vai tratar da tua vida
Por favor, me deixe em paz
Me deste um grande desgosto
Eu não quero ver teu rosto
Palavra de rei não volta atrás
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, ai, demais!
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais
Agora tens o mundo aos teus pés pra caminhar
Cansei-me de sofrer, cansaste de errar
Eu plantei flor, colhi espinho
Mas agora arranjei outra para me fazer carinho
Vai, pecadora…
Vai, pecadora arrependida
Vai tratar da tua vida
Por favor, me deixe em paz
Me deste um grande desgosto
Eu não quero ver teu rosto
Palavra de rei não volta atrás
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais, ai, demais!
Eu quero um amor perfeito
Para aliviar meu peito
Que por ti já padeceu demais

Manhã Brasileira
(Manacéia)
Quando amanhece
O céu resplandece
Os raios do sol a brilhar
Os passarinhos começam a cantar
Anunciando a manhã brasileira
Gorjeando sobre a mais alta palmeira
Todos cantam com alegria
Como é tão lindo ver romper o dia
De manhã quando desperto
Aprecio a alvorada
Como é linda a madrugada
Deus fez de mim um poeta
Escrevi em linhas retas
Essas rimas todas certas
Quando amanhece…
Quando amanhece
O céu resplandece
Os raios do sol a brilhar
Os passarinhos começam a cantar
Anunciando a manhã brasileira
Gorjeando sobre a mais alta palmeira
Todos cantam com alegria
Como é tão lindo ver romper o dia
Como é tão lindo…
Como é tão lindo ver romper o dia
Como é tão lindo ver romper o dia

Candeia e Casquinha

BMG

Tenho muito orgulho
Isso não é bagulho eu posso exibir
É produto importado
Comprado na feira lá do Acari
Vejam só o barato da feira
Bastante maneira pra quem quer
comprar
Tem anel, gargantilha, pulseira
Tem som, geladeira, tem brinco e
colar de montão
Disco velho de tango
Pra quem tá de rango, sopa de siri
Boa compra, quente e verdadeira
Somente na feira lá do Acari
Tenho muito orgulho...
Tem coleiro, tem canário belga
Da roça com a celga pra gente
beiçar .
Tem sacode e também tem pagode
Pra turma que pode e sabe versar
Bicicleta, relógio a pilha
Tudo é maravilha, vai lá conferir
Só artigo dito de primeira
Que existe na feira lá do Acari
Tenho muito orgulho...
Pra ciscar milho verde na banha
Também tem pamonha e não pode
faltar
Tem groselha com um tal raspa
raspa
Remédio pra caspa, cuscuz e manjá
Tem robalo, atum pra quem gosta
Partido em posta, até lambari
Só não dança e não marca bobeira
Quem compra na feira lá do Acari

JORGE CARIOCA

FEIRA DO ACARI

BMG

Tenho muito orgulho
Isso não é bagulho eu posso exibir
É produto importado
Comprado na feira lá do Acari
Vejam só o barato da feira
Bastante maneira pra quem quer
comprar
Tem anel, gargantilha, pulseira
Tem som, geladeira, tem brinco e
colar de montão
Disco velho de tango
Pra quem tá de rango, sopa de siri
Boa compra, quente e verdadeira
Somente na feira lá do Acari
Tenho muito orgulho...
Tem coleiro, tem canário belga
Da roça com a celga pra gente
beiçar .
Tem sacode e também tem pagode
Pra turma que pode e sabe versar
Bicicleta, relógio a pilha
Tudo é maravilha, vai lá conferir
Só artigo dito de primeira
Que existe na feira lá do Acari
Tenho muito orgulho...
Pra ciscar milho verde na banha
Também tem pamonha e não pode
faltar
Tem groselha com um tal raspa
raspa
Remédio pra caspa, cuscuz e manjá
Tem robalo, atum pra quem gosta
Partido em posta, até lambari
Só não dança e não marca bobeira
Quem compra na feira lá do Acari

JORGE CARIOCA

Sigem

Na feirinha da Pavuna
Houve uma grande confusão
A dona Cebola que estava invocada
Ela deu uma tapa no seu Pimentão

LUZ DO REPENTE
(Arlindo Cruz / Marquinhos PQD / Franco)

Deixa comigo, deixa comigo
Eu seguro o pagode
Não deixo cair, é
Sem vacilar, é
Sem me exibir, é
Só vim mostrar, é
O que aprendi

BAGAÇO DA LARANJA
(Zeca Pagodinho / Arlindo Cruz)
Sigem

Fui no pagode
Acabou a comifa
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Jovelina Pérola Negra

FEIRINHA DA PAVUNA / LUZ DO REPENTE / BAGAÇO DA LARANJA

Sigem

Na feirinha da Pavuna
Houve uma grande confusão
A dona Cebola que estava invocada
Ela deu uma tapa no seu Pimentão

LUZ DO REPENTE
(Arlindo Cruz / Marquinhos PQD / Franco)

Deixa comigo, deixa comigo
Eu seguro o pagode
Não deixo cair, é
Sem vacilar, é
Sem me exibir, é
Só vim mostrar, é
O que aprendi

BAGAÇO DA LARANJA
(Zeca Pagodinho / Arlindo Cruz)
Sigem

Fui no pagode
Acabou a comifa
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Jovelina Pérola Negra

Feristes um coração e hoje vem chorando implorando meu perdão
Não dou porque sofri demais
Tua traição me tirou a paz
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor

Ai feristes
Feristes um coração e hoje vem chorando implorando meu perdão
Não dou porque sofri demais
Tua traição me tirou a paz
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor

Pouco me importa se agora choras
Me fechaste a porta, me mandaste embora
Eu aprendi a suportar a minha dor
Hoje eu vivo bem sem o teu amor
Não queira destruir a minha felicidade
No meu peito a tua chama já n arde
A tua volta foi covarde
Agora é tarde, vai chorar a tua saudade

MONARCO / RATINHO

FERISTES UM CORAÇÃO

Feristes um coração e hoje vem chorando implorando meu perdão
Não dou porque sofri demais
Tua traição me tirou a paz
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor

Ai feristes
Feristes um coração e hoje vem chorando implorando meu perdão
Não dou porque sofri demais
Tua traição me tirou a paz
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor
Sou feliz em meu lar, tenho um novo amor
A teu lado eu só vi sofrimento e dor

Pouco me importa se agora choras
Me fechaste a porta, me mandaste embora
Eu aprendi a suportar a minha dor
Hoje eu vivo bem sem o teu amor
Não queira destruir a minha felicidade
No meu peito a tua chama já n arde
A tua volta foi covarde
Agora é tarde, vai chorar a tua saudade

MONARCO / RATINHO

Minha preta não quis entender
Quando eu cheguei em casa feliz
De manhã ao voltar de um lazer
No morro da matriz
Ela disse que eu tava de zorra
Só pra cortar a minha
Rodopiando feito piorra
Pra sala pra cozinha
Êta, mundo cão, vida cachorra
Que má sorte a minha
Me amarrar numa preta
Que além de careta com a cara mais limpa
Quando rodo mundo abre de par
Ela abre de impar
É cismada que eu tenho outro amor
No morro da matriz
Se eu demoro a chegar, é um terror
Ela torce o nariz
Ela disse que eu tava de farra
Só pra me intimidar
Cara feia e cheia de marra
Começou a zoar
Fez tumulto, armou algazarra
É de amargar
Se amarrar numa preta
Que além de careta faz cara de dona
Quando todo mundo abre de três
Ela abre de lona
É cismada que tem filial
No morro da matriz
Se eu demoro a chegar, fico mal
Ela torce o nariz

ARLINDO CRUZ / SERGINHO MERITI

FILIAL DA MATRIZ

Minha preta não quis entender
Quando eu cheguei em casa feliz
De manhã ao voltar de um lazer
No morro da matriz
Ela disse que eu tava de zorra
Só pra cortar a minha
Rodopiando feito piorra
Pra sala pra cozinha
Êta, mundo cão, vida cachorra
Que má sorte a minha
Me amarrar numa preta
Que além de careta com a cara mais limpa
Quando rodo mundo abre de par
Ela abre de impar
É cismada que eu tenho outro amor
No morro da matriz
Se eu demoro a chegar, é um terror
Ela torce o nariz
Ela disse que eu tava de farra
Só pra me intimidar
Cara feia e cheia de marra
Começou a zoar
Fez tumulto, armou algazarra
É de amargar
Se amarrar numa preta
Que além de careta faz cara de dona
Quando todo mundo abre de três
Ela abre de lona
É cismada que tem filial
No morro da matriz
Se eu demoro a chegar, fico mal
Ela torce o nariz

ARLINDO CRUZ / SERGINHO MERITI

Oh pretinha, fiquei amarrado na sua blusinha (4x)
Mas essa sua blusa é uma coisa louca
Ta todo mundo prestando atenção
E esses moranguinhos dão água na boca
Será que esse bordado foi feito à mão?
Se você topar, proponho um casamento
Dou-lhe um apartamento no Novo Leblon
Todo mobiliado com empregadinha
Tudo isso por causa da sua blusinha, pretinha
Refrão
Mas se você já tiver compromisso
Não quero transgredir o nono mandamento
Ainda mais se o teu nego for aquele nego
Que quando ta de fogo encara um regimento
E ele já está me olhando esse tempo todo
E já bebeu uma garrafa de cana purinha
Ou será que ele também está amarrado
No bordado da sua blusinha? Pretinha
Refrão

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / RODE

FIQUEI AMARRADO NA SUA BLUSINHA

Oh pretinha, fiquei amarrado na sua blusinha (4x)
Mas essa sua blusa é uma coisa louca
Ta todo mundo prestando atenção
E esses moranguinhos dão água na boca
Será que esse bordado foi feito à mão?
Se você topar, proponho um casamento
Dou-lhe um apartamento no Novo Leblon
Todo mobiliado com empregadinha
Tudo isso por causa da sua blusinha, pretinha
Refrão
Mas se você já tiver compromisso
Não quero transgredir o nono mandamento
Ainda mais se o teu nego for aquele nego
Que quando ta de fogo encara um regimento
E ele já está me olhando esse tempo todo
E já bebeu uma garrafa de cana purinha
Ou será que ele também está amarrado
No bordado da sua blusinha? Pretinha
Refrão

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / RODE

Foi embora, desprezou meu bem-querer
E agora, diz o que posso fazer
Que saudade, na verdade estou sofrendo sem ela
Porque ela, foi embora
Jurou nunca mais voltar
Me apavora dá vontade de chorar
A tristeza e a certeza que eu não vivo sem ela
Porque ela é meu porto
É meu vinho, meu encanto e alegria
É o canto que desperta o meu dia
É a reza que me faz adormecer
Uma noite de prazer
E sem ela, se arrastam os segundos do meu tempo
Eu confesso que sem ela eu não aguento
Peço à Deus que ela volte e eu volte a viver

Pois sem ela é padecer
Lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála

ZECA PAGODINHO/ ARLINDO CRUZ/ SOMBRINHA

FOI EMBORA

Foi embora, desprezou meu bem-querer
E agora, diz o que posso fazer
Que saudade, na verdade estou sofrendo sem ela
Porque ela, foi embora
Jurou nunca mais voltar
Me apavora dá vontade de chorar
A tristeza e a certeza que eu não vivo sem ela
Porque ela é meu porto
É meu vinho, meu encanto e alegria
É o canto que desperta o meu dia
É a reza que me faz adormecer
Uma noite de prazer
E sem ela, se arrastam os segundos do meu tempo
Eu confesso que sem ela eu não aguento
Peço à Deus que ela volte e eu volte a viver

Pois sem ela é padecer
Lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála, lalaiála

ZECA PAGODINHO/ ARLINDO CRUZ/ SOMBRINHA

Laiá, laiá...

Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar...

Porém!
Ai, porém...
Há um caso diferente
Que marcou um breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Eu carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém que não me lembro anunciou

Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou...
Ah! Minha Portela!
Quando eu vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu, nem era do mar

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar...

Laiá, laiá...

PAULINHO DA VIOLA

FOI UM RIO QUE PASSOU EM MINHA VIDA

Laiá, laiá...

Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar...

Porém!
Ai, porém...
Há um caso diferente
Que marcou um breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Eu carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém que não me lembro anunciou

Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou...
Ah! Minha Portela!
Quando eu vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu, nem era do mar

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar...

Laiá, laiá...

PAULINHO DA VIOLA

Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar…

Porém!
Ai, porém…
Há um caso diferente
Que marcou um breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Eu carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém que não me lembro anunciou

Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou…
Ah! Minha Portela!
Quando eu vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu, nem era do mar

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Laiá, laiá…
Laiá, laiá…

Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar…

Porém!
Ai, porém…
Há um caso diferente
Que marcou um breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Eu carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém que não me lembro anunciou

Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou…
Ah! Minha Portela!
Quando eu vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu, nem era do mar

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Laiá, laiá…
Laiá, laiá…

Laiá, laiá…
Laiá, laiá…

PAULINHO DA VIOLA

FOI UM RIO QUE PASSOU EM MINHA VIDA COM PAULINHO DA VIOLA

Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar…

Porém!
Ai, porém…
Há um caso diferente
Que marcou um breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Eu carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém que não me lembro anunciou

Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou…
Ah! Minha Portela!
Quando eu vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu, nem era do mar

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Laiá, laiá…
Laiá, laiá…

Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar…

Porém!
Ai, porém…
Há um caso diferente
Que marcou um breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Eu carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém que não me lembro anunciou

Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou…
Ah! Minha Portela!
Quando eu vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu, nem era do mar

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar…

Laiá, laiá…
Laiá, laiá…

Laiá, laiá…
Laiá, laiá…

PAULINHO DA VIOLA


Lua que não muda
Não muda maré
Você não se iluda
Formiga miúda
Não morde o meu pé
Êta, samba feito
Pra dizer verdade
Quem tiver vontade
Basta abrir o peito
Mas quem tem defeito
Que se cale agora
Ou que dê um jeito
De ficar de fora
Por quê?
Se a dor da queixa
Fica sem resposta
A roda fecha
Mal a gente encosta
E quando abre deixa
A ferida exposta
Êta, samba rude
Pra cantar na praça
Entre uma atitude
E outra cachaça
Quem tiver virtude
Que puxe o refrão
Antes que ele mude
De opinião
Por que?
Mão que afaga
Não afoga o trauma
E só se apaga
Uma dor da alma
Quando o samba esmaga
Palma contra palma

Shopping Samba
(Marcos Paiva / Wilson Moreira)

Vou te contar, rapaz
Tem malandro entolando demais
No shopping samba
O barato está no cartaz Mocotó sem tornozelo
Sacolé fora do gelo
Feijoada de sagu
Agrião de talo grosso
Carne seca de pescoço
Nessa todo mundo vem
É melaço de urutu
Não vai sobrar nada pra ninguém
Afoxé da Argentina
Rock and Roll da conchinchina
Rumba do waterloo
Boi bumbá de Nova York
Foxtrote do Oiapoque
Nessa todo mundo vem
E pagode de Seul
Não vai sobrar nada pra ninguém

Sérgio Fonseca / Wilson Moreira

FORMIGA MIUDA / SHOPPING SAMBA


Lua que não muda
Não muda maré
Você não se iluda
Formiga miúda
Não morde o meu pé
Êta, samba feito
Pra dizer verdade
Quem tiver vontade
Basta abrir o peito
Mas quem tem defeito
Que se cale agora
Ou que dê um jeito
De ficar de fora
Por quê?
Se a dor da queixa
Fica sem resposta
A roda fecha
Mal a gente encosta
E quando abre deixa
A ferida exposta
Êta, samba rude
Pra cantar na praça
Entre uma atitude
E outra cachaça
Quem tiver virtude
Que puxe o refrão
Antes que ele mude
De opinião
Por que?
Mão que afaga
Não afoga o trauma
E só se apaga
Uma dor da alma
Quando o samba esmaga
Palma contra palma

Shopping Samba
(Marcos Paiva / Wilson Moreira)

Vou te contar, rapaz
Tem malandro entolando demais
No shopping samba
O barato está no cartaz Mocotó sem tornozelo
Sacolé fora do gelo
Feijoada de sagu
Agrião de talo grosso
Carne seca de pescoço
Nessa todo mundo vem
É melaço de urutu
Não vai sobrar nada pra ninguém
Afoxé da Argentina
Rock and Roll da conchinchina
Rumba do waterloo
Boi bumbá de Nova York
Foxtrote do Oiapoque
Nessa todo mundo vem
E pagode de Seul
Não vai sobrar nada pra ninguém

Sérgio Fonseca / Wilson Moreira

Nada de guardar rancor
Quem é perdedor, só Deus vai julgar
Quem somos nós, não temos voz
Maior que a do Senhor
Por isso temos que entender
O nosso dever é nos respeitar

Não se dividir, nem se desprezar
Não se iludir, só de amor sonhar

Não julgar outro coração
Confiar sem se acomodar
Prosseguir sem fugir
Provar que tem amor pra dar
Afinal, aprender a ser sozinho
No frio de uma solidão
No frio de uma solidão

ZECA PAGODINHO / MAURO DINIZ

FRIO DE UMA SOLIDÃO

Nada de guardar rancor
Quem é perdedor, só Deus vai julgar
Quem somos nós, não temos voz
Maior que a do Senhor
Por isso temos que entender
O nosso dever é nos respeitar

Não se dividir, nem se desprezar
Não se iludir, só de amor sonhar

Não julgar outro coração
Confiar sem se acomodar
Prosseguir sem fugir
Provar que tem amor pra dar
Afinal, aprender a ser sozinho
No frio de uma solidão
No frio de uma solidão

ZECA PAGODINHO / MAURO DINIZ

Pode ter certeza esse fumo de rolo é do bom (4x)
Minha avó mascava, fumo de rolo antigamente
E minha mãe passava, fumo de rolo nos dentes
Minha avó mascava, fumo de rolo antigamente
E minha mãe passava, fumo de rolo nos dentes
Fumo de rolo vêm desde o tempo do pessoal das correntes
Coisa do “Arco da Velha”, hoje é a mamãe quem faz
Eu não masco fumo, nem passo ele nos dentes
Eu só fumo...fumo, do meu cachimbo minha gente
Do meu cachimbo minha gente (4x)
Mas mamãe ainda mantém a tradição
Ela disse que esse fumo é do bom, pra fortalecer os dentes
Eu moleque, que gosto de cair na gandaia
Aperto o fumo na palha,da cana-caiana mais doce
Eu moleque, que gosto de cair na gandaia
Aperto o fumo na palha da cana caiana mais doce
E pode ter
E pode ter certeza que esse fumo de rolo é bom (2x)
E pode ter
E pode ter certeza que esse fumo de rolo é bom (2x)
Minha avó mascava....

ALAMIR / ARINO GANGA / CLEMAR

FUMO DO BOM

Pode ter certeza esse fumo de rolo é do bom (4x)
Minha avó mascava, fumo de rolo antigamente
E minha mãe passava, fumo de rolo nos dentes
Minha avó mascava, fumo de rolo antigamente
E minha mãe passava, fumo de rolo nos dentes
Fumo de rolo vêm desde o tempo do pessoal das correntes
Coisa do “Arco da Velha”, hoje é a mamãe quem faz
Eu não masco fumo, nem passo ele nos dentes
Eu só fumo...fumo, do meu cachimbo minha gente
Do meu cachimbo minha gente (4x)
Mas mamãe ainda mantém a tradição
Ela disse que esse fumo é do bom, pra fortalecer os dentes
Eu moleque, que gosto de cair na gandaia
Aperto o fumo na palha,da cana-caiana mais doce
Eu moleque, que gosto de cair na gandaia
Aperto o fumo na palha da cana caiana mais doce
E pode ter
E pode ter certeza que esse fumo de rolo é bom (2x)
E pode ter
E pode ter certeza que esse fumo de rolo é bom (2x)
Minha avó mascava....

ALAMIR / ARINO GANGA / CLEMAR

nan

VINICIUS DE MORAES / GAROTO / CHICO BUARQUE

GENTE HUMILDE

nan

VINICIUS DE MORAES / GAROTO / CHICO BUARQUE

Não se deve amar sem ser amado
É melhor morrer crucificado
Deus nos livre
Das mulheres de hoje em dia
Desprezam o homem
Só por causa da orgia

Gosto que me enrosco
De ouvir dizer
Que a parte mais fraca
É a mulher
Mas o homem
Com toda fortaleza
Desce da nobreza
E faz o que ela quer

Dizem que a mulher é “a parte fraca” (o sexo frágil)
Nisto é que eu não posso acreditar
Entre beijos e abraços e carinhos
O homem não tendo
É até capaz de roubar

Gosto que me enrosco...

SINHÔ

GOSTO QUE ME ENROSCO

Não se deve amar sem ser amado
É melhor morrer crucificado
Deus nos livre
Das mulheres de hoje em dia
Desprezam o homem
Só por causa da orgia

Gosto que me enrosco
De ouvir dizer
Que a parte mais fraca
É a mulher
Mas o homem
Com toda fortaleza
Desce da nobreza
E faz o que ela quer

Dizem que a mulher é “a parte fraca” (o sexo frágil)
Nisto é que eu não posso acreditar
Entre beijos e abraços e carinhos
O homem não tendo
É até capaz de roubar

Gosto que me enrosco...

SINHÔ

Ainda resta um terço desse amor
Uma gota de esperança
Uma ponta de luz capaz
De nos iluminar como um clarão
E podermos sentir em fim
Qual de nós concorreu pro fim
E humildimente,descentemente
Dar a mão ao bolo sim
Quando tudo era mel céu flor
Quando não se pensava em dor
Quando o bem maior,caminho melhor
Era eu pra você, você pra mim
Uma coisa eu lembro e não me esqueço
Seu olhar no meu primeira vez
O teu jeito meigo
Me pegou tão leigo
Nas manhas do amor gamei

NELSON RUFINO / ORLANDO RANGEL

GOTA DE ESPERANÇA

Ainda resta um terço desse amor
Uma gota de esperança
Uma ponta de luz capaz
De nos iluminar como um clarão
E podermos sentir em fim
Qual de nós concorreu pro fim
E humildimente,descentemente
Dar a mão ao bolo sim
Quando tudo era mel céu flor
Quando não se pensava em dor
Quando o bem maior,caminho melhor
Era eu pra você, você pra mim
Uma coisa eu lembro e não me esqueço
Seu olhar no meu primeira vez
O teu jeito meigo
Me pegou tão leigo
Nas manhas do amor gamei

NELSON RUFINO / ORLANDO RANGEL

Partiu de Portugal, e veio pra vencer
Faz serviço braçal, tem muito o que fazer.
É muito mulher disposição!!
Não é pêra doce não.

Só ela pra cuidar do lar e toda a tristeza varrer
Se algum problema pintar, é ela quem vai resolver
É luz que não pode faltar pra iluminar meu viver
O nome dela é Griselda

Só ela pode religar o fio da nossa paixão
Se a coisa quiser complicar, é ela quem baixa a tensão
Só ela é quem pode tirar as manchas do meu coração
O nome dela é Griselda, o nome dela é Griselda, o nome dela é Griselda

ZECA PAGODINHO/ARLINDO CRUZ/SOMBRINHA

GRISELDA

Partiu de Portugal, e veio pra vencer
Faz serviço braçal, tem muito o que fazer.
É muito mulher disposição!!
Não é pêra doce não.

Só ela pra cuidar do lar e toda a tristeza varrer
Se algum problema pintar, é ela quem vai resolver
É luz que não pode faltar pra iluminar meu viver
O nome dela é Griselda

Só ela pode religar o fio da nossa paixão
Se a coisa quiser complicar, é ela quem baixa a tensão
Só ela é quem pode tirar as manchas do meu coração
O nome dela é Griselda, o nome dela é Griselda, o nome dela é Griselda

ZECA PAGODINHO/ARLINDO CRUZ/SOMBRINHA

Oooo, Guiomar
Guiomar, e, e Guiomar
Nunca mais eu soube dela
Deus a tenha em bom lugar
O Guiomar, Guiomar

Num pagode no Salgueiro, conheci a Guiomar
Me olhando de banda do canto sala,
Me deu uma "pala" que me fez parar
Se eu não cabeça feita, se eu não sou tudo que sou
Fica de cama mais de uma semana
Aquela Baiana me barateou
O Guiomar, Guiomar

De vagar bem miudinho, me chamou pra vadiar
Me deu um negócio lá dentro do peito
Não tive nem jeito pra improvisar
Juro pelo amor da Santa, por tudo que é mais sagrado
Se não tenho força se não me seguro
Esqueço o futuro, o presente e o passado
O Guiomar

Já vinha raiando o dia, quando o samba teve fim
Cheguei no barraco acendi uma vela
Se eu entro naquela, coitado de mim
Nunca mais eu soube dela e nunca mais quero saber
Já faz tanto tempo mais de vez enquanto
Eu acordo chorando sem saber por quê?
O Guiomar, Guiomar

NEI LOPES

GUIOMAR

Oooo, Guiomar
Guiomar, e, e Guiomar
Nunca mais eu soube dela
Deus a tenha em bom lugar
O Guiomar, Guiomar

Num pagode no Salgueiro, conheci a Guiomar
Me olhando de banda do canto sala,
Me deu uma "pala" que me fez parar
Se eu não cabeça feita, se eu não sou tudo que sou
Fica de cama mais de uma semana
Aquela Baiana me barateou
O Guiomar, Guiomar

De vagar bem miudinho, me chamou pra vadiar
Me deu um negócio lá dentro do peito
Não tive nem jeito pra improvisar
Juro pelo amor da Santa, por tudo que é mais sagrado
Se não tenho força se não me seguro
Esqueço o futuro, o presente e o passado
O Guiomar

Já vinha raiando o dia, quando o samba teve fim
Cheguei no barraco acendi uma vela
Se eu entro naquela, coitado de mim
Nunca mais eu soube dela e nunca mais quero saber
Já faz tanto tempo mais de vez enquanto
Eu acordo chorando sem saber por quê?
O Guiomar, Guiomar

NEI LOPES

EMI

Hoje é dia de festa
Em todos terreiros
Ouviu, Mariá?
Hoje é dia de todos os santos bom dia
Pra se curiar
O coro tá comendo
Essa hora também na casa de sinhá
Até cobra deve estar fumando
Minha gente por lá

Aué, aué...

Hoje eu quero saber
Como está minha banda no pé do gongá
Olho ruim é pior
Do que praga de mãe e madrinha
Olho ruim também seca
Qualquer pimenteira na vida

Macacos me mordam
Se a gente não tá cheio de magia
E se eu estiver
A sinhá vai tirar Maria

Até no bom tempo
Também não se pode confiar, Maria
Eu já vi chover
Com tremendo sol quente, Maria

Seguro morreu de velho
E desconfiado ficou, Maria
Coma com Pedro
Mas sempre com olho
No Pedro, Maria
Na Bahia, minha, minha gente
Os tambores tocam noite e dia
Porque os baianos
Não dormem com os olhos dos outros, Maria

EFSON

HOJE É DIA DE FESTA

EMI

Hoje é dia de festa
Em todos terreiros
Ouviu, Mariá?
Hoje é dia de todos os santos bom dia
Pra se curiar
O coro tá comendo
Essa hora também na casa de sinhá
Até cobra deve estar fumando
Minha gente por lá

Aué, aué...

Hoje eu quero saber
Como está minha banda no pé do gongá
Olho ruim é pior
Do que praga de mãe e madrinha
Olho ruim também seca
Qualquer pimenteira na vida

Macacos me mordam
Se a gente não tá cheio de magia
E se eu estiver
A sinhá vai tirar Maria

Até no bom tempo
Também não se pode confiar, Maria
Eu já vi chover
Com tremendo sol quente, Maria

Seguro morreu de velho
E desconfiado ficou, Maria
Coma com Pedro
Mas sempre com olho
No Pedro, Maria
Na Bahia, minha, minha gente
Os tambores tocam noite e dia
Porque os baianos
Não dormem com os olhos dos outros, Maria

EFSON

Vem matar a saudade que está me matando
Ameniza, por Deus, esse meu padecer
Foi preciso perder pra saber que eu te amo
Saber que eu não posso viver sem você
Vem correndo, meus braços estão te esperando
Com a mesma emoção de quando começou
Eu te prometo achar um jeito pra não mais
Te fazer chorar, te dar meu mundo
O meu carinho, o meu amor sem par

Quanto mais o tempo vai passando, eu vou
Sem a paz que tinha junto a esse amor
Hoje sei quanto faz bem pra minha vida
Corro atrás pra curar essa tal ferida

Vem matar...

NELSON RUFINO

HOJE SEI QUE TE AMO

Vem matar a saudade que está me matando
Ameniza, por Deus, esse meu padecer
Foi preciso perder pra saber que eu te amo
Saber que eu não posso viver sem você
Vem correndo, meus braços estão te esperando
Com a mesma emoção de quando começou
Eu te prometo achar um jeito pra não mais
Te fazer chorar, te dar meu mundo
O meu carinho, o meu amor sem par

Quanto mais o tempo vai passando, eu vou
Sem a paz que tinha junto a esse amor
Hoje sei quanto faz bem pra minha vida
Corro atrás pra curar essa tal ferida

Vem matar...

NELSON RUFINO

Ela chorou na hora da partida
Ficou tão comovida
Eu também fiquei
Sentindo.... minha alma dolorida
Na despedida... eu também chorei
Chorei, porque foi tudo inesperadamente
O coração da gente fica a palpitar
Vendo... um amor envolvente
Estranhamente.... se afastar
Qual um barco que navega em alto mar
Pra não voltar
Feito a brisa inocente ao luar
Aos poucos se perder
Tentando se encontrar
Vai morrendo, assim
A esperança em meu olhar
E na solidão
Só me resta a recordação
De um romance tão lindo, muito lindo
Que só me fez sonhar
Mas tudo em vão
O meu sonho foi mesmo ilusão
Naufragou-se assim
Sem eu saber qual a razão

MAURO DINIZ / MONARCO

HORA DA PARTIDA

Ela chorou na hora da partida
Ficou tão comovida
Eu também fiquei
Sentindo.... minha alma dolorida
Na despedida... eu também chorei
Chorei, porque foi tudo inesperadamente
O coração da gente fica a palpitar
Vendo... um amor envolvente
Estranhamente.... se afastar
Qual um barco que navega em alto mar
Pra não voltar
Feito a brisa inocente ao luar
Aos poucos se perder
Tentando se encontrar
Vai morrendo, assim
A esperança em meu olhar
E na solidão
Só me resta a recordação
De um romance tão lindo, muito lindo
Que só me fez sonhar
Mas tudo em vão
O meu sonho foi mesmo ilusão
Naufragou-se assim
Sem eu saber qual a razão

MAURO DINIZ / MONARCO

nan

JORGE PORTUGAL / ROBERTO MENDES

ILUMINADA

nan

JORGE PORTUGAL / ROBERTO MENDES

Oh! Insensato destino
Prá quê?
Tanta desilusão
No meu viver
Eu quero apenas ser feliz
Ao menos uma vez
E conseguir
O acalanto da paixão
Fui desprezado e magoado
Por alguém que abordou
Meu coração, coração
Fui desprezado e magoado
Por alguém que abordou
Meu coração...
Destino!
Porque fazes assim?
Tenha pena de mim
Veja bem
Não mereço sofrer
Quero apenas um dia poder
Viver num mar de felicidade
Com alguém que me ame
De verdade...

MAURÍCIO LINS/ACYR MARQUES/CHIQUINHO

INSENSATO DESTINO

Oh! Insensato destino
Prá quê?
Tanta desilusão
No meu viver
Eu quero apenas ser feliz
Ao menos uma vez
E conseguir
O acalanto da paixão
Fui desprezado e magoado
Por alguém que abordou
Meu coração, coração
Fui desprezado e magoado
Por alguém que abordou
Meu coração...
Destino!
Porque fazes assim?
Tenha pena de mim
Veja bem
Não mereço sofrer
Quero apenas um dia poder
Viver num mar de felicidade
Com alguém que me ame
De verdade...

MAURÍCIO LINS/ACYR MARQUES/CHIQUINHO

Bota dendê no meu caruru
Bota dendê no meu vatapá

Eu quero ver o caldeirão ferver
Põe pimenta pra arder
Já mandei botar dendê

Já mandei botar dendê
Pra dar gosto no tempero
Já mandei botar dendê
Pro sabor bailar no cheiro
Bota, se não eu não vou comer
Eu não quero me aborrecer
Já mandei botar dendê

Faça o favor de me obedecer
Se não brigo com você
Já mandei botar dendê

Sinto saudade da comida de sinhá
Que jamais deixou de usar
Dendê pra dar bom paladar
É na moqueca, é no bobó, é no xinxim
Bota um pouco mais pra mim
Tempero sem dendê, não dá

O tempero é gostoso, vem ver
É gostoso demais, pode crer
Vem comigo sentir o prazer
De provar do dendê

ARLINDO CRUZ / MAURICÃO / ZECA PAGODINHO

JÁ MANDEI BOTAR DENDÊ

Bota dendê no meu caruru
Bota dendê no meu vatapá

Eu quero ver o caldeirão ferver
Põe pimenta pra arder
Já mandei botar dendê

Já mandei botar dendê
Pra dar gosto no tempero
Já mandei botar dendê
Pro sabor bailar no cheiro
Bota, se não eu não vou comer
Eu não quero me aborrecer
Já mandei botar dendê

Faça o favor de me obedecer
Se não brigo com você
Já mandei botar dendê

Sinto saudade da comida de sinhá
Que jamais deixou de usar
Dendê pra dar bom paladar
É na moqueca, é no bobó, é no xinxim
Bota um pouco mais pra mim
Tempero sem dendê, não dá

O tempero é gostoso, vem ver
É gostoso demais, pode crer
Vem comigo sentir o prazer
De provar do dendê

ARLINDO CRUZ / MAURICÃO / ZECA PAGODINHO

BMG

Quando eu me lembro
Dos meus tempos de criança
Jogo de botão ou de pelada
Cara suja na calçada
Calça curta e pé no chão
Vovó zangava quando eu não passava
Na lição
Mamãezinha punha de castigo
Se no tal ano letivo
Não mostrasse produção
Papai brigava e como dava sugestão
Moleque você tem que tomar jeito
Pois se não andar direito
Eu lhe meto o cinturão
E quando a noitinha
Ia chegando, pra caminha
caminhando
Eu cantava esse refrão
Embala eu babá
Embala eu
Embala eu babá
Embala eu

DARCY DO NASCIMENTO / DOMINGUINHOS DO ESTÁCIO

JEITO MOLEQUE

BMG

Quando eu me lembro
Dos meus tempos de criança
Jogo de botão ou de pelada
Cara suja na calçada
Calça curta e pé no chão
Vovó zangava quando eu não passava
Na lição
Mamãezinha punha de castigo
Se no tal ano letivo
Não mostrasse produção
Papai brigava e como dava sugestão
Moleque você tem que tomar jeito
Pois se não andar direito
Eu lhe meto o cinturão
E quando a noitinha
Ia chegando, pra caminha
caminhando
Eu cantava esse refrão
Embala eu babá
Embala eu
Embala eu babá
Embala eu

DARCY DO NASCIMENTO / DOMINGUINHOS DO ESTÁCIO

No varandão da casa grande
Houve uma reunião
Pois sumiu o boi malhado, gado estimado
Orgulho da produção
Coronel fazendeiro
Convocou todos vaqueiros
Pra saber do paradeiro
De malhado campeão
O carreador de boi
Então contou como foi
Jibóia comeu o boi, ê, patrão
Jibóia comeu o boi
A lua, divina lua
Que clareia a pradaria
De noite não clareou
Pojs justo naquele dia Sinhazinha eslava em prantos Chorava por todo o canto Sem querer se conformar Boi malhado foi vencido
De noite um forte mugido Ainda paira no ar
Jibóia comeu o boi, ê, patrão
Jibóia comeu o boi

JOÃO QUADRADO / BETO SEM BRAÇO

JIBÓIA COMEU O BOI

No varandão da casa grande
Houve uma reunião
Pois sumiu o boi malhado, gado estimado
Orgulho da produção
Coronel fazendeiro
Convocou todos vaqueiros
Pra saber do paradeiro
De malhado campeão
O carreador de boi
Então contou como foi
Jibóia comeu o boi, ê, patrão
Jibóia comeu o boi
A lua, divina lua
Que clareia a pradaria
De noite não clareou
Pojs justo naquele dia Sinhazinha eslava em prantos Chorava por todo o canto Sem querer se conformar Boi malhado foi vencido
De noite um forte mugido Ainda paira no ar
Jibóia comeu o boi, ê, patrão
Jibóia comeu o boi

JOÃO QUADRADO / BETO SEM BRAÇO

Pimenta pode ser da mais ardida
Pois no meu peito já houve ardência maior
Não tenho preferência por comida
Obrigado nessa vida
Já engoli coisa pior, por isso, ó nega
Ó nega, pode preparar o jiló
Ó nega, pode preparar o jiló

Já engoli sapo, já tomei catarro, ninguém teve dó
Aprendi que nesse mundo não se dá ponto sem nó
Sou vagabundo sofrido, quase reduzido a pó
Por isso, ó nega
Ó nega pode preparar o jiló
Ó nega pode preparar o jiló

Já mandei fechar meu corpo
Me benzi com água benta
Mas ouvi praga mais forte
Dessa gente agourenta
Não há ninguém cem por cento
Poucos são pedra noventa, então nega
Ó nega, prepara o jiló com pimenta
Ó nega, prepara o jiló com pimenta

Vou querer com bebida
Birita com leite em pó
Por isso, ó nega
Ó nega, pode preparar o jiló
Ó nega, pode preparar o jiló

Quando um pobre se lamenta
Mais um rico se contenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Vou roendo preda dura
Sonhando com pão-de-ló, por isso, ó nega
Ó nega, pode preparar o jiló
Ó nega, pode preparar o jiló

O homem só aprende a vida
Quando nela se aposenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Eu tenho que dar um jeito
Qualquer coisa a gente inventa, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Eu vou batendo com a palma da mão
E com uma lata velha
Que o samba incrementa
Então, ó nega, prepara o jiló com pimenta
Ó nega, prepara o jiló com pimenta

Você diz que tá com tudo
Porém nada apresenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Eu preciso de sossego
Por favor não me atenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

ARLINDO CRUZ E ZECA PAGODINHO

JILÓ COM PIMENTA

Pimenta pode ser da mais ardida
Pois no meu peito já houve ardência maior
Não tenho preferência por comida
Obrigado nessa vida
Já engoli coisa pior, por isso, ó nega
Ó nega, pode preparar o jiló
Ó nega, pode preparar o jiló

Já engoli sapo, já tomei catarro, ninguém teve dó
Aprendi que nesse mundo não se dá ponto sem nó
Sou vagabundo sofrido, quase reduzido a pó
Por isso, ó nega
Ó nega pode preparar o jiló
Ó nega pode preparar o jiló

Já mandei fechar meu corpo
Me benzi com água benta
Mas ouvi praga mais forte
Dessa gente agourenta
Não há ninguém cem por cento
Poucos são pedra noventa, então nega
Ó nega, prepara o jiló com pimenta
Ó nega, prepara o jiló com pimenta

Vou querer com bebida
Birita com leite em pó
Por isso, ó nega
Ó nega, pode preparar o jiló
Ó nega, pode preparar o jiló

Quando um pobre se lamenta
Mais um rico se contenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Vou roendo preda dura
Sonhando com pão-de-ló, por isso, ó nega
Ó nega, pode preparar o jiló
Ó nega, pode preparar o jiló

O homem só aprende a vida
Quando nela se aposenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Eu tenho que dar um jeito
Qualquer coisa a gente inventa, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Eu vou batendo com a palma da mão
E com uma lata velha
Que o samba incrementa
Então, ó nega, prepara o jiló com pimenta
Ó nega, prepara o jiló com pimenta

Você diz que tá com tudo
Porém nada apresenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

Eu preciso de sossego
Por favor não me atenta, então nega
Ó nega, prepare o jiló com pimenta
Ó nega, prepare o jiló com pimenta

ARLINDO CRUZ E ZECA PAGODINHO

Sigem / Tapajós (EMI)

Judia de mim,
Judia
Se não sou merecedor desse amor
Se eu choro
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimentos

Judia de mim,
Judia
Se não sou merecedor desse amor

É a cana quando é boa se conhece pelo nó
Assovio entre os dentes, uma cantiga dolente
Entre cacos e cavacos sobrei eu
Duro nos cascos
Bem curtido pelo cheiro do sovacos

Judia de mim,
Judia
Se não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimentos

E quem dança qualquer dança, a bonança não sabe o que é
Desconhece a esperança
No falso amor leva fé
Quem de paz se alimenta se contenta com migalhas
Não se aflige e corrige as próprias falhas

Judia de mim...

ZECA PAGODINHO / WILSON MOREIRA

JUDIA DE MIM

Sigem / Tapajós (EMI)

Judia de mim,
Judia
Se não sou merecedor desse amor
Se eu choro
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimentos

Judia de mim,
Judia
Se não sou merecedor desse amor

É a cana quando é boa se conhece pelo nó
Assovio entre os dentes, uma cantiga dolente
Entre cacos e cavacos sobrei eu
Duro nos cascos
Bem curtido pelo cheiro do sovacos

Judia de mim,
Judia
Se não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimentos

E quem dança qualquer dança, a bonança não sabe o que é
Desconhece a esperança
No falso amor leva fé
Quem de paz se alimenta se contenta com migalhas
Não se aflige e corrige as próprias falhas

Judia de mim...

ZECA PAGODINHO / WILSON MOREIRA

Judia de mim, judia
Se eu não sou merecedor desse amor

Será que você
não notou
É a você
que eu adoro
Carrego esse meu sentimento
Sem ressentimento

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

É, a cana quando
é boa
Se conhece pelo nó
Assovio entre os dentes
Um cantiga dolente
Entre cacos e cavacos
Sobrei eu,
duro nos cascos
Bem curtindo pelo cheiro dos sovacos

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimento
Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

E quem dança
qualquer dança
Na bonança não
sabe o que é desconhece a esperança
No falso amor leva, fé
Quem de paz se alimenta
Se contenta com migalhas
Não se aflinge
E corrige as próprias falhas

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

Será que você
não notou
É a você
que eu adoro
Carrego esse meu sentimento
Sem ressentimento

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

É, a cana quando
é boa
Se conhece pelo nó
Assovio entre os dentes
Um cantiga dolente
Entre cacos e cavacos
Sobrei eu,
duro nos cascos
Bem curtindo pelo cheiro dos sovacos

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimento
Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

E quem dança
qualquer dança
Na bonança não
sabe o que é desconhece a esperança
No falso amor leva, fé
Quem de paz se alimenta
Se contenta com migalhas
Não se aflinge
E corrige as próprias falhas

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimento
Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

WILSON MOREIRA/ ZECA PAGODINHO

JUDIA DE MIM COM WILSON MOREIRA

Judia de mim, judia
Se eu não sou merecedor desse amor

Será que você
não notou
É a você
que eu adoro
Carrego esse meu sentimento
Sem ressentimento

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

É, a cana quando
é boa
Se conhece pelo nó
Assovio entre os dentes
Um cantiga dolente
Entre cacos e cavacos
Sobrei eu,
duro nos cascos
Bem curtindo pelo cheiro dos sovacos

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimento
Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

E quem dança
qualquer dança
Na bonança não
sabe o que é desconhece a esperança
No falso amor leva, fé
Quem de paz se alimenta
Se contenta com migalhas
Não se aflinge
E corrige as próprias falhas

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

Será que você
não notou
É a você
que eu adoro
Carrego esse meu sentimento
Sem ressentimento

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

É, a cana quando
é boa
Se conhece pelo nó
Assovio entre os dentes
Um cantiga dolente
Entre cacos e cavacos
Sobrei eu,
duro nos cascos
Bem curtindo pelo cheiro dos sovacos

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimento
Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

E quem dança
qualquer dança
Na bonança não
sabe o que é desconhece a esperança
No falso amor leva, fé
Quem de paz se alimenta
Se contenta com migalhas
Não se aflinge
E corrige as próprias falhas

Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor
Será que você não notou
É a você que eu adoro
Carrego esse meu sentimento sem ressentimento
Judia de mim, judia se eu não sou merecedor desse amor

WILSON MOREIRA/ ZECA PAGODINHO

Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor
A tua jura,
Jura, jura de coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor
Jura
Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor
A tua jura,
Jura, jura de coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor
Daí então dar-te eu irei

Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor

SINHÔ

JURA

Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor
A tua jura,
Jura, jura de coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor
Jura
Jura, jura pelo Senhor
Jura,
Pela imagem da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor
A tua jura,
Jura, jura de coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão
Daí então dar-te eu irei
Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor
Daí então dar-te eu irei

Um beijo puro na catedral do amor
Dos sonhos meus,
Bem juntos aos teus
Para fugir das aflições da dor

SINHÔ

Jura, jura, jura
Pelo Senhor
Jura pela imagem
Da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor a tua jura
Jura, jura, jura
De coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão

Jura, jura, jura
Pelo Senhor
Jura pela imagem
Da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor a tua jura
Jura, jura, jura
De coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão

Daí então
Dar-te eu irei
O beijo puro na catedral do amor

Dos sonhos meus
Bem junto aos teus
Para fugir das aflições da dor

Jura, jura, jura
Pelo Senhor
Jura pela imagem
Da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor a tua jura
Jura, jura, jura
De coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão

Daí então
Dar-te eu irei
O beijo puro na catedral do amor

Dos sonhos meus
Bem junto aos teus
Para fugir das aflições da dor

Daí então
Dar-te eu irei
O beijo puro na catedral do amor

Dos sonhos meus
Bem junto aos teus
Para fugir das aflições da dor

SINHÔ

JURA COM ZÉLIA DUNCAN

Jura, jura, jura
Pelo Senhor
Jura pela imagem
Da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor a tua jura
Jura, jura, jura
De coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão

Jura, jura, jura
Pelo Senhor
Jura pela imagem
Da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor a tua jura
Jura, jura, jura
De coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão

Daí então
Dar-te eu irei
O beijo puro na catedral do amor

Dos sonhos meus
Bem junto aos teus
Para fugir das aflições da dor

Jura, jura, jura
Pelo Senhor
Jura pela imagem
Da Santa Cruz do Redentor
Pra ter valor a tua jura
Jura, jura, jura
De coração
Para que um dia
Eu possa dar-te o meu amor
Sem mais pensar na ilusão

Daí então
Dar-te eu irei
O beijo puro na catedral do amor

Dos sonhos meus
Bem junto aos teus
Para fugir das aflições da dor

Daí então
Dar-te eu irei
O beijo puro na catedral do amor

Dos sonhos meus
Bem junto aos teus
Para fugir das aflições da dor

SINHÔ

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Genésio a mulher do vizinho
Sustenta aquele vagabundo

Veneno é com o meu cavaquinho
Pois se eu to com ele encaro todo mundo
Se alguém pisa no meu calo
puxo o cavaquinho pra cantar de galo

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Genésio a mulher do vizinho
Sustenta aquele vagabundo

Veneno é com o meu cavaquinho
Pois se eu to com ele encaro todo mundo
Se alguém pisa no meu calo
puxo o cavaquinho pra cantar de galo

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Dói que nem punhal

Um pega na geral

Dói que nem punhal

Um pega na geral

JOÃO BOSCO/ ALDIR BLANC

KID CAVAQUINHO

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Genésio a mulher do vizinho
Sustenta aquele vagabundo

Veneno é com o meu cavaquinho
Pois se eu to com ele encaro todo mundo
Se alguém pisa no meu calo
puxo o cavaquinho pra cantar de galo

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Genésio a mulher do vizinho
Sustenta aquele vagabundo

Veneno é com o meu cavaquinho
Pois se eu to com ele encaro todo mundo
Se alguém pisa no meu calo
puxo o cavaquinho pra cantar de galo

Óia que foi só pega no cavaquihno
Pra nego bater
Mas se eu contar o que é que pode
Um cavaquinho os "home" não vai crer

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Quando ele se fere fere firme
Dói que nem punhal
Quando ele invoca até parece
Um pega na geral

Dói que nem punhal

Um pega na geral

Dói que nem punhal

Um pega na geral

JOÃO BOSCO/ ALDIR BLANC

Universal Publishing

Pedro Batuque não é de dar mole à tristeza
Ele firma no couro, na caixa, na mesa
A sua defesa é o seu batucar
Seja em cima do palco ou no meio da praça
Em qualquer lugar onde aglomere a massa
Ele bota na raça o povo pra sambar
Seu Batuque vem de Angola, vem da Guiné
Tem um quê de quilombola, de candomblé
Quem escuta, deita e rola, homem ou mulher
Sendo assim, lá vai marola, pois Pedro é
Um mestre a nos ensinar
E a gente tem que respeitar
Fazer por onde merecer axé
Que só mestre Pedro nos dá
Quando ele começa a tocar
Parece que estamos em Daomé
Produto do nosso quintal
O representante ideal
Da nossa cultura e da nossa fé
Retrato da nossa nação
Que faz com sua percussão
O país inteiro dizer no pé

SERGINHO MERITI / CLAUDINHO GUIMARÃES

LÁ VAI MAROLA

Universal Publishing

Pedro Batuque não é de dar mole à tristeza
Ele firma no couro, na caixa, na mesa
A sua defesa é o seu batucar
Seja em cima do palco ou no meio da praça
Em qualquer lugar onde aglomere a massa
Ele bota na raça o povo pra sambar
Seu Batuque vem de Angola, vem da Guiné
Tem um quê de quilombola, de candomblé
Quem escuta, deita e rola, homem ou mulher
Sendo assim, lá vai marola, pois Pedro é
Um mestre a nos ensinar
E a gente tem que respeitar
Fazer por onde merecer axé
Que só mestre Pedro nos dá
Quando ele começa a tocar
Parece que estamos em Daomé
Produto do nosso quintal
O representante ideal
Da nossa cultura e da nossa fé
Retrato da nossa nação
Que faz com sua percussão
O país inteiro dizer no pé

SERGINHO MERITI / CLAUDINHO GUIMARÃES

Deixa desaguar tempestade
Inundar a cidade
Porque arde um sol dentro de nós
Queixas sabes bem que não temos
E seremos serenos
Sentiremos prazer no tom da nossa voz
Veja o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim
Vim pra provar que o amor
Quando é puro desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que o bom tempo há de vir
Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol
Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa
Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá
Se há...

ZECA PAGODINHO/ALMIR GUINETO

LAMA NAS RUAS

Deixa desaguar tempestade
Inundar a cidade
Porque arde um sol dentro de nós
Queixas sabes bem que não temos
E seremos serenos
Sentiremos prazer no tom da nossa voz
Veja o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim
Vim pra provar que o amor
Quando é puro desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que o bom tempo há de vir
Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol
Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa
Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá
Se há...

ZECA PAGODINHO/ALMIR GUINETO

Deixa desaguar tempestade
Inundar a cidade
Porque arde um sol dentro de nós
Queixas, sabes bem que não temos
E seremos serenos
Sentiremos prazer no tom da nossa voz

Veja o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim
Vim pra provar que o amor
Quando é puro, desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que bom tempo há de vir

Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol

Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa

Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá

Veja o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim
Vim pra provar que o amor
Quando é puro, desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que bom tempo há de vir

Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol

Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa

Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá

Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar

Conduz meus passos

Conduz meus passos

Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá

ALMIR GUINETO/ ZECA PAGODINHO

LAMA NAS RUAS COM DIOGO NOGUEIRA

Deixa desaguar tempestade
Inundar a cidade
Porque arde um sol dentro de nós
Queixas, sabes bem que não temos
E seremos serenos
Sentiremos prazer no tom da nossa voz

Veja o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim
Vim pra provar que o amor
Quando é puro, desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que bom tempo há de vir

Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol

Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa

Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá

Veja o olhar de quem ama
Não reflete um drama, não
É a expressão mais sincera, sim
Vim pra provar que o amor
Quando é puro, desperta e alerta o mortal
Aí é que o bem vence o mal
Deixa a chuva cair, que bom tempo há de vir

Quando o amor decidir mudar o visual
Trazendo a paz no sol

Que importa se o tempo lá fora vai mal
Que importa

Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar
Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá

Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar
Se o clarão da luz do teu olhar vem me guiar

Conduz meus passos

Conduz meus passos

Conduz meus passos
Por onde quer que eu vá

ALMIR GUINETO/ ZECA PAGODINHO

Quem passa pela Carioca
E não conhece aquele alvoroço
Parece um angú de caroço
No Largo vai se amarrar
É gato vendido por lebre
Tem tanta gente lá
Querendo se arrumar
De tudo acontece naquele lugar
Tem um índio que hipnotiza
Um lagarto de papo amarelo
E um cara que só num cutelo
Quebra telha feita de isopor
Tem jogo de dado, búzío e carteado
Pinguilim, copinho e tarô
E há sempre um esperto
Querendo armar a barraca do amor
Pintou de repente na linha de frente
Um punguista que agora é pastor
Ganhando dinheiro dizendo que é
Um novo salvador
Quem passa...
Tem um craque que brinca com a bola
E quer desbancar o Pelé
E um outro que mesmo sem braço
Faz da laranja o que quer
Conto do vigário, malandro, otário
E bolsa cheia de valor
Um grande atrativo pra quem tá caído
Numa de horror
Passei por alí, parei e curti
E sinceramente gostei
Com todo respeito
É de fazer inveja ao Orlando Orfei

ADILSON BISPO / ZÉ ROBERTO / KLEBER RODRIGUES

LARGO DA CARIOCA

Quem passa pela Carioca
E não conhece aquele alvoroço
Parece um angú de caroço
No Largo vai se amarrar
É gato vendido por lebre
Tem tanta gente lá
Querendo se arrumar
De tudo acontece naquele lugar
Tem um índio que hipnotiza
Um lagarto de papo amarelo
E um cara que só num cutelo
Quebra telha feita de isopor
Tem jogo de dado, búzío e carteado
Pinguilim, copinho e tarô
E há sempre um esperto
Querendo armar a barraca do amor
Pintou de repente na linha de frente
Um punguista que agora é pastor
Ganhando dinheiro dizendo que é
Um novo salvador
Quem passa...
Tem um craque que brinca com a bola
E quer desbancar o Pelé
E um outro que mesmo sem braço
Faz da laranja o que quer
Conto do vigário, malandro, otário
E bolsa cheia de valor
Um grande atrativo pra quem tá caído
Numa de horror
Passei por alí, parei e curti
E sinceramente gostei
Com todo respeito
É de fazer inveja ao Orlando Orfei

ADILSON BISPO / ZÉ ROBERTO / KLEBER RODRIGUES

BMG Publishing Brasil

Põe água na tina, menina
Que tem roupa pra lavar
Bate, bate com sabão
Esfrega, esfrega na mão
Depois bota pra quarar

Aquecendo lindas manhãs
Com o imenso fulgor o sol
Faz dourar as margens das corredeiras
E o canto das lavadeiras
Ecoa no arrebol

Põe água na tina, menina...
Meio-dia, sol a pino se recolhe
A roupa do quarador
Que Maria enxágua na bacia
Numa água azul de anil
No pescoço, um colar de pregadores
Que um a um faz prender a roupa no varal

Sem ver a vida passar sempre a cantarolar
Um canto de amor tão sutil
Que se expande na multidão
Penetra no coração
Encorajando o peito juvenil

O vento que ajuda a roupa a secar
Também leva o teu cantarolar
Pra todo canto do meu Brasil

Põe água na tina, menina

BETO SEM BRAÇO

LAVADEIRA

BMG Publishing Brasil

Põe água na tina, menina
Que tem roupa pra lavar
Bate, bate com sabão
Esfrega, esfrega na mão
Depois bota pra quarar

Aquecendo lindas manhãs
Com o imenso fulgor o sol
Faz dourar as margens das corredeiras
E o canto das lavadeiras
Ecoa no arrebol

Põe água na tina, menina...
Meio-dia, sol a pino se recolhe
A roupa do quarador
Que Maria enxágua na bacia
Numa água azul de anil
No pescoço, um colar de pregadores
Que um a um faz prender a roupa no varal

Sem ver a vida passar sempre a cantarolar
Um canto de amor tão sutil
Que se expande na multidão
Penetra no coração
Encorajando o peito juvenil

O vento que ajuda a roupa a secar
Também leva o teu cantarolar
Pra todo canto do meu Brasil

Põe água na tina, menina

BETO SEM BRAÇO

Se o teu amor
Fosse um amor de verdade
Eu não queria e nem podia ter maior felicidade
Com os olhos rasos d'agua me chamou
Implorando meu perdão mas eu não dou
Pega esse lenço vai enxugar teu pranto
Já enxuguei o meu
O nosso amor morreu.
Se o teu amor...
Seguirei a ordem do meu coração
Não me fale de amor
Nem tão pouco me peça perdão
Eu não vejo honestidade em teu semblante
Falsidade isso sim, eu vi bastante
Pega esse lenço e não chora,
Enxugue o pranto diga adeus e vá embora

FRANCISCO SANTANA/MONARCO

LENÇO

Se o teu amor
Fosse um amor de verdade
Eu não queria e nem podia ter maior felicidade
Com os olhos rasos d'agua me chamou
Implorando meu perdão mas eu não dou
Pega esse lenço vai enxugar teu pranto
Já enxuguei o meu
O nosso amor morreu.
Se o teu amor...
Seguirei a ordem do meu coração
Não me fale de amor
Nem tão pouco me peça perdão
Eu não vejo honestidade em teu semblante
Falsidade isso sim, eu vi bastante
Pega esse lenço e não chora,
Enxugue o pranto diga adeus e vá embora

FRANCISCO SANTANA/MONARCO

BMG Publishing Brasil

Não faz bem me enganar
Nem forjar um brilho em seu olhar
Clarear assim uma paixão
Falsa luz na minha escuridão
Se depois vem o sol
Descortinar tua má intenção
Muito além desse mar
Segue o barco do meu coração
Navegante de mil temporais
Marinheiro improvisando um cais
Ninguém mais pode afirmar
Se é verde ou azul
O mar do teu olhar
Depois que o pranto rolar
E a tempestade passar
Ao sabor do vento
Ficarei então
Pois já ê tempo
De cuidar da embarcação
Uma nova estrela
Outra direção
E esse brilho
Seguirei ou não

ZECA PAGODINHO / JORGE SIMAS / WANDERSON

LENTE DE CONTATO

BMG Publishing Brasil

Não faz bem me enganar
Nem forjar um brilho em seu olhar
Clarear assim uma paixão
Falsa luz na minha escuridão
Se depois vem o sol
Descortinar tua má intenção
Muito além desse mar
Segue o barco do meu coração
Navegante de mil temporais
Marinheiro improvisando um cais
Ninguém mais pode afirmar
Se é verde ou azul
O mar do teu olhar
Depois que o pranto rolar
E a tempestade passar
Ao sabor do vento
Ficarei então
Pois já ê tempo
De cuidar da embarcação
Uma nova estrela
Outra direção
E esse brilho
Seguirei ou não

ZECA PAGODINHO / JORGE SIMAS / WANDERSON

A minha dor de cabeça não passa
Quando você sai sozinha
Eu ainda vou colocar um letreiro
Avisando que você é minha
É melhor prevenir do que remediar
Pra você não ficar escutando abobrinha
Conversa pra boi dormir
Estória da carochinha
Depois dessa providência
Não tem mais ciência, é só alegria
Xô, gavião, sai daqui, sai pra lá
Vai zoar em outra freguesia
Por questão de segurança
Pra ninguém gavionar
Eu confio no meu taco
Mas não gosto de arriscar
De repente, o malandro indeciso
Vai ler o aviso e vai considerar
Porque quem come veneno sabendo
Tá mesmo querendo ir pro lado de lá
A minha linda donzela
Chega na janela, já tem pretendente
Cobra velha arma o botei
Mas sai no pinote
Porque não tem dente

DUNGA / ROQUE FERREIRA

LETREIRO

A minha dor de cabeça não passa
Quando você sai sozinha
Eu ainda vou colocar um letreiro
Avisando que você é minha
É melhor prevenir do que remediar
Pra você não ficar escutando abobrinha
Conversa pra boi dormir
Estória da carochinha
Depois dessa providência
Não tem mais ciência, é só alegria
Xô, gavião, sai daqui, sai pra lá
Vai zoar em outra freguesia
Por questão de segurança
Pra ninguém gavionar
Eu confio no meu taco
Mas não gosto de arriscar
De repente, o malandro indeciso
Vai ler o aviso e vai considerar
Porque quem come veneno sabendo
Tá mesmo querendo ir pro lado de lá
A minha linda donzela
Chega na janela, já tem pretendente
Cobra velha arma o botei
Mas sai no pinote
Porque não tem dente

DUNGA / ROQUE FERREIRA

BMG Publishing do Brasil

A lua
Quando clareia o terreiro
Em forma de pandeiro
O samba brasileiro fica mais bonito a voz do partideiro
Vai ao infinito
Há sempre uma história a contar pro povo que veio de lá
De além-mar
É uma voz que não se cala
Que superou a senzala
E conseguiu se libertar
É uma voz que não se cala
Que superou a senzala
E conseguiu se libertar
Os astros têm influência no samba clareia a mente de um bamba
Que cultiva a inspiração
Lua de Ogum
Não deixe em momento algum
Meu samba na escuridão
Clareia meus acordes musicais
Ou será que a lua
De São Jorge não é mais
Clareia meus acordes musicais ia lua

ZECA PAGODINHO / RATINHO

LUA DE OGUM

BMG Publishing do Brasil

A lua
Quando clareia o terreiro
Em forma de pandeiro
O samba brasileiro fica mais bonito a voz do partideiro
Vai ao infinito
Há sempre uma história a contar pro povo que veio de lá
De além-mar
É uma voz que não se cala
Que superou a senzala
E conseguiu se libertar
É uma voz que não se cala
Que superou a senzala
E conseguiu se libertar
Os astros têm influência no samba clareia a mente de um bamba
Que cultiva a inspiração
Lua de Ogum
Não deixe em momento algum
Meu samba na escuridão
Clareia meus acordes musicais
Ou será que a lua
De São Jorge não é mais
Clareia meus acordes musicais ia lua

ZECA PAGODINHO / RATINHO

Tá madrugando, todo dia na gandaia
Tá madrugando, todo dia na gandaia
Tá madrugando, todo dia na gandaia
E batucando no calango
Do fandango lá na praia

Madame
Por que madrugas
E vagas pelas calçadas
Se as noites só trazem rugas
E não te levam a nada?
Madame, não suja o nome
Do homem que lhe quer bem
A mágoa que lhe consome
É fruto do teu desdém

Tá madrugando, todo dia na gandaia...

Madame
Se tu soubesses
A dor de quem te quer bem
Bem mais do que me entristece
Entristece ele também
Madame, seja honesta
Não faça o que não convém
Quem assim se manifesta
Da solidão vira refém

Tá madrugando, todo dia na gandaia...

Madame
Por que madrugas
E vagas pelas calçadas...

Tá madrugando, todo dia na gandaia...

ZECA PAGODINHO/RATINHO

MADAME

Tá madrugando, todo dia na gandaia
Tá madrugando, todo dia na gandaia
Tá madrugando, todo dia na gandaia
E batucando no calango
Do fandango lá na praia

Madame
Por que madrugas
E vagas pelas calçadas
Se as noites só trazem rugas
E não te levam a nada?
Madame, não suja o nome
Do homem que lhe quer bem
A mágoa que lhe consome
É fruto do teu desdém

Tá madrugando, todo dia na gandaia...

Madame
Se tu soubesses
A dor de quem te quer bem
Bem mais do que me entristece
Entristece ele também
Madame, seja honesta
Não faça o que não convém
Quem assim se manifesta
Da solidão vira refém

Tá madrugando, todo dia na gandaia...

Madame
Por que madrugas
E vagas pelas calçadas...

Tá madrugando, todo dia na gandaia...

ZECA PAGODINHO/RATINHO

BMG Publishing do Brasil

Sinhazinha mandou convidar
Pro pagode que vai dar
Vai ter tudo de bom pra rolar no irajá eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, eu vou
Eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, sinhazinha

Sinhazinha já disse pra mim
Tem inicio, não tem fim
Faça chuva ou faça sol
Tem samba sim
É que sinhá é da antiga
E o povo da antiga
Não promete em vão
Eu, como bom partideiro
Com samba nas veias e no coração não posso faltar

Eu vou pra lá...

Vai ter um fogão a lenha
Pra cozinhar o feijão
Quando a fumaça subir
Todo mundo de cuia na mão

Batendo no prato a rapaziada
Fazendo improviso e firmando o refrão
Batendo no prato a rapaziada
Fazendo improviso e firmando o refrão (não posso faltar)

Eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, eu vou
Eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, sinhazinha

ZECA PAGODINHO / SERGINHO / ARGEMIRO

MAFUÁ DE IAIÁ

BMG Publishing do Brasil

Sinhazinha mandou convidar
Pro pagode que vai dar
Vai ter tudo de bom pra rolar no irajá eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, eu vou
Eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, sinhazinha

Sinhazinha já disse pra mim
Tem inicio, não tem fim
Faça chuva ou faça sol
Tem samba sim
É que sinhá é da antiga
E o povo da antiga
Não promete em vão
Eu, como bom partideiro
Com samba nas veias e no coração não posso faltar

Eu vou pra lá...

Vai ter um fogão a lenha
Pra cozinhar o feijão
Quando a fumaça subir
Todo mundo de cuia na mão

Batendo no prato a rapaziada
Fazendo improviso e firmando o refrão
Batendo no prato a rapaziada
Fazendo improviso e firmando o refrão (não posso faltar)

Eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, eu vou
Eu vou pra lá
No mafuá de Iaiá, sinhazinha

ZECA PAGODINHO / SERGINHO / ARGEMIRO

Nós somos feitos um pro outro de encomenda
Como a chave e a fenda
Como a luva e a mão

O nosso amor é kamassutra, é juventude
É demais, parece um grude
Corpo, alma e coração

Sinceramente, amor
Eu tenho que me beliscar de vez em quando
Pra ver se é verdade
Ou estou sonhando
Se a gente assim sempre se quis
Quem pode então ser mais feliz?

Eu me confesso literalmente em suas mãos, apaixonado
Noutro planeta eu já fui seu namorado
Esta paixão entre nós dois
É coisa lá Deus

Cuida de mim
Porque você é o mais real dos sonhos meus
No temporal, você é meu farol de milha
Meu sol não brilha sem a luz dos olhos teus

Nós somos feitos um pro outro de encomenda...

MAIS FELIZ
Leonardo Bruno – arranjo
Rildo Hora – Gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – cavaco sol ré lá mí
Paulão 7 Cordas – violão
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro, tamborim, caixa e repique
Waltis Zacarias – surdo, pandeiro, caixa e repique
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – repique de mão, caixa e repique
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes e Jussara Lourenço - coro

TONINHO GERAES & PAULINHO REZENDE

MAIS FELIZ

Nós somos feitos um pro outro de encomenda
Como a chave e a fenda
Como a luva e a mão

O nosso amor é kamassutra, é juventude
É demais, parece um grude
Corpo, alma e coração

Sinceramente, amor
Eu tenho que me beliscar de vez em quando
Pra ver se é verdade
Ou estou sonhando
Se a gente assim sempre se quis
Quem pode então ser mais feliz?

Eu me confesso literalmente em suas mãos, apaixonado
Noutro planeta eu já fui seu namorado
Esta paixão entre nós dois
É coisa lá Deus

Cuida de mim
Porque você é o mais real dos sonhos meus
No temporal, você é meu farol de milha
Meu sol não brilha sem a luz dos olhos teus

Nós somos feitos um pro outro de encomenda...

MAIS FELIZ
Leonardo Bruno – arranjo
Rildo Hora – Gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – cavaco sol ré lá mí
Paulão 7 Cordas – violão
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro, tamborim, caixa e repique
Waltis Zacarias – surdo, pandeiro, caixa e repique
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – repique de mão, caixa e repique
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes e Jussara Lourenço - coro

TONINHO GERAES & PAULINHO REZENDE

Mandei um toque pra aquela crioula que foi tua
E hoje vive no meio da rua
Pensando em você ou qualquer um que aparecer
Mandei um bilhete perguntando a ela se ela me queria
Que estava disposto a deixar a orgia
Para com ela me comprometer, mandei...

Até agora eu não tive resposta
Por isso não sei se ela gosta ou não gosta
Mas rezo pra ela aceitar, oh meu bem-querer
Eu monto um barraco porque eu estou duro
Mas juro que um qualquer até faturo
Ao menos pra lhe agradar
E as fofocas que surgem no morro
A respeito dela, eu sei que é despeito
Então nem dou trela, ela vai sorrir
E as outras vão chorar
Mandei um toque pra aquela crioula
Porque eu gosto dela
E se ela quiser eu volto pra favela
E ajeito os papéis pra gente se casar

Mandei um toque pra aquela crioula que foi tua...

ZECA PAGODINHO / SERGINHO PROCÓPIO / ESPINGARDA DE XERÉM

MANDEI UM TOQUE

Mandei um toque pra aquela crioula que foi tua
E hoje vive no meio da rua
Pensando em você ou qualquer um que aparecer
Mandei um bilhete perguntando a ela se ela me queria
Que estava disposto a deixar a orgia
Para com ela me comprometer, mandei...

Até agora eu não tive resposta
Por isso não sei se ela gosta ou não gosta
Mas rezo pra ela aceitar, oh meu bem-querer
Eu monto um barraco porque eu estou duro
Mas juro que um qualquer até faturo
Ao menos pra lhe agradar
E as fofocas que surgem no morro
A respeito dela, eu sei que é despeito
Então nem dou trela, ela vai sorrir
E as outras vão chorar
Mandei um toque pra aquela crioula
Porque eu gosto dela
E se ela quiser eu volto pra favela
E ajeito os papéis pra gente se casar

Mandei um toque pra aquela crioula que foi tua...

ZECA PAGODINHO / SERGINHO PROCÓPIO / ESPINGARDA DE XERÉM

Ô mané,
Mané rala peito e dá no pé
E se puder pra bem distante do Brasil
Eu te avisei pra não mexer com essa mulher
Você mexeu e o dono dela descobriu

E agora!
Agora tem um dedo nervoso
Querendo saber quem é você
Isso não é pilha você pode crer, pode crer
Mané você já era, já era
Que sufoco e casa de caboclo você se meteu
Ela é a tchutchuca de fé do cara da favela
Todo mundo que mexeu com ela
Morreu!

Mané,
Que sufoco e casa de caboclo voce se meteu
Ela é a tchutchuca de fé do cara da favela
Todo mundo que mexeu com ela
Morreu!

TRIO CALAFRIO (MARCOS DINIZ – BARBEIRINHO DO JACAREZINHO - LUIZ GRANDE)

MANÉ RALA PEITO

Ô mané,
Mané rala peito e dá no pé
E se puder pra bem distante do Brasil
Eu te avisei pra não mexer com essa mulher
Você mexeu e o dono dela descobriu

E agora!
Agora tem um dedo nervoso
Querendo saber quem é você
Isso não é pilha você pode crer, pode crer
Mané você já era, já era
Que sufoco e casa de caboclo você se meteu
Ela é a tchutchuca de fé do cara da favela
Todo mundo que mexeu com ela
Morreu!

Mané,
Que sufoco e casa de caboclo voce se meteu
Ela é a tchutchuca de fé do cara da favela
Todo mundo que mexeu com ela
Morreu!

TRIO CALAFRIO (MARCOS DINIZ – BARBEIRINHO DO JACAREZINHO - LUIZ GRANDE)

Teco teleco telecoteco
É a batida do Maneco
Castigando o tamborim
Teco teleco telecoteco
Tá na crista do sucesso
Até fechar o botequim
Maneco era um sujeito comportado
Educado, sossegado, cidadão, trabalhador
Um dia conheceu a Carolina
Uma doçura de menina e aí se apaixonou
Carol não tinha lá muito juízo
E ele ficou no prejuízo
Quando o amor chegou ao fim
Agora, chora no boteco
Teleco telecoteco
Coitado do tamborim, diz aí
Teco teleco...
Agora apareceu uma comadre
Com pinta de madame
Maneco se apaixonou
A galera já falou, sai dessa lama
Ela é malandrona, uma tremenda "171"
Cuidado, que ela vai sujar teu nome
Vai levar teu telefone
Teu barraco e o tamborim
Meu Deus do céu, já tá pintando um repeteco
E o sucesso do Maneco
Tá chegando ao fim

MARQUES / ROBERTO LOPES

MANECO TELECOTECO

Teco teleco telecoteco
É a batida do Maneco
Castigando o tamborim
Teco teleco telecoteco
Tá na crista do sucesso
Até fechar o botequim
Maneco era um sujeito comportado
Educado, sossegado, cidadão, trabalhador
Um dia conheceu a Carolina
Uma doçura de menina e aí se apaixonou
Carol não tinha lá muito juízo
E ele ficou no prejuízo
Quando o amor chegou ao fim
Agora, chora no boteco
Teleco telecoteco
Coitado do tamborim, diz aí
Teco teleco...
Agora apareceu uma comadre
Com pinta de madame
Maneco se apaixonou
A galera já falou, sai dessa lama
Ela é malandrona, uma tremenda "171"
Cuidado, que ela vai sujar teu nome
Vai levar teu telefone
Teu barraco e o tamborim
Meu Deus do céu, já tá pintando um repeteco
E o sucesso do Maneco
Tá chegando ao fim

MARQUES / ROBERTO LOPES

Sigem

Se eu quiser fumar, eu fumo
Se eu quiser beber, eu bebo
Eu pago tudo que eu consumo, com o suor do meu emprego
Confusão eu não arrumo, mas também não peço arrego
Eu um dia me aprumo, eu tenho fé no meu apego
Eu só posso ter chamego com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego, é o homem e a mulher
O meu linguajar é nato, eu não estou falando grego
Eu tenho amores e amigos de fato, nos lugares onde eu chego
Eu estou descontraído, não que eu tivesse bebido
Nem que eu tivesse fumado, pra falar de vida alheia
Mas digo sinceramente, na vida, a coisa mais feia
É gente que vive chorando de barriga cheia
É gente que vive chorando de barriga cheia

SYLVIO DA SILVA

MANEIRAS

Sigem

Se eu quiser fumar, eu fumo
Se eu quiser beber, eu bebo
Eu pago tudo que eu consumo, com o suor do meu emprego
Confusão eu não arrumo, mas também não peço arrego
Eu um dia me aprumo, eu tenho fé no meu apego
Eu só posso ter chamego com quem me faz cafuné
Como o vampiro e o morcego, é o homem e a mulher
O meu linguajar é nato, eu não estou falando grego
Eu tenho amores e amigos de fato, nos lugares onde eu chego
Eu estou descontraído, não que eu tivesse bebido
Nem que eu tivesse fumado, pra falar de vida alheia
Mas digo sinceramente, na vida, a coisa mais feia
É gente que vive chorando de barriga cheia
É gente que vive chorando de barriga cheia

SYLVIO DA SILVA

BMG

Hoje o mundo tá diferente
É fera engolindo fera
Quem der com a língua nos dentes
Já sabe que o mal lhe espera
Qualquer criança inocente
Já sabe o que isso gera
Tem gente filmando a gente Mane
Manera Mané, manera
Manera, manera, manera, manera
Mané
Manera mané, manera
Te carto desde menino
A gente ainda era pivete
No tempo do Juscelino
Você já pintava o sete
Seu papo de escancarar
Faz parte de outra era
Por isso vem devagar, sai pra lá
Manera mané, manera

Manera, manera...
Não vou segurar pepino
Se a coisa não me compete
Você faz seu desatino
Depois vem jogar confete
Não estou aqui pra brincar
Só gosto de jogo à vera
Por isso é melhor parar, sai pra lá
Manera mané, manera
Manera, manera, manera, manera
mané
Manera Mané, manera

BETO SEM BRAÇO / SERGINHO MERITI / ARLINDO CRUZ

MANERA MANÉ

BMG

Hoje o mundo tá diferente
É fera engolindo fera
Quem der com a língua nos dentes
Já sabe que o mal lhe espera
Qualquer criança inocente
Já sabe o que isso gera
Tem gente filmando a gente Mane
Manera Mané, manera
Manera, manera, manera, manera
Mané
Manera mané, manera
Te carto desde menino
A gente ainda era pivete
No tempo do Juscelino
Você já pintava o sete
Seu papo de escancarar
Faz parte de outra era
Por isso vem devagar, sai pra lá
Manera mané, manera

Manera, manera...
Não vou segurar pepino
Se a coisa não me compete
Você faz seu desatino
Depois vem jogar confete
Não estou aqui pra brincar
Só gosto de jogo à vera
Por isso é melhor parar, sai pra lá
Manera mané, manera
Manera, manera, manera, manera
mané
Manera Mané, manera

BETO SEM BRAÇO / SERGINHO MERITI / ARLINDO CRUZ

O amor é assim
Tem perdas e danos
Mangas e panos
Bom tempo e ruim

Vem sarar minha saudade
Remendar meu coração
Abandono mata eu não sabia
Descobri na solidão
Traz alento pro meu mundo
Me liberta dessa dor
E pra mostrar que nunca mais irei te magoar
Vou te entregar pra sempre o meu amor

A distância conscientizou o meu querer
Confirmou a sua importância em meu viver
É por isso então
Que eu estou aqui
Para pedir humildemente seu perdão
Vem de peito aberto sem lembrar o que passou
Joga alegria nesse pranto que rolou
Pra sacramentar refaz a emoção
Que encantou, que cativou meu coração

O amor é assim
Tem perdas e danos
Mangas e panos
Bom tempo e ruim

O amor é assim
Nem sempre são flores
Tem seus dissabores
Mas não chega ao fim

NELSON RUFINO

MANGAS E PANOS

O amor é assim
Tem perdas e danos
Mangas e panos
Bom tempo e ruim

Vem sarar minha saudade
Remendar meu coração
Abandono mata eu não sabia
Descobri na solidão
Traz alento pro meu mundo
Me liberta dessa dor
E pra mostrar que nunca mais irei te magoar
Vou te entregar pra sempre o meu amor

A distância conscientizou o meu querer
Confirmou a sua importância em meu viver
É por isso então
Que eu estou aqui
Para pedir humildemente seu perdão
Vem de peito aberto sem lembrar o que passou
Joga alegria nesse pranto que rolou
Pra sacramentar refaz a emoção
Que encantou, que cativou meu coração

O amor é assim
Tem perdas e danos
Mangas e panos
Bom tempo e ruim

O amor é assim
Nem sempre são flores
Tem seus dissabores
Mas não chega ao fim

NELSON RUFINO

Direto

Nos convidaram para uma festança
Tinha show de dança e de balé
Nunca vimos tanta comilança
Enchemos a pança de canapés
Era um clima bem festivo
Do rock progressivo ao hip hop
Bebidas de todo tipo
Uísque, conhaque, tequila e chope
Foi um sábado elegante,
Curtimos bastante
Com ar de contente
Mas o samba é mania da gente

A filha da dona da casa
Fez o que podia pra nos contentar
Porém, não sabia a menina
Que o papo da turma era mesmo sambar
E até dançou uma dança espanhola
Dizendo pra gente que era diferente
Só pra demonstrar cultura à gente

O pai da menina, um senhor já de idade
Outrora dizia ser compositor
Ainda assistia no videocassete
Um gordo elegante com voz de tenor
Até tivemos que ouvir Pavarotti e Ravel
Que na casa têm alta patente

Só para confundir a nossa mente
Mas com sorriso no rosto
Lá foi mais um tira-gosto
Com jeito de feliz da vida
Um gole, outra bebida
Até caímos na dança nova
De um lado pro outro
Pra trás e pra frente
Mas o samba ê mania da gente
Mas o samba é mania da gente
Uma casa tão bonita
Nada igual ao meu barraco, todo diferente

Mas o samba é mania da gente
Tanta bebida importada
Mas não tinha uma batida nem uma
Aguardente

MARIO SÉRGIO / CARICA / LUIZINHO

MANIA DA GENTE

Direto

Nos convidaram para uma festança
Tinha show de dança e de balé
Nunca vimos tanta comilança
Enchemos a pança de canapés
Era um clima bem festivo
Do rock progressivo ao hip hop
Bebidas de todo tipo
Uísque, conhaque, tequila e chope
Foi um sábado elegante,
Curtimos bastante
Com ar de contente
Mas o samba é mania da gente

A filha da dona da casa
Fez o que podia pra nos contentar
Porém, não sabia a menina
Que o papo da turma era mesmo sambar
E até dançou uma dança espanhola
Dizendo pra gente que era diferente
Só pra demonstrar cultura à gente

O pai da menina, um senhor já de idade
Outrora dizia ser compositor
Ainda assistia no videocassete
Um gordo elegante com voz de tenor
Até tivemos que ouvir Pavarotti e Ravel
Que na casa têm alta patente

Só para confundir a nossa mente
Mas com sorriso no rosto
Lá foi mais um tira-gosto
Com jeito de feliz da vida
Um gole, outra bebida
Até caímos na dança nova
De um lado pro outro
Pra trás e pra frente
Mas o samba ê mania da gente
Mas o samba é mania da gente
Uma casa tão bonita
Nada igual ao meu barraco, todo diferente

Mas o samba é mania da gente
Tanta bebida importada
Mas não tinha uma batida nem uma
Aguardente

MARIO SÉRGIO / CARICA / LUIZINHO

BMG Publishing do Brasil

Fala, Mão Fina
Eta, mão ligeira
Diplomado na esquina
Em malandro de primeira
Se fosse trabalhador
Salvava a nação inteira
Seria operário padrão
Da indústria brasileira (Mão Fina)

E no jogo de ronda sempre tirou onda puxando um galho
Que ninguém acerta; é o rei do baralho
A mão mais esperta, melhor jogador

Mas se fosse trabalhador
Teria outra carreira
Seria operário padrão
Da indústria brasileira

Fala, Mão Fina...

Tremendo mão leve
Que sempre se atreve e mete a forquilha
No trem ou na pista dispensa quadrilha
Diz que ser punguista é encantador
Mas se fosse trabalhador
Em vez de bater carteira
Seria operário padrão
Da indústria brasileira

Fala, Mão Fina...

Se ele tivesse um ninho
E muito carinho da família inteira
Seria operário.padrão
Da indústria brasileira
Se ele tivesse acesso
À ordem e o progresso da nossa bandeira
Seria operário.padrão
Da indústria brasileira

ARLINDO CRUZ / JORGE DAVI

MÃO FINA

BMG Publishing do Brasil

Fala, Mão Fina
Eta, mão ligeira
Diplomado na esquina
Em malandro de primeira
Se fosse trabalhador
Salvava a nação inteira
Seria operário padrão
Da indústria brasileira (Mão Fina)

E no jogo de ronda sempre tirou onda puxando um galho
Que ninguém acerta; é o rei do baralho
A mão mais esperta, melhor jogador

Mas se fosse trabalhador
Teria outra carreira
Seria operário padrão
Da indústria brasileira

Fala, Mão Fina...

Tremendo mão leve
Que sempre se atreve e mete a forquilha
No trem ou na pista dispensa quadrilha
Diz que ser punguista é encantador
Mas se fosse trabalhador
Em vez de bater carteira
Seria operário padrão
Da indústria brasileira

Fala, Mão Fina...

Se ele tivesse um ninho
E muito carinho da família inteira
Seria operário.padrão
Da indústria brasileira
Se ele tivesse acesso
À ordem e o progresso da nossa bandeira
Seria operário.padrão
Da indústria brasileira

ARLINDO CRUZ / JORGE DAVI

Mãos se rendem
Pra outras que tudo levam
Quase em extinção
Mãos honestas, amorosas
Em nossas pobres mãos
Que batem as cordas
Pago pra ver
Queimar em brasa
As mãos de bacharéis
Que não condenam o mal
Que inocentam os réus
Em troca do vil metal
Mãos de infiéis
Revés que não contentam
Movendo a diretriz tão fraudulenta
Sem réu e sem juiz
Mãos não se acorrentam
Justiça põe as mãos na consciência
Ato que fez Pilatos lavando as suas mãos
É o mesmo que justiça feita com as próprias mãos
Mãos que fracassaram
Porque desafiaram
As mãos do céu

ALMIR GUINETO / CARLOS SENNA / SIMÕES PQD

MÃOS

Mãos se rendem
Pra outras que tudo levam
Quase em extinção
Mãos honestas, amorosas
Em nossas pobres mãos
Que batem as cordas
Pago pra ver
Queimar em brasa
As mãos de bacharéis
Que não condenam o mal
Que inocentam os réus
Em troca do vil metal
Mãos de infiéis
Revés que não contentam
Movendo a diretriz tão fraudulenta
Sem réu e sem juiz
Mãos não se acorrentam
Justiça põe as mãos na consciência
Ato que fez Pilatos lavando as suas mãos
É o mesmo que justiça feita com as próprias mãos
Mãos que fracassaram
Porque desafiaram
As mãos do céu

ALMIR GUINETO / CARLOS SENNA / SIMÕES PQD

nan

TORQUATO NETO / GILBERTO GIL

MARGINÁLIA II

nan

TORQUATO NETO / GILBERTO GIL

Mercury

Benza Deus
A comadre Mary Lu
Que já fez muita faxina
Pra gente granfina
Lá na Zona Sul
Lá na Zona Sul
Ganhou cacareco pra chuchu
Hoje ela é empresária
Tem brechó na área de Nova Iguaçu
Mary Lu tem de tudo em seu antiquário
Sumiê, cristaleira, fogareiro e armário
Peça de vestuário
Pra quem não tem grana
Ela é muito bacana
Até faz crediário
Ela facilita qualquer transação
Mas se leva uma volta
A nega vira um cão
Ainda está pra nascer
Outra preta pra ter tanta disposição
Benza Deus...
Em cadeira velha ela passou verniz
Em gravura da antiga tirou cicatriz
Deu um duro danado
Sofreu um bocado
Mas hoje ela tem filial e matriz
E aquele cafifa que lhe gavionava
Ela mandou às favas porque não venceu
Hoje está estribada
Muito bem amada
E quem sabe, sou eu

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ

MARY LU

Mercury

Benza Deus
A comadre Mary Lu
Que já fez muita faxina
Pra gente granfina
Lá na Zona Sul
Lá na Zona Sul
Ganhou cacareco pra chuchu
Hoje ela é empresária
Tem brechó na área de Nova Iguaçu
Mary Lu tem de tudo em seu antiquário
Sumiê, cristaleira, fogareiro e armário
Peça de vestuário
Pra quem não tem grana
Ela é muito bacana
Até faz crediário
Ela facilita qualquer transação
Mas se leva uma volta
A nega vira um cão
Ainda está pra nascer
Outra preta pra ter tanta disposição
Benza Deus...
Em cadeira velha ela passou verniz
Em gravura da antiga tirou cicatriz
Deu um duro danado
Sofreu um bocado
Mas hoje ela tem filial e matriz
E aquele cafifa que lhe gavionava
Ela mandou às favas porque não venceu
Hoje está estribada
Muito bem amada
E quem sabe, sou eu

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ

Ô, mas que nada
Essa dança é gostosa
Essa dança é danada
Ô, mas que nada
Minha música encantada
Minha música adorada
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Mas que nada, sai da minha frente
Que eu quero passar
Pois o samba está animado
E o que eu quero é sambar
Esse samba
Que é misto de maracatu
Samba de preto velho
Samba de preto tutu
Mas que nada, um samba
Como este tão legal
Você não vai querer
Que eu chegue no final
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Mas que nada...

JORGE BEN JOR

MAS QUE NADA

Ô, mas que nada
Essa dança é gostosa
Essa dança é danada
Ô, mas que nada
Minha música encantada
Minha música adorada
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Mas que nada, sai da minha frente
Que eu quero passar
Pois o samba está animado
E o que eu quero é sambar
Esse samba
Que é misto de maracatu
Samba de preto velho
Samba de preto tutu
Mas que nada, um samba
Como este tão legal
Você não vai querer
Que eu chegue no final
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Mas que nada...

JORGE BEN JOR

Vejo agora
Este teu lindo olhar
Olhar que eu sonhei
Um dia conquistar
E que um dia afinal conquistei

Enfim
Findou-se o carnaval
E só nos carnavais
Encontrava-te sem
Encontrar este teu lindo olhar porque

O poeta era eu
Cujas rimas eram compostas
Na esperança de que um dia
Tirasses essa máscara
Que sempre me fez mal
Mal que findou só
Depois do carnaval

O poeta era eu...

Mal que findou só
Depois do carnaval

Mal que findou só...

Vejo agora
Este teu lindo olhar...

ZÉ KETI/ELTON MEDEIROS

MASCARADA

Vejo agora
Este teu lindo olhar
Olhar que eu sonhei
Um dia conquistar
E que um dia afinal conquistei

Enfim
Findou-se o carnaval
E só nos carnavais
Encontrava-te sem
Encontrar este teu lindo olhar porque

O poeta era eu
Cujas rimas eram compostas
Na esperança de que um dia
Tirasses essa máscara
Que sempre me fez mal
Mal que findou só
Depois do carnaval

O poeta era eu...

Mal que findou só
Depois do carnaval

Mal que findou só...

Vejo agora
Este teu lindo olhar...

ZÉ KETI/ELTON MEDEIROS

BMG

Eu te dei felicidade
Tu não recompensastes o
bem que eu te fiz
E com infidelidade
Tu tentastes me fazer infeliz
Mas o meu coração suportou com
firmeza
Não tive tristeza
Não me viram reclamando por aí
Foi dando a volta por cima
Hoje eu vivo no clima
De cantar e sorrir
Foi alegrando meus dias
Que eu encontrei a maior solução
Pois no meu coração
Não é lugar de tristeza
Eu tenho a certeza
Que serei feliz
Leva tua maldade, não sinto
saudade
Do bem que te fiz

MONARCO / RATINHO

MELHOR SOLUÇÃO

BMG

Eu te dei felicidade
Tu não recompensastes o
bem que eu te fiz
E com infidelidade
Tu tentastes me fazer infeliz
Mas o meu coração suportou com
firmeza
Não tive tristeza
Não me viram reclamando por aí
Foi dando a volta por cima
Hoje eu vivo no clima
De cantar e sorrir
Foi alegrando meus dias
Que eu encontrei a maior solução
Pois no meu coração
Não é lugar de tristeza
Eu tenho a certeza
Que serei feliz
Leva tua maldade, não sinto
saudade
Do bem que te fiz

MONARCO / RATINHO

Me dê a mão
Eu preciso de você
Seu coração
Sei que pode entender
E o calçadão é meu lar, meu precipício
Mesmo sendo sacrifício
Faça alguma coisa pra me socorrer
Eu não quero ser
Manchete em jornal,
Ibope na TV
Se eu ficar por aqui
O que vou conseguir
Mais tarde será um mal pra você
Não ser um escravo do vício
Um ofício do mal
Nem ser um profissional
Na arte de furtar
Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta á impressão
Que em mim você vê

PEDRINHO DA FLOR / MAURO DINIZ / ZECA PAGODINHO

MENOR ABANDONADO

Me dê a mão
Eu preciso de você
Seu coração
Sei que pode entender
E o calçadão é meu lar, meu precipício
Mesmo sendo sacrifício
Faça alguma coisa pra me socorrer
Eu não quero ser
Manchete em jornal,
Ibope na TV
Se eu ficar por aqui
O que vou conseguir
Mais tarde será um mal pra você
Não ser um escravo do vício
Um ofício do mal
Nem ser um profissional
Na arte de furtar
Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta á impressão
Que em mim você vê

PEDRINHO DA FLOR / MAURO DINIZ / ZECA PAGODINHO

Me dê a mão
Eu preciso de você
Seu coração
Sei que pode entender
E o calçadão é meu lar, meu precipício

Mesmo sendo sacrifício
Faça alguma coisa pra me socorrer
Eu não quero ser
Manchete em jornal,
Ibope na TV
Se eu ficar por aqui
O que vou conseguir
Mais tarde será um mal pra você

Não ser um escravo do vício
Um ofício do mal
Nem ser um profissional
Na arte de furtar

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Me dê a mão
Eu preciso de você
Seu coração
Sei que pode entender
E o calçadão é meu lar, meu precipício

Mesmo sendo sacrifício
Faça alguma coisa pra me socorrer
Eu não quero ser
Manchete em jornal,
Ibope na TV
Se eu ficar por aqui
O que vou conseguir
Mais tarde será um mal pra você

Não ser um escravo do vício
Um ofício do mal
Nem ser um profissional
Na arte de furtar

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Lalalaiá, Lalaiá, Lalaiá, Lalaiá

E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Me dê a mão

ZECA PAGODINHO/ MAURO DINIZ/ PEDRINHO DA FLOR

MENOR ABANDONADO COM PEDRINHO DA FLOR

Me dê a mão
Eu preciso de você
Seu coração
Sei que pode entender
E o calçadão é meu lar, meu precipício

Mesmo sendo sacrifício
Faça alguma coisa pra me socorrer
Eu não quero ser
Manchete em jornal,
Ibope na TV
Se eu ficar por aqui
O que vou conseguir
Mais tarde será um mal pra você

Não ser um escravo do vício
Um ofício do mal
Nem ser um profissional
Na arte de furtar

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Me dê a mão
Eu preciso de você
Seu coração
Sei que pode entender
E o calçadão é meu lar, meu precipício

Mesmo sendo sacrifício
Faça alguma coisa pra me socorrer
Eu não quero ser
Manchete em jornal,
Ibope na TV
Se eu ficar por aqui
O que vou conseguir
Mais tarde será um mal pra você

Não ser um escravo do vício
Um ofício do mal
Nem ser um profissional
Na arte de furtar

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Quero estudar, me formar
Ter um lar pra viver
E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Lalalaiá, Lalaiá, Lalaiá, Lalaiá

E apagar esta má impressão
Que em mim você vê

Me dê a mão

ZECA PAGODINHO/ MAURO DINIZ/ PEDRINHO DA FLOR

Chega mais, senta aqui
Bem juntinho de mim, vamos conversar
Se não quer me perder, o meu modo de ser
Tem que aceitar
Eu gosto de um bar, de bebericar
De um samba cantar, se um papo rolar
Sou mais de ficar até clarear
Não esquente comigo
Não vem me zoar, pedir pra eu chegar
Mais cedo no lar, eu não vou gostar
Eu vou me vingar, te mando vazar
Quando o sol pintar
É que eu volto pro abrigo (se liga)
Se o meu jogo fizer
Só pegar no meu pé
Pra fazer cafuné
Não te deixo, mulher Pro meu bom São José
Eu prometo com fé
Viver sempre contigo

ZÉ ROBERTO

MEU MODO DE SER

Chega mais, senta aqui
Bem juntinho de mim, vamos conversar
Se não quer me perder, o meu modo de ser
Tem que aceitar
Eu gosto de um bar, de bebericar
De um samba cantar, se um papo rolar
Sou mais de ficar até clarear
Não esquente comigo
Não vem me zoar, pedir pra eu chegar
Mais cedo no lar, eu não vou gostar
Eu vou me vingar, te mando vazar
Quando o sol pintar
É que eu volto pro abrigo (se liga)
Se o meu jogo fizer
Só pegar no meu pé
Pra fazer cafuné
Não te deixo, mulher Pro meu bom São José
Eu prometo com fé
Viver sempre contigo

ZÉ ROBERTO

BMG Publishing do Brasil

Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar
Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar

Eu mato sem tirar sangue
Engulo sem mastigar
Arranco toco com raiz e tudo
Num simples gesto de olhar
Minha fama ninguém tira...

Tico-tico plantou milho
Sabiá foi lambisgar
Quem não tem carro nem boi
Não pode ter canaviá
Quem não pode com mandinga
Não carrega patuá
Minha fama ninguém tira...

Mas por que você não canta
Por que você não quer cantar
O partido é macioso
Na macia bem legal
Minha fama ninguém tira...

Dou-lhe tapa, dou-lhe soco,
Dou-lhe murro
Não faça cara de burro
Pra ninguém notar
Sumo no chão, viro uma pulga deixo o cacete rolar
Minha fama ninguém tira...

Uma vez fico deitado
Mas de papo para o ar
Mas eu só fico pensando
Em viver sem trabalhar
Minha fama ninguém tira...

Quem não pode com a carreira
Vai andando devagar
Se mamãe não quer que eu beba
Chiquinha compra e me dá
Minha fama ninguém tira...

Canto dia, canto noite
Semana inteira sem parar
O pagode é meu almoço
O pagode é meu jantar

Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar
Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar

TIO HÉLIO / CAMPOLINO

MINHA FAMA NINGUÉM TIRA

BMG Publishing do Brasil

Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar
Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar

Eu mato sem tirar sangue
Engulo sem mastigar
Arranco toco com raiz e tudo
Num simples gesto de olhar
Minha fama ninguém tira...

Tico-tico plantou milho
Sabiá foi lambisgar
Quem não tem carro nem boi
Não pode ter canaviá
Quem não pode com mandinga
Não carrega patuá
Minha fama ninguém tira...

Mas por que você não canta
Por que você não quer cantar
O partido é macioso
Na macia bem legal
Minha fama ninguém tira...

Dou-lhe tapa, dou-lhe soco,
Dou-lhe murro
Não faça cara de burro
Pra ninguém notar
Sumo no chão, viro uma pulga deixo o cacete rolar
Minha fama ninguém tira...

Uma vez fico deitado
Mas de papo para o ar
Mas eu só fico pensando
Em viver sem trabalhar
Minha fama ninguém tira...

Quem não pode com a carreira
Vai andando devagar
Se mamãe não quer que eu beba
Chiquinha compra e me dá
Minha fama ninguém tira...

Canto dia, canto noite
Semana inteira sem parar
O pagode é meu almoço
O pagode é meu jantar

Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar
Minha fama ninguém tira
Só se Deus mandar tirar

TIO HÉLIO / CAMPOLINO

Direto

Eu tenho um santo
Padroeiro, poderoso
Que é meu Pai Ogum
Eu tenho
Tenho outro santo
Que me ampara na descida
Que é meu Pai Xangô
Caô
E quem me ajuda
No meu caminhar nessa vida
Pra ir na corrida do ouro
É Oxum, é Oxum

Nas mandingas que a gente não vê
Mil coisas que a gente não crê
Valei-me meu Pai atatô, Obaluaê
Obaluaê

Por isso que a vida que eu levo é beleza
Não tenho tristeza,
Só vivo a cantar, cantar
Cantando transmito alegria
E afasto qualquer nostalgia
Prá lá, sei lá
E há quem diga
Que essa minha vida
Não é vida pra um ser humano viver
Podes crer

Nas mandingas que a gente não vê
Mil coisas que a gente não crê
Valei-me meu Pai atatô, Obaluaê
Obaluaê

MURILÃO

MINHA FÉ

Direto

Eu tenho um santo
Padroeiro, poderoso
Que é meu Pai Ogum
Eu tenho
Tenho outro santo
Que me ampara na descida
Que é meu Pai Xangô
Caô
E quem me ajuda
No meu caminhar nessa vida
Pra ir na corrida do ouro
É Oxum, é Oxum

Nas mandingas que a gente não vê
Mil coisas que a gente não crê
Valei-me meu Pai atatô, Obaluaê
Obaluaê

Por isso que a vida que eu levo é beleza
Não tenho tristeza,
Só vivo a cantar, cantar
Cantando transmito alegria
E afasto qualquer nostalgia
Prá lá, sei lá
E há quem diga
Que essa minha vida
Não é vida pra um ser humano viver
Podes crer

Nas mandingas que a gente não vê
Mil coisas que a gente não crê
Valei-me meu Pai atatô, Obaluaê
Obaluaê

MURILÃO

Warner Chappell

Hoje sinto a mesma dor
Talvez menos que você
E não ter com quem conversar
É como a saudade quer me ver
Diz pra eu te procurar
Mas aqui estou pedindo, amor
Pedindo pra ficar
E depois do que eu disser
Me perdoa se quiser
Mas não magoa agora, nãoPor enquanto, empresta teu perdão
Finge que está tudo bem
Que não há ninguém
Me faz bem acreditar que ainda existe amor
Me deixa crer que até aqui nada mudou
E, sem querer, deixa eu pensar que me aceitou
Ou que talvez eu seja agora um novo amor
Minta pra mim, pra que eu viva meu sonho
Feliz assim

JORGE ARAGÃO

MINTA MEU SONHO

Warner Chappell

Hoje sinto a mesma dor
Talvez menos que você
E não ter com quem conversar
É como a saudade quer me ver
Diz pra eu te procurar
Mas aqui estou pedindo, amor
Pedindo pra ficar
E depois do que eu disser
Me perdoa se quiser
Mas não magoa agora, nãoPor enquanto, empresta teu perdão
Finge que está tudo bem
Que não há ninguém
Me faz bem acreditar que ainda existe amor
Me deixa crer que até aqui nada mudou
E, sem querer, deixa eu pensar que me aceitou
Ou que talvez eu seja agora um novo amor
Minta pra mim, pra que eu viva meu sonho
Feliz assim

JORGE ARAGÃO

No engenho novo
Bota o caldo de cana
Pinga boa pr'esse povo
Cachaça pura, aguardente

Bebida da nossa gente
Ê,ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Ê,ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Moenda velha...

E provando depois da mistura
A boa cachaça saindo da cana
Desceu da moenda
Esqueço a maldade
Dessa gente profana

Vou levando no muque, no papo
Engolindo sapo
E na goela um amargo
Não veio emenda
Só mesmo um bom trago
Quer vem da moenda

Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Moenda velha...

Cachaça com bom tira-gosto
Se na goela passa
Aumenta a coragem
No peito e na raça
Eu trago a moleca pra junto de mim

Chego em casa tão bem
Quando bebo cana de alambique
Mas a do boteco me deixa sem pique
Não sei de onde venho, durmo no jardim

Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente

WILSON MOREIRA / ZECA PAGODINHO

MOENDA VELHA

No engenho novo
Bota o caldo de cana
Pinga boa pr'esse povo
Cachaça pura, aguardente

Bebida da nossa gente
Ê,ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Ê,ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Moenda velha...

E provando depois da mistura
A boa cachaça saindo da cana
Desceu da moenda
Esqueço a maldade
Dessa gente profana

Vou levando no muque, no papo
Engolindo sapo
E na goela um amargo
Não veio emenda
Só mesmo um bom trago
Quer vem da moenda

Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Moenda velha...

Cachaça com bom tira-gosto
Se na goela passa
Aumenta a coragem
No peito e na raça
Eu trago a moleca pra junto de mim

Chego em casa tão bem
Quando bebo cana de alambique
Mas a do boteco me deixa sem pique
Não sei de onde venho, durmo no jardim

Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente
Ê, ê, ê, ê, ê
Bebida da nossa gente

WILSON MOREIRA / ZECA PAGODINHO

Ô, Maria, ô, Maria
Vamos parar já com essa mordomia
É de noite, é de dia, chega a sogra, chega a tia
Quase sempre é panela no fogo e barriga vazia
De noite, eu chego cansado e suado
Quero ir no banheiro, está sempre ocupado
A pia está cheia e vazia a panela
A turma lá em casa só fica naquela
Sou eu que aguento o supermercado
Sou eu que aguento o vizinho do lado
E na madrugada ainda sou maltratado
Ô, Maria...
Isso aqui tá parecendo
A casa de mãe Joana
Todo mundo aqui dá ordem, aqui todo mundo manda
Você não tem pulso, ô, nega
Nem para governar o nosso barracão
Vou me embora, pra mim chega
Vou largar na sua mão
Ô, Maria...

ARY DO CAVACO E GRACINHA

MORDOMIA

Ô, Maria, ô, Maria
Vamos parar já com essa mordomia
É de noite, é de dia, chega a sogra, chega a tia
Quase sempre é panela no fogo e barriga vazia
De noite, eu chego cansado e suado
Quero ir no banheiro, está sempre ocupado
A pia está cheia e vazia a panela
A turma lá em casa só fica naquela
Sou eu que aguento o supermercado
Sou eu que aguento o vizinho do lado
E na madrugada ainda sou maltratado
Ô, Maria...
Isso aqui tá parecendo
A casa de mãe Joana
Todo mundo aqui dá ordem, aqui todo mundo manda
Você não tem pulso, ô, nega
Nem para governar o nosso barracão
Vou me embora, pra mim chega
Vou largar na sua mão
Ô, Maria...

ARY DO CAVACO E GRACINHA

Já tive mulheres de todas as cores
De várias idades de muitos amores
Com umas até certo tempo fiquei
Pra outras apenas um pouco me dei

Já tive mulheres do tipo atrevida
Do tipo acanhada, do tipo vivida
Casada carente, solteira feliz
Já tive donzela e até meretriz

Mulheres cabeças e desequilibradas
Mulheres confusas de guerra e de paz
Mas nenhuma delas me fez tão feliz como você me faz

Procurei em todas as mulheres a felicidade
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade
Foi começando bem mas tudo teve um fim
Você é o sol da minha vida a minha vontade
Você não é mentira você é verdade
É tudo que um dia eu sonhei pra mim.

TONINHO GERAES

MULHERES

Já tive mulheres de todas as cores
De várias idades de muitos amores
Com umas até certo tempo fiquei
Pra outras apenas um pouco me dei

Já tive mulheres do tipo atrevida
Do tipo acanhada, do tipo vivida
Casada carente, solteira feliz
Já tive donzela e até meretriz

Mulheres cabeças e desequilibradas
Mulheres confusas de guerra e de paz
Mas nenhuma delas me fez tão feliz como você me faz

Procurei em todas as mulheres a felicidade
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade
Foi começando bem mas tudo teve um fim
Você é o sol da minha vida a minha vontade
Você não é mentira você é verdade
É tudo que um dia eu sonhei pra mim.

TONINHO GERAES

Cada um de nós deve saber se impor
E até lutar em prol do bem-estar geral
Afastar da mente todo mal pensar
Saber se respeitar
Se unir pra se encontrar
Por isso, vim propor
Um mutirão de amor
Pra que as barreiras se desfaçam na poeira
E seja o fim
O fim do mal pela raiz
Nascendo o bem que eu sempre quis
É o que convém pra gente ser feliz

Cantar sempre que for possível
Não ligar pros malvados
Perdoar os pecados
Saber que nem tudo é perdido
Se manter respeitado
Pra poder ser amado

SOMBRINHA/ZECA PAGODINHO/JORGE ARAGÃO

MUTIRÃO DE AMOR

Cada um de nós deve saber se impor
E até lutar em prol do bem-estar geral
Afastar da mente todo mal pensar
Saber se respeitar
Se unir pra se encontrar
Por isso, vim propor
Um mutirão de amor
Pra que as barreiras se desfaçam na poeira
E seja o fim
O fim do mal pela raiz
Nascendo o bem que eu sempre quis
É o que convém pra gente ser feliz

Cantar sempre que for possível
Não ligar pros malvados
Perdoar os pecados
Saber que nem tudo é perdido
Se manter respeitado
Pra poder ser amado

SOMBRINHA/ZECA PAGODINHO/JORGE ARAGÃO

É hora de nos apegarmos a todos os santos
Em todas as crenças, nas seitas,
Nos seres sagrados, nas religiões
A noite aumenta o perigo
Que passam os dias batendo na porta
O medo estampado na cara da sociedade

É o rico, é o pobre, é o mesmo perigo
É a bala perdida, é a guerra, é o caos
É a ignorância dos votos nos bons homens maus
Sou carioca mas sei que meu Rio não anda legal

Lembra dos tempos idos, cadeiras na varanda
Cidade maravilhosa, meu futebol, meu samba
Tempo em que a malandragem, até pra subtrair
Levava só nossa grana e a gente ficava aí

Tá faltando...
Tá faltando amor, muito amor
Tá faltando paz, muita paz
Tá faltando boa vontade
Tem gente correndo atrás
E a gente correndo atrás
Quem tem o Cristo por perto
De braços abertos não perde essa luta jamais

Tá faltando amor, muito amor
Tá faltando paz, muita paz
Tá faltando boa vontade
Tem gente correndo atrás
E a gente correndo atrás
Quem tem o Cristo por perto
De braços abertos não perde essa luta jamais

“É hora de nos apegarmos a todos os santos”

NA CARA DA SOCIEDADE
Paulão 7 Cordas – arranjo e violão
Rildo Hora – gaita (realejo)
Rogério Caetano – violão 7
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Jaguará – pandeiro – tamborim e efeitos
Waltis Zacarias – surdo e reco
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – repique de mão
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes e Ircea Gomes – coro

SERGINHO MERITI & CLAUDEMIR

NA CARA DA SOCIEDADE

É hora de nos apegarmos a todos os santos
Em todas as crenças, nas seitas,
Nos seres sagrados, nas religiões
A noite aumenta o perigo
Que passam os dias batendo na porta
O medo estampado na cara da sociedade

É o rico, é o pobre, é o mesmo perigo
É a bala perdida, é a guerra, é o caos
É a ignorância dos votos nos bons homens maus
Sou carioca mas sei que meu Rio não anda legal

Lembra dos tempos idos, cadeiras na varanda
Cidade maravilhosa, meu futebol, meu samba
Tempo em que a malandragem, até pra subtrair
Levava só nossa grana e a gente ficava aí

Tá faltando...
Tá faltando amor, muito amor
Tá faltando paz, muita paz
Tá faltando boa vontade
Tem gente correndo atrás
E a gente correndo atrás
Quem tem o Cristo por perto
De braços abertos não perde essa luta jamais

Tá faltando amor, muito amor
Tá faltando paz, muita paz
Tá faltando boa vontade
Tem gente correndo atrás
E a gente correndo atrás
Quem tem o Cristo por perto
De braços abertos não perde essa luta jamais

“É hora de nos apegarmos a todos os santos”

NA CARA DA SOCIEDADE
Paulão 7 Cordas – arranjo e violão
Rildo Hora – gaita (realejo)
Rogério Caetano – violão 7
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Jaguará – pandeiro – tamborim e efeitos
Waltis Zacarias – surdo e reco
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – repique de mão
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes e Ircea Gomes – coro

SERGINHO MERITI & CLAUDEMIR

Não chora neném, meu bem
Não chora neném, meu bem
Eu falei pra você
Que um homem
Não chora neném
Meu bem não chora
Neném, meu bem

Meu passado foi sofrido
O presente melhorou
Do futuro só Deus sabe
Eu sempre curti a mocidade
Porque o tempo me ensinou
Do que é bom correr atrás
Reconquistei a minha paz
Agora não choro mais

YVONNE LARA

NÃO CHORA, NENÉM

Não chora neném, meu bem
Não chora neném, meu bem
Eu falei pra você
Que um homem
Não chora neném
Meu bem não chora
Neném, meu bem

Meu passado foi sofrido
O presente melhorou
Do futuro só Deus sabe
Eu sempre curti a mocidade
Porque o tempo me ensinou
Do que é bom correr atrás
Reconquistei a minha paz
Agora não choro mais

YVONNE LARA

EMI

Não foi ela
Foi saudade que bateu
Foi aquela
Velha emoção que renasceu
Foi a vida e seus muitos enganos
Que depois de tantos anos
Fez ela se dignar me procurar
Foi o rio
Sempre correndo para o mar
Foi o frio
Que fez seu corpo arrepiar
Na saudade das noites de outrora
Quando o vento lá de fora
Aqui dentro era o calor
(De um grande amor)
Só agora é que teve a certeza
Que entre receita e despesa
O saldo foi devedor
Nunca se deve pesar
Com a mesma medida
Dois pesos de vida desiguais
Muito melhor é lutar
Do que viver deitado
Num berço dourado
Na mais santa paz
Foi por isso que ela agora
Sentindo o frio lá fora
Bateu na minha janela
Sem saber que a vida incerta
Conservou-me a porta aberta
Sempre esperando por ela
(Só por ela)

WILSON MOREIRA / NEI LOPES

NÃO FOI ELA

EMI

Não foi ela
Foi saudade que bateu
Foi aquela
Velha emoção que renasceu
Foi a vida e seus muitos enganos
Que depois de tantos anos
Fez ela se dignar me procurar
Foi o rio
Sempre correndo para o mar
Foi o frio
Que fez seu corpo arrepiar
Na saudade das noites de outrora
Quando o vento lá de fora
Aqui dentro era o calor
(De um grande amor)
Só agora é que teve a certeza
Que entre receita e despesa
O saldo foi devedor
Nunca se deve pesar
Com a mesma medida
Dois pesos de vida desiguais
Muito melhor é lutar
Do que viver deitado
Num berço dourado
Na mais santa paz
Foi por isso que ela agora
Sentindo o frio lá fora
Bateu na minha janela
Sem saber que a vida incerta
Conservou-me a porta aberta
Sempre esperando por ela
(Só por ela)

WILSON MOREIRA / NEI LOPES

Depois de passar tanto tempo
Vieste chorando pedir pra ficar
Agora já não há mais jeito
Não existe em meu peito amor pra te dar
Andaste por aí vendendo ilusões
Ferindo corações com tua falsidade
Mas a realidade da vida é mesmo assim
Me fizeste chorar, hoje choras por mim
Depois…
Depois de passar tanto tempo
Vieste chorando pedir pra ficar
Agora já não há mais jeito
Não existe em meu peito amor pra te dar
Andaste por aí vendendo ilusões
Ferindo corações com tua falsidade
Mas a realidade da vida é mesmo assim
Me fizeste chorar, hoje choras por mim
Quantas vezes me humilhei, aos teu pés eu implorei
Foi em vão o tanto que eu chorei
Feriste por demais meu sentimento
Com gestos e palavras num mar de fingimento
Hoje eu me encontro cantando
Tu voltas chorando de braços com a dor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Depois…
Depois de passar tanto tempo
Vieste chorando pedir pra ficar
Agora já não há mais jeito
Não existe em meu peito amor pra te dar
Andaste por aí vendendo ilusões
Ferindo corações com tua falsidade
Mas a realidade da vida é mesmo assim
Me fizeste chorar, hoje choras por mim
Quantas vezes me humilhei, aos teu pés eu implorei
Foi em vão o tanto que eu chorei
Feriste por demais meu sentimento
Com gestos e palavras num mar de fingimento
Hoje eu me encontro cantando
Tu voltas chorando de braços com a dor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Em vez de carinho, tu colheste desamor

MAURO DINIZ E MONARCO

NÃO HÁ MAIS JEITO

Depois de passar tanto tempo
Vieste chorando pedir pra ficar
Agora já não há mais jeito
Não existe em meu peito amor pra te dar
Andaste por aí vendendo ilusões
Ferindo corações com tua falsidade
Mas a realidade da vida é mesmo assim
Me fizeste chorar, hoje choras por mim
Depois…
Depois de passar tanto tempo
Vieste chorando pedir pra ficar
Agora já não há mais jeito
Não existe em meu peito amor pra te dar
Andaste por aí vendendo ilusões
Ferindo corações com tua falsidade
Mas a realidade da vida é mesmo assim
Me fizeste chorar, hoje choras por mim
Quantas vezes me humilhei, aos teu pés eu implorei
Foi em vão o tanto que eu chorei
Feriste por demais meu sentimento
Com gestos e palavras num mar de fingimento
Hoje eu me encontro cantando
Tu voltas chorando de braços com a dor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Depois…
Depois de passar tanto tempo
Vieste chorando pedir pra ficar
Agora já não há mais jeito
Não existe em meu peito amor pra te dar
Andaste por aí vendendo ilusões
Ferindo corações com tua falsidade
Mas a realidade da vida é mesmo assim
Me fizeste chorar, hoje choras por mim
Quantas vezes me humilhei, aos teu pés eu implorei
Foi em vão o tanto que eu chorei
Feriste por demais meu sentimento
Com gestos e palavras num mar de fingimento
Hoje eu me encontro cantando
Tu voltas chorando de braços com a dor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Quem plantou em teu peito o espinho
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Em vez de carinho, tu colheste desamor
Em vez de carinho, tu colheste desamor

MAURO DINIZ E MONARCO

Universal Publishing / Warner Chappell

Eu não sei se ela fez feitiço
Macumba ou coisa assim
Eu só sei que eu tô bem com ela
E a vida é melhor pra mim
Eu deixei de ser pé-de-cana
Eu deixei de ser vagabundo
Aumentei minha fé em Cristo
Sou bemquisto por todo mundo
Na hora de trabalhar
Levanto sem reclamar
Antes do galo cantar
Já vou
À noite volto pro lar
Pra tomar banho e jantar
Só tomo uma no bar
Bastou
Provei pra você que eu não sou mais disso
Não perco mais o meu compromisso
Não perco mais uma noite à toa
Não traio e nem troco a minha patroa

ZECA PAGODINHO / JORGE ARAGÃO

NÃO SOU MAIS DISSO

Universal Publishing / Warner Chappell

Eu não sei se ela fez feitiço
Macumba ou coisa assim
Eu só sei que eu tô bem com ela
E a vida é melhor pra mim
Eu deixei de ser pé-de-cana
Eu deixei de ser vagabundo
Aumentei minha fé em Cristo
Sou bemquisto por todo mundo
Na hora de trabalhar
Levanto sem reclamar
Antes do galo cantar
Já vou
À noite volto pro lar
Pra tomar banho e jantar
Só tomo uma no bar
Bastou
Provei pra você que eu não sou mais disso
Não perco mais o meu compromisso
Não perco mais uma noite à toa
Não traio e nem troco a minha patroa

ZECA PAGODINHO / JORGE ARAGÃO

BMG Publishing Brasil

Te dei todo meu carinho
Me retribuíste com a falsidade
O meu coração feristes
Será que ainda insistes
Em vir destruir minha felicidade

Eu não te darei este prazer porque
Eu me sinto bem
Com quem estou

O nosso amor
Já pertence ao passado
Eu não fui feliz quando vivia ao teu lado
É tarde demais
Não deves insistir
Me deixa em paz
Eu já esqueci de ti

MONARCO / RATINHO

NÃO TE DAREI ESSE PRAZER

BMG Publishing Brasil

Te dei todo meu carinho
Me retribuíste com a falsidade
O meu coração feristes
Será que ainda insistes
Em vir destruir minha felicidade

Eu não te darei este prazer porque
Eu me sinto bem
Com quem estou

O nosso amor
Já pertence ao passado
Eu não fui feliz quando vivia ao teu lado
É tarde demais
Não deves insistir
Me deixa em paz
Eu já esqueci de ti

MONARCO / RATINHO

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
Ah! eu não vou...

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma

É por aí... é por aí... que tem que ser
Se eu magoar meu amor, meu senhor
Eu também vou sofrer... eu vou sofrer

É por aí... que tem que ser
Se eu magoar meu amo, meu senhor
Eu também vou sofrer

...por isso eu não vou

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma

Pode implorar que eu não vou
Pode até chorar que eu não ligo
Se eu perder esse amor
A solidão vai ser o meu castigo

Pode implorar que eu não vou
Pode até chorar que eu não ligo

Se eu perder esse amor
A solidão vai ser o meu castigo
...por isso eu não vou

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
É por aí... é por aí...

NÃO VOU MAGOAR MEU AMOR
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Everson Moraes - trombone
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro, tamborim, reco, caixa, repique e apito
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão, caixa, repique e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, caixa e repique
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço e RixXxa - coro

DUNGA DE VILA ISABEL & GABRIELZINHO DE IRAJÁ

NÃO VOU MAGOAR MEU AMOR

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
Ah! eu não vou...

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma

É por aí... é por aí... que tem que ser
Se eu magoar meu amor, meu senhor
Eu também vou sofrer... eu vou sofrer

É por aí... que tem que ser
Se eu magoar meu amo, meu senhor
Eu também vou sofrer

...por isso eu não vou

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma

Pode implorar que eu não vou
Pode até chorar que eu não ligo
Se eu perder esse amor
A solidão vai ser o meu castigo

Pode implorar que eu não vou
Pode até chorar que eu não ligo

Se eu perder esse amor
A solidão vai ser o meu castigo
...por isso eu não vou

Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
Não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou, não vou,
Não vou magoar meu amor de maneira nenhuma
É por aí... é por aí...

NÃO VOU MAGOAR MEU AMOR
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Everson Moraes - trombone
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro, tamborim, reco, caixa, repique e apito
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão, caixa, repique e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, caixa e repique
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço e RixXxa - coro

DUNGA DE VILA ISABEL & GABRIELZINHO DE IRAJÁ

SÉRGIO BITTENCOURT

NAQUELA MESA

SÉRGIO BITTENCOURT

Parei, voltei e ao olhar para trás vi que sonhei
Sonhei com a felicidade, felicidade só quer
Que ela não seja somente um sonho

Andei, achei que não é fácil achar
Deus me valei, pra encontrar o amor
Do meu coração que só quer
O meu mundo mais risonho

Quando tudo era mar, eu naveguei
E sem cais não havia direção
Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão

Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

Lalaia, lalaia, lalaia

Parei, voltei e ao olhar para trás vi que sonhei
Sonhei com a felicidade, felicidade só quer
Que ela não seja somente um sonho

Andei, achei que não é fácil achar
Deus me valei,
Pra encontrar o amor
Do meu coração que só quer
O meu mundo mais risonho

Quando tudo era mar, eu naveguei
E sem cais não havia direção
Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão

Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão

Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

MARCOS VALLE/ LUIZ CARLOS DA VILA

NAS ASAS DA PAIXÃO COM MARCOS VALLE

Parei, voltei e ao olhar para trás vi que sonhei
Sonhei com a felicidade, felicidade só quer
Que ela não seja somente um sonho

Andei, achei que não é fácil achar
Deus me valei, pra encontrar o amor
Do meu coração que só quer
O meu mundo mais risonho

Quando tudo era mar, eu naveguei
E sem cais não havia direção
Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão

Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

Lalaia, lalaia, lalaia

Parei, voltei e ao olhar para trás vi que sonhei
Sonhei com a felicidade, felicidade só quer
Que ela não seja somente um sonho

Andei, achei que não é fácil achar
Deus me valei,
Pra encontrar o amor
Do meu coração que só quer
O meu mundo mais risonho

Quando tudo era mar, eu naveguei
E sem cais não havia direção
Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão

Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

Mesmo assim consegui segurar
Tirei ondas daqui e de lá
E hoje tendo os meus pés no chão

Resolvi dar um tempo e voltar
Descobri que eu preciso é voar
Nas asas de uma paixão

MARCOS VALLE/ LUIZ CARLOS DA VILA

EMI / BMG Publishing Brasil

Ninguém passou na vida
O que eu passei, o que eu sofri
Carregando pedra
Lá em Japeri
De ganhar a vida
Só pegando tatuí
De penar na fila
Do pam do Andaraí

Ninguém passou na vida
O que eu passei, o que eu sofri
De ser pensionista do IAPI
De morar com sogra
Aturando ti ti ti
Carregando mala
Descascando abacaxi
Ninguém, ninguém, ninguém
Pode crer, meu compadre, que não tem

Já andei a pé de Del Castilho ao Cachambi
Cheio de saúde fui parar no CTI
Já toquei cuíca pra cantar "sabor a mi"
Já fui figurante de novela da Tupi
Já fui convidado a fazer harakiri
ninguém vai poder me dizer "esse filme eu já vi" (ninguém)
Ninguém, ninguém, ninguém
Pode crer, meu compadre, que não tem
Já fui reprovado em concurso pra gari
Até num terreno lá na lua eu investi
Já banquei honesto lá na feira de acari
Ganhei uma mina, só que era travesti
Um psiquiatra me deu zero de QI
Ninguém vai poder me dizer "esse filme eu já vi" (ninguém)

Já fui enquadrado até na lei de Murici
Fui pegar cipó e me enrosquei na sucuri
Já fui promovido e transferido pro Chuí
Cavalguei em mula no sertão do Piauí
Eu já peguei dengue em mordida de siri
Ninguém vai poder me dizer "esse filme eu já vi" (ninguém)
Ninguém, ninguém, ninguém

Pode crer, meu compadre, que não tem

MARCOS PAIVA / JORGE SIMAS

NASCIDO E MAL PAGO

EMI / BMG Publishing Brasil

Ninguém passou na vida
O que eu passei, o que eu sofri
Carregando pedra
Lá em Japeri
De ganhar a vida
Só pegando tatuí
De penar na fila
Do pam do Andaraí

Ninguém passou na vida
O que eu passei, o que eu sofri
De ser pensionista do IAPI
De morar com sogra
Aturando ti ti ti
Carregando mala
Descascando abacaxi
Ninguém, ninguém, ninguém
Pode crer, meu compadre, que não tem

Já andei a pé de Del Castilho ao Cachambi
Cheio de saúde fui parar no CTI
Já toquei cuíca pra cantar "sabor a mi"
Já fui figurante de novela da Tupi
Já fui convidado a fazer harakiri
ninguém vai poder me dizer "esse filme eu já vi" (ninguém)
Ninguém, ninguém, ninguém
Pode crer, meu compadre, que não tem
Já fui reprovado em concurso pra gari
Até num terreno lá na lua eu investi
Já banquei honesto lá na feira de acari
Ganhei uma mina, só que era travesti
Um psiquiatra me deu zero de QI
Ninguém vai poder me dizer "esse filme eu já vi" (ninguém)

Já fui enquadrado até na lei de Murici
Fui pegar cipó e me enrosquei na sucuri
Já fui promovido e transferido pro Chuí
Cavalguei em mula no sertão do Piauí
Eu já peguei dengue em mordida de siri
Ninguém vai poder me dizer "esse filme eu já vi" (ninguém)
Ninguém, ninguém, ninguém

Pode crer, meu compadre, que não tem

MARCOS PAIVA / JORGE SIMAS

Sony / EMI

Lá vai a nega pra feira
Descendo a ladeira
Lá vai dadivosa
Vai toda faceira

A moça tem um tufão nas cadeiras
É provocante e gostosa
Só não é de brincadeira

E quando ela passa provocando
A massa
Como incendeia
Quem mexe com a mina
Não sabe que a nega
É chave de cadeia

Vestido indecente
De tão transparente que mostra
A calcinha
Lá vai dadivosa
Bonita e gostosa
Vai comprar sardinha
E até um psiu que você faz pra ela
Pode ser fatal
Estou falando sério
Já deu cemitério, já deu hospital

Malandro de verdade
Na realidade não paga pra ver, pra ver
Que a nega é danada
Boa de pernada, judó e karatê

BANDEIRA BRASIL / SERGINHO PROCÓPIO / LUIZ CLÁUDIO PICOLÉ

NEGA DADIVOSA

Sony / EMI

Lá vai a nega pra feira
Descendo a ladeira
Lá vai dadivosa
Vai toda faceira

A moça tem um tufão nas cadeiras
É provocante e gostosa
Só não é de brincadeira

E quando ela passa provocando
A massa
Como incendeia
Quem mexe com a mina
Não sabe que a nega
É chave de cadeia

Vestido indecente
De tão transparente que mostra
A calcinha
Lá vai dadivosa
Bonita e gostosa
Vai comprar sardinha
E até um psiu que você faz pra ela
Pode ser fatal
Estou falando sério
Já deu cemitério, já deu hospital

Malandro de verdade
Na realidade não paga pra ver, pra ver
Que a nega é danada
Boa de pernada, judó e karatê

BANDEIRA BRASIL / SERGINHO PROCÓPIO / LUIZ CLÁUDIO PICOLÉ

Pra Judite eu já mandei avisar
Tô querendo casar com Edite
Mas a nega me disse que não admite
Me deu um palpite. isso não vai prestar
Edite é ruim de segurar
E Judite não quer que eu me irrite
Já bateu pra Zenith que disse:
O desquite eu não vou assinar
Edite é nega de elite
Pra que se conquiste não pode brincar
Mas eu não sou de brincadeira
E olhei pra Edite querendo ficar
Judite ficou de bobeira
E bateu pra Zenith o que aconteceu
Edite tocou a elite
Que tem o requinte que é muito mais eu
A mãe de Zenith fez esquisitice
Sabendo que Edite era minha mulher
E dona Clarisse, zombando, me disse
Meu filho, Edite já vai dar no pé
Foi dito e feito. depois de três meses
Edite deixava o meu barracão
Voltei pra Zenith que disse, sorrindo
Pretinho, tu mora no meu coração

FLAVINHO SILVA / ALEANDRO DIMENOR / SILVIO EDUARDO

NÊGA JUDITE

Pra Judite eu já mandei avisar
Tô querendo casar com Edite
Mas a nega me disse que não admite
Me deu um palpite. isso não vai prestar
Edite é ruim de segurar
E Judite não quer que eu me irrite
Já bateu pra Zenith que disse:
O desquite eu não vou assinar
Edite é nega de elite
Pra que se conquiste não pode brincar
Mas eu não sou de brincadeira
E olhei pra Edite querendo ficar
Judite ficou de bobeira
E bateu pra Zenith o que aconteceu
Edite tocou a elite
Que tem o requinte que é muito mais eu
A mãe de Zenith fez esquisitice
Sabendo que Edite era minha mulher
E dona Clarisse, zombando, me disse
Meu filho, Edite já vai dar no pé
Foi dito e feito. depois de três meses
Edite deixava o meu barracão
Voltei pra Zenith que disse, sorrindo
Pretinho, tu mora no meu coração

FLAVINHO SILVA / ALEANDRO DIMENOR / SILVIO EDUARDO

nan

ADELINO MOREIRA / ENZO DE ALMEIDA PASSOS

NEGUE

nan

ADELINO MOREIRA / ENZO DE ALMEIDA PASSOS

BMG Music Publishing

Quero alguém que me queira também
Tô partindo pra outra, meu bem
Tô legal desse lance que só me deu stress
Foi embora o perfume da flor
E a doçura do mel acabou
Se você não quer mais meu amor
Então me esquece
Sentimento que só causa dor ninguém merece

Ninguém merece sofrer, ninguém merece
E nem ficar com você, ninguém merece

Acordar sempre com o mesmo sermão
Ninguém merece
Aturar o mau humor do teu cão
Ninguém merece
Me proíbe de fumar, de beber
Ninguém merece
Você quer me proibir de viver
Ninguém merece

Ninguém merece sofrer, ninguém merece...

Tô tranqüilo e você vem me zoar
Ninguém merece
Só almoço na hora do jantar
Ninguém merece
Você torce pro meu time perder
Ninguém merece
E me nega o teu olhar de prazer

Ninguém merece sofrer...

Todo dia entrar na fila do INSS
Ninguém merece sofrer...

Escreve Jessé com C, já te falei que é com dois S
Ninguém merece sofrer...

Se quem bate não se lembra,
quem apanha não esquece
Ninguém merece sofrer...

Quando a cabeça não pensa,
é o corpo que padece
Ninguém merece sofrer...

ARLINDO CRUZ / JORGE DAVID / ACYR MARQUES

NINGUÉM MERECE

BMG Music Publishing

Quero alguém que me queira também
Tô partindo pra outra, meu bem
Tô legal desse lance que só me deu stress
Foi embora o perfume da flor
E a doçura do mel acabou
Se você não quer mais meu amor
Então me esquece
Sentimento que só causa dor ninguém merece

Ninguém merece sofrer, ninguém merece
E nem ficar com você, ninguém merece

Acordar sempre com o mesmo sermão
Ninguém merece
Aturar o mau humor do teu cão
Ninguém merece
Me proíbe de fumar, de beber
Ninguém merece
Você quer me proibir de viver
Ninguém merece

Ninguém merece sofrer, ninguém merece...

Tô tranqüilo e você vem me zoar
Ninguém merece
Só almoço na hora do jantar
Ninguém merece
Você torce pro meu time perder
Ninguém merece
E me nega o teu olhar de prazer

Ninguém merece sofrer...

Todo dia entrar na fila do INSS
Ninguém merece sofrer...

Escreve Jessé com C, já te falei que é com dois S
Ninguém merece sofrer...

Se quem bate não se lembra,
quem apanha não esquece
Ninguém merece sofrer...

Quando a cabeça não pensa,
é o corpo que padece
Ninguém merece sofrer...

ARLINDO CRUZ / JORGE DAVID / ACYR MARQUES

Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”. Mas avisa
Porque vou as normas da casa mudar
Quem não for amigo só entra de crachá
Pra moralizar, vou ter que mudar
Da próxima vez…
Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”. Mas avisa
Porque vou as normas da casa mudar
Quem não for amigo só entra de crachá
Pra moralizar, vou ter que mudar
Dessa vez foi demais, você trouxe a família da sua vizinha
Comadre, comprade, cunhado, madrinha
Fizeram uma zorra lá no meu quintal, total
Sanfona, viola, cavaco, pandeiro
Rolou samba, forró, hip-hop, de tudo por lá
Babou! Chegaram bem na hora que eu ia almoçar
Que horror! Quando eu falei “servido”, um já estava em meu lugar
Sujou! Comeram e beberam quase tudo
Que povo mal-educado (lá foi meu frango com quiabo)
Que horror! Zoaram o dia todo, e ninguém tinha disciplina
Sujou! Criança, velho e jovem se jogaram na piscina
Bastou! Quando a farra acabou já era noite
Não deu mais pra me segurar, mandei todo mundo vazar
Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”. Mas avisa
Porque vou as normas da casa mudar
Quem não for amigo só entra de crachá
Pra moralizar, vou ter que mudar
Dessa vez foi demais, você trouxe a família da sua vizinha
Comadre, comprade, cunhado, madrinha
Fizeram uma zorra lá no meu quintal, total
Sanfona, viola, cavaco, pandeiro
Rolou samba, forró, hip-hop, de tudo por lá
Babou! Chegaram bem na hora que eu ia almoçar
Que horror! Quando eu falei “servido”, um já estava em meu lugar
Sujou! Comeram e beberam quase tudo
Que povo mal-educado (lá foi meu frango com quiabo)
Que horror! Zoaram o dia todo, e ninguém tinha disciplina
Sujou! Criança, velho e jovem se jogaram na piscina
Bastou! Quando a farra acabou já era noite
Mandei todo mundo vazar
No dia seguinte fui fazer faxina, caramba, quase que enfartei
Vi tanta sujeira na minha piscina que a mãe de quem foi lá xinguei
Osso de galinha, pilha, dentadura, peruca, garrafa, carvão
Lata de cerveja, maiô, camisinha e uma cueca samba-canção
Bolinha de gude, chapinha, cabelo, a água tão amarelada
Estava na cara que ali foi banheiro, desaperto da rapaziada
Não diz que é mentira, foi tudo filmado, só pra você dou perdão
Porém, sua turma me deixou bolado
Nunca mais, nem no portão (ah, não!)
Da próxima vez que quiser me visitar, me avisaaaa
avisaaaa

ZÉ ROBERTO

NORMAS DA CASA

Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”. Mas avisa
Porque vou as normas da casa mudar
Quem não for amigo só entra de crachá
Pra moralizar, vou ter que mudar
Da próxima vez…
Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”. Mas avisa
Porque vou as normas da casa mudar
Quem não for amigo só entra de crachá
Pra moralizar, vou ter que mudar
Dessa vez foi demais, você trouxe a família da sua vizinha
Comadre, comprade, cunhado, madrinha
Fizeram uma zorra lá no meu quintal, total
Sanfona, viola, cavaco, pandeiro
Rolou samba, forró, hip-hop, de tudo por lá
Babou! Chegaram bem na hora que eu ia almoçar
Que horror! Quando eu falei “servido”, um já estava em meu lugar
Sujou! Comeram e beberam quase tudo
Que povo mal-educado (lá foi meu frango com quiabo)
Que horror! Zoaram o dia todo, e ninguém tinha disciplina
Sujou! Criança, velho e jovem se jogaram na piscina
Bastou! Quando a farra acabou já era noite
Não deu mais pra me segurar, mandei todo mundo vazar
Da próxima vez que quiser me visitar, avisa: “vai lá”. Mas avisa
Porque vou as normas da casa mudar
Quem não for amigo só entra de crachá
Pra moralizar, vou ter que mudar
Dessa vez foi demais, você trouxe a família da sua vizinha
Comadre, comprade, cunhado, madrinha
Fizeram uma zorra lá no meu quintal, total
Sanfona, viola, cavaco, pandeiro
Rolou samba, forró, hip-hop, de tudo por lá
Babou! Chegaram bem na hora que eu ia almoçar
Que horror! Quando eu falei “servido”, um já estava em meu lugar
Sujou! Comeram e beberam quase tudo
Que povo mal-educado (lá foi meu frango com quiabo)
Que horror! Zoaram o dia todo, e ninguém tinha disciplina
Sujou! Criança, velho e jovem se jogaram na piscina
Bastou! Quando a farra acabou já era noite
Mandei todo mundo vazar
No dia seguinte fui fazer faxina, caramba, quase que enfartei
Vi tanta sujeira na minha piscina que a mãe de quem foi lá xinguei
Osso de galinha, pilha, dentadura, peruca, garrafa, carvão
Lata de cerveja, maiô, camisinha e uma cueca samba-canção
Bolinha de gude, chapinha, cabelo, a água tão amarelada
Estava na cara que ali foi banheiro, desaperto da rapaziada
Não diz que é mentira, foi tudo filmado, só pra você dou perdão
Porém, sua turma me deixou bolado
Nunca mais, nem no portão (ah, não!)
Da próxima vez que quiser me visitar, me avisaaaa
avisaaaa

ZÉ ROBERTO

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Jurei que não ia mais ao botequim
E que não bebia mais cachaça
Fala sério, viver assim não tem graça
Pra quem foi criado na favela,
Perambulando nas vielas
Como é que pode resistir há um bom pagode

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Jurei que não ia mais ao botequim
E que não bebia mais cachaça
Fala sério, viver assim não tem graça
Pra quem foi criado na favela,
Perambulando nas vielas
Como é que pode resistir há um bom pagode

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura

Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ E MARCELINHO MOREIRA

NUNCA MAIS VOU JURAR COM ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ E MARCELINHO MOREIRA

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Jurei que não ia mais ao botequim
E que não bebia mais cachaça
Fala sério, viver assim não tem graça
Pra quem foi criado na favela,
Perambulando nas vielas
Como é que pode resistir há um bom pagode

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura
Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Jurei que não ia mais ao botequim
E que não bebia mais cachaça
Fala sério, viver assim não tem graça
Pra quem foi criado na favela,
Perambulando nas vielas
Como é que pode resistir há um bom pagode

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Minha mulher se cansou
De tanto que reclamou
Agora se conformou
Pra não ter mais demanda
Eu chego no horário marcado
Só deito de banho tomado
E papo encerrado
Porque lá em casa
É a nega quem manda

Eu já jurei
Que nunca mais ia beber
Eu já jurei
Que nunca mais ia fumar
Mas nem os Santos acreditam em minha jura

Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

Por isso eu juro que nunca mais vou jurar

ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ E MARCELINHO MOREIRA

Eu nunca vi você tão triste assim
Falando coisas, reclamando
Contra todos e até de mim
Sempre vi você cantando alegremente
Regando as flores do nosso jardim
Mas não seio que aconteceu
O que foi que te entristeceu
Quando amanheceu
Não te vi sorridente
Uma tristeza aparente se espalhava no ar
Será que fiz alguma coisa pra te magoar
Se fiz amor
Não tive a intenção
Peço perdão, oh! Flor
Se magoei teu coração
Por que não tentar
Sentar, resolver
Sem ninguém opinar
Só eu e voa
O nosso amor jamais será vencido
Se em partes iguais for divido
Por que você não diz o que te magoou?
Te vendo infeliz também estou

MONARCO / ALCINO CORRÉO

NUNCA VI VOCÊ TÃO TRISTE

Eu nunca vi você tão triste assim
Falando coisas, reclamando
Contra todos e até de mim
Sempre vi você cantando alegremente
Regando as flores do nosso jardim
Mas não seio que aconteceu
O que foi que te entristeceu
Quando amanheceu
Não te vi sorridente
Uma tristeza aparente se espalhava no ar
Será que fiz alguma coisa pra te magoar
Se fiz amor
Não tive a intenção
Peço perdão, oh! Flor
Se magoei teu coração
Por que não tentar
Sentar, resolver
Sem ninguém opinar
Só eu e voa
O nosso amor jamais será vencido
Se em partes iguais for divido
Por que você não diz o que te magoou?
Te vendo infeliz também estou

MONARCO / ALCINO CORRÉO

Quando estou com meu amor, amenizo a minha dor
Nem me lembro se chorei, brinco nos seus braços
E me sinto um rei, felicidade, invade o meu coração,
Bate mais forte a emoção, meu céu azul,
Tem nuvens brancas de paz, minha Portela eu te amo demais...quando estou...
Quando estou com meu amor...

Como diria Monarco, pega o seu lenço e enxugue o teu pranto
Eu já enxuguei o meu, e o nosso amor morreu
Juntamente com Ratinho nesse samba popular
Você nasceu p’ra orgia, da noite p’ro dia não pode mudar
Quem tem seu amor não dorme, Argemiro me fez entender
Com Mijinha aprendi, pensar em ti pra que?
E Alvaiade já dizia, no auge da lucidez
O mundo passa por mim todo dia
Enquanto eu só passo por ele uma vez
Quando estou com meu amor...

Casquinha e Jair do Cavaco, contaram tim tim por tim tim
Que dizia francamente, nosso amor chegou ao fim
Não me engana pecadora, se dizendo arrependida
Eu sigo o meu caminho e vai tratar da sua vida
Já dizia Manacéia, numa noite de esplendor
Eu serei de corpo e alma, sempre teu amor
Ele também já cantava, um samba apaixonado
Nem me lembro quantas lágrimas que eu tenho derramado
Quando estou com meu amor...

Mestre Paulo da Portela vendo o dia clarear
Disse eu serei teu ioiô, tu serás minha iaiá
Hoje fitando o espelho sinto a paixão que incendeia
A Portela de Paulinho é legado de Candeia
Quando estou...

NUVENS BRANCAS DE PAZ
Mauro Diniz - Arranjo e cavaco
Rildo Hora - gaita (realejo)
Paulão 7 Cordas – violão
Rogério Caetano – violão 7
Fred Camacho - banjo
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Dudu Oliveira - flauta
Jaguará – pandeiro e tamborim
Waltis Zacarias – surdo, repique de anel e tamborim
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – tamborim
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço & Marcelinho Moreira - coro
Monarco, Surica, Sérginho Procópio, Áurea Maria, Marquinhos do Pandeiro, Neide Santana e Jane Carla – coro “Velha Guarda da Portela”

ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ & MARCELINHO MOREIRA

NUVENS BRANCAS DE PAZ

Quando estou com meu amor, amenizo a minha dor
Nem me lembro se chorei, brinco nos seus braços
E me sinto um rei, felicidade, invade o meu coração,
Bate mais forte a emoção, meu céu azul,
Tem nuvens brancas de paz, minha Portela eu te amo demais...quando estou...
Quando estou com meu amor...

Como diria Monarco, pega o seu lenço e enxugue o teu pranto
Eu já enxuguei o meu, e o nosso amor morreu
Juntamente com Ratinho nesse samba popular
Você nasceu p’ra orgia, da noite p’ro dia não pode mudar
Quem tem seu amor não dorme, Argemiro me fez entender
Com Mijinha aprendi, pensar em ti pra que?
E Alvaiade já dizia, no auge da lucidez
O mundo passa por mim todo dia
Enquanto eu só passo por ele uma vez
Quando estou com meu amor...

Casquinha e Jair do Cavaco, contaram tim tim por tim tim
Que dizia francamente, nosso amor chegou ao fim
Não me engana pecadora, se dizendo arrependida
Eu sigo o meu caminho e vai tratar da sua vida
Já dizia Manacéia, numa noite de esplendor
Eu serei de corpo e alma, sempre teu amor
Ele também já cantava, um samba apaixonado
Nem me lembro quantas lágrimas que eu tenho derramado
Quando estou com meu amor...

Mestre Paulo da Portela vendo o dia clarear
Disse eu serei teu ioiô, tu serás minha iaiá
Hoje fitando o espelho sinto a paixão que incendeia
A Portela de Paulinho é legado de Candeia
Quando estou...

NUVENS BRANCAS DE PAZ
Mauro Diniz - Arranjo e cavaco
Rildo Hora - gaita (realejo)
Paulão 7 Cordas – violão
Rogério Caetano – violão 7
Fred Camacho - banjo
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Dudu Oliveira - flauta
Jaguará – pandeiro e tamborim
Waltis Zacarias – surdo, repique de anel e tamborim
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – tamborim
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço & Marcelinho Moreira - coro
Monarco, Surica, Sérginho Procópio, Áurea Maria, Marquinhos do Pandeiro, Neide Santana e Jane Carla – coro “Velha Guarda da Portela”

ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ & MARCELINHO MOREIRA

Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão

Oh bicheiro
Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão

O "1" deu no Avestruz, começou a jogação
E o "2" já deu na águia, que é bicho do patrão
Mas o "3" no burro, quando empaca é turrão
O "4" na borboleta, quando voa faz verão
O "5" deu no cachorro, tem apelido de cão
E o "6" já deu na cabra, que dá leite pro Cristão
O"7" deu no carneiro, que é bicho de São João
Refrão
O "8" deu no camelo, bicicleta de Sultão
E o "9" deu na cobra, que dá bote a traição
E o "10" deu no coelho, perto do capim melão
O "11" deu no cavalo, se não marcha é trotão
O "12" deu no elefante, com sua tromba no chão
Mas o 13" deu no galo, relógio de pai João
Refrão
O "14" deu no gato, todos sabem que é ladrão
O "15" no jacaré, faz sua vida no chão
"16" já deu no rei, todos sabem que é leão
"17" no macaco, pula de galho no chão
O "18" deu no porco, dentro de um caldeirão
Refrão
"19" no dourado, todos sabem que é pavão
O "20" deu no peru, pra morrer toma pifão
"21" já deu no touro, amarrado no moirão.
"22" já deu no tigre, anda de pijama não
"23" já deu no urso, é um abraço de um irmão
"24" no veado, todos sabem que é bichão
"25" deu na vaca, e terminou a coleção

Oh bicheiro
Refrão
Faço um milhar invertido, cercado por todos os lados
Se a letra for singela, faço um Duque combinado

Oh bicheiro
Refrão
{E aí Gugu, sujou compadre?}
{engole a isca}
{Vai devagar, quem joga com os olhos}
{Só ganha remela}

NÍLTON CAMPOLINO / TIO HÉLIO

O BICHO QUE DEU

Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão

Oh bicheiro
Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Oh bicheiro, qual é o grupo do talão?
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão
Quero ver a minha sorte na palma da tua mão

O "1" deu no Avestruz, começou a jogação
E o "2" já deu na águia, que é bicho do patrão
Mas o "3" no burro, quando empaca é turrão
O "4" na borboleta, quando voa faz verão
O "5" deu no cachorro, tem apelido de cão
E o "6" já deu na cabra, que dá leite pro Cristão
O"7" deu no carneiro, que é bicho de São João
Refrão
O "8" deu no camelo, bicicleta de Sultão
E o "9" deu na cobra, que dá bote a traição
E o "10" deu no coelho, perto do capim melão
O "11" deu no cavalo, se não marcha é trotão
O "12" deu no elefante, com sua tromba no chão
Mas o 13" deu no galo, relógio de pai João
Refrão
O "14" deu no gato, todos sabem que é ladrão
O "15" no jacaré, faz sua vida no chão
"16" já deu no rei, todos sabem que é leão
"17" no macaco, pula de galho no chão
O "18" deu no porco, dentro de um caldeirão
Refrão
"19" no dourado, todos sabem que é pavão
O "20" deu no peru, pra morrer toma pifão
"21" já deu no touro, amarrado no moirão.
"22" já deu no tigre, anda de pijama não
"23" já deu no urso, é um abraço de um irmão
"24" no veado, todos sabem que é bichão
"25" deu na vaca, e terminou a coleção

Oh bicheiro
Refrão
Faço um milhar invertido, cercado por todos os lados
Se a letra for singela, faço um Duque combinado

Oh bicheiro
Refrão
{E aí Gugu, sujou compadre?}
{engole a isca}
{Vai devagar, quem joga com os olhos}
{Só ganha remela}

NÍLTON CAMPOLINO / TIO HÉLIO

Universal Music Publishing / Nossa Música

Doutor, não me leve pro xadrez
Pois é a primeira vez que entro nessa furada
Lá em casa não havia mantimento
Foi fraqueza do momento
Eu parti pro tudo ou nada

Dei um papo no dono da mercearia
Ele bem que podia resolver a situação
A resposta foi não e eu fui pra padaria
Mas também me negaram o leite e o pão
No açougue, onde o dono já me conhecia
Nem carne de segunda ele quis me fiar
Minha dor sem remédio foi pra drogaria
E também não quiseram me remediar

Sou biscateiro, doutor, eu sou honesto
Vai lá no morro ,doutor, saber se eu presto ou não presto

Circulava de um lado pro o outro pedindo "maleme"
Mas não encontrei, uma palavra amiga, uma mão estendida
Um auxílio na forma da lei
Não queria sujar o bom nome da minha família
Mas caí na armadilha, não me deram opção
E como já dizia minha velha tia
A ocasião é que faz o ladrão

Sou biscateiro, doutor, eu sou honesto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Os amigos da tendinha vão fazer um manifesto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Maria, minha patroa, vai correr atrás do resto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Mulher, dinheiro e viola é coisa que eu não empresto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Falar mal da vida alheia é uma coisa que eu detesto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

SERGINHO MERITI / JAIRO ALEIXO

O BISCATEIRO

Universal Music Publishing / Nossa Música

Doutor, não me leve pro xadrez
Pois é a primeira vez que entro nessa furada
Lá em casa não havia mantimento
Foi fraqueza do momento
Eu parti pro tudo ou nada

Dei um papo no dono da mercearia
Ele bem que podia resolver a situação
A resposta foi não e eu fui pra padaria
Mas também me negaram o leite e o pão
No açougue, onde o dono já me conhecia
Nem carne de segunda ele quis me fiar
Minha dor sem remédio foi pra drogaria
E também não quiseram me remediar

Sou biscateiro, doutor, eu sou honesto
Vai lá no morro ,doutor, saber se eu presto ou não presto

Circulava de um lado pro o outro pedindo "maleme"
Mas não encontrei, uma palavra amiga, uma mão estendida
Um auxílio na forma da lei
Não queria sujar o bom nome da minha família
Mas caí na armadilha, não me deram opção
E como já dizia minha velha tia
A ocasião é que faz o ladrão

Sou biscateiro, doutor, eu sou honesto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Os amigos da tendinha vão fazer um manifesto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Maria, minha patroa, vai correr atrás do resto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Mulher, dinheiro e viola é coisa que eu não empresto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

Falar mal da vida alheia é uma coisa que eu detesto
Vai lá no morro, doutor, saber se eu presto ou não presto

SERGINHO MERITI / JAIRO ALEIXO

A galinha chorou, chorou... de felicidade
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade
A galinha chorou, a galinha...
Chorou, chorou, chorou, chorou... de felicidade,
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade

Cócóróco córócó...
Disse o galo que belisca a franga
Hoje é pra ele que eu tiro o chapéu
Quem é baixa renda transborda alegria
Com essa iguaria caindo do céu
Numa bandeja vem quarenta ovos
Porém a farpela são só dez reais
O carro do ovo parece o do Papa
Meu Deus a muvuca sai correndo atrás
Ninguém precisa resolver no tapa
O moço jurou que amanhã vai ter mais, a galinha chorou...

A galinha chorou, chorou!!! de felicidade
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade
A galinha... chorou, chorou, chorou, chorou, de felicidade,
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade

É mas às vezes da dó
Eu vi a vizinha chegar na quitanda
Pedir fiado pra um tal de Manéu
Querendo manteiga , farinha , fermento
P’rá fazer um bolo, pro filho Miguel
P’ro carro do ovo geral solta fogos
Pápá sem mistura meu bem nunca mais
Ovo cozido, ovo frito ou na chapa
Bife a cavalo sem carne é demais
Ninguém precisa resolver no tapa
O moço jurou que amanhã vai ter mais, a galinha chorou...
A galinha chorou... chorou!!!

O CARRO DO OVO
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – cavaco sol ré lá mi
Fred Camacho - banjo
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Aquiles Moraes – trumpete
Everson Moraes - trombone
Carlos Veja - tuba
Dirceu Leite – flautas, picollo, clarinete e sax tenor
Jaguará – pandeiro – congas - efeito
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, tamborim, prato e faca
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço e RixXxa – coro

MARQUINHOS DINIZ & ROSANIA ALVES

O CARRO DO OVO

A galinha chorou, chorou... de felicidade
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade
A galinha chorou, a galinha...
Chorou, chorou, chorou, chorou... de felicidade,
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade

Cócóróco córócó...
Disse o galo que belisca a franga
Hoje é pra ele que eu tiro o chapéu
Quem é baixa renda transborda alegria
Com essa iguaria caindo do céu
Numa bandeja vem quarenta ovos
Porém a farpela são só dez reais
O carro do ovo parece o do Papa
Meu Deus a muvuca sai correndo atrás
Ninguém precisa resolver no tapa
O moço jurou que amanhã vai ter mais, a galinha chorou...

A galinha chorou, chorou!!! de felicidade
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade
A galinha... chorou, chorou, chorou, chorou, de felicidade,
Chegou o carro do ovo p’rá fortalecer nossa comunidade

É mas às vezes da dó
Eu vi a vizinha chegar na quitanda
Pedir fiado pra um tal de Manéu
Querendo manteiga , farinha , fermento
P’rá fazer um bolo, pro filho Miguel
P’ro carro do ovo geral solta fogos
Pápá sem mistura meu bem nunca mais
Ovo cozido, ovo frito ou na chapa
Bife a cavalo sem carne é demais
Ninguém precisa resolver no tapa
O moço jurou que amanhã vai ter mais, a galinha chorou...
A galinha chorou... chorou!!!

O CARRO DO OVO
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – cavaco sol ré lá mi
Fred Camacho - banjo
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Aquiles Moraes – trumpete
Everson Moraes - trombone
Carlos Veja - tuba
Dirceu Leite – flautas, picollo, clarinete e sax tenor
Jaguará – pandeiro – congas - efeito
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, tamborim, prato e faca
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Patrícia Hora, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço e RixXxa – coro

MARQUINHOS DINIZ & ROSANIA ALVES

Mercury

Queria felicidade
Não pra me apaixonar
Por medo desse amor bonito
Me fazer chorar
Que fazer com meu coração
Paixão chegou sem dizer nada
E ensinou pro meu viver
Que o dono da dor
Sabe quanto dói
Tem jeito não, o peito rói
E só quem amou pode entender
O poder de fogo da paixão
Porque
A realidade é dura
Mas é ai que se cura
Ninguém pode imaginar
O que não viveu
Queria felicidade
Não pra me apaixonar
Por medo desse amor bonito
Me fazer chorar
Eu não sabia, oh! Senhor
Das artimanhas do amor
Caí nas garras da sedução
Tá doendo demais
Mexendo com minha paz
Amarga e doce tentação

NELSON RUFINO

O DONO DA DOR

Mercury

Queria felicidade
Não pra me apaixonar
Por medo desse amor bonito
Me fazer chorar
Que fazer com meu coração
Paixão chegou sem dizer nada
E ensinou pro meu viver
Que o dono da dor
Sabe quanto dói
Tem jeito não, o peito rói
E só quem amou pode entender
O poder de fogo da paixão
Porque
A realidade é dura
Mas é ai que se cura
Ninguém pode imaginar
O que não viveu
Queria felicidade
Não pra me apaixonar
Por medo desse amor bonito
Me fazer chorar
Eu não sabia, oh! Senhor
Das artimanhas do amor
Caí nas garras da sedução
Tá doendo demais
Mexendo com minha paz
Amarga e doce tentação

NELSON RUFINO

O nome dele é Beto Sem Braço
De quem cantando assim falo um pedaço
Laudenir é a ti que me refiro, Casemiro
Pois Casemiro já é nome de poeta
E poesia sempre foi a sua meta

SERGINHO MERITI / CARLOS SENNA

O ELO

O nome dele é Beto Sem Braço
De quem cantando assim falo um pedaço
Laudenir é a ti que me refiro, Casemiro
Pois Casemiro já é nome de poeta
E poesia sempre foi a sua meta

SERGINHO MERITI / CARLOS SENNA

Esse feijão tá cheiroso foi dona Neném que mandou preparar
Disse que PL disse que o fogo de lenha tem bom paladar. Vamo lá!
Bota lenha na fogueira Neném deixa o feijão cozinhar
Bota lenha na fogueira Neném não deixa o feijão queimar
Entre a cana e o tira gosto era mês de agosto lembro muito bem
Fui na favela do rato como convidado da dona Neném
Estranhei o movimento mas pensei por dentro vai dar tudo bem
Mas tropecei no tijolo esbarrei no crioulo que caiu também
Cheio de fome o negão lá no chão esperando o feijão da Neném Vamo lá!
Bota lenha na fogueira Neném deixa o feijão cozinhar. Pra firmar!
Bota lenha na fogueira Neném não deixa o feijão queimar
O negão queria briga porém a fadiga não deu condição
Vi que era malandragem, pilantragem era tudo armação
Pediram uma ajuda me deram a bermuda , a pá, a enxada e o carrinho de mão
Onde se lia a mensagem primeiro a laje depois o feijão
Bota lenha na fogueira Neném deixa o feijão cozinhar
Bota lenha na fogueira Neném não deixa o feijão queimar

ARLINDO CRUZ / ZECA PAGODINHO

O FEIJÃO DE DONA NENÉM

Esse feijão tá cheiroso foi dona Neném que mandou preparar
Disse que PL disse que o fogo de lenha tem bom paladar. Vamo lá!
Bota lenha na fogueira Neném deixa o feijão cozinhar
Bota lenha na fogueira Neném não deixa o feijão queimar
Entre a cana e o tira gosto era mês de agosto lembro muito bem
Fui na favela do rato como convidado da dona Neném
Estranhei o movimento mas pensei por dentro vai dar tudo bem
Mas tropecei no tijolo esbarrei no crioulo que caiu também
Cheio de fome o negão lá no chão esperando o feijão da Neném Vamo lá!
Bota lenha na fogueira Neném deixa o feijão cozinhar. Pra firmar!
Bota lenha na fogueira Neném não deixa o feijão queimar
O negão queria briga porém a fadiga não deu condição
Vi que era malandragem, pilantragem era tudo armação
Pediram uma ajuda me deram a bermuda , a pá, a enxada e o carrinho de mão
Onde se lia a mensagem primeiro a laje depois o feijão
Bota lenha na fogueira Neném deixa o feijão cozinhar
Bota lenha na fogueira Neném não deixa o feijão queimar

ARLINDO CRUZ / ZECA PAGODINHO

Para de dizer que o cara agora é você
Cuidado que a sua barba pode crescer
Baixa essa bola, pois entrando assim de sola
Você vai se dar mal, muito mal
Fica na sua, pois a turma aqui da rua não te acha legal: “se liga!”
Vive se gabando, diz que é pegador
Se cair na rede é peixe do pescador
Leva pro “apê”, coloca um filme privê
Faz a mulher se humilhar: “malvado!”
Quando a gatinha tá gostando, se empolgando, você manda vazar

Tô te dando um papo de amigo
Eu sei o tamanho do perigo
Tá chegando agora no pedaço e já quer mandar: “abusado!”
Olha, não é assim que a banda toca
Seu comportamento o mal provoca
A galera não aguenta mais te aturar

Seu garanhão, mulher dos outros é pra se respeitar
Principalmente aqui no nosso lugar
Malandro demais jogam na vala, não tem perdão
Preste atenção, ainda é tempo de se recuperar
Se não a fila dessa vez vai andar, contigo dentro do caixão: “vacilão!”

ZÉ ROBERTO

O GARANHÃO

Para de dizer que o cara agora é você
Cuidado que a sua barba pode crescer
Baixa essa bola, pois entrando assim de sola
Você vai se dar mal, muito mal
Fica na sua, pois a turma aqui da rua não te acha legal: “se liga!”
Vive se gabando, diz que é pegador
Se cair na rede é peixe do pescador
Leva pro “apê”, coloca um filme privê
Faz a mulher se humilhar: “malvado!”
Quando a gatinha tá gostando, se empolgando, você manda vazar

Tô te dando um papo de amigo
Eu sei o tamanho do perigo
Tá chegando agora no pedaço e já quer mandar: “abusado!”
Olha, não é assim que a banda toca
Seu comportamento o mal provoca
A galera não aguenta mais te aturar

Seu garanhão, mulher dos outros é pra se respeitar
Principalmente aqui no nosso lugar
Malandro demais jogam na vala, não tem perdão
Preste atenção, ainda é tempo de se recuperar
Se não a fila dessa vez vai andar, contigo dentro do caixão: “vacilão!”

ZÉ ROBERTO

O Neguinho gostou da filha da Madame
Que nós tratamos de Sinhá
Senhorita também gostou do Neguinho
Mas o Neguinho não tem dinheiro pra gastar
A Madame tem preconceito de cor Mas
não pôde evitar esse amor

Senhorita foi morar lá na Colina
Com o Neguinho que é compositor

Senhorita ficou com nome na história
E agora é a rainha da Escola
Gostou do samba e hoje vive muito bem
Ela devia nascer pobre também

Gostou do samba e hoje vive muito bem
Ela devia nascer pobre também

///

Ô, ô, ô
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Domingo, eu vou ao Maracanã
E torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeira
Não vai ser de brincadeira
Ele vai ser campeão
Não quero cadeira numerada
Vou ficar na arquibancada
Pra sentir mais emoção
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer

(Ô, ô, ô)
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Domingo, eu vou ao Maracanã
E torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeira
Não vai ser de brincadeira
Ele vai ser campeão
Não quero cadeira numerada
vou ficar na arquibancada
Pra sentir mais emoção
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer

(Ô, ô, ô)
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

NOEL ROSA, ABELARDO SILVA / NEGUINHO DA BEIJA-FLOR

O NEGUINHO E A SENHORITA / O CAMPEÃO (MEU TIME) COM NEGUINHO DA BEIJA-FLOR

O Neguinho gostou da filha da Madame
Que nós tratamos de Sinhá
Senhorita também gostou do Neguinho
Mas o Neguinho não tem dinheiro pra gastar
A Madame tem preconceito de cor Mas
não pôde evitar esse amor

Senhorita foi morar lá na Colina
Com o Neguinho que é compositor

Senhorita ficou com nome na história
E agora é a rainha da Escola
Gostou do samba e hoje vive muito bem
Ela devia nascer pobre também

Gostou do samba e hoje vive muito bem
Ela devia nascer pobre também

///

Ô, ô, ô
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Domingo, eu vou ao Maracanã
E torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeira
Não vai ser de brincadeira
Ele vai ser campeão
Não quero cadeira numerada
Vou ficar na arquibancada
Pra sentir mais emoção
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer

(Ô, ô, ô)
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Domingo, eu vou ao Maracanã
E torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeira
Não vai ser de brincadeira
Ele vai ser campeão
Não quero cadeira numerada
vou ficar na arquibancada
Pra sentir mais emoção
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer
Porque meu time bota pra ferver
E o nome dele são vocês que vão dizer

(Ô, ô, ô)
Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

Ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô

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NOEL ROSA, ABELARDO SILVA / NEGUINHO DA BEIJA-FLOR

Universal Music Publishing

Amigo, não leve a mal
Mas isso é o meu dever
Se quer namorar minha filha
Moça de família, precisa saber

Comigo é na moda antiga
Não tem boa-vida de encher a barriga
E depois correr
O velho não é de bobeira, vai pegar você

Senta aí no sofá que eu mandei preparar
De cidreira um chá pra te tranqüilizar
Quando se acalmar, me fale a verdade da sua intenção, cidadão
Se for amor que realmente está sentindo
Quer casar com ela, não está mentindo
Eu prometo, garanto
Seu boi vai na sombra ficar
Além de lhe dar meu consentimento
De presente um luxuoso apartamento
Mobiliado de frente pro mar, pronto pra morar
Porém se for 171, um pé rapado
Se meteu no meio de um fogo cruzado
Uma bala perdida, cuidado, ela pode te achar
Tá vendo, aqui na minha casa é um lar de alegria
Eu não deixo entrar pirataria
Se eu soltar meu cachorro ele vai ter pegar, amigo!

É um vira-lata ruim de aturar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Ele já tá de olho no teu calcanhar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Já matou um pitbull sem sair do lugar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar

Amigo, não leve a mal...

ZÉ ROBERTO

O PAI CORUJA

Universal Music Publishing

Amigo, não leve a mal
Mas isso é o meu dever
Se quer namorar minha filha
Moça de família, precisa saber

Comigo é na moda antiga
Não tem boa-vida de encher a barriga
E depois correr
O velho não é de bobeira, vai pegar você

Senta aí no sofá que eu mandei preparar
De cidreira um chá pra te tranqüilizar
Quando se acalmar, me fale a verdade da sua intenção, cidadão
Se for amor que realmente está sentindo
Quer casar com ela, não está mentindo
Eu prometo, garanto
Seu boi vai na sombra ficar
Além de lhe dar meu consentimento
De presente um luxuoso apartamento
Mobiliado de frente pro mar, pronto pra morar
Porém se for 171, um pé rapado
Se meteu no meio de um fogo cruzado
Uma bala perdida, cuidado, ela pode te achar
Tá vendo, aqui na minha casa é um lar de alegria
Eu não deixo entrar pirataria
Se eu soltar meu cachorro ele vai ter pegar, amigo!

É um vira-lata ruim de aturar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Ele já tá de olho no teu calcanhar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Já matou um pitbull sem sair do lugar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar

Amigo, não leve a mal...

ZÉ ROBERTO



Bebeu demais
Comeu de tudo
Dançou sozinho
Encheu o bolso
De salgadinho
Foi pra fila da pipoca
Roubou o pedaço do bolo
E o refrigerante
Que estava na mão
Do aniversariante
Fez a criança chorar
Ai, ai, ai
Ai, ai, ai
O coro comeu
Antes mesmo da festa acabar
Ai, ai, ai
Teve que sair na marra
Penetra!
Bem feito
Foi expulso
Ralou peito
Depois de tanto apanhar...

O Pai Coruja
(Zé Roberto)

Amigo, não leve a mal
Mas isso é o meu dever
Se quer namorar minha filha
Moça de família, precisa saber
Comigo é na moda antiga
Não tem boa-vida de encher a barriga
E depois correr
O velho não é de bobeira, vai pegar você
Senta aí no sofá que eu mandei preparar
De cidreira um chá pra te tranquilizar
Quando se acalmar, me fale a verdade da sua intenção, cidadão
Se for amor que realmente está sentindo
Quer casar com ela, não está mentindo
Eu prometo, garanto
Seu boi vai na sombra ficar
Além de lhe dar meu consentimento
De presente um luxuoso apartamento
Todo mobiliado, de frente pro mar, pronto pra morar
Porém, se for 171, um pé-rapado
Se meteu no meio de um fogo cruzado
Uma bala perdida, cuidado, ela pode te achar
Tá vendo, aqui na minha casa é um lar de alegria
Eu não deixo entrar pirataria
Se eu soltar meu cachorro, ele vai ter pegar
É um vira-lata ruim de aturar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Ele já tá de olho no seu calcanhar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Já matou um pitbull sem sair do lugar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar

O Vacilão
(Zé Roberto)

Aquilo que era mulher
Pra não te acordar cedo
Saía da cama na ponta do pé
Só te chamava tarde, sabia teu gosto
Na bandeja, café
Chocolate, biscoito, salada de fruta
Suco de mamão
No almoço era filé mignon
Com arroz à la grega, batata corada
Um vinho do bom
No jantar era a mesma fartura do almoço
E ainda tinha opção
É, mas deu mole, ela dispensou você
Chegou em casa outra vez doidão
Brigou com a preta sem razão
Quis comer arroz doce com quiabo
Botou sal na batida de limão
Deu lavagem ao macaco, banana pro porco, osso pro gato
Sardinha ao cachorro, cachaça pro pato
Entrou no chuveiro de terno e sapato
Não queria papo
Foi lá no porão, pegou “três-oitão”
Deu tiro na mão do próprio irmão
Que quis te segurar
Eu consegui te desarmar
Foi pra rua de novo
Entrou no velório pulando a janela
Xingou o defunto, apagou a vela
Cantou a viúva, mulher de favela
Deu um beijo nela
O bicho pegou, a polícia chegou
Um couro levou, em cana entrou
Ela não te quer mais
Bem feito!

Zé Roberto

O PAI CORUJA / O PENETRA / O VACILÃO



Bebeu demais
Comeu de tudo
Dançou sozinho
Encheu o bolso
De salgadinho
Foi pra fila da pipoca
Roubou o pedaço do bolo
E o refrigerante
Que estava na mão
Do aniversariante
Fez a criança chorar
Ai, ai, ai
Ai, ai, ai
O coro comeu
Antes mesmo da festa acabar
Ai, ai, ai
Teve que sair na marra
Penetra!
Bem feito
Foi expulso
Ralou peito
Depois de tanto apanhar...

O Pai Coruja
(Zé Roberto)

Amigo, não leve a mal
Mas isso é o meu dever
Se quer namorar minha filha
Moça de família, precisa saber
Comigo é na moda antiga
Não tem boa-vida de encher a barriga
E depois correr
O velho não é de bobeira, vai pegar você
Senta aí no sofá que eu mandei preparar
De cidreira um chá pra te tranquilizar
Quando se acalmar, me fale a verdade da sua intenção, cidadão
Se for amor que realmente está sentindo
Quer casar com ela, não está mentindo
Eu prometo, garanto
Seu boi vai na sombra ficar
Além de lhe dar meu consentimento
De presente um luxuoso apartamento
Todo mobiliado, de frente pro mar, pronto pra morar
Porém, se for 171, um pé-rapado
Se meteu no meio de um fogo cruzado
Uma bala perdida, cuidado, ela pode te achar
Tá vendo, aqui na minha casa é um lar de alegria
Eu não deixo entrar pirataria
Se eu soltar meu cachorro, ele vai ter pegar
É um vira-lata ruim de aturar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Ele já tá de olho no seu calcanhar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar
Já matou um pitbull sem sair do lugar
Se eu soltar meu cachorro, ele vai te pegar

O Vacilão
(Zé Roberto)

Aquilo que era mulher
Pra não te acordar cedo
Saía da cama na ponta do pé
Só te chamava tarde, sabia teu gosto
Na bandeja, café
Chocolate, biscoito, salada de fruta
Suco de mamão
No almoço era filé mignon
Com arroz à la grega, batata corada
Um vinho do bom
No jantar era a mesma fartura do almoço
E ainda tinha opção
É, mas deu mole, ela dispensou você
Chegou em casa outra vez doidão
Brigou com a preta sem razão
Quis comer arroz doce com quiabo
Botou sal na batida de limão
Deu lavagem ao macaco, banana pro porco, osso pro gato
Sardinha ao cachorro, cachaça pro pato
Entrou no chuveiro de terno e sapato
Não queria papo
Foi lá no porão, pegou “três-oitão”
Deu tiro na mão do próprio irmão
Que quis te segurar
Eu consegui te desarmar
Foi pra rua de novo
Entrou no velório pulando a janela
Xingou o defunto, apagou a vela
Cantou a viúva, mulher de favela
Deu um beijo nela
O bicho pegou, a polícia chegou
Um couro levou, em cana entrou
Ela não te quer mais
Bem feito!

Zé Roberto

É um carrapato, uma cola, um chiclete
Esse cara do chefe não quer desgrudar
Se vai embora, diz logo “saúde”
Se por ventura o cara espirrar

Dá sua vida feito um cão-de-guarda
Ele está sempre à disposição
E quem do chefe se aproxima
Ele olha de quina pra averiguação

É malfalado, odiado, invejado
Mas sua conduta não é de falhar
No fim de semana, o chefe o convida
Com sua família pra ir viajar

Se toma um porre, o cara lhe socorre
Depressa vai pra cozinha fazer logo um chá
Já me contaram que ele tem em casa
Uma foto do patrão no altar

Ele já foi promovido, tomou mais juízo
Mudou de religião
Virou a casaca e o time que torce
É o mesmo do patrão

Botou o nome do patrão no filho e deu a filha dele
Orgulhoso para batizar
O cara vira bicho se escuta alguém falando mal do chefe
Ele quer brigar
Não mede sacrifício e diz que é o seu ofício fazer tudo
E mais um pouco que o patrão mandar

Se o chefe chora, ele consola, também chora sem demora
Pega um lenço para enxugar
Se a piada é sem graça, nem disfarça, ele é o primeiro
Puxa o coro para gargalhar
É o queridinho do patrão, é protegido, baba-ovo, pela-saco
É um carrapato que no saco dá

ALAMIR/ROBERTO LOPES/LEVY VIANNA

O PUXA SACO

É um carrapato, uma cola, um chiclete
Esse cara do chefe não quer desgrudar
Se vai embora, diz logo “saúde”
Se por ventura o cara espirrar

Dá sua vida feito um cão-de-guarda
Ele está sempre à disposição
E quem do chefe se aproxima
Ele olha de quina pra averiguação

É malfalado, odiado, invejado
Mas sua conduta não é de falhar
No fim de semana, o chefe o convida
Com sua família pra ir viajar

Se toma um porre, o cara lhe socorre
Depressa vai pra cozinha fazer logo um chá
Já me contaram que ele tem em casa
Uma foto do patrão no altar

Ele já foi promovido, tomou mais juízo
Mudou de religião
Virou a casaca e o time que torce
É o mesmo do patrão

Botou o nome do patrão no filho e deu a filha dele
Orgulhoso para batizar
O cara vira bicho se escuta alguém falando mal do chefe
Ele quer brigar
Não mede sacrifício e diz que é o seu ofício fazer tudo
E mais um pouco que o patrão mandar

Se o chefe chora, ele consola, também chora sem demora
Pega um lenço para enxugar
Se a piada é sem graça, nem disfarça, ele é o primeiro
Puxa o coro para gargalhar
É o queridinho do patrão, é protegido, baba-ovo, pela-saco
É um carrapato que no saco dá

ALAMIR/ROBERTO LOPES/LEVY VIANNA

GONZAGUINHA

O QUE É, O QUE É

GONZAGUINHA

EMI / Universal Music Publishing

Amor, não deixe cair pelo chão
O que resta de nós, de nós
A dor se aperta em meu peito
E não deixa sair minha voz
De noite não deixa dormir minh alma
De dia me vem roubar a calma
Me fere o espinho do pranto
Alegria não há
Sustaram-se meus acalantos
E eu vivo a chorar

Será que a vida é penitência
Pra quem ama de verdade
É preciso paciência
Pra curtir essa saudade
Em meu peito o tédio chega lentamente
Não há remédio, não há jeito
Nosso amor está doente

RATINHO / SOMBRINHA

O QUE RESTA DE NÓS

EMI / Universal Music Publishing

Amor, não deixe cair pelo chão
O que resta de nós, de nós
A dor se aperta em meu peito
E não deixa sair minha voz
De noite não deixa dormir minh alma
De dia me vem roubar a calma
Me fere o espinho do pranto
Alegria não há
Sustaram-se meus acalantos
E eu vivo a chorar

Será que a vida é penitência
Pra quem ama de verdade
É preciso paciência
Pra curtir essa saudade
Em meu peito o tédio chega lentamente
Não há remédio, não há jeito
Nosso amor está doente

RATINHO / SOMBRINHA

Quando eu bebo e perco a rédea
Amanheço na orgia
Só pensando em fazer média
Espero abrir a padaria
Vou comprar um pão fresquinho
Litro de leite, manteiga
Cem gramas de salaminho
Pra agradar a minha nega
A nega já anda desconfiada
Que eu vivo na madrugada
Em busca de outros carinhos
Mas sei que ela não sabe de nada
É que eu passo a noite com a cara encostada
No bojo do meu cavaquinho

Quando eu bebo e perco a rédea...

Eu faço tudo pra agradar a nega Estela
Mas ela chora as mazelas
E diz que o dinheiro não dá
No fim do mês é o padeiro
É o leiteiro, o açougueiro querendo dinheiro
E é ela quem tem que pagar

Quando eu bebo e perco a rédea...

Não toma café sem leite
Nem come pão sem manteiga
Cem gramas de salaminho
Pra agradar a minha nega

Ela diz que vai embora
Que não agüenta mais e chega
Cem gramas de salaminho...

ZECA PAGODINHO / RATINHO

O SALAMINHO

Quando eu bebo e perco a rédea
Amanheço na orgia
Só pensando em fazer média
Espero abrir a padaria
Vou comprar um pão fresquinho
Litro de leite, manteiga
Cem gramas de salaminho
Pra agradar a minha nega
A nega já anda desconfiada
Que eu vivo na madrugada
Em busca de outros carinhos
Mas sei que ela não sabe de nada
É que eu passo a noite com a cara encostada
No bojo do meu cavaquinho

Quando eu bebo e perco a rédea...

Eu faço tudo pra agradar a nega Estela
Mas ela chora as mazelas
E diz que o dinheiro não dá
No fim do mês é o padeiro
É o leiteiro, o açougueiro querendo dinheiro
E é ela quem tem que pagar

Quando eu bebo e perco a rédea...

Não toma café sem leite
Nem come pão sem manteiga
Cem gramas de salaminho
Pra agradar a minha nega

Ela diz que vai embora
Que não agüenta mais e chega
Cem gramas de salaminho...

ZECA PAGODINHO / RATINHO



Já não vejo os velhos sambistas
Os verdadeiros artistas
De muitos anos atrás
O samba anda meio deturpado
Eu também estou mudado
Mas não os esqueço jamais
Em louvor à nova geração
A que faz do samba o seu bastão
Embora um pouco diferente
Mas faz vibrar o coração da gente

MULHER PERVERSA
(Chico Santana / Monarco)

Perversa, arruinou a minha vida
Esquecendo as bondades que lhe fiz
Hoje ela volta chorando
Implorando perdão
Trago em meu peito
A marca da ingratidão
Os dias foram passando
Quanto eu sofri
Mulher perversa como essa eu nunca vi

ABRA AS VISTAS, RAPAZ
(Alcides Lopes / Monarco)

Abre as vistas, rapaz
Essa mulher não gosta de você
Tudo que você faz por ela
Ela gargalha como quê
Ainda ontem ouvi
A um amigo ela falar
Se não fosse o bom dinheiro que
você dá
Ela não queria mais lhe amar

bmg / Argemiro da Portela

O SAMBA / MULHER PERVERSA / ABRA AS VISTAS RAPAZ



Já não vejo os velhos sambistas
Os verdadeiros artistas
De muitos anos atrás
O samba anda meio deturpado
Eu também estou mudado
Mas não os esqueço jamais
Em louvor à nova geração
A que faz do samba o seu bastão
Embora um pouco diferente
Mas faz vibrar o coração da gente

MULHER PERVERSA
(Chico Santana / Monarco)

Perversa, arruinou a minha vida
Esquecendo as bondades que lhe fiz
Hoje ela volta chorando
Implorando perdão
Trago em meu peito
A marca da ingratidão
Os dias foram passando
Quanto eu sofri
Mulher perversa como essa eu nunca vi

ABRA AS VISTAS, RAPAZ
(Alcides Lopes / Monarco)

Abre as vistas, rapaz
Essa mulher não gosta de você
Tudo que você faz por ela
Ela gargalha como quê
Ainda ontem ouvi
A um amigo ela falar
Se não fosse o bom dinheiro que
você dá
Ela não queria mais lhe amar

bmg / Argemiro da Portela

O samba, nunca foi de arruaça
Quem sabe é Carlos Cachaça, testemunha ocular
Ele viu nos tempos de menino
Com Cartola e Marcelino coisas de fazer chorar
Existia um certo preconceito
Que nos tirava o direito de sambar com liberdade
Mas apesar do preconceito, o sucesso era perfeito
Quando o samba ia pra cidade
O samba

Certos sambistas de agora,
Não sabem que outrora, o samba sofreu
O samba sofreu
Desconhecem o passado que lhe deu o apogeu
Dizem que pagode é moda, o samba de roda, o partido alto
Mas isso já vem da antiga
a onda de briga é coisa do asfalto
O samba

{Olha a velha guarda da Portela, que beleza}
{Alô, Osvaldo Cruz!?}
(Refrão)
{Esse lindo samba de Monarca e Ratinho}
{Homenageando o grande poeta da Mangueira}
{Carlos Cachaça}

MONARCO E RATINHO

O SAMBA NUNCA FOI DE ARRUAÇA

O samba, nunca foi de arruaça
Quem sabe é Carlos Cachaça, testemunha ocular
Ele viu nos tempos de menino
Com Cartola e Marcelino coisas de fazer chorar
Existia um certo preconceito
Que nos tirava o direito de sambar com liberdade
Mas apesar do preconceito, o sucesso era perfeito
Quando o samba ia pra cidade
O samba

Certos sambistas de agora,
Não sabem que outrora, o samba sofreu
O samba sofreu
Desconhecem o passado que lhe deu o apogeu
Dizem que pagode é moda, o samba de roda, o partido alto
Mas isso já vem da antiga
a onda de briga é coisa do asfalto
O samba

{Olha a velha guarda da Portela, que beleza}
{Alô, Osvaldo Cruz!?}
(Refrão)
{Esse lindo samba de Monarca e Ratinho}
{Homenageando o grande poeta da Mangueira}
{Carlos Cachaça}

MONARCO E RATINHO

BMG

Se a brisa da manhã
De mim se esconder
E o sol me procurar
Negando me aquecer
Vou me queixar pro mar
Não fiz por merecer
Fiz tudo pra me dar
Por te querer
Eu quis não te perder
Perdi você
Um vazio no coração, adeus
E no frio da solidão
A noite adormeceu e nem sequer
notou
Que um pedaço de mim, de mim
abortou
Estou perto do fim
A brisa não passou
E o sol não me despertou

MAURO DINIZ / FRANCO

O SOL E A BRISA

BMG

Se a brisa da manhã
De mim se esconder
E o sol me procurar
Negando me aquecer
Vou me queixar pro mar
Não fiz por merecer
Fiz tudo pra me dar
Por te querer
Eu quis não te perder
Perdi você
Um vazio no coração, adeus
E no frio da solidão
A noite adormeceu e nem sequer
notou
Que um pedaço de mim, de mim
abortou
Estou perto do fim
A brisa não passou
E o sol não me despertou

MAURO DINIZ / FRANCO

A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida

Finda a tempestade
O sol nascerá
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar

A sorrir...

ELTON MEDEIROS/CARTOLA

O SOL NASCERÁ (A SORRIR)

A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida

Finda a tempestade
O sol nascerá
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar

A sorrir...

ELTON MEDEIROS/CARTOLA

Música incidental: Estrada do sol

Ia descansar, mas escutei
O som do samba e levantei
Saí pra rua a procurar
De onde vinha aquela batucada
Lindos sambas de terreiro
E os versos dos partideiros
Com a lua cheia a clarear

Foi aí que eu senti que era covardia
Pois a noite estava clara como o dia
Tanta melodia a fluir
Como eu poderia dormir?

Eu lavei minha alma de ouvir lindos sambas
De grandes sambistas de quem eu sou fã
Quando eu dei por mim com meu tamborim
Era de manhã

TRIO CALAFRIO

O SOM DO SAMBA

Música incidental: Estrada do sol

Ia descansar, mas escutei
O som do samba e levantei
Saí pra rua a procurar
De onde vinha aquela batucada
Lindos sambas de terreiro
E os versos dos partideiros
Com a lua cheia a clarear

Foi aí que eu senti que era covardia
Pois a noite estava clara como o dia
Tanta melodia a fluir
Como eu poderia dormir?

Eu lavei minha alma de ouvir lindos sambas
De grandes sambistas de quem eu sou fã
Quando eu dei por mim com meu tamborim
Era de manhã

TRIO CALAFRIO

Deixa como está
Pra que falar de amor?!
Pra se entregar
Depois brigar
Se não vingar
Ficar chorando a dor.

Deixa como está
Pra que falar de amor?!
Melhor curtir
Tá bom assim
Deixa rolar
Pra não sofrer no fim.

Quem nunca viveu as armadilhas da paixão
Se não conhece
Desconhece a reação
Eu te aconselho vai ficando por ai
Até um dia conhecer o amor

Vem que a gente sabe o poder do nosso beijo
Mas no momento por enquanto é só desejo
Não entra nessa de mexer com o coração
Pra não errar depois pedir perdão

Diz, diz quem vai revelar os segredos do amor?
Quem só pensa em cobrar
Com certeza aprontou
Se quiser me ganhar
Me convença que eu vou

Fiz uma jura pra mim
De viver na razão
E ninguém brinca mais com a minha emoção.
Pois tentar ser feliz é o x da questão!

Por isso eu fiz
Uma jura pra mim
De viver na razão

ANDRÉ RENATO/XANDE DE PILARES/GILSON BERNINI

O X DA QUESTÃO

Deixa como está
Pra que falar de amor?!
Pra se entregar
Depois brigar
Se não vingar
Ficar chorando a dor.

Deixa como está
Pra que falar de amor?!
Melhor curtir
Tá bom assim
Deixa rolar
Pra não sofrer no fim.

Quem nunca viveu as armadilhas da paixão
Se não conhece
Desconhece a reação
Eu te aconselho vai ficando por ai
Até um dia conhecer o amor

Vem que a gente sabe o poder do nosso beijo
Mas no momento por enquanto é só desejo
Não entra nessa de mexer com o coração
Pra não errar depois pedir perdão

Diz, diz quem vai revelar os segredos do amor?
Quem só pensa em cobrar
Com certeza aprontou
Se quiser me ganhar
Me convença que eu vou

Fiz uma jura pra mim
De viver na razão
E ninguém brinca mais com a minha emoção.
Pois tentar ser feliz é o x da questão!

Por isso eu fiz
Uma jura pra mim
De viver na razão

ANDRÉ RENATO/XANDE DE PILARES/GILSON BERNINI
NOEL ROSA

O X DO PROBLEMA

NOEL ROSA

Eu sou descendente Zulu
Sou um soldado de Ogum
Um devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre

Sim vou à igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou ao terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor
Eu canto pra Ogum

Ogum
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais

Ogum
Ele vem de aruanda ele vence demanda de gente que faz

Ogum
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz

Ogum
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão

Ogum
É quem da confiança pra uma criança virar um leão

Ogum
É um mar de esperança que traz abonança pro meu coração

Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei nesse dia nessa noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tendo pé não me alcancem
Tendo mãos não me pegue não me toquem
Tendo olhos não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançara
Facas e lanças se quebrem se o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem se ao meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.

CLAUDEMIR/MARQUINHO PQD

OGUM

Eu sou descendente Zulu
Sou um soldado de Ogum
Um devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre

Sim vou à igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou ao terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor
Eu canto pra Ogum

Ogum
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais

Ogum
Ele vem de aruanda ele vence demanda de gente que faz

Ogum
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz

Ogum
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão

Ogum
É quem da confiança pra uma criança virar um leão

Ogum
É um mar de esperança que traz abonança pro meu coração

Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei nesse dia nessa noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tendo pé não me alcancem
Tendo mãos não me pegue não me toquem
Tendo olhos não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançara
Facas e lanças se quebrem se o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem se ao meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.

CLAUDEMIR/MARQUINHO PQD

Eu sou descendente Zulu
Sou um soldado de Ogum
Devoto nessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Se vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas, nas batalhas
Se vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça, firmo ponto, sim, sinhô
Eu canto pra Ogum
(Ogum)

Ogum, um guerreiro valente
Que cuida da gente, que sofre demais
Ogum, ele vem de Aruanda
Ele vence demanda de gente que faz
Ogum, cavaleiro do céu
Escudeiro fiel, mensageiro da paz
Ogum...

Ô ô ô
Ogum, ele nunca balança
Ele pega na lança, ele mata o dragão
Ogum, é quem dá confiança
Pra uma criança virar um leão
Ogum, é um mar de esperança
Que traz a bonança pro meu coração
Ogum...

Eu sou descendente Zulu
Sou um soldado de Ogum
Devoto nessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Se vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas, nas batalhas
Se vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça, firmo ponto, sim, sinhô
Eu canto pra Ogum

Ogum, um guerreiro valente
Que cuida da gente, que sofre demais
Ogum, ele vem de Aruanda
Ele vence demanda de gente que faz
Ogum, cavaleiro do céu
Escudeiro fiel, mensageiro da paz
Ogum...

Ô ô ô
Ogum, ele nunca balança
Ele pega na lança, ele mata o dragão
Ogum, é quem dá confiança
Pra uma criança virar um leão
Ogum, é um mar de esperança
Que traz a bonança pro meu coração
Ogum...

Oração de São Jorge

Deus adiante paz e guia encomendo-me a Deus e a Virgem Maria, minha Mãe os 12 apóstolos meus irmãos andarei nesses dias e nessas noites, com meu corpo cercado, vigiado e protegido pelas armas de São Jorge, São Jorge sentou praça na cavalaria eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia e eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge, para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, não me toquem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter para me fazer mal, armas de fogo meu
corpo não alcançarão, facas e lanças quebrarão sem meu corpo tocar, cordas e correntes arrebentarão sem meu corpo amarrar, pois eu estou vestido com as roupas e armas de Jorge.
Jorge é da Capadócia.
Salve Jorge

CLAUDEMIR / MARQUINHOS PQD

OGUM COM MARQUINHOS PQD

Eu sou descendente Zulu
Sou um soldado de Ogum
Devoto nessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Se vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas, nas batalhas
Se vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça, firmo ponto, sim, sinhô
Eu canto pra Ogum
(Ogum)

Ogum, um guerreiro valente
Que cuida da gente, que sofre demais
Ogum, ele vem de Aruanda
Ele vence demanda de gente que faz
Ogum, cavaleiro do céu
Escudeiro fiel, mensageiro da paz
Ogum...

Ô ô ô
Ogum, ele nunca balança
Ele pega na lança, ele mata o dragão
Ogum, é quem dá confiança
Pra uma criança virar um leão
Ogum, é um mar de esperança
Que traz a bonança pro meu coração
Ogum...

Eu sou descendente Zulu
Sou um soldado de Ogum
Devoto nessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Se vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas, nas batalhas
Se vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça, firmo ponto, sim, sinhô
Eu canto pra Ogum

Ogum, um guerreiro valente
Que cuida da gente, que sofre demais
Ogum, ele vem de Aruanda
Ele vence demanda de gente que faz
Ogum, cavaleiro do céu
Escudeiro fiel, mensageiro da paz
Ogum...

Ô ô ô
Ogum, ele nunca balança
Ele pega na lança, ele mata o dragão
Ogum, é quem dá confiança
Pra uma criança virar um leão
Ogum, é um mar de esperança
Que traz a bonança pro meu coração
Ogum...

Oração de São Jorge

Deus adiante paz e guia encomendo-me a Deus e a Virgem Maria, minha Mãe os 12 apóstolos meus irmãos andarei nesses dias e nessas noites, com meu corpo cercado, vigiado e protegido pelas armas de São Jorge, São Jorge sentou praça na cavalaria eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia e eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge, para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, não me toquem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter para me fazer mal, armas de fogo meu
corpo não alcançarão, facas e lanças quebrarão sem meu corpo tocar, cordas e correntes arrebentarão sem meu corpo amarrar, pois eu estou vestido com as roupas e armas de Jorge.
Jorge é da Capadócia.
Salve Jorge

CLAUDEMIR / MARQUINHOS PQD

Não chore ainda não, que eu tenho um violão
E nós vamos cantar
Felicidade aqui pode passar e ouvir
E se ela for de samba há de querer ficar
Seu padre toca o sino que é pra todo mundo saber
Que a noite é criança, que o samba é menino
Que a dor é tão velha que pode morrer
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, quem sabe sambar
Que entre na roda, que mostre o gingado
Mas muito cuidado, não vale chorar

Não chore ainda não, que eu tenho uma razão
Pra você não chorar
Amiga, me perdoa, se eu insisto à toa
Mas a vida é boa para quem cantar
Meu pinho, toca forte que é pra todo mundo acordar
Não fale da vida, nem fale da morte
Tem dó da menina, não deixa chorar
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, quem sabe sambar
Que entre na roda, que mostre o gingado
Mas muito cuidado, não vale chorar

Não chore ainda não, que eu tenho a impressão
Que o samba vem aí
É um samba tão imenso que eu às vezes penso
Que o próprio tempo vai parar pra ouvir
Luar, espere um pouco, que é pra o meu samba poder chegar
Eu sei que o violão está fraco, está rouco
Mas a minha voz não cansou de chamar
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, ninguém quer sambar
Não há mais quem cante, nem há mais lugar
O sol chegou antes do samba chegar
Quem passa nem liga, já vai trabalhar
E você, minha amiga, já pode chorar

CHICO BUARQUE

OLÊ, OLÁ

Não chore ainda não, que eu tenho um violão
E nós vamos cantar
Felicidade aqui pode passar e ouvir
E se ela for de samba há de querer ficar
Seu padre toca o sino que é pra todo mundo saber
Que a noite é criança, que o samba é menino
Que a dor é tão velha que pode morrer
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, quem sabe sambar
Que entre na roda, que mostre o gingado
Mas muito cuidado, não vale chorar

Não chore ainda não, que eu tenho uma razão
Pra você não chorar
Amiga, me perdoa, se eu insisto à toa
Mas a vida é boa para quem cantar
Meu pinho, toca forte que é pra todo mundo acordar
Não fale da vida, nem fale da morte
Tem dó da menina, não deixa chorar
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, quem sabe sambar
Que entre na roda, que mostre o gingado
Mas muito cuidado, não vale chorar

Não chore ainda não, que eu tenho a impressão
Que o samba vem aí
É um samba tão imenso que eu às vezes penso
Que o próprio tempo vai parar pra ouvir
Luar, espere um pouco, que é pra o meu samba poder chegar
Eu sei que o violão está fraco, está rouco
Mas a minha voz não cansou de chamar
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, ninguém quer sambar
Não há mais quem cante, nem há mais lugar
O sol chegou antes do samba chegar
Quem passa nem liga, já vai trabalhar
E você, minha amiga, já pode chorar

CHICO BUARQUE

Se tens os olhos verdes como esmeraldas
Me deixa tê-los em eternas madrugadas
Tem dó, esqueça-me com eles ao luar
Em lugar qualquer

Olhos
Se tens olhos claros como as águas limpas
As águas calmas e azuisde leves tintas
É no silêncio deles que vou me afogar

Se negros olhos tens
Da cor do breu, de ti eusou
Se são castanhos, eu
Eu te darei o meu amor

ALMIR GUINETO / LUVERCI ERNESTO / CARLOS SENNA

OLHOS

Se tens os olhos verdes como esmeraldas
Me deixa tê-los em eternas madrugadas
Tem dó, esqueça-me com eles ao luar
Em lugar qualquer

Olhos
Se tens olhos claros como as águas limpas
As águas calmas e azuisde leves tintas
É no silêncio deles que vou me afogar

Se negros olhos tens
Da cor do breu, de ti eusou
Se são castanhos, eu
Eu te darei o meu amor

ALMIR GUINETO / LUVERCI ERNESTO / CARLOS SENNA

Podem me prender
Podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião
Daqui do morro
Eu não saio, não
Daqui do morro
Eu não saio, não

Se não tem água
Eu furo um poço
Se não tem carne
Eu compro um osso
E ponho na sopa
E deixa andar
Deixa andar
Deixa andar

Falem de mim
Quem quiser falar
Aqui eu não pago aluguel
Se eu morrer amanhã, seu doutor
Estou pertinho do céu

Se não tem água...

Falem de mim...

ZÉ KETI

OPINIÃO

Podem me prender
Podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião
Daqui do morro
Eu não saio, não
Daqui do morro
Eu não saio, não

Se não tem água
Eu furo um poço
Se não tem carne
Eu compro um osso
E ponho na sopa
E deixa andar
Deixa andar
Deixa andar

Falem de mim
Quem quiser falar
Aqui eu não pago aluguel
Se eu morrer amanhã, seu doutor
Estou pertinho do céu

Se não tem água...

Falem de mim...

ZÉ KETI

É bom celebrar a vida
Que a vida é feita de amor
É a viagem de ida
Ao ponto final da dor

Senhora de Aparecida
Mãe de Deus, o Criador
Sou bom filho, sou bom pai
Quero ser um bom avô

Está em festa o meu barraco
Todo dia é carnaval
Criado ao som de um cavaco
Ninado no meu quintal
E que os grandes partideiros
Tragam a corda e a caçamba
Que o meu neto seja herdeiro
Do meu amor pelo samba
E os grandes batuqueiros
Na magia do tambor
Façam brilhar no terreiro
O orgulho do vovô

Hoje eu sou feliz
Sou merecedor
Sou bom filho, sou bom pai
Quero ser um bom avô

ZECA PAGODINHO/ARLINDO CRUZ

ORGULHO DO VOVÔ

É bom celebrar a vida
Que a vida é feita de amor
É a viagem de ida
Ao ponto final da dor

Senhora de Aparecida
Mãe de Deus, o Criador
Sou bom filho, sou bom pai
Quero ser um bom avô

Está em festa o meu barraco
Todo dia é carnaval
Criado ao som de um cavaco
Ninado no meu quintal
E que os grandes partideiros
Tragam a corda e a caçamba
Que o meu neto seja herdeiro
Do meu amor pelo samba
E os grandes batuqueiros
Na magia do tambor
Façam brilhar no terreiro
O orgulho do vovô

Hoje eu sou feliz
Sou merecedor
Sou bom filho, sou bom pai
Quero ser um bom avô

ZECA PAGODINHO/ARLINDO CRUZ

Os papéis que eu varei noites pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil. Não deu para contar
Meu papel foi de um sem fé que removeu montanhas
E no céu dos fiéis o senhor de tamanha façanha
Os meus pés sempre dançavam
Pelas mãos de um bamba
Ou. Ao invés. Faziam tudo para eu tropeçar
Se era deus. Subi ao palco a pedir perdão
Quando eu era eu ou não eu sim ou não
Fui pastor de ovelha negra.
Branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor por
Amor .
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! meu grande amor

WILSON DAS NEVES / LUIZ CARLOS DA VILA

OS PAPÉIS

Os papéis que eu varei noites pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil. Não deu para contar
Meu papel foi de um sem fé que removeu montanhas
E no céu dos fiéis o senhor de tamanha façanha
Os meus pés sempre dançavam
Pelas mãos de um bamba
Ou. Ao invés. Faziam tudo para eu tropeçar
Se era deus. Subi ao palco a pedir perdão
Quando eu era eu ou não eu sim ou não
Fui pastor de ovelha negra.
Branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor por
Amor .
Foi aí que eu vi então que tudo que escrevi
E também todo papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! meu grande amor

WILSON DAS NEVES / LUIZ CARLOS DA VILA

Laialaia, laialaia,

Os papéis
Que eu varei noite pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar

Meu papel
Foi de um sem fé que removeu montanhas
E nos céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha

Os meus pés
Sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão

Quando eu era eu ou não eu, sim ou não

Fui Pastor
De ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor

Por Amor
Foi ai que eu vi então que tudo o que escrevi
E também todo o papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! Meu grande amor

Fui Pastor
De ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor

Por Amor
Foi ai que eu vi então que tudo o que escrevi
E também todo o papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! Meu grande amor

Os papéis
Que eu varei noite pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar

Meu papel
Foi de um sem fé que removeu montanhas
E nos céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha

Os meus pés
Sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão

Quando eu era eu ou não eu, sim ou não

Fui Pastor
De ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor

Por Amor
Foi ai que eu vi então que tudo o que escrevi
E também todo o papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! Meu grande amor

///

O samba é meu dom
Aprendi bater samba ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo, de roda, na palma da mão
De breque, de partido alto e o samba-canção

O samba é meu dom
Aprendi dançar samba vendo um samba de pé no chão
No Império Serrano, a escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão

O samba é meu dom
Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô, Donga, Ciro e João

O samba é meu dom
Aprendi muito samba
Com quem sempre fez samba bom
Silas, Zico, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão
Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabô, Henricão

O samba é meu dom
É no samba que eu vivo
Do samba é que eu ganho o meu pão
E é no samba que eu quero morrer
De baqueta na mão
Pois quem é de samba
Meu nome não esquece mais não

O samba é meu dom
Aprendi bater samba ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo, de roda, na palma da mão
De breque, de partido alto e o samba-canção

O samba é meu dom
Aprendi dançar samba vendo um samba de pé no chão
No Império Serrano, a escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão

O samba é meu dom
Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô, Donga, Ciro e João

O samba é meu dom
Aprendi muito samba
Com quem sempre fez samba bom
Silas, Zico, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão
Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabô, Henricão

O samba é meu dom
É no samba que eu vivo
Do samba é que eu ganho o meu pão
E é no samba que eu quero morrer
De baqueta na mão
Pois quem é de samba
Meu nome não esquece mais não

Laialai,laialai,laialai,
Laialai,laialai,laialai

O samba é meu dom

LUIZ CARLOS DA VILA, WILSON DAS NEVES / PAULO CÉSAR PINHEIRO

OS PAPÉIS / O SAMBA É MEU DOM COM WILSON DAS NEVES

Laialaia, laialaia,

Os papéis
Que eu varei noite pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar

Meu papel
Foi de um sem fé que removeu montanhas
E nos céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha

Os meus pés
Sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão

Quando eu era eu ou não eu, sim ou não

Fui Pastor
De ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor

Por Amor
Foi ai que eu vi então que tudo o que escrevi
E também todo o papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! Meu grande amor

Fui Pastor
De ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor

Por Amor
Foi ai que eu vi então que tudo o que escrevi
E também todo o papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! Meu grande amor

Os papéis
Que eu varei noite pra escrever um samba
Foram dez ou foram mil, não deu para contar

Meu papel
Foi de um sem fé que removeu montanhas
E nos céu dos fiéis, o senhor de tamanha façanha

Os meus pés
Sempre dançavam pelas mãos de um bamba
Ou, ao invés, faziam tudo para eu tropeçar
Se era Deus, subi ao palco a pedir perdão

Quando eu era eu ou não eu, sim ou não

Fui Pastor
De ovelha negra, branca e sem matiz
De lá do campo e também da matriz
Eu me fiz seu escravo em papel de senhor

Por Amor
Foi ai que eu vi então que tudo o que escrevi
E também todo o papel que eu vivi
Só vivi pra você
Oh! Meu grande amor

///

O samba é meu dom
Aprendi bater samba ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo, de roda, na palma da mão
De breque, de partido alto e o samba-canção

O samba é meu dom
Aprendi dançar samba vendo um samba de pé no chão
No Império Serrano, a escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão

O samba é meu dom
Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô, Donga, Ciro e João

O samba é meu dom
Aprendi muito samba
Com quem sempre fez samba bom
Silas, Zico, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão
Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabô, Henricão

O samba é meu dom
É no samba que eu vivo
Do samba é que eu ganho o meu pão
E é no samba que eu quero morrer
De baqueta na mão
Pois quem é de samba
Meu nome não esquece mais não

O samba é meu dom
Aprendi bater samba ao compasso do meu coração
De quadra, de enredo, de roda, na palma da mão
De breque, de partido alto e o samba-canção

O samba é meu dom
Aprendi dançar samba vendo um samba de pé no chão
No Império Serrano, a escola da minha paixão
No terreiro, na rua, no bar, gafieira e salão

O samba é meu dom
Aprendi cantar samba com quem dele fez profissão
Mário Reis, Vassourinha, Ataulfo, Ismael, Jamelão
Com Roberto Silva, Sinhô, Donga, Ciro e João

O samba é meu dom
Aprendi muito samba
Com quem sempre fez samba bom
Silas, Zico, Aniceto, Anescar, Cachinê, Jaguarão
Zé com Fome, Herivelto, Marçal, Mirabô, Henricão

O samba é meu dom
É no samba que eu vivo
Do samba é que eu ganho o meu pão
E é no samba que eu quero morrer
De baqueta na mão
Pois quem é de samba
Meu nome não esquece mais não

Laialai,laialai,laialai,
Laialai,laialai,laialai

O samba é meu dom

LUIZ CARLOS DA VILA, WILSON DAS NEVES / PAULO CÉSAR PINHEIRO

EMI / Universal Publishing

Pago pra ver você rogar a minha volta
Minha revolta tá na tua ingratidão
Quem deu amor, quem se entregou não merecia
Uma partida sem deixar explicação
Quando você chegou pra mim, foi tanta jura
Tanta promessa desse amor jamais ter fim
Agora vejo, foi somente um desejo
Simplesmente um ensejo pra mais uma curtição
Enquanto eu, que apostei todas as cartas
Nesse amor que me descarta
Sou a dor, desilusão
Vou refazer minha vida
Mudar o meu telefone
Cicatrizar a ferida
Tirar o seu sobrenome
O que restou de nós dois
Vou apagar da lembrança
E não vou mais me entregar
Feito criança

NELSON RUFINO / TONINHO GERAES

PAGO PRA VER

EMI / Universal Publishing

Pago pra ver você rogar a minha volta
Minha revolta tá na tua ingratidão
Quem deu amor, quem se entregou não merecia
Uma partida sem deixar explicação
Quando você chegou pra mim, foi tanta jura
Tanta promessa desse amor jamais ter fim
Agora vejo, foi somente um desejo
Simplesmente um ensejo pra mais uma curtição
Enquanto eu, que apostei todas as cartas
Nesse amor que me descarta
Sou a dor, desilusão
Vou refazer minha vida
Mudar o meu telefone
Cicatrizar a ferida
Tirar o seu sobrenome
O que restou de nós dois
Vou apagar da lembrança
E não vou mais me entregar
Feito criança

NELSON RUFINO / TONINHO GERAES

Fui na casa de Dona Didi
Cantar um partido pra me distrair
Não queria sair de Acari
Me levaram pra casa da Dona Didi

Teve um briga de foice
De pau, facão e enxada
Até mandaram parar
O pagode da rapaziada
Deram um tremendo sacode
No dona da casa e na sua cunhada
Que estavam trocando olhares
Com pinta de quem não quer nada

Eu já estava pressentindo
Vem coisa ruim por aí
Ao perceber que flertavam
Esguleba com Dona Didi
Até falei pro compadre
Quero voltar pro Acari
Fomos parar no distrito
Só no outro dia eu saí

ZECA PAGODINHO

PAGODE DA DONA DIDI

Fui na casa de Dona Didi
Cantar um partido pra me distrair
Não queria sair de Acari
Me levaram pra casa da Dona Didi

Teve um briga de foice
De pau, facão e enxada
Até mandaram parar
O pagode da rapaziada
Deram um tremendo sacode
No dona da casa e na sua cunhada
Que estavam trocando olhares
Com pinta de quem não quer nada

Eu já estava pressentindo
Vem coisa ruim por aí
Ao perceber que flertavam
Esguleba com Dona Didi
Até falei pro compadre
Quero voltar pro Acari
Fomos parar no distrito
Só no outro dia eu saí

ZECA PAGODINHO

Meu apÊ de sala-e-quarto
Não é mais assim tão farto
De alegria e amor
Hoje só o teu retrato
Na moldura de um prato
Tem relativo valor
Quase que tive um infarto
Quando teu amor ingrato
O meu coração desprezou
Pagodeiro fino trato
Feito de gato e sapato
Não passo de um sofredor
Ainda vou vencer tua beleza
Embora reconheça quem tu és
Um dia cai a tua realeza
E a coroa vem sob meus pés
Hoje eu só posso dar certeza
Ainda te verei sofrer revés
Não se pode mudar a natureza
Ficam os dedos vão-se os anéis

CARLOS ROBERTO DA MANGUEIRA

PAGODEIRO FINO TRATO

Meu apÊ de sala-e-quarto
Não é mais assim tão farto
De alegria e amor
Hoje só o teu retrato
Na moldura de um prato
Tem relativo valor
Quase que tive um infarto
Quando teu amor ingrato
O meu coração desprezou
Pagodeiro fino trato
Feito de gato e sapato
Não passo de um sofredor
Ainda vou vencer tua beleza
Embora reconheça quem tu és
Um dia cai a tua realeza
E a coroa vem sob meus pés
Hoje eu só posso dar certeza
Ainda te verei sofrer revés
Não se pode mudar a natureza
Ficam os dedos vão-se os anéis

CARLOS ROBERTO DA MANGUEIRA

BILLY BLANCO

PANO LEGAL

BILLY BLANCO

Mercury

Se eu fizesse o papel principal
Nos teus sonhos
Ah! O final ia mudar
Sonharias sem parar
Não terias pesadelos
Expulsava teus delírios
Desmanchava-me em zelos
Pra cuidar dos teus suspiros
E comigo sonharias, só comigo,amor
Teus olhos me passam relato de
fácil leitura
Me revelam teus hiatos de afeição
Nas aventuras
Me contam que a velha saudade ainda
te guia
Não te traz felicidade
Um amor a cada dia

ALMIR GUINETO / LUVEREI ERNESTO / OEDÉ PARAISO

PAPEL PRINCIPAL

Mercury

Se eu fizesse o papel principal
Nos teus sonhos
Ah! O final ia mudar
Sonharias sem parar
Não terias pesadelos
Expulsava teus delírios
Desmanchava-me em zelos
Pra cuidar dos teus suspiros
E comigo sonharias, só comigo,amor
Teus olhos me passam relato de
fácil leitura
Me revelam teus hiatos de afeição
Nas aventuras
Me contam que a velha saudade ainda
te guia
Não te traz felicidade
Um amor a cada dia

ALMIR GUINETO / LUVEREI ERNESTO / OEDÉ PARAISO

Mercury

O meu barraco
Hoje está valorizado
Só por causa de uma antena
Que eu instalei no telhado

Mas a parabólica
Foi trazida por um temporal
Eu achei no mato
E botei no barraco
Na cara-de-pau

Hoje quem passa na pista
E olha pra crista do morro
Vai ver meu barracão
Com aquela antena
Ficou a maior curtição
O mulheril da jogada,
Viúva, casada e até mesmo as donzelas
Querem entrar no barraco
Somente pra ver a imagem da tela

Quando tem blitz no morro
O primeiro barraco a ganhar a geral
É o meu
Porque está sempre lotado
E todo mundo pensa
Que estou no apogeu
Já ando meio bolado
Com tanta muvuca
Tirando meu sono
Vou botar um anúncio
No classificado
E vou devolver essa droga pro dono

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / MARCOS DINIZ / LUIZ GRANDE

PARABÓLICA

Mercury

O meu barraco
Hoje está valorizado
Só por causa de uma antena
Que eu instalei no telhado

Mas a parabólica
Foi trazida por um temporal
Eu achei no mato
E botei no barraco
Na cara-de-pau

Hoje quem passa na pista
E olha pra crista do morro
Vai ver meu barracão
Com aquela antena
Ficou a maior curtição
O mulheril da jogada,
Viúva, casada e até mesmo as donzelas
Querem entrar no barraco
Somente pra ver a imagem da tela

Quando tem blitz no morro
O primeiro barraco a ganhar a geral
É o meu
Porque está sempre lotado
E todo mundo pensa
Que estou no apogeu
Já ando meio bolado
Com tanta muvuca
Tirando meu sono
Vou botar um anúncio
No classificado
E vou devolver essa droga pro dono

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO / MARCOS DINIZ / LUIZ GRANDE

Dessa vez eu parei e pensei
Pode acreditar
Quem atrasa só se atrasa na vida
Nunca chega lá
Só rema contra a maré
Contra a maré não dá

Aceite o que Deus te deu de coração
Querer o que não é seu é obsessão
Se não aprendeu a lição
E melhor se informar
Que assim tu verás
A vida de uma forma singular

Mas não reme contra a maré Contra a maré não dá

Dessa vez eu parei e pensei...

Ser poeta é primazia
Não é privilegio seu
Faço a noite virar dia
Pra criar o filho meu
Desse dom que Deus me deu
Quem é você pra vir zombar

Não reme contra a maré
Contra a maré não dá

Dessa vez eu parei e pensei...

Pescador que se atreveu
Viu seu barco naufragar

Foi remar contra a maré
Contra a maré não dá

Vê primeiro se dá pé
Pra você não afundar

Não nade contra a maré
Contra a maré não dá

Vai seguir a correnteza
Com firmeza no remar
Não reme contra a maré
Contra a maré não dá

Vai buscar o meu anzol
Minha vara e meu puçá
Não reme contra a maré
Contra a maré não dá

MAURIÇÃO / MARRECO DA GÁVEA / ROBERTINHO DEVAGAR / SOUZA DO BANJO

PAREI E PENSEI

Dessa vez eu parei e pensei
Pode acreditar
Quem atrasa só se atrasa na vida
Nunca chega lá
Só rema contra a maré
Contra a maré não dá

Aceite o que Deus te deu de coração
Querer o que não é seu é obsessão
Se não aprendeu a lição
E melhor se informar
Que assim tu verás
A vida de uma forma singular

Mas não reme contra a maré Contra a maré não dá

Dessa vez eu parei e pensei...

Ser poeta é primazia
Não é privilegio seu
Faço a noite virar dia
Pra criar o filho meu
Desse dom que Deus me deu
Quem é você pra vir zombar

Não reme contra a maré
Contra a maré não dá

Dessa vez eu parei e pensei...

Pescador que se atreveu
Viu seu barco naufragar

Foi remar contra a maré
Contra a maré não dá

Vê primeiro se dá pé
Pra você não afundar

Não nade contra a maré
Contra a maré não dá

Vai seguir a correnteza
Com firmeza no remar
Não reme contra a maré
Contra a maré não dá

Vai buscar o meu anzol
Minha vara e meu puçá
Não reme contra a maré
Contra a maré não dá

MAURIÇÃO / MARRECO DA GÁVEA / ROBERTINHO DEVAGAR / SOUZA DO BANJO

BMG

Cadê, cadê?
O doce de coco eu quero comer
Cadê, cadê?
O pudim, queijadinha, manjá e pavê
Me dá, me dá!
Arroz-doce, cuscuz e bolo de fubá
Quem já provou gostou do quindim
De iaiá e ioiô
Quem comeu arregalou-se
Doce de batata-doce
Sinhá fez a gelatina com baunilha e
anilina
E o pote de melado
Que é pra comer com queijo
E o casal de namorados
Pode adoçar os seus beijos

MAURO DINIZ / ZECA PAGODINHO

PARTIDO DOCE

BMG

Cadê, cadê?
O doce de coco eu quero comer
Cadê, cadê?
O pudim, queijadinha, manjá e pavê
Me dá, me dá!
Arroz-doce, cuscuz e bolo de fubá
Quem já provou gostou do quindim
De iaiá e ioiô
Quem comeu arregalou-se
Doce de batata-doce
Sinhá fez a gelatina com baunilha e
anilina
E o pote de melado
Que é pra comer com queijo
E o casal de namorados
Pode adoçar os seus beijos

MAURO DINIZ / ZECA PAGODINHO

Sigem

Mulher, mulher, mulher
Você não terá o meu amor
Pode tentar o que quiser
Levou o meu nome na macumba
Pra me amarrar
E tentou diversas vezes me prejudicar
Mas minha cabeça é sã
Porque Cosme é meu amigo
E pediu a seu irmão, Damião
Pra reunir a garotada
E proteger meu amanhã, meu amanhã
Na verdade, você nunca me pertenceu
E quando seguiu meus passos
Foi visando o que era meu
Você não passou de um caso
Que nasceu por um acaso
Seu amor não era eu
Seu amor não era eu
Quando teve a conclusão Que o meu pobre coração
Não abrigaria você
Passou me caluniar
Mas a patota de Cosme
Não deixou me derrubar
Não deixou me derrubar

NILSON BASTOS / CARLOS SENA

PATOLA DE COSME

Sigem

Mulher, mulher, mulher
Você não terá o meu amor
Pode tentar o que quiser
Levou o meu nome na macumba
Pra me amarrar
E tentou diversas vezes me prejudicar
Mas minha cabeça é sã
Porque Cosme é meu amigo
E pediu a seu irmão, Damião
Pra reunir a garotada
E proteger meu amanhã, meu amanhã
Na verdade, você nunca me pertenceu
E quando seguiu meus passos
Foi visando o que era meu
Você não passou de um caso
Que nasceu por um acaso
Seu amor não era eu
Seu amor não era eu
Quando teve a conclusão Que o meu pobre coração
Não abrigaria você
Passou me caluniar
Mas a patota de Cosme
Não deixou me derrubar
Não deixou me derrubar

NILSON BASTOS / CARLOS SENA

Sigem

Mulher, mulher, mulher
Você não terá o meu amor
Pode tentar o que quiser
Levou o meu nome na macumba
Pra me amarrar
E tentou diversas vezes me prejudicar
Mas minha cabeça é sã
Porque Cosme é meu amigo
E pediu a seu irmão, Damião
Pra reunir a garotada
E proteger meu amanhã, meu amanhã
Na verdade, você nunca me pertenceu
E quando seguiu meus passos
Foi visando o que era meu
Você não passou de um caso
Que nasceu por um acaso
Seu amor não era eu
Seu amor não era eu
Quando teve a conclusão Que o meu pobre coração
Não abrigaria você
Passou me caluniar
Mas a patota de Cosme
Não deixou me derrubar
Não deixou me derrubar

NILSON BASTOS / CARLOS SENA

PATOTA DE COSME

Sigem

Mulher, mulher, mulher
Você não terá o meu amor
Pode tentar o que quiser
Levou o meu nome na macumba
Pra me amarrar
E tentou diversas vezes me prejudicar
Mas minha cabeça é sã
Porque Cosme é meu amigo
E pediu a seu irmão, Damião
Pra reunir a garotada
E proteger meu amanhã, meu amanhã
Na verdade, você nunca me pertenceu
E quando seguiu meus passos
Foi visando o que era meu
Você não passou de um caso
Que nasceu por um acaso
Seu amor não era eu
Seu amor não era eu
Quando teve a conclusão Que o meu pobre coração
Não abrigaria você
Passou me caluniar
Mas a patota de Cosme
Não deixou me derrubar
Não deixou me derrubar

NILSON BASTOS / CARLOS SENA

Não quero nem pensar
Ter que voltar pro nosso lar
É triste olhar o nosso quarto
E ver que só a solidão existe
Sentir o teu perfume até na flor que vai nascer, persiste
Não penso em outro alguém
Meu coração é teu refém, resiste

Passar a noite em claro
Relembrando o teu sorriso lindo
Teu jeito de fazer amor
Que até me fez acreditar mentindo
Sozinho na janela, vendo a luz do amanhecer surgindo
Assim eu vi o mundo inteiro em meu olhar caindo

Tem que ter coragem pra encarar
A solidão e a saudade andam pela casa inteira
Sempre dá vontade de chorar
Mas quem sou eu pra suportar
A dor que não é passageira

ALMIR GUINETO/MAGALHA/FRED CAMACHO

PELA CASA INTEIRA

Não quero nem pensar
Ter que voltar pro nosso lar
É triste olhar o nosso quarto
E ver que só a solidão existe
Sentir o teu perfume até na flor que vai nascer, persiste
Não penso em outro alguém
Meu coração é teu refém, resiste

Passar a noite em claro
Relembrando o teu sorriso lindo
Teu jeito de fazer amor
Que até me fez acreditar mentindo
Sozinho na janela, vendo a luz do amanhecer surgindo
Assim eu vi o mundo inteiro em meu olhar caindo

Tem que ter coragem pra encarar
A solidão e a saudade andam pela casa inteira
Sempre dá vontade de chorar
Mas quem sou eu pra suportar
A dor que não é passageira

ALMIR GUINETO/MAGALHA/FRED CAMACHO

Perdoa
Perdoa quando uma certa pessoa
Lhe pedir o seu perdão
Perdão que palavra tão boa
Não foi à toa que Deus
Escreveu com a sua própria mão
Perdão, que palavra bendita
Perdão com seis letras é escrita

Eu também perdoei
Fui por alguém perdoado
Peço ao Nosso Senhor
Que perdoe os meus pecados

Diga pro seu coração
Que só perdoando
Também conseguiremos o perdão

Vai perdoe o seu amor
Faça com fervor uma grande declaração
Escute a voz do nosso criador quando ele diz

Perdoa e serás feliz

MONARCO / MAURO DINIZ

PERDÃO PALAVRA BENDITA

Perdoa
Perdoa quando uma certa pessoa
Lhe pedir o seu perdão
Perdão que palavra tão boa
Não foi à toa que Deus
Escreveu com a sua própria mão
Perdão, que palavra bendita
Perdão com seis letras é escrita

Eu também perdoei
Fui por alguém perdoado
Peço ao Nosso Senhor
Que perdoe os meus pecados

Diga pro seu coração
Que só perdoando
Também conseguiremos o perdão

Vai perdoe o seu amor
Faça com fervor uma grande declaração
Escute a voz do nosso criador quando ele diz

Perdoa e serás feliz

MONARCO / MAURO DINIZ

Ontem você chorou
Eu desejo saber
O que foi que te magoou

As lágrimas rolaram sem cessar
Eu fiquei tristonho, a te consolar
Você chorou, não me disse a razão
Eu desejo saber, o que houve com seu coração

Você chorou, não me disse a razão
Eu desejo saber o que houve com seu coração

Desejo saber qual foi o motivo da sua tristeza
Põe as cartas na mesa, fale agora p’rá mim
Não me deixe ansioso assim
Pensando coisas que talvez não tenham nada a ver
Se o culpado fui eu, por tê-la feito chorar
Peço por favor me perdoar
Mas se existe outro motivo, que abalou seu coração
Vou te ouvir com resignação

Sigo o meu caminho
Vou em busca de outro ninho
É minha peregrinação

Sigo o meu caminho
Vou em busca de outro ninho
É minha peregrinação

Mais ontem...

PEREGRINAÇÃO
Mauro Diniz – arranjo e cavaco
Rildo Hora – gaita (realejo)
Paulão 7 Cordas – violão
Rogério Caetano – violão 7
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Zeca da Cuica - cuica
Everson Moraes - trombone
Jaguará – pandeiro e tamborim
Waltis Zacarias – surdo e tamborim
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – tamborim e caixa
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes & Ircea Gomes – coro
Monarco, Surica, Sérginho Procópio, Áurea Maria, Marquinhos do Pandeiro, Neide Santana e Jane Carla – coro “Velha Guarda da Portela”

MONARCO & MAURO DINIZ

PEREGRINAÇÃO

Ontem você chorou
Eu desejo saber
O que foi que te magoou

As lágrimas rolaram sem cessar
Eu fiquei tristonho, a te consolar
Você chorou, não me disse a razão
Eu desejo saber, o que houve com seu coração

Você chorou, não me disse a razão
Eu desejo saber o que houve com seu coração

Desejo saber qual foi o motivo da sua tristeza
Põe as cartas na mesa, fale agora p’rá mim
Não me deixe ansioso assim
Pensando coisas que talvez não tenham nada a ver
Se o culpado fui eu, por tê-la feito chorar
Peço por favor me perdoar
Mas se existe outro motivo, que abalou seu coração
Vou te ouvir com resignação

Sigo o meu caminho
Vou em busca de outro ninho
É minha peregrinação

Sigo o meu caminho
Vou em busca de outro ninho
É minha peregrinação

Mais ontem...

PEREGRINAÇÃO
Mauro Diniz – arranjo e cavaco
Rildo Hora – gaita (realejo)
Paulão 7 Cordas – violão
Rogério Caetano – violão 7
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Zeca da Cuica - cuica
Everson Moraes - trombone
Jaguará – pandeiro e tamborim
Waltis Zacarias – surdo e tamborim
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – tamborim e caixa
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes & Ircea Gomes – coro
Monarco, Surica, Sérginho Procópio, Áurea Maria, Marquinhos do Pandeiro, Neide Santana e Jane Carla – coro “Velha Guarda da Portela”

MONARCO & MAURO DINIZ

É divino o meu despertar com os pássaros
Entoando um canto sutil de amor
O padeiro grita: olha o pão
Que alegria
Contemplando o sol no horizonte
Novo dia
O carinho de pai e de mãe é verdade
É o mesmo de ter o prazer para a eternidade
Ver criança brincando feliz
Exalando um clima de festa
Oh! Meu deus, como é bom conviver
Numa paz como esta
Á tardinha a brisa no jardim
Embalando as flores tão belas
Exalando um doce perfume
É a primavera
Ás seis horas sagrada oração
Doce lar em repleta harmonia
Agradecendo a deus toda a paz
E o pão de cada dia

ALMIR GUINELO / BIDUBI / BRASIL

PERFEITA HARMONIA

É divino o meu despertar com os pássaros
Entoando um canto sutil de amor
O padeiro grita: olha o pão
Que alegria
Contemplando o sol no horizonte
Novo dia
O carinho de pai e de mãe é verdade
É o mesmo de ter o prazer para a eternidade
Ver criança brincando feliz
Exalando um clima de festa
Oh! Meu deus, como é bom conviver
Numa paz como esta
Á tardinha a brisa no jardim
Embalando as flores tão belas
Exalando um doce perfume
É a primavera
Ás seis horas sagrada oração
Doce lar em repleta harmonia
Agradecendo a deus toda a paz
E o pão de cada dia

ALMIR GUINELO / BIDUBI / BRASIL

“ O amor não bate na porta do coração...
chega como um rei, dita como quer toda emoção “

Tem dó da minha saudade
Tem dó do meu coração
Leva essa minha tristeza
No mesmo barco a solidão

Devolve a felicidade
Me traz de volta você
Na mesma alegria
Da primeira vez
Quando eu era
O bem maior no seu viver

Eu não primei por nossa permanência
Bem mais por inocência que por mal
Subestimei a sua paciência
Pensando que era eterno o seu aval

Estou pagando muito caro agora
Por isso clamo pelo seu perdão
Eu não sabia que te amava tanto
Só veio a tona na separação

O amor não bate na porta do coração
Chega como um rei dita como quer toda emoção

Contrariando bem mais brinca com a razão
Vai bem muito mais ele vai além da imaginação

Tem dó...

PERMANÊNCIA
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – bandolim e banjo
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Dirceu Leite – flautas e picollo
Jaguará – pandeiro, caixa e repique
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão, caixa e repique
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, tamborim, caixa e repique
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora e Isabel Gomes – coro

NELSON RUFINO

PERMANÊNCIA

“ O amor não bate na porta do coração...
chega como um rei, dita como quer toda emoção “

Tem dó da minha saudade
Tem dó do meu coração
Leva essa minha tristeza
No mesmo barco a solidão

Devolve a felicidade
Me traz de volta você
Na mesma alegria
Da primeira vez
Quando eu era
O bem maior no seu viver

Eu não primei por nossa permanência
Bem mais por inocência que por mal
Subestimei a sua paciência
Pensando que era eterno o seu aval

Estou pagando muito caro agora
Por isso clamo pelo seu perdão
Eu não sabia que te amava tanto
Só veio a tona na separação

O amor não bate na porta do coração
Chega como um rei dita como quer toda emoção

Contrariando bem mais brinca com a razão
Vai bem muito mais ele vai além da imaginação

Tem dó...

PERMANÊNCIA
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – bandolim e banjo
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Dirceu Leite – flautas e picollo
Jaguará – pandeiro, caixa e repique
Waltis Zacarias – surdo, repique de mão, caixa e repique
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, tamborim, caixa e repique
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora e Isabel Gomes – coro

NELSON RUFINO

LEANDRO FREGONESI

PERTINHO DE SALVADOR

LEANDRO FREGONESI

Agora, meu Deus
O que eu faço agora?
Não era a hora de me deixar
Morena, você foi embora
Ardeu, eu fiquei a chorar
Pimenta demais pro meu vatapá

O meu coração parou
E até calou o meu sabiá
Meu verso se apagou
Desacreditou
Do tal verbo amar
Agora você quer voltar
E eu é que vou aplicar
Pimenta demais no seu vatapá

Agora você quer voltar
E eu é que vou aplicar
Pimenta demais no seu vatapá
Vai arder pra danar...

Agora, meu Deus...

O meu coração parou...

Agora você quer voltar...

Vai arder pra danar...

CLÁUDIO JORGE/JOÃO NOGUEIRA

PIMENTA NO VATAPA

Agora, meu Deus
O que eu faço agora?
Não era a hora de me deixar
Morena, você foi embora
Ardeu, eu fiquei a chorar
Pimenta demais pro meu vatapá

O meu coração parou
E até calou o meu sabiá
Meu verso se apagou
Desacreditou
Do tal verbo amar
Agora você quer voltar
E eu é que vou aplicar
Pimenta demais no seu vatapá

Agora você quer voltar
E eu é que vou aplicar
Pimenta demais no seu vatapá
Vai arder pra danar...

Agora, meu Deus...

O meu coração parou...

Agora você quer voltar...

Vai arder pra danar...

CLÁUDIO JORGE/JOÃO NOGUEIRA

Pra trabalhar ele faz cara feia e quer briga se alguém lhe acordar
Mas pra almoçar ele vem sorridente é o primeiro a chegar
Assim não dá esse mala sem alça só pensa em moleza
Vou lhe dar um pudim gelatina chinesa o colo do rei momo pra ele sentar
Rapaz bem nutrido vendendo saúde porém inimigo maior do batente
Trabalhou num banco não faz 30 dias, foi mandado embora pois quis ser gerente
No inverno ele alega que tem alergia , primavera outono ele sente pavor
Passa o verão inteiro curtindo uma praia e diz que desmaia se fizer calor 171
Refrão
Adora uma canja com filé sem osso, na macarronada queijo parmeson
Costela de porco bife a milaneza baderge com molho mas de camarão
De vinho importado wisk escocês um chopp gelado e licor francês
Deve a Deus e a mundo é um vagabundo com pinta de lord

ADILSON BISPO / ZÉ ROBERTO

PINTA DE LORD

Pra trabalhar ele faz cara feia e quer briga se alguém lhe acordar
Mas pra almoçar ele vem sorridente é o primeiro a chegar
Assim não dá esse mala sem alça só pensa em moleza
Vou lhe dar um pudim gelatina chinesa o colo do rei momo pra ele sentar
Rapaz bem nutrido vendendo saúde porém inimigo maior do batente
Trabalhou num banco não faz 30 dias, foi mandado embora pois quis ser gerente
No inverno ele alega que tem alergia , primavera outono ele sente pavor
Passa o verão inteiro curtindo uma praia e diz que desmaia se fizer calor 171
Refrão
Adora uma canja com filé sem osso, na macarronada queijo parmeson
Costela de porco bife a milaneza baderge com molho mas de camarão
De vinho importado wisk escocês um chopp gelado e licor francês
Deve a Deus e a mundo é um vagabundo com pinta de lord

ADILSON BISPO / ZÉ ROBERTO

BMG

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou
Ao me ver já diz que me conhece
Sem saber bem quem eu sou
Conhece mas desconhece
Meu real interior
Eu sou verso e sou reverso
Sou partícula do universo
Sou prazer, também sou dor
Eu sou causa, sou efeito
Eu sou torto e sou direito
Enfim eu sou o que sou
(chega então)
Chega como eu cheguei...
Vem na pureza do vento
Na luz que o sol reluz
O sonho que me conduz
Ao choro do pé da cruz
De tudo que faz da vida
Desmerecer a razão
E meus olhos se confundem
Ao ver tanta ingratidão

BETO SEM BRAÇO / ALUÍSIO MACHADO / ZECA PAGODINHO

PISA COMO EU PISEI

BMG

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou
Ao me ver já diz que me conhece
Sem saber bem quem eu sou
Conhece mas desconhece
Meu real interior
Eu sou verso e sou reverso
Sou partícula do universo
Sou prazer, também sou dor
Eu sou causa, sou efeito
Eu sou torto e sou direito
Enfim eu sou o que sou
(chega então)
Chega como eu cheguei...
Vem na pureza do vento
Na luz que o sol reluz
O sonho que me conduz
Ao choro do pé da cruz
De tudo que faz da vida
Desmerecer a razão
E meus olhos se confundem
Ao ver tanta ingratidão

BETO SEM BRAÇO / ALUÍSIO MACHADO / ZECA PAGODINHO

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Ao me ver já diz que me conhece
Sem saber bem quem eu sou

Conhece mas desconhece
Meu real interior

Conhece mas desconhece
Meu real interior

Eu sou verso e sou reverso
Sou partícula do universo
Sou prazer, também sou dor
Eu sou causa, eu sou efeito
Eu sou torto, eu sou direito
Enfim, eu sou o que sou

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Vem na pureza do vento
Na luz que o sol reluz
Sonho que me conduz
Ao choro no pé da cruz
De tudo que faz a vida
Desmerecer a razão
E meus olhos se confundem
Em ver tanta ingratidão

E meus olhos se confundem
Em ver tanta ingratidão

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

///

Bumbum paticumbum prugurundum
O nosso samba minha gente é isso aí, é isso aí

Bumbum paticumbum prugurundum,
Contagiando a Marquês de Sapucaí

(Eu enfeitei)
Enfeitei meu coração (enfeitei meu coração)

De confete e serpentina
Minha mente se fez menina
Num mundo de recordação
Abracei a Coroa Imperial, fiz meu carnaval,
Extravasando toda a minha emoção
Óh, Praça Onze, tu és imortal
Teus braços embalaram o samba
A sua Apoteose é triunfal
De uma barrica se fez uma cuíca
De outra barrica um surdo de marcação
Com reco-reco, pandeiro e tamborim
E lindas baianas o samba ficou assim
Com reco-reco, pandeiro e tamborim
E lindas baianas o samba ficou assim
E passo a passo no compasso o samba cresceu
Na Candelária construiu seu apogeu
As burrinhas, que imagem, para os olhos um prazer
Pedem passagem pros moleques de Debret

As africanas, que quadro original
Iemanjá, Iemanjá, enriquecendo o visual

(Vem meu amor)
Vem, meu amor, manda a tristeza embora
É carnaval, é folia, neste dia ninguém chora

(Vem meu amor)
Vem, meu amor, manda a tristeza embora
É carnaval, é folia, neste dia ninguém chora

Super Escolas de Samba S/A
Super-alegorias
Escondendo gente bamba
Que covardia!

Bumbum paticumbum prugurundum
O nosso samba minha gente é isso aí, é isso aí

Bumbum paticumbum prugurundum,
Contagiando a Marquês de Sapucaí

ALUIZIO MACHADO, ZECA PAGODINHO, BETO SEM BRAÇO / BETO SEM BRAÇO, ALUIZIO MACHADO

PISA COMO EU PISEI / BUM, BUM PATICUMBUM PRUGURUNDUM

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Ao me ver já diz que me conhece
Sem saber bem quem eu sou

Conhece mas desconhece
Meu real interior

Conhece mas desconhece
Meu real interior

Eu sou verso e sou reverso
Sou partícula do universo
Sou prazer, também sou dor
Eu sou causa, eu sou efeito
Eu sou torto, eu sou direito
Enfim, eu sou o que sou

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Vem na pureza do vento
Na luz que o sol reluz
Sonho que me conduz
Ao choro no pé da cruz
De tudo que faz a vida
Desmerecer a razão
E meus olhos se confundem
Em ver tanta ingratidão

E meus olhos se confundem
Em ver tanta ingratidão

Chega como eu cheguei
Pisa como eu pisei
No chão que me consagrou
Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

Olha que lei é lei
Lei que eu nunca burlei
Pois Deus me designou

///

Bumbum paticumbum prugurundum
O nosso samba minha gente é isso aí, é isso aí

Bumbum paticumbum prugurundum,
Contagiando a Marquês de Sapucaí

(Eu enfeitei)
Enfeitei meu coração (enfeitei meu coração)

De confete e serpentina
Minha mente se fez menina
Num mundo de recordação
Abracei a Coroa Imperial, fiz meu carnaval,
Extravasando toda a minha emoção
Óh, Praça Onze, tu és imortal
Teus braços embalaram o samba
A sua Apoteose é triunfal
De uma barrica se fez uma cuíca
De outra barrica um surdo de marcação
Com reco-reco, pandeiro e tamborim
E lindas baianas o samba ficou assim
Com reco-reco, pandeiro e tamborim
E lindas baianas o samba ficou assim
E passo a passo no compasso o samba cresceu
Na Candelária construiu seu apogeu
As burrinhas, que imagem, para os olhos um prazer
Pedem passagem pros moleques de Debret

As africanas, que quadro original
Iemanjá, Iemanjá, enriquecendo o visual

(Vem meu amor)
Vem, meu amor, manda a tristeza embora
É carnaval, é folia, neste dia ninguém chora

(Vem meu amor)
Vem, meu amor, manda a tristeza embora
É carnaval, é folia, neste dia ninguém chora

Super Escolas de Samba S/A
Super-alegorias
Escondendo gente bamba
Que covardia!

Bumbum paticumbum prugurundum
O nosso samba minha gente é isso aí, é isso aí

Bumbum paticumbum prugurundum,
Contagiando a Marquês de Sapucaí

ALUIZIO MACHADO, ZECA PAGODINHO, BETO SEM BRAÇO / BETO SEM BRAÇO, ALUIZIO MACHADO

Desde o dia em que eu passei
Numa esquina pisei num despacho
Entro no samba meu corpo está duro
Bem que eu procuro a cadência e não acho
Meu samba, meu verso não fazem sucesso
Há sempre um porém vou a gafieira
Fico a noite inteira no fim não dou sorte com ninguém

Mas eu vou num canto, vou num pai de santo
Pedir qualquer dia
Que me dê uns passes uns banhos de ervas
E uma guia
Está aqui o endereço
Um senhor que eu conheço me deu há três dias
O mais velho é batata diz tudo na exata
É uma casa em Caxias

ELPÍDIO VIANA E GERALDO PEREIRA

PISEI NUM DESPACHO

Desde o dia em que eu passei
Numa esquina pisei num despacho
Entro no samba meu corpo está duro
Bem que eu procuro a cadência e não acho
Meu samba, meu verso não fazem sucesso
Há sempre um porém vou a gafieira
Fico a noite inteira no fim não dou sorte com ninguém

Mas eu vou num canto, vou num pai de santo
Pedir qualquer dia
Que me dê uns passes uns banhos de ervas
E uma guia
Está aqui o endereço
Um senhor que eu conheço me deu há três dias
O mais velho é batata diz tudo na exata
É uma casa em Caxias

ELPÍDIO VIANA E GERALDO PEREIRA

Warner Chappel / Direto

Criança
É a paz, ternura
O doce sabor
É a planta
Criança é o fruto de uma dor
Nem chuva nem vento
É um ser de luz que desponta
Que eterniza a lembrança pra vida quisera eu ser um jurado
Pra condenar o mal com amor fazer de todo curumim
A flor mais bela do jardim canção gostosa pra ninar
E com sorriso despertar
Esse pingo de gente
Meu pixote inocente
Sentimento no ar

SERENO / MÁRIO SÉRGIO

PIXOTE

Warner Chappel / Direto

Criança
É a paz, ternura
O doce sabor
É a planta
Criança é o fruto de uma dor
Nem chuva nem vento
É um ser de luz que desponta
Que eterniza a lembrança pra vida quisera eu ser um jurado
Pra condenar o mal com amor fazer de todo curumim
A flor mais bela do jardim canção gostosa pra ninar
E com sorriso despertar
Esse pingo de gente
Meu pixote inocente
Sentimento no ar

SERENO / MÁRIO SÉRGIO

Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente
Eu sou um rei
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor e alegria
Sou eu que enfeita a cidade
Com a poesia
Eu desço do morro pro asfalto
Malandro não tem salto alto
Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê

LUIZ MELODIA/RUIZINHO/LUÍS CARLOS

POETA DO MORRO

Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente
Eu sou um rei
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor e alegria
Sou eu que enfeita a cidade
Com a poesia
Eu desço do morro pro asfalto
Malandro não tem salto alto
Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê

LUIZ MELODIA/RUIZINHO/LUÍS CARLOS

Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente
Eu sou um rei
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor e alegria
Sou eu que enfeita a cidade
Com a poesia

Eu desço do morro pro asfalto
Malandro não tem salto alto

Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê

Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente
Eu sou um rei
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor e alegria
Sou eu que enfeita a cidade
Com a poesia

Eu desço do morro pro asfalto
Malandro não tem salto alto

Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê

LUIZ MELODIA/ RUIZINHO/ LUIS CARLOS

POETA DO MORRO COM LUIZ MELODIA

Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente
Eu sou um rei
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor e alegria
Sou eu que enfeita a cidade
Com a poesia

Eu desço do morro pro asfalto
Malandro não tem salto alto

Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê

Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente
Eu sou um rei
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor e alegria
Sou eu que enfeita a cidade
Com a poesia

Eu desço do morro pro asfalto
Malandro não tem salto alto

Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê

LUIZ MELODIA/ RUIZINHO/ LUIS CARLOS

BMG

Está tudo certo
Mas se me disser que é por querer
Não tem mais jeito
Está desfeito, tudo acabado
Me pus ao teu lado e mergulhei
Fechei contigo, fui teu amigo
Corri perigo, não me ocultei
Te lembras do pouco que te dei
Naquele instante, foi o bastante
Valeu por tudo
E agora ao chegar a tua vez
De por um outro fazer o mesmo
Jogaste a esmo o que aprendeu
Mas se me disser que é sem querer
Que errou mas não teve a intenção
Que foi tudo culpa da emoção
Eu volto a ser como era antes
Conte comigo então

SERGINHO MERITI / ACYR MARQUES

POR QUERER, SEM QUERER

BMG

Está tudo certo
Mas se me disser que é por querer
Não tem mais jeito
Está desfeito, tudo acabado
Me pus ao teu lado e mergulhei
Fechei contigo, fui teu amigo
Corri perigo, não me ocultei
Te lembras do pouco que te dei
Naquele instante, foi o bastante
Valeu por tudo
E agora ao chegar a tua vez
De por um outro fazer o mesmo
Jogaste a esmo o que aprendeu
Mas se me disser que é sem querer
Que errou mas não teve a intenção
Que foi tudo culpa da emoção
Eu volto a ser como era antes
Conte comigo então

SERGINHO MERITI / ACYR MARQUES

nan

MAURO DUARTE / PAULO CÉSAR PINHEIRO

PORTELA NA AVENIDA

nan

MAURO DUARTE / PAULO CÉSAR PINHEIRO

BMG Publishing do Brasil

Portela, te deram nova roupagem
E uma bela linhagem
Abismado até fiquei quando te vi
Outrora, tu não tinhas vaidade
Mas era banalidade a vitória te sorrir
Conheço bem teu passado
Pertenço a tua raiz
Na tua simplicidade eras mais feliz
Paulo, Caetano e Rufino
Pela obra do destino
Te deram muitos carnavais
Natal se transformou num destemido
Não se dava por vencido
Quantas saudades nos traz
Eu agradeço aos nossos diretores
Reconheço os seus valores
Suas boas intenções
Mas o portelense quer vitórias
Para alegrar seus corações

MONARCO

PORTELA SEM VAIDADE

BMG Publishing do Brasil

Portela, te deram nova roupagem
E uma bela linhagem
Abismado até fiquei quando te vi
Outrora, tu não tinhas vaidade
Mas era banalidade a vitória te sorrir
Conheço bem teu passado
Pertenço a tua raiz
Na tua simplicidade eras mais feliz
Paulo, Caetano e Rufino
Pela obra do destino
Te deram muitos carnavais
Natal se transformou num destemido
Não se dava por vencido
Quantas saudades nos traz
Eu agradeço aos nossos diretores
Reconheço os seus valores
Suas boas intenções
Mas o portelense quer vitórias
Para alegrar seus corações

MONARCO

Mercury

Gosto que me enrosco
Dum rabo de saia
Quero carinho, quero cafuné
Esse teu decote me tira o sossego
Vem me dar um chamego, se você quiser
O seu remelexo é um caso sério
Esconde um mistério que eu vou desvendar
Mas você, pitéuzinho
Faz logo um charminho pra me maltratar
Não faz assim
Que eu posso até me apaixonar
Faz assim
Que eu posso até me apaixonar
Fingindo inocente
Toda saliente
Vem me olhando diferente
Chego a estremecer
Meu Deus, que avião
Chamando minha atenção
E balança meu coração
E quer me enlouquecer
Machuca esse teu nego
Eu não vou pedir arrego
Não vou fraquejar
Você fazendo jogo duro
Só penso no teu sussurro
Dentro de um quarto escuro
Querendo me amar
Pedaço de mau caminho
Esse seu umbiguinho
Me deixa em desalinho
Juro que não ligo
Já é do metiê
Por uma saia de crochê
Ou um belo bustiê
Só pra acabar comigo
Senhor como é que
Pode
Essa nega no pagode, chega pra abalar
O corpo queimado de praia
Blusa tomara-que-caia
Noite inteira na gandaia
Ela só que sambar
Não faz assim...

DUDU NOBRE

POSSO ATÉ ME APAIXONAR

Mercury

Gosto que me enrosco
Dum rabo de saia
Quero carinho, quero cafuné
Esse teu decote me tira o sossego
Vem me dar um chamego, se você quiser
O seu remelexo é um caso sério
Esconde um mistério que eu vou desvendar
Mas você, pitéuzinho
Faz logo um charminho pra me maltratar
Não faz assim
Que eu posso até me apaixonar
Faz assim
Que eu posso até me apaixonar
Fingindo inocente
Toda saliente
Vem me olhando diferente
Chego a estremecer
Meu Deus, que avião
Chamando minha atenção
E balança meu coração
E quer me enlouquecer
Machuca esse teu nego
Eu não vou pedir arrego
Não vou fraquejar
Você fazendo jogo duro
Só penso no teu sussurro
Dentro de um quarto escuro
Querendo me amar
Pedaço de mau caminho
Esse seu umbiguinho
Me deixa em desalinho
Juro que não ligo
Já é do metiê
Por uma saia de crochê
Ou um belo bustiê
Só pra acabar comigo
Senhor como é que
Pode
Essa nega no pagode, chega pra abalar
O corpo queimado de praia
Blusa tomara-que-caia
Noite inteira na gandaia
Ela só que sambar
Não faz assim...

DUDU NOBRE

Que Mulher
(Chatim)

Todo lugar que ela mora
Mandam ela embora
Com Razão
Todo lugar que ela chega
A danada da nega
Arranja confusão

Que Mulher, ô que mulher
Só me traz preocupação
Que Mulher, ô que mulher
Só me traz preocupação

Mulher Ingrata
(Chatim)

Mulher ingrata
Mulher fingida
Assim não posso ter sussego em minha vida
Mas com a outra eu não parar em um instante
Vivia como um dos teus errantes
Te conte uma coisa
A nega não bebia
Mas você se embreaga todo dia
Te conte uma coisa
A nega não bebia
Mas você se embreaga todo dia

ZECA PAGODINHO

POT-POURRI PATIDO ALTO: QUE MULHER / MULHER INGRATA / PARTIDO ALTO

Que Mulher
(Chatim)

Todo lugar que ela mora
Mandam ela embora
Com Razão
Todo lugar que ela chega
A danada da nega
Arranja confusão

Que Mulher, ô que mulher
Só me traz preocupação
Que Mulher, ô que mulher
Só me traz preocupação

Mulher Ingrata
(Chatim)

Mulher ingrata
Mulher fingida
Assim não posso ter sussego em minha vida
Mas com a outra eu não parar em um instante
Vivia como um dos teus errantes
Te conte uma coisa
A nega não bebia
Mas você se embreaga todo dia
Te conte uma coisa
A nega não bebia
Mas você se embreaga todo dia

ZECA PAGODINHO

Como foi bacana te encontrar de novo
Curtindo um samba junto com meu povo
Você não sabe como eu acho bom, lá, laiá, laiá, lá
Eu te falei que você não ficava nem uma semana
Longe desse poeta que tanto te ama
Longe da batucada e do meu amor, lá, laiá, laiá, lá

Poxa
Por que você não para pra pensar um pouco
Não vê que é o motivo de um poeta louco
Que quer o teu amor pra te fazer canção

Poxa
Não entre nessa de mudar de assunto
Não vê como é gostoso a gente ficar junto
Mulher, o seu lugar é no meu coração

Poxa
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Pra ter o teu amor e te fazer canção

Poxa
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Mulher, o seu lugar é no meu coração

GILSON DE SOUZA

POXA

Como foi bacana te encontrar de novo
Curtindo um samba junto com meu povo
Você não sabe como eu acho bom, lá, laiá, laiá, lá
Eu te falei que você não ficava nem uma semana
Longe desse poeta que tanto te ama
Longe da batucada e do meu amor, lá, laiá, laiá, lá

Poxa
Por que você não para pra pensar um pouco
Não vê que é o motivo de um poeta louco
Que quer o teu amor pra te fazer canção

Poxa
Não entre nessa de mudar de assunto
Não vê como é gostoso a gente ficar junto
Mulher, o seu lugar é no meu coração

Poxa
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Pra ter o teu amor e te fazer canção

Poxa
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Mulher, o seu lugar é no meu coração

GILSON DE SOUZA

Mercury / Bedel

Eu quero só num cantar
Procurar povoar
Seu mundo vazio
Há no meu peito canção
De afastar solidão
Como água no rio
Vem ver o encanto da flor
Que o sol perfumou
Com seus beijos serenos
Morar nas coisas do amor
Despertar o calor
Do seu corpo moreno
Os desenganos irão se acabar
Faça seu sonho se concretizar
Vem ver que existe paixão e perdão
Coisas que vêm lá do coração
Que faz a maldade findar
O mundo violento sonhar
Vem ver que existe emoção
Nos segredos de uma canção

YVONNE LARA / DÉLCIO CARVALHO

PRA AFASTAR A SOLIDÃO

Mercury / Bedel

Eu quero só num cantar
Procurar povoar
Seu mundo vazio
Há no meu peito canção
De afastar solidão
Como água no rio
Vem ver o encanto da flor
Que o sol perfumou
Com seus beijos serenos
Morar nas coisas do amor
Despertar o calor
Do seu corpo moreno
Os desenganos irão se acabar
Faça seu sonho se concretizar
Vem ver que existe paixão e perdão
Coisas que vêm lá do coração
Que faz a maldade findar
O mundo violento sonhar
Vem ver que existe emoção
Nos segredos de uma canção

YVONNE LARA / DÉLCIO CARVALHO

Olha aquela estrela no céu
Olha aquela estrela no céu
Olha aquela onda no mar
Foi Deus quem criou
Foi Deus quem criou
Pra gente se amar
Pra gente se amar
A mesma paz que eu peço a Deus e a Oxalá
É a paz que está escrita no velho Alcorão de Alá
A liberdade é sagrada e é desejada até pelos ateus
Mas quando a fé se renova
É a prova da própria existência de Deus
Chega de teleguiados cruzando o céu azul
Que o amor oriente o mundo de norte a sul
Tratem direito os humanos
Sejam africanos, cristãos ou judeus
Pois nunca foi violência
A prova da própria existência de Deus

ARLINDO CRUZ / MAURIÇÃO / ACYR MARQUES

PRA GENTE SE AMAR

Olha aquela estrela no céu
Olha aquela estrela no céu
Olha aquela onda no mar
Foi Deus quem criou
Foi Deus quem criou
Pra gente se amar
Pra gente se amar
A mesma paz que eu peço a Deus e a Oxalá
É a paz que está escrita no velho Alcorão de Alá
A liberdade é sagrada e é desejada até pelos ateus
Mas quando a fé se renova
É a prova da própria existência de Deus
Chega de teleguiados cruzando o céu azul
Que o amor oriente o mundo de norte a sul
Tratem direito os humanos
Sejam africanos, cristãos ou judeus
Pois nunca foi violência
A prova da própria existência de Deus

ARLINDO CRUZ / MAURIÇÃO / ACYR MARQUES

Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Recomeçar jamais
Felicidade, quando eu vivia ao seu lado eu não tinha
Fidelidade, até na tentação eu sempre resistia
Tranqüilidade virou passado
A agonia já morava em seu lugar
Sinceridade, estou cansado de sofrer
Não quero mais penar
Felicidade, quando eu vivia ao seu lado eu não tinha
Fidelidade, até na tentação eu sempre resistia
Tranqüilidade virou passado
A agonia já morava em seu lugar
Sinceridade, estou cansado de sofrer
Não quero mais penar
Agora tenho a vida que eu sempre quis
Melhor assim pra ninguém mais chorar
Tudo um dia chega ao fim
Nosso romance, assim, não resistiu aos temporais
Você tem que entender, só quero te esquecer
Recomeçar jamais
Felicidade…
Felicidade, quando eu vivia ao seu lado eu não tinha
Fidelidade, até na tentação eu sempre resistia
Tranqüilidade virou passado
A agonia já morava em seu lugar
Sinceridade, estou cansado de sofrer
Não quero mais penar
Agora tenho a vida que eu sempre quis
Melhor assim pra ninguém mais chorar
Tudo um dia chega ao fim
Nosso romance, assim, não resistiu aos temporais
Você tem que entender, só quero te esquecer
Recomeçar jamais
Tudo um dia chega ao fim
Nosso romance, assim, não resistiu aos temporais
Você tem que entender, só quero te esquecer
Recomeçar jamais
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Recomeçar jamais
Felicidade…

ALMIR GUINÉTO, DUDU NOBRE E FRED CAMACHO

PRA NINGUÉM MAIS CHORAR

Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Recomeçar jamais
Felicidade, quando eu vivia ao seu lado eu não tinha
Fidelidade, até na tentação eu sempre resistia
Tranqüilidade virou passado
A agonia já morava em seu lugar
Sinceridade, estou cansado de sofrer
Não quero mais penar
Felicidade, quando eu vivia ao seu lado eu não tinha
Fidelidade, até na tentação eu sempre resistia
Tranqüilidade virou passado
A agonia já morava em seu lugar
Sinceridade, estou cansado de sofrer
Não quero mais penar
Agora tenho a vida que eu sempre quis
Melhor assim pra ninguém mais chorar
Tudo um dia chega ao fim
Nosso romance, assim, não resistiu aos temporais
Você tem que entender, só quero te esquecer
Recomeçar jamais
Felicidade…
Felicidade, quando eu vivia ao seu lado eu não tinha
Fidelidade, até na tentação eu sempre resistia
Tranqüilidade virou passado
A agonia já morava em seu lugar
Sinceridade, estou cansado de sofrer
Não quero mais penar
Agora tenho a vida que eu sempre quis
Melhor assim pra ninguém mais chorar
Tudo um dia chega ao fim
Nosso romance, assim, não resistiu aos temporais
Você tem que entender, só quero te esquecer
Recomeçar jamais
Tudo um dia chega ao fim
Nosso romance, assim, não resistiu aos temporais
Você tem que entender, só quero te esquecer
Recomeçar jamais
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Lá, laialaiá, laiá, laialaiá, laiá
Recomeçar jamais
Felicidade…

ALMIR GUINÉTO, DUDU NOBRE E FRED CAMACHO

Universal Music Publishing

Vou acender velas para São Jorge
A ele eu quero agradecer
E vou plantar comigo-ninguém-pode
Para que o mal não possa então vencer

Olho grande em mim não pega
Não pega não
Não pega em quem tem fé
No coração

Ogum com sua espada
Sua capa encarnada
Me dá sempre proteção
Quem vai pela boa estrada
No fim dessa caminhada
Encontra em Deus perdão

PECÊ RIBEIRO

PRA SÃO JORGE

Universal Music Publishing

Vou acender velas para São Jorge
A ele eu quero agradecer
E vou plantar comigo-ninguém-pode
Para que o mal não possa então vencer

Olho grande em mim não pega
Não pega não
Não pega em quem tem fé
No coração

Ogum com sua espada
Sua capa encarnada
Me dá sempre proteção
Quem vai pela boa estrada
No fim dessa caminhada
Encontra em Deus perdão

PECÊ RIBEIRO

Mercury

Noite musical
Lua cristalina
Universo canta
Pra você,menina
Guardo na retina
O seu visual
Você me alucina
Corpo divinal
Eu não posso mais
Suportar a dor
Sem você,doçura
Morro de amor
Não me diga nada
Se me desejar
Minha bem-amada
Basta um olhar
E eu e você
Vamos viver
Juntos, finalmente
E vamos juntar
Paixão, prazer
Amando loucamente

ALMIR GUINELO / LUVERCL ERNESTO

PRA VOCÊ MENINA

Mercury

Noite musical
Lua cristalina
Universo canta
Pra você,menina
Guardo na retina
O seu visual
Você me alucina
Corpo divinal
Eu não posso mais
Suportar a dor
Sem você,doçura
Morro de amor
Não me diga nada
Se me desejar
Minha bem-amada
Basta um olhar
E eu e você
Vamos viver
Juntos, finalmente
E vamos juntar
Paixão, prazer
Amando loucamente

ALMIR GUINELO / LUVERCL ERNESTO

Mercury

Noite musical
Lua cristalina
Universo canta
Pra você,menina
Guardo na retina
O seu visual
Você me alucina
Corpo divinal
Eu não posso mais
Suportar a dor
Sem você,doçura
Morro de amor
Não me diga nada
Se me desejar
Minha bem-amada
Basta um olhar
E eu e você
Vamos viver
Juntos, finalmente
E vamos juntar
Paixão, prazer
Amando loucamente

ALMIR GUINELO / LUVERCL ERNESTO

PRA VOCÊ, MENINA

Mercury

Noite musical
Lua cristalina
Universo canta
Pra você,menina
Guardo na retina
O seu visual
Você me alucina
Corpo divinal
Eu não posso mais
Suportar a dor
Sem você,doçura
Morro de amor
Não me diga nada
Se me desejar
Minha bem-amada
Basta um olhar
E eu e você
Vamos viver
Juntos, finalmente
E vamos juntar
Paixão, prazer
Amando loucamente

ALMIR GUINELO / LUVERCL ERNESTO

Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir pra não chorar
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver

Deixe-me ir, preciso andar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver
Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir pra não chorar

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver

Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir pra não chorar

Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar

Se alguém por mim perguntar...

CANDEIA

PRECISO ME ENCONTRAR

Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir pra não chorar
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver

Deixe-me ir, preciso andar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver
Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir pra não chorar

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver

Deixe-me ir, preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir pra não chorar

Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar

Se alguém por mim perguntar...

CANDEIA

Por que viestes maltratar um coração, assim?
É uma paixão q me devora lentamente
Teu amor não foi bom pra mim
Foi uma coisa ruim
Foi uma dor pungente
Eu fiz de tudo pra te fazer feliz
Mas recebi triste retribuição

Querer por demais eu te quis
Deixastes a cicatriz
Dentro do meu coração

Agora minha vida está deserta
Tua presença incerta
Tornou-se uma miragem sem fim
Eu vivo implorando, a tua volta
Pouco me importa
Até que eles falem de mim
Eu não mereço
Essa ingratidão

Eu fiz de tudo pra te agradar
Por que vieestes magoar
O meu pobre coração?

MONARCO / RATINHO

PRESENÇA INCERTA

Por que viestes maltratar um coração, assim?
É uma paixão q me devora lentamente
Teu amor não foi bom pra mim
Foi uma coisa ruim
Foi uma dor pungente
Eu fiz de tudo pra te fazer feliz
Mas recebi triste retribuição

Querer por demais eu te quis
Deixastes a cicatriz
Dentro do meu coração

Agora minha vida está deserta
Tua presença incerta
Tornou-se uma miragem sem fim
Eu vivo implorando, a tua volta
Pouco me importa
Até que eles falem de mim
Eu não mereço
Essa ingratidão

Eu fiz de tudo pra te agradar
Por que vieestes magoar
O meu pobre coração?

MONARCO / RATINHO

Caruru ou vatapá
No capricho, moqueca de xartu
É o rango que vai rolar
Lá na caxanga de Dona Isabel
Dona isabelt uma preta baiana
Que toda semana arma um rango maneiro
Onde a rapaziada se sente amarrada
Com a batucada e o sabor do tempero
Lá tem chorinho, forró, capoeira
É uma preservação das raízes
E quando o pagode firma no terreiro
Pinta partldeiro de várias matizes
Caruru ou vatapá,,.
Dona Isabel todo fim de marola
Ela dá sempre a dica do rango seguinte
Que t preparado no fogo de lenha
Panela de barro ou na lata de vinte
E quando a preta baiana anuncia
Que a bóia tá pronta, que satisfação
Malandro vai na maior disciplina
Com o prato pra cima e cantando o refrão

BARBEIRINHA DO JACAREZINHO / LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ

PRESERVAÇÃO DAS RAÍZES

Caruru ou vatapá
No capricho, moqueca de xartu
É o rango que vai rolar
Lá na caxanga de Dona Isabel
Dona isabelt uma preta baiana
Que toda semana arma um rango maneiro
Onde a rapaziada se sente amarrada
Com a batucada e o sabor do tempero
Lá tem chorinho, forró, capoeira
É uma preservação das raízes
E quando o pagode firma no terreiro
Pinta partldeiro de várias matizes
Caruru ou vatapá,,.
Dona Isabel todo fim de marola
Ela dá sempre a dica do rango seguinte
Que t preparado no fogo de lenha
Panela de barro ou na lata de vinte
E quando a preta baiana anuncia
Que a bóia tá pronta, que satisfação
Malandro vai na maior disciplina
Com o prato pra cima e cantando o refrão

BARBEIRINHA DO JACAREZINHO / LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ

Peermusic do Brasil

Marcado pelo desamor
Cansado de me enganar
Me aqueço com o teu calor
Mas tenho medo de errar

Se jura me dar teu amor
Me entrego se você jurar
Então jura, jura, jura

Quero essa prova de amor
Você sabe como é
Jura que tava sozinha
Vai entrar na minha e ser
(minha mulher)

Quero essa prova de amor
Você sabe como é
Que eu te dou um bom trato
E assino no ato um contrato de fé

Marcado pelo desamor...

Quero essa prova de amor
Jura que nasceu pra mim
Jura com toda firmeza
Que tem a certeza de um amor sem fim

Quero essa prova de amor
Jura que nasceu pra mim
Faço a rosa mais prosa
Ficar com ciúme do nosso jardim

Marcado pelo desamor...

Quero essa prova de amor
Você pode acreditar
Que eu tô contando contigo
Pra ser seu abrigo e comigo morar

Quero essa prova de amor
Você pode acreditar
Entro na igreja de terno
Se um amor eterno
Você me jurar

ARLINDO CRUZ / SOMBRINHA / MARQUINHOS PQD

PROVA DE AMOR

Peermusic do Brasil

Marcado pelo desamor
Cansado de me enganar
Me aqueço com o teu calor
Mas tenho medo de errar

Se jura me dar teu amor
Me entrego se você jurar
Então jura, jura, jura

Quero essa prova de amor
Você sabe como é
Jura que tava sozinha
Vai entrar na minha e ser
(minha mulher)

Quero essa prova de amor
Você sabe como é
Que eu te dou um bom trato
E assino no ato um contrato de fé

Marcado pelo desamor...

Quero essa prova de amor
Jura que nasceu pra mim
Jura com toda firmeza
Que tem a certeza de um amor sem fim

Quero essa prova de amor
Jura que nasceu pra mim
Faço a rosa mais prosa
Ficar com ciúme do nosso jardim

Marcado pelo desamor...

Quero essa prova de amor
Você pode acreditar
Que eu tô contando contigo
Pra ser seu abrigo e comigo morar

Quero essa prova de amor
Você pode acreditar
Entro na igreja de terno
Se um amor eterno
Você me jurar

ARLINDO CRUZ / SOMBRINHA / MARQUINHOS PQD

A Pururuca afim de me ver
Em sinuca, bateu pra muvuca, que eu botei butuca
No porte elegante do seu Murundu
Lelé da cuca, pirada, caduca, maluca,
Que não se educa de modo nenhum
De modo nenhum, de jeito maneiro nenhum
Ficou pegando em meu pé feito cola
Depois disse a massa que não me deu bola
Meu Deus essa nega adora um zum-zum-zum

A coisa chegou aos ouvidos do nego Frajola (2x)
Que porta um revólver, só anda de sola
Querendo um motivo pra passar mais um

Fiquei ciente que o nego é valente, faz e acontece
Já pedi a Deus numa dúzia de preces
Pra ver se abafava de vez com esse assunto

É que a nega assanhada ficou encantada (2x)
Porém a mancada assim de madrugada
Num mal entendido, aparece um defunto

BARBEIRINHO DP JACAREZINHO E MARQUINHOS DINIZ

PURURUCA

A Pururuca afim de me ver
Em sinuca, bateu pra muvuca, que eu botei butuca
No porte elegante do seu Murundu
Lelé da cuca, pirada, caduca, maluca,
Que não se educa de modo nenhum
De modo nenhum, de jeito maneiro nenhum
Ficou pegando em meu pé feito cola
Depois disse a massa que não me deu bola
Meu Deus essa nega adora um zum-zum-zum

A coisa chegou aos ouvidos do nego Frajola (2x)
Que porta um revólver, só anda de sola
Querendo um motivo pra passar mais um

Fiquei ciente que o nego é valente, faz e acontece
Já pedi a Deus numa dúzia de preces
Pra ver se abafava de vez com esse assunto

É que a nega assanhada ficou encantada (2x)
Porém a mancada assim de madrugada
Num mal entendido, aparece um defunto

BARBEIRINHO DP JACAREZINHO E MARQUINHOS DINIZ

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando tudo parece que estar perdido
É nessa hora que você vê
Quem é parceiro, quem é bom amigo
Quem tá contigo quem é de correr
A sua mão me tirou do abismo
O seu axé evitou o meu fim
Me ensinou o que é companheirismo
E também a gostar de quem gosta de mim

Quando a gira girou, ninguém suportou...

Na hora que a gente menos espera
No fim do túnel aparece uma luz
A luz de uma amizade sincera
Para ajudar carregar nossa cruz
Foi Deus quem pôs você no meu caminho
Na hora certa pra me socorrer
Eu não teria chegado sozinho
A lugar nenhum se não fosse você

Quando a gira girou, ninguém suportou...

SERGINHO MERITI / CLAUDINHO GUIMARÃES

QUANDO A GIRA GIROU

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando tudo parece que estar perdido
É nessa hora que você vê
Quem é parceiro, quem é bom amigo
Quem tá contigo quem é de correr
A sua mão me tirou do abismo
O seu axé evitou o meu fim
Me ensinou o que é companheirismo
E também a gostar de quem gosta de mim

Quando a gira girou, ninguém suportou...

Na hora que a gente menos espera
No fim do túnel aparece uma luz
A luz de uma amizade sincera
Para ajudar carregar nossa cruz
Foi Deus quem pôs você no meu caminho
Na hora certa pra me socorrer
Eu não teria chegado sozinho
A lugar nenhum se não fosse você

Quando a gira girou, ninguém suportou...

SERGINHO MERITI / CLAUDINHO GUIMARÃES

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando tudo parece estar perdido
É nessa hora que você vê
Quem é parceiro, quem é bom amigo
Quem tá contigo quem é de correr
A sua mão me tirou do abismo
O seu axé evitou o meu fim
Me ensinou o que é companheirismo
E também a gostar de quem gosta de mim

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Na hora que a gente menos espera
No fim do túnel aparece uma luz
A luz de uma amizade sincera
Para ajudar carregar nossa cruz
Foi Deus quem pôs você no meu caminho
Na hora certa pra me socorrer
Eu não teria chegado sozinho
A lugar nenhum se não fosse você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

SERGINHO MERITI/ CLAUDINHO GUIMARÃES

QUANDO A GIRA GIROU COM CLAUDINHO GUIMARÃES

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando tudo parece estar perdido
É nessa hora que você vê
Quem é parceiro, quem é bom amigo
Quem tá contigo quem é de correr
A sua mão me tirou do abismo
O seu axé evitou o meu fim
Me ensinou o que é companheirismo
E também a gostar de quem gosta de mim

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Na hora que a gente menos espera
No fim do túnel aparece uma luz
A luz de uma amizade sincera
Para ajudar carregar nossa cruz
Foi Deus quem pôs você no meu caminho
Na hora certa pra me socorrer
Eu não teria chegado sozinho
A lugar nenhum se não fosse você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

SERGINHO MERITI/ CLAUDINHO GUIMARÃES



Ô Iaiá
Iaiá, ô Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Vi um tipo diferente
Assaltando a gente que é trabalhador
Morando num morro muito perigoso
Um tal de Caveira comanda o vapor
Foi aí que o tal garoto
Coitado do broto, encontrou com o Caveira
Tomou-lhe um sacode, caiu na ladeira
Iaiá, minha preta, morreu de bobeira, ô Iaiá

Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Dei um pulo na cidade
Iaiá, minha preta, se eu sei, não iria
Só vi pilantragem, só vi covardia
Nem sei como pode alguém lá viver
Quando vi o salário que o pobre operário sustenta a família
Fiquei assustado, Iaiá, minha filha
Montei num cavalo e voltei pra você, ô Iaiá

Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Dei um pulo na macumba, saber da quizumba
Bolei na demanda, cantei pra Calunga, baixei a muamba
Saravei a banda, meu corpo fechei
Iaiá, eu fiz tudo certinho
Deitei para o santo, raspei, catulei
Me deixa de lado, cão escomungado
Sou abençoado, estou dentro da lei, ô Iaiá

Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Hei De Guardar Teu Nome
(Arlindo Cruz / Adilson Victor)

{Deni, chega aí pra gente cantar um partido alto aí}
{Vamos lá meu compadre, vamos fazer uma primeira pra
ficar bonito}
{Vamos aproveitar que a cozinha está beleza}
Minha musa inspiradora, minha fé, minha paixão
Alegria duradoura, dentro do meu coração
Eu hei de guardar teu nome, eu hei de guardar teu
nome
Eu hei de guardar teu nome, eu hei de guardar teu
nome
Tenho os olhos rasos d'água da manguaça que me
consome
Refrão
Não se deve ser ingrato, cuspir no prato que come
Refrão
Minha musa inspiradora, minha fé, minha paixão
Alegria duradoura, dentro do meu coração
Refrão
{Fala Deni}
{Se não fosse a tua ajuda, eu morreria de fome}
Refrão
{Diz aí Pagodinho}
{Vou te levar pro altar minha preta}
{Te dar o meu sobrenome}

Vou Lhe Deixar No Sereno
(Beto sem braço / Jorginho Saberás)

Esta noite eu vou lhe deixar no sereno no sereno
Tenho mil razões para te deixar no veneno
Minha preta , o que queres de mim
Se não for muita coisa , poderei te dar
Banho de agua de cheiro
Embaixo do chuveiro pra te perfumar
Te quero que te quero quero
Dançando bolero e um samba-canção
O que eu nao quero é ouvir lero lero
Porque não tolero esta malcriação

Macumba da Nega
(Domínio Público)

A macumba da nega é boa
A macumba da nega é boa
A macumba da nega é boa
A macumba da nega é boa

Fiz psiu pra empregada
Quem sorriu foi a patroa
Vi malandro dar mancada
Vi leão virar leoa

Moro em copacabana
Mas já morei na gamboa
Tenho casa e bom emprego
Já não vivo mais à toa

Bagaço Da Laranja
(Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho)

Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Me disseram que no céu
A mulher do anjo é anja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Vou engomar meu vestido
Todo enfeitado de franja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Eu te dou muito dinheiro
E tudo você esbanja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Olha lá seu coronel
O soldado que é peixe se enganja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Toma cuidado pretinha
Que a polícia já te manja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Não lhe dou mais um tostão
Vê se você se arranja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Só o caroço de azeitona
Que veio na minha canja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Vou vender minha fazenda
Vou vender minha granja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Você sempre foi solteira
Um marido não arranja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Serginho Meriti / Beto sem braço

QUANDO EU CONTAR (IAIA)



Ô Iaiá
Iaiá, ô Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Vi um tipo diferente
Assaltando a gente que é trabalhador
Morando num morro muito perigoso
Um tal de Caveira comanda o vapor
Foi aí que o tal garoto
Coitado do broto, encontrou com o Caveira
Tomou-lhe um sacode, caiu na ladeira
Iaiá, minha preta, morreu de bobeira, ô Iaiá

Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Dei um pulo na cidade
Iaiá, minha preta, se eu sei, não iria
Só vi pilantragem, só vi covardia
Nem sei como pode alguém lá viver
Quando vi o salário que o pobre operário sustenta a família
Fiquei assustado, Iaiá, minha filha
Montei num cavalo e voltei pra você, ô Iaiá

Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Dei um pulo na macumba, saber da quizumba
Bolei na demanda, cantei pra Calunga, baixei a muamba
Saravei a banda, meu corpo fechei
Iaiá, eu fiz tudo certinho
Deitei para o santo, raspei, catulei
Me deixa de lado, cão escomungado
Sou abençoado, estou dentro da lei, ô Iaiá

Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar

Hei De Guardar Teu Nome
(Arlindo Cruz / Adilson Victor)

{Deni, chega aí pra gente cantar um partido alto aí}
{Vamos lá meu compadre, vamos fazer uma primeira pra
ficar bonito}
{Vamos aproveitar que a cozinha está beleza}
Minha musa inspiradora, minha fé, minha paixão
Alegria duradoura, dentro do meu coração
Eu hei de guardar teu nome, eu hei de guardar teu
nome
Eu hei de guardar teu nome, eu hei de guardar teu
nome
Tenho os olhos rasos d'água da manguaça que me
consome
Refrão
Não se deve ser ingrato, cuspir no prato que come
Refrão
Minha musa inspiradora, minha fé, minha paixão
Alegria duradoura, dentro do meu coração
Refrão
{Fala Deni}
{Se não fosse a tua ajuda, eu morreria de fome}
Refrão
{Diz aí Pagodinho}
{Vou te levar pro altar minha preta}
{Te dar o meu sobrenome}

Vou Lhe Deixar No Sereno
(Beto sem braço / Jorginho Saberás)

Esta noite eu vou lhe deixar no sereno no sereno
Tenho mil razões para te deixar no veneno
Minha preta , o que queres de mim
Se não for muita coisa , poderei te dar
Banho de agua de cheiro
Embaixo do chuveiro pra te perfumar
Te quero que te quero quero
Dançando bolero e um samba-canção
O que eu nao quero é ouvir lero lero
Porque não tolero esta malcriação

Macumba da Nega
(Domínio Público)

A macumba da nega é boa
A macumba da nega é boa
A macumba da nega é boa
A macumba da nega é boa

Fiz psiu pra empregada
Quem sorriu foi a patroa
Vi malandro dar mancada
Vi leão virar leoa

Moro em copacabana
Mas já morei na gamboa
Tenho casa e bom emprego
Já não vivo mais à toa

Bagaço Da Laranja
(Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho)

Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Me disseram que no céu
A mulher do anjo é anja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Vou engomar meu vestido
Todo enfeitado de franja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Eu te dou muito dinheiro
E tudo você esbanja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Olha lá seu coronel
O soldado que é peixe se enganja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Toma cuidado pretinha
Que a polícia já te manja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Não lhe dou mais um tostão
Vê se você se arranja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Só o caroço de azeitona
Que veio na minha canja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Vou vender minha fazenda
Vou vender minha granja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Você sempre foi solteira
Um marido não arranja
Eu já disse à você
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida
Acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja
Sobrou pra mim
O bagaço da laranja

Serginho Meriti / Beto sem braço

Ô, Iaiá
Iaiá, ô, Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar
Vi um tipo diferente
Assaltando a gente que é trabalhador
Morando num morro muito perigoso
Onde um tal de Caveira comanda o vapor
Foi aí que o tal garoto
Coitado do broto, encontrou com o Caveira
Tomou-lhe um sacode, caiu na ladeira
Iaiá, minha preta, morreu de bobeira, ô, Iaiá
Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei...
Dei um pulo na macumba, fui saber da quizumba
Bolei na demanda, cantei pra Calunga, baixei a muamba
Saravei a banda, meu corpo fechei
Iaiá, eu fiz tudo certinho
Deitei para o santo, raspei, catulei
Me deixa de lado, cão escomungado
Eu tô abençoado, eu tô dentro da lei, ô, Iaiá
Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei...

Deixa a vida me levar
(Serginho Meriti / Eri do Cais)

Eu já passei
Por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida
Espero ainda a minha vez
Confesso que sou
De origem pobre
Mas meu coração é nobre
Foi assim que Deus me fez...
E deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Sou feliz e agradeço
Por tudo que Deus me deu
Só posso levantar
As mãos pro céu
Agradecer e ser fiel
Ao destino que Deus me deu
Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho, vivo
De mansinho lá vou eu
Se a coisa não sai
Do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar
E aos trancos e barrancos
Lá vou eu!
E sou feliz e agradeço
Por tudo que Deus me deu...
Deixa a vida me leva
(Vida leva eu!)...

Serginho Meriti / Beto Sem Braço

QUANDO EU CONTAR (IAIÁ) / DEIXA A VIDA ME LEVAR

Ô, Iaiá
Iaiá, ô, Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei
O que vi nos lugares onde andei
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar
Quando eu contar, Iaiá, você vai se pasmar
Vi um tipo diferente
Assaltando a gente que é trabalhador
Morando num morro muito perigoso
Onde um tal de Caveira comanda o vapor
Foi aí que o tal garoto
Coitado do broto, encontrou com o Caveira
Tomou-lhe um sacode, caiu na ladeira
Iaiá, minha preta, morreu de bobeira, ô, Iaiá
Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei...
Dei um pulo na macumba, fui saber da quizumba
Bolei na demanda, cantei pra Calunga, baixei a muamba
Saravei a banda, meu corpo fechei
Iaiá, eu fiz tudo certinho
Deitei para o santo, raspei, catulei
Me deixa de lado, cão escomungado
Eu tô abençoado, eu tô dentro da lei, ô, Iaiá
Iaiá
Minha preta não sabe o que eu sei...

Deixa a vida me levar
(Serginho Meriti / Eri do Cais)

Eu já passei
Por quase tudo nessa vida
Em matéria de guarida
Espero ainda a minha vez
Confesso que sou
De origem pobre
Mas meu coração é nobre
Foi assim que Deus me fez...
E deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Sou feliz e agradeço
Por tudo que Deus me deu
Só posso levantar
As mãos pro céu
Agradecer e ser fiel
Ao destino que Deus me deu
Se não tenho tudo que preciso
Com o que tenho, vivo
De mansinho lá vou eu
Se a coisa não sai
Do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar
E aos trancos e barrancos
Lá vou eu!
E sou feliz e agradeço
Por tudo que Deus me deu...
Deixa a vida me leva
(Vida leva eu!)...

Serginho Meriti / Beto Sem Braço

Quando você se arrepender
E quiser que o nosso amor
Volte a viver, o meu coração
Não lhe aceitará
você de tristeza vai chorar

Tenho a certeza que amor
Igual ao meu, você não
vai encontrar

Eu que queria tanto, tanto
Construir, um lar feliz
Para nós dois e você não quis

La lai ai, la lai ai...

Não faz assim que me faz lembrar
Meu tamborim, todo meu penar
Regenerado eu estou hoje em dia
Sou eu que não quero a orgia (2x)

De-me um sorriso ô linda flor
Para me consolar
Nós brigamos, foi só ciúmes
Não há razão para me deixar
Volta de novo ao nosso lar
Porque eu já sei amar
Volta de novo ao nosso lar
Porque eu já sei amar

Tu que tinhas vida de fidalga
Hoje vive a pão e água
Coisa que me comoveu
Tu mudaste tanto, tanto, tanto
Que até provoca pranto
Em um homem como eu (2x)

Ao ver sua desdita
Feriu-me o coração
Quem passava a pão e vinho
Hoje vive a água e pão
Foi tão pesado o castigo
Que o destino te deu
Que até provoca pranto
Em um homem como eu

MANACÉA

QUANDO QUISERES

Quando você se arrepender
E quiser que o nosso amor
Volte a viver, o meu coração
Não lhe aceitará
você de tristeza vai chorar

Tenho a certeza que amor
Igual ao meu, você não
vai encontrar

Eu que queria tanto, tanto
Construir, um lar feliz
Para nós dois e você não quis

La lai ai, la lai ai...

Não faz assim que me faz lembrar
Meu tamborim, todo meu penar
Regenerado eu estou hoje em dia
Sou eu que não quero a orgia (2x)

De-me um sorriso ô linda flor
Para me consolar
Nós brigamos, foi só ciúmes
Não há razão para me deixar
Volta de novo ao nosso lar
Porque eu já sei amar
Volta de novo ao nosso lar
Porque eu já sei amar

Tu que tinhas vida de fidalga
Hoje vive a pão e água
Coisa que me comoveu
Tu mudaste tanto, tanto, tanto
Que até provoca pranto
Em um homem como eu (2x)

Ao ver sua desdita
Feriu-me o coração
Quem passava a pão e vinho
Hoje vive a água e pão
Foi tão pesado o castigo
Que o destino te deu
Que até provoca pranto
Em um homem como eu

MANACÉA

Que alegria, limpei meu nome e o seu também
Estou em dia
Já paguei seu Claudionor do armazém
Tô empregado, reformei nosso barraco
Botei piso, tirei taco, graças a Deus tá tudo bem
Também comprei uma TV, geladeira e um fogão
Mobiliei quarto, sala e cozinha à prestação
Que alegria…
Que alegria, limpei meu nome e o seu também
Estou em dia
Já paguei seu Claudionor do armazém
Tô empregado, reformei nosso barraco
Botei piso, tirei taco, graças a Deus tá tudo bem
Também comprei uma TV, geladeira e um fogão
Mobiliei quarto, sala e cozinha à prestação
Quero uma loura estupidamente suada
Alô, do balcão!
Com meu amor, eu vou junto no karaokê
Lembrar nossa canção
Me traz também um porção de salaminho e calabresa
Mas, antes, passa um pano aqui na mesa
Vamos brindar a nossa volta
Porque eu tenho certeza
Que a nossa chama esteve sempre acesa (meu bem)
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
Te amo meu amor…
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
Que alegria, limpei meu nome e o seu também
Estou em dia
Já paguei seu Claudionor do armazém
Tô empregado, reformei nosso barraco
Botei piso, tirei taco, graças a Deus tá tudo bem
Também comprei uma TV, geladeira e um fogão
Mobiliei quarto, sala e cozinha à prestação
Quero uma loura estupidamente suada
Alô, do balcão!
Com meu amor, eu vou junto no karaokê
Lembrar nossa canção
Me traz também um porção de salaminho e calabresa
Mas, antes, passa um pano aqui na mesa
Vamos brindar a nossa volta
Porque eu tenho certeza
Que a nossa chama esteve sempre acesa (meu bem)
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
Te amo meu amor…
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
amor…
amor…

ALAMIR, ROBERTO LOPES E ZÉ ROBERTO

QUE ALEGRIA

Que alegria, limpei meu nome e o seu também
Estou em dia
Já paguei seu Claudionor do armazém
Tô empregado, reformei nosso barraco
Botei piso, tirei taco, graças a Deus tá tudo bem
Também comprei uma TV, geladeira e um fogão
Mobiliei quarto, sala e cozinha à prestação
Que alegria…
Que alegria, limpei meu nome e o seu também
Estou em dia
Já paguei seu Claudionor do armazém
Tô empregado, reformei nosso barraco
Botei piso, tirei taco, graças a Deus tá tudo bem
Também comprei uma TV, geladeira e um fogão
Mobiliei quarto, sala e cozinha à prestação
Quero uma loura estupidamente suada
Alô, do balcão!
Com meu amor, eu vou junto no karaokê
Lembrar nossa canção
Me traz também um porção de salaminho e calabresa
Mas, antes, passa um pano aqui na mesa
Vamos brindar a nossa volta
Porque eu tenho certeza
Que a nossa chama esteve sempre acesa (meu bem)
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
Te amo meu amor…
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
Que alegria, limpei meu nome e o seu também
Estou em dia
Já paguei seu Claudionor do armazém
Tô empregado, reformei nosso barraco
Botei piso, tirei taco, graças a Deus tá tudo bem
Também comprei uma TV, geladeira e um fogão
Mobiliei quarto, sala e cozinha à prestação
Quero uma loura estupidamente suada
Alô, do balcão!
Com meu amor, eu vou junto no karaokê
Lembrar nossa canção
Me traz também um porção de salaminho e calabresa
Mas, antes, passa um pano aqui na mesa
Vamos brindar a nossa volta
Porque eu tenho certeza
Que a nossa chama esteve sempre acesa (meu bem)
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
Te amo meu amor…
Vivi uma fase no fundo do poço
Guardava janta pra comer no almoço
Catei garrafa, papelão, latinha
Vendia de tudo pra ter uma graninha
Porém, agora me sinto contente
Você comigo é o melhor presente, amor
amor…
amor…

ALAMIR, ROBERTO LOPES E ZÉ ROBERTO

Tô procurando um barraco pra alugar
No puxadinho já não dá mais pra ficar
Marquei um tempo pra acertar o financeiro
Mas o prazo estourou, vou lá

Um quitinete só pra a gente dá de sobra
Da minha sogra eu não posso reclamar
Segunda a sexta a gente almoça no trabalho
E de noite um jeitinho dá

No começo vai ser apertado
Mas a nossa liberdade
Vale mais que um trocado
Confesso que fui muito bem tratado
Mas quem casa quer um canto
Pra viver lá sossegado

Já procurei lá em Bangu, estive em Marechal,
Gostei de Cabuçu e Vigário Geral
Três meses de depósito e já tenho essa quantia

Meu bem pra que se preocupar
Que a gente vai vencer
E o mundo há de ver o nosso bem querer
E o nosso amor será melhor ainda

Já procurei lá em Bangu, estive em Marechal,
Gostei de Cabuçu e Vigário Geral
Três meses de depósito e já tenho essa quantia

Meu bem pra que se preocupar
Que a gente vai vencer
E o mundo há de ver o nosso bem querer
E o nosso amor será melhor ainda

QUEM CASA QUER CASA
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Carlos Veja - tuba
Everson Moraes – trombone
Aquiles Moraes - trumpete
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro e reco
Waltis Zacarias – surdoe pandeiro
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – repique de mão e cuíca
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes e Ircea Gomes - coro

RAFAEL DELGADO & RONALDO BARCELLOS

QUEM CASA QUER CASA

Tô procurando um barraco pra alugar
No puxadinho já não dá mais pra ficar
Marquei um tempo pra acertar o financeiro
Mas o prazo estourou, vou lá

Um quitinete só pra a gente dá de sobra
Da minha sogra eu não posso reclamar
Segunda a sexta a gente almoça no trabalho
E de noite um jeitinho dá

No começo vai ser apertado
Mas a nossa liberdade
Vale mais que um trocado
Confesso que fui muito bem tratado
Mas quem casa quer um canto
Pra viver lá sossegado

Já procurei lá em Bangu, estive em Marechal,
Gostei de Cabuçu e Vigário Geral
Três meses de depósito e já tenho essa quantia

Meu bem pra que se preocupar
Que a gente vai vencer
E o mundo há de ver o nosso bem querer
E o nosso amor será melhor ainda

Já procurei lá em Bangu, estive em Marechal,
Gostei de Cabuçu e Vigário Geral
Três meses de depósito e já tenho essa quantia

Meu bem pra que se preocupar
Que a gente vai vencer
E o mundo há de ver o nosso bem querer
E o nosso amor será melhor ainda

QUEM CASA QUER CASA
Rildo Hora – arranjo e gaita (realejo)
Mauro Diniz – cavaco
Rafael Prates – banjo e cavaco sol ré lá mi
Marcilio Lopes - bandolim
Paulão 7 Cordas – violão
Carlinhos 7 Cordas – violão de 7
Luis Louchards – baixo
Misael da Hora – teclado
Tutuca Borba – teclado e cordas virtuais
Carlos Veja - tuba
Everson Moraes – trombone
Aquiles Moraes - trumpete
Dirceu Leite – flautas, picollo e clarinete
Jaguará – pandeiro e reco
Waltis Zacarias – surdoe pandeiro
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – repique de mão e cuíca
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora, Isabel Gomes e Ircea Gomes - coro

RAFAEL DELGADO & RONALDO BARCELLOS

Universal Music Publishing

Quem é ela
Que vai todo dia na capela
Fazer oração, acender vela?
Dizem que ela zela por mim
Me contaram que a menina moça é donzela
Mas quando ela está na janela
Sempre joga beijos pra mim

Me contaram que ela tem por mim um chamego
Em todo lugar onde eu chego
Depois ela chega também
E me olha com jeito de quem quer carinho
Eu fico pensando sozinho
Será que ela quer ser meu bem?

Se eu vou na Mangueira ela vai
Se eu vou na Portela ela está
Ela vai no Cacique de Ramos
Ela vai no Estácio de Sá
Ela vai no pagode em Xerém
Ela vai no pagode em Irajá

Qualquer dia eu me invoco e tomo coragem
E rezo em frente a imagem
Do bom Jesus de Nazaré
Meu Senhor, por favor vem ouvir minha prece
Pois só tem a paz quem merece
E só tem amor quem tem fé

ZECA PAGODINHO / DUDU NOBRE

QUEM É ELA

Universal Music Publishing

Quem é ela
Que vai todo dia na capela
Fazer oração, acender vela?
Dizem que ela zela por mim
Me contaram que a menina moça é donzela
Mas quando ela está na janela
Sempre joga beijos pra mim

Me contaram que ela tem por mim um chamego
Em todo lugar onde eu chego
Depois ela chega também
E me olha com jeito de quem quer carinho
Eu fico pensando sozinho
Será que ela quer ser meu bem?

Se eu vou na Mangueira ela vai
Se eu vou na Portela ela está
Ela vai no Cacique de Ramos
Ela vai no Estácio de Sá
Ela vai no pagode em Xerém
Ela vai no pagode em Irajá

Qualquer dia eu me invoco e tomo coragem
E rezo em frente a imagem
Do bom Jesus de Nazaré
Meu Senhor, por favor vem ouvir minha prece
Pois só tem a paz quem merece
E só tem amor quem tem fé

ZECA PAGODINHO / DUDU NOBRE

Participação especial: Alcione

O Rio de Janeiro sempre foi assim
Uma cerveja com um parceiro
Na porta de um botequim
Logo a churrasqueira
Vem depois de uma pelada
Sempre acompanhada
De um cavaco e um violão, na marcação

Tá feito o samba
Chega a mulherada
Aí que fica bom: “tá sim!”

Eu quero ver ficar parado
Se parar ali do lado
Da nega Juju :“que murundu...”
Eu quero ver ficar calado
Se num samba sincopado
For cantado o tom: “com a Marrom”

Tá feito o samba...

Quem passa vai parar
Quem para quer ficar até o amanhecer
Pra ver o sol nascer
A praia vai rolar
O dia vai passando
E vai sambando o meu amor: “pegando cor”
E São Sebastião, taí de coração
Pra quem quiser chegar
Com pique pra sambar
Porque quem pisa nesse chão
Merece todo amor do Cristo Redentor

EFSON/MARQUINHOS PQD/CARLITO CAVALCANTI

QUEM PASSA VAI PARAR

Participação especial: Alcione

O Rio de Janeiro sempre foi assim
Uma cerveja com um parceiro
Na porta de um botequim
Logo a churrasqueira
Vem depois de uma pelada
Sempre acompanhada
De um cavaco e um violão, na marcação

Tá feito o samba
Chega a mulherada
Aí que fica bom: “tá sim!”

Eu quero ver ficar parado
Se parar ali do lado
Da nega Juju :“que murundu...”
Eu quero ver ficar calado
Se num samba sincopado
For cantado o tom: “com a Marrom”

Tá feito o samba...

Quem passa vai parar
Quem para quer ficar até o amanhecer
Pra ver o sol nascer
A praia vai rolar
O dia vai passando
E vai sambando o meu amor: “pegando cor”
E São Sebastião, taí de coração
Pra quem quiser chegar
Com pique pra sambar
Porque quem pisa nesse chão
Merece todo amor do Cristo Redentor

EFSON/MARQUINHOS PQD/CARLITO CAVALCANTI

Me deleitava nos braços de um belo dia
E de repente trovejou, relampejou
Olhei pro céu
Conversei com Deus naquele dia
Mas ao encontro ela não compareceu
Mas ao encontro ela não compareceu
Me feriu
Será que a minha bela dama se deixou levar
Por um simples psiu psiu
Será que a minha bela dama se deixou levar
Por um simples psiu psiu
Na minha mente só maldade ficou
Pois já é normal o mal se alastrar
Sempre à frente do bem
A carência invadiu meu peito aquele instante
Mas a saudade se faz perdurar em qualquer coração
Que ama quem ficou distante
A dúvida se impôs como senhora
Se impôs como senhora
No querer de um querer
Sem querer ou por querer
Qualquer alma chora
Na incerteza eu dei um chega pra lá
Prevalecer a visão e a razão
Meu pensamento talvez avançou no tempo
Invadindo o contratempo
Nos compassos da desilusão
Mas dei valor a teu sexto sentido
Porque através dos cupidos ouvirás
Nas badaladas do meu coração

BANDEIRA BRASIL / BETO SEM-BRAÇO

QUERER DE UM QUERER

Me deleitava nos braços de um belo dia
E de repente trovejou, relampejou
Olhei pro céu
Conversei com Deus naquele dia
Mas ao encontro ela não compareceu
Mas ao encontro ela não compareceu
Me feriu
Será que a minha bela dama se deixou levar
Por um simples psiu psiu
Será que a minha bela dama se deixou levar
Por um simples psiu psiu
Na minha mente só maldade ficou
Pois já é normal o mal se alastrar
Sempre à frente do bem
A carência invadiu meu peito aquele instante
Mas a saudade se faz perdurar em qualquer coração
Que ama quem ficou distante
A dúvida se impôs como senhora
Se impôs como senhora
No querer de um querer
Sem querer ou por querer
Qualquer alma chora
Na incerteza eu dei um chega pra lá
Prevalecer a visão e a razão
Meu pensamento talvez avançou no tempo
Invadindo o contratempo
Nos compassos da desilusão
Mas dei valor a teu sexto sentido
Porque através dos cupidos ouvirás
Nas badaladas do meu coração

BANDEIRA BRASIL / BETO SEM-BRAÇO

Um bangalô
No mais lindo canto da cidade
Um grande amor
Para completar minha felicidade
Canção de poesia e primazia
A inspiração tomou conta de mim
Meu coração
Acende o interior
A luminosidade é a luz do nosso amor...
Quintal do céu
Quintal do céu, porta aberta ao recebê-la
Estrela, divina luz
Da janela ao vê-la a fé conduz
A um poema que hoje mesmo fiz
Vem me fazer feliz
Sentindo assim
O meu interior
A luminosidade é a luz do nosso amor...
Um bangalô...

JORGE ARAGÃO/WILSON MOREIRA

QUINTAL DO CÉU

Um bangalô
No mais lindo canto da cidade
Um grande amor
Para completar minha felicidade
Canção de poesia e primazia
A inspiração tomou conta de mim
Meu coração
Acende o interior
A luminosidade é a luz do nosso amor...
Quintal do céu
Quintal do céu, porta aberta ao recebê-la
Estrela, divina luz
Da janela ao vê-la a fé conduz
A um poema que hoje mesmo fiz
Vem me fazer feliz
Sentindo assim
O meu interior
A luminosidade é a luz do nosso amor...
Um bangalô...

JORGE ARAGÃO/WILSON MOREIRA

Parei na dela, montei casa na favela
Desfilava com a donzela que beleza de mulher
Lhe dei guarida não queria outra vida
Era a minha protegida era só meu esse filé
Mas que engano, ela foi se transformando
Meu dinheiro estourando, olha onde eu fui parar
Com nome sujo não consigo crediário
Eu um pobre operário ficou ruim de segurar (vacilou!)

Vacilou me tirou de mané
Não pensou vai voltar pra ralé
Já ta provado quem nunca comeu melado
Se lambusa até o pé

(Vacilou!)

Era a mãe dela, irmã dela, tia dela, amiga dela
E uma cadela e só eu pra sustentar
Era uma festa de pagode a seresta eu olhava pela fresta
Dava medo de entrar
Tudo jogado, cerveja pra todo lado
E um cheiro de arroz queimado
E ela querendo zoar
Mandei embora com a sua ratatúia de chinelo mala e cuia
Vai sujar outro lugar

(Vacilou!)

Vacilou me tirou de mané
Não pensou vai voltar pra ralé
Já ta provado quem nunca comeu melado
Se lambusa até o pé

ROBERTO LOPES / CANÁRIO / ALAMIR

RATATÚIA

Parei na dela, montei casa na favela
Desfilava com a donzela que beleza de mulher
Lhe dei guarida não queria outra vida
Era a minha protegida era só meu esse filé
Mas que engano, ela foi se transformando
Meu dinheiro estourando, olha onde eu fui parar
Com nome sujo não consigo crediário
Eu um pobre operário ficou ruim de segurar (vacilou!)

Vacilou me tirou de mané
Não pensou vai voltar pra ralé
Já ta provado quem nunca comeu melado
Se lambusa até o pé

(Vacilou!)

Era a mãe dela, irmã dela, tia dela, amiga dela
E uma cadela e só eu pra sustentar
Era uma festa de pagode a seresta eu olhava pela fresta
Dava medo de entrar
Tudo jogado, cerveja pra todo lado
E um cheiro de arroz queimado
E ela querendo zoar
Mandei embora com a sua ratatúia de chinelo mala e cuia
Vai sujar outro lugar

(Vacilou!)

Vacilou me tirou de mané
Não pensou vai voltar pra ralé
Já ta provado quem nunca comeu melado
Se lambusa até o pé

ROBERTO LOPES / CANÁRIO / ALAMIR

CAETANO VELOSO

RECONVEXO

CAETANO VELOSO

Requebra morena bonita eu quero ver
Vai lá, vai sambar, vai mostrar o seu dossiê
Vai fundo que tem vagabundo enchendo o pote
Querendo esse rabo de saia, esse decote
Rebola, sacode Carol, eu quero ver
Eu fico de olho, eu conheço o Metiê
Só chego quando já tem nego armando o bote
Querendo sair com a cabrocha no pinote

Mas qual o quê? A moçada não paga nem place
Que a morena é banquete pra bufê
Com garçom à rigor, servindo scott
No meu apê já bateu empresário de tv
Mas a nega diz que não tem cachê
Que lhe pague o meu beijo no cangote
Só sei dizer que a morena onde vai tem comitê
Todo mundo faz fila no guichê
E eu só fico a assistir de camarote
Requebra morena

Seu balancê onde passa provoca um fuzuê
Seu vestido curto de pricê
Deixa ver boa parte do seu dote
E quem me vê manda logo uma frase de clichê
Meu amigo não dá pra entender
Isso é muita mulher pra esse fracote
Veja você, só pilota avião quem tem brevê
Quando a moça ocupou o meu sumiê
Gostou tanto que quer fazer um Pixote
Requebra morena

MAURO DUARTE E PAULO CÉSAR PINHEIRO

REQUEBRA MORENA

Requebra morena bonita eu quero ver
Vai lá, vai sambar, vai mostrar o seu dossiê
Vai fundo que tem vagabundo enchendo o pote
Querendo esse rabo de saia, esse decote
Rebola, sacode Carol, eu quero ver
Eu fico de olho, eu conheço o Metiê
Só chego quando já tem nego armando o bote
Querendo sair com a cabrocha no pinote

Mas qual o quê? A moçada não paga nem place
Que a morena é banquete pra bufê
Com garçom à rigor, servindo scott
No meu apê já bateu empresário de tv
Mas a nega diz que não tem cachê
Que lhe pague o meu beijo no cangote
Só sei dizer que a morena onde vai tem comitê
Todo mundo faz fila no guichê
E eu só fico a assistir de camarote
Requebra morena

Seu balancê onde passa provoca um fuzuê
Seu vestido curto de pricê
Deixa ver boa parte do seu dote
E quem me vê manda logo uma frase de clichê
Meu amigo não dá pra entender
Isso é muita mulher pra esse fracote
Veja você, só pilota avião quem tem brevê
Quando a moça ocupou o meu sumiê
Gostou tanto que quer fazer um Pixote
Requebra morena

MAURO DUARTE E PAULO CÉSAR PINHEIRO

Ensaiei meu samba o ano inteiro,
Comprei surdo e tamborim.

Gastei tudo em fantasia,
Era só o que eu queria.
E ela jurou desfilar pra mim

Minha escola estava tão bonita.
Era tudo o que eu queria ver

Em retalhos de cetim
Eu dormi o ano inteiro,
E ela jurou desfilar pra mim

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Ensaiei meu samba o ano inteiro,
Comprei surdo e tamborim.

Gastei tudo em fantasia,
Era só o que eu queria.
E ela jurou desfilar pra mim

Minha escola estava tão bonita.
Era tudo o que eu queria ver

Em retalhos de cetim.
Eu dormi o ano inteiro,
E ela jurou desfilar pra mim

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

BENITO DI PAULA

RETALHOS DE CETIM COM BENITO DI PAULA E XANDE DE PILARES

Ensaiei meu samba o ano inteiro,
Comprei surdo e tamborim.

Gastei tudo em fantasia,
Era só o que eu queria.
E ela jurou desfilar pra mim

Minha escola estava tão bonita.
Era tudo o que eu queria ver

Em retalhos de cetim
Eu dormi o ano inteiro,
E ela jurou desfilar pra mim

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Ensaiei meu samba o ano inteiro,
Comprei surdo e tamborim.

Gastei tudo em fantasia,
Era só o que eu queria.
E ela jurou desfilar pra mim

Minha escola estava tão bonita.
Era tudo o que eu queria ver

Em retalhos de cetim.
Eu dormi o ano inteiro,
E ela jurou desfilar pra mim

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Mas chegou o carnaval,
E ela não desfilou,
Eu chorei na avenida, eu chorei

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

Não pensei que mentia a cabrocha,
Que eu tanto amei...

BENITO DI PAULA

Brasil tu és uma dádiva divina
Cacau, cana de açúcar e algodão
Borracha. mate e café
Produtos dessa imensa nação
Tens os campos tão férteis em matérias-primas
E as tuas riquezas invejam o mundo
Jazidas tais e tamanhas
Em teu solo tão fecundo
Há em tuas entranhas ouro e manganês
E outros minerais
És forte. belo e varonil
Brasil. Brasil, Brasil
Tuas gloriosas forças armadas
Com desvelo zelam pelo teu tesouro
Em tua história consagrada
Escreveram páginas de ouro
Guias defensores do amanhã
FutUros doutorandos do Brasil
Estejam sempre alertas
Tragam na lembrança o conselho do poeta
Criança, não verás pais nenhum como este
Imita na grandeza
A terra em que nasceste

CANDEIA / WALDIR 59

RIQUEZAS DO MEU BRASIL (SAMBA ENREDO)

Brasil tu és uma dádiva divina
Cacau, cana de açúcar e algodão
Borracha. mate e café
Produtos dessa imensa nação
Tens os campos tão férteis em matérias-primas
E as tuas riquezas invejam o mundo
Jazidas tais e tamanhas
Em teu solo tão fecundo
Há em tuas entranhas ouro e manganês
E outros minerais
És forte. belo e varonil
Brasil. Brasil, Brasil
Tuas gloriosas forças armadas
Com desvelo zelam pelo teu tesouro
Em tua história consagrada
Escreveram páginas de ouro
Guias defensores do amanhã
FutUros doutorandos do Brasil
Estejam sempre alertas
Tragam na lembrança o conselho do poeta
Criança, não verás pais nenhum como este
Imita na grandeza
A terra em que nasceste

CANDEIA / WALDIR 59

Ciranda de roda
De samba de roda da vida
Que girou, que gira
Na roda da saia rendada
Da moça que dança a ciranda
Ciranda da vida
Que gira e faz girar a roda
Da vida que gira
Na cabeça do bom Santo Amaro
Que é da Purificação
E nas águas que rodeiam a IIha
de São Luiz do Maranhão
Na rodilha embaixo da talha
E em cima do torso da negra
Que ainda rebola
Nas curvas da vida da velha
Que ainda consola
A criança que chora
A roda é pra rodar na gira
Da vida que roda
Olha a roda, que roda
A roda é pra rodar na gira
Da vida que roda

Segure tudo
(Martinho da Vila)

Segure tudo que for conquistado
Segure tudo que não for demais
Segure o braço do seu namorado
Segure a menina, rapaz
Assegure um amor sem despedida
Dando amor e lealdade
Pra não terminar a vida
No tal bloco da saudade
Assegure o pão de cada dia
Trabalhando com vontade
Segura, segura, segura, não larga
Essa tal felicidade
Avareza é um defeito
Você nunca foi assim
Eu também tenho o direito
De tocar meu tamborim

Casa de bamba
(Martinho da Vila)

Na minha casa
Todo mundo é bamba
Todo mundo bebe
Todo mundo samba
Na minha casa...
Todo mundo bebe
Todo mundo samba

Martinho da Vila

RODA DE CIRANDA / SEGURE TUDO / CASA DE BAMBA

Ciranda de roda
De samba de roda da vida
Que girou, que gira
Na roda da saia rendada
Da moça que dança a ciranda
Ciranda da vida
Que gira e faz girar a roda
Da vida que gira
Na cabeça do bom Santo Amaro
Que é da Purificação
E nas águas que rodeiam a IIha
de São Luiz do Maranhão
Na rodilha embaixo da talha
E em cima do torso da negra
Que ainda rebola
Nas curvas da vida da velha
Que ainda consola
A criança que chora
A roda é pra rodar na gira
Da vida que roda
Olha a roda, que roda
A roda é pra rodar na gira
Da vida que roda

Segure tudo
(Martinho da Vila)

Segure tudo que for conquistado
Segure tudo que não for demais
Segure o braço do seu namorado
Segure a menina, rapaz
Assegure um amor sem despedida
Dando amor e lealdade
Pra não terminar a vida
No tal bloco da saudade
Assegure o pão de cada dia
Trabalhando com vontade
Segura, segura, segura, não larga
Essa tal felicidade
Avareza é um defeito
Você nunca foi assim
Eu também tenho o direito
De tocar meu tamborim

Casa de bamba
(Martinho da Vila)

Na minha casa
Todo mundo é bamba
Todo mundo bebe
Todo mundo samba
Na minha casa...
Todo mundo bebe
Todo mundo samba

Martinho da Vila

PAULO VANZOLINI

RONDA

PAULO VANZOLINI

Mangione

Se eu for pensar muito na vida
Eu morro cedo, amor
Meu peito é forte
Nele eu tenho acumulado tanta dor
As rugas fizeram residência no meu rosto
Não choro
Pra ninguém me ver sofrer de desgosto

Eu que sempre soube
Esconder a minha mágoa
Nunca ninguém me viu
Com os olhos rasos dágua
Finjo-me alegre
Pros meus prantos ninguém ver
Feliz daquele que sabe sofer

NELSON CAVAQUINHO / AUGUSTO GARCEZ / ARY MONTEIRO

RUGAS

Mangione

Se eu for pensar muito na vida
Eu morro cedo, amor
Meu peito é forte
Nele eu tenho acumulado tanta dor
As rugas fizeram residência no meu rosto
Não choro
Pra ninguém me ver sofrer de desgosto

Eu que sempre soube
Esconder a minha mágoa
Nunca ninguém me viu
Com os olhos rasos dágua
Finjo-me alegre
Pros meus prantos ninguém ver
Feliz daquele que sabe sofer

NELSON CAVAQUINHO / AUGUSTO GARCEZ / ARY MONTEIRO

Eu não tenho nada
Que alguém possa levar
Eu só tenho a lua e a rua pra morar
Quem me ensinou
Os traquejos da vida
Me disse que a dor
Não era tão doida
Se a gente soubesse
Onde vai se acabar
Quem brinca com fogo
Se queima de fato
Quem vai na corrida de ganso é pato
Cantar de sereia é lenda de pescador
Os anseios da humanidade
O futuro que tem a mocidade
O perfume que exala o cheiro da flor
Com o seu coração pequenino
Lhe dou um ensino, lhe dou um destino
Sou seu peregrino e também professor
Prá sorrir, pra refletir, pra extravasar essa dor
Andorinha voou e anunciou
Uma estrela da noite aqui passou
Trazendo alegria, trazendo a bonança
E muita esperança pro nosso Brasil
Pra sorrir, pra refletir
Extravasar, cor de anil

BIDUBI / BRASIL / FÁ DO TUIUTI

SALVE ESTE MUNDO, MENINO

Eu não tenho nada
Que alguém possa levar
Eu só tenho a lua e a rua pra morar
Quem me ensinou
Os traquejos da vida
Me disse que a dor
Não era tão doida
Se a gente soubesse
Onde vai se acabar
Quem brinca com fogo
Se queima de fato
Quem vai na corrida de ganso é pato
Cantar de sereia é lenda de pescador
Os anseios da humanidade
O futuro que tem a mocidade
O perfume que exala o cheiro da flor
Com o seu coração pequenino
Lhe dou um ensino, lhe dou um destino
Sou seu peregrino e também professor
Prá sorrir, pra refletir, pra extravasar essa dor
Andorinha voou e anunciou
Uma estrela da noite aqui passou
Trazendo alegria, trazendo a bonança
E muita esperança pro nosso Brasil
Pra sorrir, pra refletir
Extravasar, cor de anil

BIDUBI / BRASIL / FÁ DO TUIUTI

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Eu tenho savoir-faire
Meu temperamento é light
Minha casa é hi-tech
Toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull

Hoje me amarro no Slash
Minha vida agora é cool
Meu passado é que foi trash...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Fica ligado no link
Que eu vou confessar my love
Depois do décimo drink
Só um bom e velho Engov
Eu tirei o meu Green Card
E fui prá Miami Beach
Posso não ser
pop-star
Mas já sou um noveau-riche...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Eu tenho sex-appeal
Saca só meu background
Veloz como Damon Hill
Tenaz como Fittipaldi
Não dispenso um happy end
Quero jogar no dream team
De dia um macho man
E de noite, Drag Queen...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

ZECA BALEIRO

SAMBA DO APPROACH COM ZECA BALEIRO

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Eu tenho savoir-faire
Meu temperamento é light
Minha casa é hi-tech
Toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull

Hoje me amarro no Slash
Minha vida agora é cool
Meu passado é que foi trash...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Fica ligado no link
Que eu vou confessar my love
Depois do décimo drink
Só um bom e velho Engov
Eu tirei o meu Green Card
E fui prá Miami Beach
Posso não ser
pop-star
Mas já sou um noveau-riche...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Eu tenho sex-appeal
Saca só meu background
Veloz como Damon Hill
Tenaz como Fittipaldi
Não dispenso um happy end
Quero jogar no dream team
De dia um macho man
E de noite, Drag Queen...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...

ZECA BALEIRO

Samba na cozinha é bom
Refogado no tempero
O cavaco dá o tom
E a gente fica na cozinha fazendo salseiro

Tá todo mundo concentrado na cozinha
Vagabundo perde a linha quando sente o cheiro
Se queima o alho ninguém vai botar a culpa
Pois o nosso mestre cuca é o cara do pandeiro
Pandeiro, viola
Aqui se divide o pão,
Não para de chegar gente mas não falta água pra por no feijão

Samba na cozinha é bom ...

E quem conhece meu barraco tá ligado na democracia
As portas abertas, têm sempre um motivo pra comemorar
A gente aumenta a nossa conta no boteco
Se for preciso a gente manda pendurar
Bota no prego, que eu devo não nego, mas sou de pagar
E quando pago ainda deixo uma gorjeta,
Dor de barriga nunca dá uma vez só
Na minha casa é muita onda é muita treta
Não falta comida não falta goró

E assim, nosso samba vai ficando cada vez melhor, bem melhor!
E assim, nosso samba vai ficando cada vez melhor

SERGINHO MERITI / SERGINHO MADUREIRA / CLAUDINHO GUIMARÃES

SAMBA NA COZINHA

Samba na cozinha é bom
Refogado no tempero
O cavaco dá o tom
E a gente fica na cozinha fazendo salseiro

Tá todo mundo concentrado na cozinha
Vagabundo perde a linha quando sente o cheiro
Se queima o alho ninguém vai botar a culpa
Pois o nosso mestre cuca é o cara do pandeiro
Pandeiro, viola
Aqui se divide o pão,
Não para de chegar gente mas não falta água pra por no feijão

Samba na cozinha é bom ...

E quem conhece meu barraco tá ligado na democracia
As portas abertas, têm sempre um motivo pra comemorar
A gente aumenta a nossa conta no boteco
Se for preciso a gente manda pendurar
Bota no prego, que eu devo não nego, mas sou de pagar
E quando pago ainda deixo uma gorjeta,
Dor de barriga nunca dá uma vez só
Na minha casa é muita onda é muita treta
Não falta comida não falta goró

E assim, nosso samba vai ficando cada vez melhor, bem melhor!
E assim, nosso samba vai ficando cada vez melhor

SERGINHO MERITI / SERGINHO MADUREIRA / CLAUDINHO GUIMARÃES

BMG Publishing do Brasil

O samba era no chão
Briga era na mão
E com malandro não tinha vacilação (me lembro)
Me lembro do tempo gostoso lá do tabuleiro
Que sempre chegavam os mestres batuqueiros
Logo deixavam as pretas malucas
Me lembro do tempo gostoso lá da Praça Onze
Que sempre chegava de trem ou de bonde
Portela , Mangueira, Salgueiro e Tijuca
Me lembro do baile gostoso do elite
Que eu sempre dançava com a Nega Judite
Com meu terno branco, chapéu de palhinha
Me lembro do samba gostoso da Tia Ciata
Que sempre cantava e tocava a nata
João da Baiana, Donga e Pixinguinha
Me lembro do samba gostoso da Tia Ciata
Que sempre cantava e tocava a nata
João da Baiana, Donga e Pixinguinha
O samba era...
Vi Ismael do Estácio
Com Bide, Baiaco, Brancura e Sinhô
Com o Paulo da Portela sempre estava
O Claudionor
Com Cartola da Mangueira
Sempre vinha Zé com fome
Mano Décio e Fuleiro
Que lá na Serrinha também tinha nome
O samba era...
O samba lá no Catete
Na Penha e na Glória descia o cacete
Vi malandro respeitado por mulher
Ser derrubado
Vi muito sambista
Que hoje tem fama
Se mandando da policia
Para não entrar em cana
O samba era no chão
Briga era na mão
E com malandro não tinha vacilação

OTACÍLIO DA MANGUEIRA / ARY DO CAVACO

SAMBA NO CHÃO

BMG Publishing do Brasil

O samba era no chão
Briga era na mão
E com malandro não tinha vacilação (me lembro)
Me lembro do tempo gostoso lá do tabuleiro
Que sempre chegavam os mestres batuqueiros
Logo deixavam as pretas malucas
Me lembro do tempo gostoso lá da Praça Onze
Que sempre chegava de trem ou de bonde
Portela , Mangueira, Salgueiro e Tijuca
Me lembro do baile gostoso do elite
Que eu sempre dançava com a Nega Judite
Com meu terno branco, chapéu de palhinha
Me lembro do samba gostoso da Tia Ciata
Que sempre cantava e tocava a nata
João da Baiana, Donga e Pixinguinha
Me lembro do samba gostoso da Tia Ciata
Que sempre cantava e tocava a nata
João da Baiana, Donga e Pixinguinha
O samba era...
Vi Ismael do Estácio
Com Bide, Baiaco, Brancura e Sinhô
Com o Paulo da Portela sempre estava
O Claudionor
Com Cartola da Mangueira
Sempre vinha Zé com fome
Mano Décio e Fuleiro
Que lá na Serrinha também tinha nome
O samba era...
O samba lá no Catete
Na Penha e na Glória descia o cacete
Vi malandro respeitado por mulher
Ser derrubado
Vi muito sambista
Que hoje tem fama
Se mandando da policia
Para não entrar em cana
O samba era no chão
Briga era na mão
E com malandro não tinha vacilação

OTACÍLIO DA MANGUEIRA / ARY DO CAVACO

Sony Music/ Universal Publishing

Meu candiá incandiou
Eu vim pro samba
Vim sambar com o meu amor
Incandeia, incandeia
Incandeia, incandeia
Incandeia, incandeia
Meu candiá
Curió bebeu a água
Mas inda tem coco
Mel de engenho com cachaça
E alegria um pouco
Morena que tá sambando
Não deixa ninguém sambar
Meu amor tá perguntando
Se o samba é pras moças
Se o samba é de moça só
Se o samba é de moça
Meu amor tá perguntando
Como coisa que eu soubesse
E de lá eu vinha
Se lá eu estivesse
Meu amor na roda, valha-me Deus
Fica num chamego, valha-me Deus
Cada umbigada, valha-me Deus
É um desassossego
Oi, de lá, oi, de lá
Dona da casa
Eu vim lá de cima sambar
E só vou-me embora quando meu amor mandar
Incandeia, incandeia...

ROQUE FERREIRA / GRAZIELLE

SAMBA PRAS MOÇAS

Sony Music/ Universal Publishing

Meu candiá incandiou
Eu vim pro samba
Vim sambar com o meu amor
Incandeia, incandeia
Incandeia, incandeia
Incandeia, incandeia
Meu candiá
Curió bebeu a água
Mas inda tem coco
Mel de engenho com cachaça
E alegria um pouco
Morena que tá sambando
Não deixa ninguém sambar
Meu amor tá perguntando
Se o samba é pras moças
Se o samba é de moça só
Se o samba é de moça
Meu amor tá perguntando
Como coisa que eu soubesse
E de lá eu vinha
Se lá eu estivesse
Meu amor na roda, valha-me Deus
Fica num chamego, valha-me Deus
Cada umbigada, valha-me Deus
É um desassossego
Oi, de lá, oi, de lá
Dona da casa
Eu vim lá de cima sambar
E só vou-me embora quando meu amor mandar
Incandeia, incandeia...

ROQUE FERREIRA / GRAZIELLE

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Quando ouviu bater o tamborim
Não quis mais saber de cha-cha-cha
Pra rock e twist, ela diz não
Porque gosta mesmo é de sambar

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Quando ouviu bater o tamborim
Não quis mais saber de cha-cha-cha
Pra rock e twist, ela diz não
Porque gosta mesmo é de sambar

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
(Gosta do samba mas um dia vai ter fim)

JOÃO DONATO E JOÃO MELLO

SAMBOU, SAMBOU

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Quando ouviu bater o tamborim
Não quis mais saber de cha-cha-cha
Pra rock e twist, ela diz não
Porque gosta mesmo é de sambar

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Quando ouviu bater o tamborim
Não quis mais saber de cha-cha-cha
Pra rock e twist, ela diz não
Porque gosta mesmo é de sambar

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
Gosta do samba muito mais do que de mim

Sambou, sambou, não descansou
Ficou zangada quando o dia clareou
Eu nunca vi sambar assim
(Gosta do samba mas um dia vai ter fim)

JOÃO DONATO E JOÃO MELLO

EMI

Tarietá hoje é Paracambi
E a vizinha Japeri
Um dia se chamou Belém (final do trem)
E Magé, com a serra lá em riba
Guia de Pacobaiba
Um dia já foi também (tempa do vintém)
Deodoro também já foi Sapopemba
Nova Iguaçu, Maxambomba
Vila Estrela hoje é Mauá (Piabetá)
Xerém e Imbariê, mas quem diria
Que até Duque de Caxías
Foi Nossa Senhora do Pilar
Atualmente a nossa
Tá pra lá de levar
Como progresso
Tá tudo "Olinda"
O esquadrão fé
O negócio é Rio sampa
Grande Rio e Beija-Flor
Morreu Tenório
Terminou sua Epopéia
E Joãozinho da Goméia,
Foi Oló, desencarnou
Naquele tempo
Do velho Amaral Peixoto
Meu avô era garoto
E hoje sou quase avô

NEI LOPES / WILSON MOREIRA

SAPOPEMBA E MAXAMBOMBA

EMI

Tarietá hoje é Paracambi
E a vizinha Japeri
Um dia se chamou Belém (final do trem)
E Magé, com a serra lá em riba
Guia de Pacobaiba
Um dia já foi também (tempa do vintém)
Deodoro também já foi Sapopemba
Nova Iguaçu, Maxambomba
Vila Estrela hoje é Mauá (Piabetá)
Xerém e Imbariê, mas quem diria
Que até Duque de Caxías
Foi Nossa Senhora do Pilar
Atualmente a nossa
Tá pra lá de levar
Como progresso
Tá tudo "Olinda"
O esquadrão fé
O negócio é Rio sampa
Grande Rio e Beija-Flor
Morreu Tenório
Terminou sua Epopéia
E Joãozinho da Goméia,
Foi Oló, desencarnou
Naquele tempo
Do velho Amaral Peixoto
Meu avô era garoto
E hoje sou quase avô

NEI LOPES / WILSON MOREIRA

EMI

Tarietá hoje é Paracambi
E a vizinha Japeri
Um dia se chamou Belém (final do trem)
E Magé, com a serra lá em riba
Guia de Pacobaiba
Um dia já foi também (tempa do vintém)
Deodoro também já foi Sapopemba
Nova Iguaçu, Maxambomba
Vila Estrela hoje é Mauá (Piabetá)
Xerém e Imbariê, mas quem diria
Que até Duque de Caxías
Foi Nossa Senhora do Pilar
Atualmente a nossa
Tá pra lá de levar
Como progresso
Tá tudo "Olinda"
O esquadrão fé
O negócio é Rio sampa
Grande Rio e Beija-Flor
Morreu Tenório
Terminou sua Epopéia
E Joãozinho da Goméia,
Foi Oló, desencarnou
Naquele tempo
Do velho Amaral Peixoto
Meu avô era garoto
E hoje sou quase avô

NEI LOPES / WILSON MOREIRA

SAPOPEMBA E MAXOMBOMBA

EMI

Tarietá hoje é Paracambi
E a vizinha Japeri
Um dia se chamou Belém (final do trem)
E Magé, com a serra lá em riba
Guia de Pacobaiba
Um dia já foi também (tempa do vintém)
Deodoro também já foi Sapopemba
Nova Iguaçu, Maxambomba
Vila Estrela hoje é Mauá (Piabetá)
Xerém e Imbariê, mas quem diria
Que até Duque de Caxías
Foi Nossa Senhora do Pilar
Atualmente a nossa
Tá pra lá de levar
Como progresso
Tá tudo "Olinda"
O esquadrão fé
O negócio é Rio sampa
Grande Rio e Beija-Flor
Morreu Tenório
Terminou sua Epopéia
E Joãozinho da Goméia,
Foi Oló, desencarnou
Naquele tempo
Do velho Amaral Peixoto
Meu avô era garoto
E hoje sou quase avô

NEI LOPES / WILSON MOREIRA

A vida vim salvar
Viva!
Saravá! Saravá!

Saravá! Saravá!
A vida vim salvar
Viva!
Saravá! Saravá!

Era um sonho meu baixar aqui
Conhecer esse tão bom lugar
Pra chegar andei nas nuvens
Vi luas, estrelas, montanhas e mar

Oh! Saravá! Saravá!

A missão da gente é cantar
Transmitir a boa emoção
O meu canto é lá de dentro,
Bem dentro do centro do meu coração
Leva a maldade pra lá!

IVAN LINS/MARTINHO DA VILA

SARAVÁ! SARAVÁ!

A vida vim salvar
Viva!
Saravá! Saravá!

Saravá! Saravá!
A vida vim salvar
Viva!
Saravá! Saravá!

Era um sonho meu baixar aqui
Conhecer esse tão bom lugar
Pra chegar andei nas nuvens
Vi luas, estrelas, montanhas e mar

Oh! Saravá! Saravá!

A missão da gente é cantar
Transmitir a boa emoção
O meu canto é lá de dentro,
Bem dentro do centro do meu coração
Leva a maldade pra lá!

IVAN LINS/MARTINHO DA VILA

Nunca mais ouvi falar de amor
Nunca mais eu vi a flor
Nunca mais um beija-flor
Nunca mais um grande amor assim
Que me fizesse um sonhador
Levando a dor pra ter um fim
Pra nunca mais
E nunca mais, amor
Eu tive jeito de sorrir
Eu tive peito de me abrir
Ando louco de saudade
Saudade ô
Que é louca por você
O tempo voa e não perdoa
Só magoa, solidão
Quem ama, chora
Chora quem ama
Quem diz que não ama
Não sonha em vão
Se a gente chora
E tem saudade
E até se atreve
Voltar atrás
Que a velha frase
O vento leve
Era até breve
Não, nunca mais

ARLINDO CRUZ / FRANCO / ACYR MARQUES

SAUDADE LOUCA

Nunca mais ouvi falar de amor
Nunca mais eu vi a flor
Nunca mais um beija-flor
Nunca mais um grande amor assim
Que me fizesse um sonhador
Levando a dor pra ter um fim
Pra nunca mais
E nunca mais, amor
Eu tive jeito de sorrir
Eu tive peito de me abrir
Ando louco de saudade
Saudade ô
Que é louca por você
O tempo voa e não perdoa
Só magoa, solidão
Quem ama, chora
Chora quem ama
Quem diz que não ama
Não sonha em vão
Se a gente chora
E tem saudade
E até se atreve
Voltar atrás
Que a velha frase
O vento leve
Era até breve
Não, nunca mais

ARLINDO CRUZ / FRANCO / ACYR MARQUES

Se ela não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

Se ela não gosta de mim
Eu perco a luz do meu céu
Sou capaz de proibi-la
E ela não desfila na vila isabel
Se ela não gosta de mim
Só por castigo este ano
Juro por deus, meu amigo
Que ela não sai no império serrano

Se ela não gosta de mim
Se ela já não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

Se ela não gosta de mim
Agora vai ser assim
Não vou mais pras escolas
E vou cantar no botequim
Se ela não gosta de mim
Eu posso até ficar louco
Em vez de beber cerveja
Vou beber água de coco

Se ela não gosta de mim
Se ela já não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

Ela não gosta de mim
E não quer mais o meu amor
Não sai mais na grande rio, mangueira
Salgueiro e nem na beija-flor
E até padre miguel disse aqui ela não sai
Em são paulo proibiu
De ir no camisa e no vai-vai

Se ela não gosta de mim
Se ela já não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / JR. DOM.

SE ELA NÃO GOSTA DE MIM

Se ela não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

Se ela não gosta de mim
Eu perco a luz do meu céu
Sou capaz de proibi-la
E ela não desfila na vila isabel
Se ela não gosta de mim
Só por castigo este ano
Juro por deus, meu amigo
Que ela não sai no império serrano

Se ela não gosta de mim
Se ela já não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

Se ela não gosta de mim
Agora vai ser assim
Não vou mais pras escolas
E vou cantar no botequim
Se ela não gosta de mim
Eu posso até ficar louco
Em vez de beber cerveja
Vou beber água de coco

Se ela não gosta de mim
Se ela já não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

Ela não gosta de mim
E não quer mais o meu amor
Não sai mais na grande rio, mangueira
Salgueiro e nem na beija-flor
E até padre miguel disse aqui ela não sai
Em são paulo proibiu
De ir no camisa e no vai-vai

Se ela não gosta de mim
Se ela já não me adora
Juro que eu vou jogar
O meu cavaquinho fora
Se ela não gosta de mim
Assim como eu gosto dela
Juro que ela não sai mais na portela

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / JR. DOM.

Foi sem querer
Jamais pensei
Jamais pensei
Em te fazer sofrer

O teu amor, o teu calor
É tudo para mim
Se eu errei
Se eu pequei
Meu grande amor
Jamais pensei

Se eu errei...

Eu agora sou feliz
Eu agora vivo em paz
Me abandona, por favor
Porque eu tenho novo amor
E eu não te quero mais
“Eu agora sou feliz”

Esquece que você já me pertenceu
Que já foi você, meu querido amor
Aquela velha amizade nossa já morreu
Agora quem não quer você sou eu
“Eu agora sou feliz”

Eu agora sou feliz...

HUMBERTO DE CARVALHO/FRANCISCO NETTO/EDU ROCHA

SE EU ERREI

Foi sem querer
Jamais pensei
Jamais pensei
Em te fazer sofrer

O teu amor, o teu calor
É tudo para mim
Se eu errei
Se eu pequei
Meu grande amor
Jamais pensei

Se eu errei...

Eu agora sou feliz
Eu agora vivo em paz
Me abandona, por favor
Porque eu tenho novo amor
E eu não te quero mais
“Eu agora sou feliz”

Esquece que você já me pertenceu
Que já foi você, meu querido amor
Aquela velha amizade nossa já morreu
Agora quem não quer você sou eu
“Eu agora sou feliz”

Eu agora sou feliz...

HUMBERTO DE CARVALHO/FRANCISCO NETTO/EDU ROCHA

Vou cantar um partido
Ele é meio atrevido
Mas pode servir de acalanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Vou cantar um partido…
Vou cantar um partido
Ele é meio atrevido
Mas pode servir de acalanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Olha o samba de norte a sul
Com os nossos batuqueiros
E debaixo de um céu azul
Pega fogo o terreiro
Vira a noite até de manhã
Quando encontro os meus velhos parceiros
A madrugada se enche de verso e encanto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Vou cantar um partido…
Vou cantar um partido
Ele é meio atrevido
Mas pode servir de acalanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Sempre que a gente escuta o som de viola e pandeiro
Estremece o coração
Depois o corpo inteiro
É assim que a gente pega o tom
E se orgulha de ser brasileiro
Quem quer encontrar a paz, tá no samba, eu garanto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Juro por Nossa Senhora
E por seu sagrado manto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
O samba tem seu sucesso
E já nem me causa espanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!

ARLINDO CRUZ E ZECA PAGODINHO

SE EU PEDIR PRA VOCÊ CANTAR

Vou cantar um partido
Ele é meio atrevido
Mas pode servir de acalanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Vou cantar um partido…
Vou cantar um partido
Ele é meio atrevido
Mas pode servir de acalanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Olha o samba de norte a sul
Com os nossos batuqueiros
E debaixo de um céu azul
Pega fogo o terreiro
Vira a noite até de manhã
Quando encontro os meus velhos parceiros
A madrugada se enche de verso e encanto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Vou cantar um partido…
Vou cantar um partido
Ele é meio atrevido
Mas pode servir de acalanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Sempre que a gente escuta o som de viola e pandeiro
Estremece o coração
Depois o corpo inteiro
É assim que a gente pega o tom
E se orgulha de ser brasileiro
Quem quer encontrar a paz, tá no samba, eu garanto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Juro por Nossa Senhora
E por seu sagrado manto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
O samba tem seu sucesso
E já nem me causa espanto
Meu samba tem o poder de curar
Meu samba é como um milagre de um santo
Pois, então, faça o favor de cantar
E pare de derramar esse pranto
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!
Se eu pedir pra você cantar, meu bem
Eu canto!

ARLINDO CRUZ E ZECA PAGODINHO

Qua, qua, qua
Qua, qua, qua

Fico cheio de pena por ver Madalena
A duras penas, viver seu viver
É triste aquela cena, mas eu compreendo
É seu modo de ser
Se bambeio onde piso lhe dou um aviso
Algo de estranho está pra acontecer
Além do meu sorriso também é preciso
Ouvir seu gargalhar

Sempre que eu chego em casa bem feliz da vida
É porque lá na lida me dei muito bem
Quero ligar o som e brincar no seu corpo
De fazer neném
Mas se tu me recebes de cara amarrada
Querendo o motivo por eu me atrasar
Baixa logo o tesão e aumenta a tensão
Já nem quero jantar

Se a simplicidade da minha saudade
Me faz um covarde, valente demais
O teu beijo me deixa que nem caranguejo
Andando pra trás
Faço da minha rima minha obra- prima
Dentro do compasso com o surdo a marcar

Certas vezes regresso cansado, invocado
Querendo contar toda minha desdita
Porém me recebes cheirosa e bonita
Querendo transar
Então não falo nada desse acontecido
Porque teu astral eu não posso baixar

Nega ajeita o cabelo
Prepara esse pêlo
E vai pro Irajá

Qua, qua, qua (refrão)
Prepara minha marmita
Que eu vou pra desdita
Eu vou trabalhar

Qua, qua, qua (refrão)
Mas eu volto logo
Em breve
Com Wilson das Neves
Para batucar

Qua, qua, qua (refrão)
É que eu me sinto feliz
Com o Mauro Diniz
Para cavaquear

MARTINHO DA VILA / ZECA PAGODINHO

SE EU SORRIR, TU NÃO PODES CHORAR

Qua, qua, qua
Qua, qua, qua

Fico cheio de pena por ver Madalena
A duras penas, viver seu viver
É triste aquela cena, mas eu compreendo
É seu modo de ser
Se bambeio onde piso lhe dou um aviso
Algo de estranho está pra acontecer
Além do meu sorriso também é preciso
Ouvir seu gargalhar

Sempre que eu chego em casa bem feliz da vida
É porque lá na lida me dei muito bem
Quero ligar o som e brincar no seu corpo
De fazer neném
Mas se tu me recebes de cara amarrada
Querendo o motivo por eu me atrasar
Baixa logo o tesão e aumenta a tensão
Já nem quero jantar

Se a simplicidade da minha saudade
Me faz um covarde, valente demais
O teu beijo me deixa que nem caranguejo
Andando pra trás
Faço da minha rima minha obra- prima
Dentro do compasso com o surdo a marcar

Certas vezes regresso cansado, invocado
Querendo contar toda minha desdita
Porém me recebes cheirosa e bonita
Querendo transar
Então não falo nada desse acontecido
Porque teu astral eu não posso baixar

Nega ajeita o cabelo
Prepara esse pêlo
E vai pro Irajá

Qua, qua, qua (refrão)
Prepara minha marmita
Que eu vou pra desdita
Eu vou trabalhar

Qua, qua, qua (refrão)
Mas eu volto logo
Em breve
Com Wilson das Neves
Para batucar

Qua, qua, qua (refrão)
É que eu me sinto feliz
Com o Mauro Diniz
Para cavaquear

MARTINHO DA VILA / ZECA PAGODINHO

BMG

Tá doendo tanto, amor
A saudade dói, dói
Fere o peito
Tanto, muito mais
Que qualquer outra dor
Juro eu não sabia, oh flor
Que sentir saudade
É morrer aos poucos
Louco, fora da realidade

Se você tivesse dó
Se tivesse dó
Você voltaria, amor Você voltaria, amor
Se tivesse dó
Se tivesse amor por mim
Eu não ficava assim tão só
Feito um animal ruim
Amarrado num cipó
Se você dissesse sim
Seria tudo bem melhor
Mas você diz não e assim
O meu fim será pior
Até preces em latim rezei
Hoje sei de cor
Se tivesse dó
Você voltaria, amor
Se tivesse dó
Você voltaria, amor
Você voltaria, amor
Se tivesse dó
Tá doendo tanto, amor...

Não há flores no jardim
No pomar só nasceu jiló
Já fui seda, hoje sou cetim
Tudo é triste ao meu redor
O meu lar é um botequim
Bebendo, esqueço é bem
melhor
Me perdi, não sei de mim
Se você tivesse dó
Eu renasceria assim

Se tivesse dó
Você voltaria, amor
Você voltaria, amor
Se tivesse dó

ZECA PAGODINHO / NELSON RUFINO

SE TIVESSE DÓ

BMG

Tá doendo tanto, amor
A saudade dói, dói
Fere o peito
Tanto, muito mais
Que qualquer outra dor
Juro eu não sabia, oh flor
Que sentir saudade
É morrer aos poucos
Louco, fora da realidade

Se você tivesse dó
Se tivesse dó
Você voltaria, amor Você voltaria, amor
Se tivesse dó
Se tivesse amor por mim
Eu não ficava assim tão só
Feito um animal ruim
Amarrado num cipó
Se você dissesse sim
Seria tudo bem melhor
Mas você diz não e assim
O meu fim será pior
Até preces em latim rezei
Hoje sei de cor
Se tivesse dó
Você voltaria, amor
Se tivesse dó
Você voltaria, amor
Você voltaria, amor
Se tivesse dó
Tá doendo tanto, amor...

Não há flores no jardim
No pomar só nasceu jiló
Já fui seda, hoje sou cetim
Tudo é triste ao meu redor
O meu lar é um botequim
Bebendo, esqueço é bem
melhor
Me perdi, não sei de mim
Se você tivesse dó
Eu renasceria assim

Se tivesse dó
Você voltaria, amor
Você voltaria, amor
Se tivesse dó

ZECA PAGODINHO / NELSON RUFINO

E lá vai ela, dizendo até nunca mais
Estou naquela vivendo a sombra dos ais
Pra vê-la feliz até me virei pelo avesso
Sabendo que do teu amor me fortaleço
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer seu endereço
Na escola de samba do seu coração foi um tropeço
Cortou o meu samba alegando que não tinha fim nem começo
Rasgou a minha fantasia e ainda atirou no chão meu adereço
Motivo pra tanta discórdia eu desconheço.
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer o endereço.
E lá vai ela dizendo até nunca mais
Estou naquela vivendo a sombra dos ais
Pra vê-la feliz eu até me virei pelo avesso
Sabendo que no seu amor me fortaleço.
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer o endereço.
Fui ao fundo do poço na base do osso e obedeço
E ainda dizia inocente contente que é isso que eu mereço
Por ela na mão e carente já estão por um triz quase faleço
No fim ainda quer me vender a baixo preço.
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer o endereço.
Eu gastei toda economia pra enfeitar a casa a nega vadia ainda
me arrasa formiga com asa que quer se perder.
Pior fui eu que gastei toda grana que eu tinha pra vê-la joinha
deixando a vizinha com água na boca, mas é que essa louca não quer me querer.
Eu gastei toda minha energia porque todo dia acordava mais cedo
pra lhe dar levedo e o mais puro leite pra flor te pintar.
E eu gastei toda a poesia que eu fazia a toa de Carlos Drumonnd e
Bernardo Pessoa mas ela resolve me abandonar.

ARLINDO CRUZ / LUIZ CARLOS DA VILA

SEM ENDEREÇO

E lá vai ela, dizendo até nunca mais
Estou naquela vivendo a sombra dos ais
Pra vê-la feliz até me virei pelo avesso
Sabendo que do teu amor me fortaleço
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer seu endereço
Na escola de samba do seu coração foi um tropeço
Cortou o meu samba alegando que não tinha fim nem começo
Rasgou a minha fantasia e ainda atirou no chão meu adereço
Motivo pra tanta discórdia eu desconheço.
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer o endereço.
E lá vai ela dizendo até nunca mais
Estou naquela vivendo a sombra dos ais
Pra vê-la feliz eu até me virei pelo avesso
Sabendo que no seu amor me fortaleço.
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer o endereço.
Fui ao fundo do poço na base do osso e obedeço
E ainda dizia inocente contente que é isso que eu mereço
Por ela na mão e carente já estão por um triz quase faleço
No fim ainda quer me vender a baixo preço.
É a paga que ela me dá por tanto apreço
Vai embora e não deixa sequer o endereço.
Eu gastei toda economia pra enfeitar a casa a nega vadia ainda
me arrasa formiga com asa que quer se perder.
Pior fui eu que gastei toda grana que eu tinha pra vê-la joinha
deixando a vizinha com água na boca, mas é que essa louca não quer me querer.
Eu gastei toda minha energia porque todo dia acordava mais cedo
pra lhe dar levedo e o mais puro leite pra flor te pintar.
E eu gastei toda a poesia que eu fazia a toa de Carlos Drumonnd e
Bernardo Pessoa mas ela resolve me abandonar.

ARLINDO CRUZ / LUIZ CARLOS DA VILA

EMI

Se pudesse, eu parava de fingir
Mas garanto que iria me dar mal
Quando abrisse meu lero meriti
Pra contar que sou lá de Marechal
Eu detesto farofa e parati
O meu sonho é brilhar no futebol
Porque eu vivo durango o ano inteiro
Mas a fim de bicar o caviar
Sou espada, "sarado" e pagodeiro
Mando "bala" se a mina vacilar
Nas quebradas do Rio de Janeiro
Pega onda quem sabe nadar
Malandragem
Olha aí, eu não sou malandro agulha
Pareço tarado com louraça
Na muvuca, com olho de mormaço
Mocidade
Ando atrás desse tal de "meu espaço"
Vou abrir nessa praia um sol pra mim
Tem pedaço que é meu no teu pudim!

JAYME VIGNOLI / ALDIR BLANC

SEM ESSA DE MALANDRO AGULHA

EMI

Se pudesse, eu parava de fingir
Mas garanto que iria me dar mal
Quando abrisse meu lero meriti
Pra contar que sou lá de Marechal
Eu detesto farofa e parati
O meu sonho é brilhar no futebol
Porque eu vivo durango o ano inteiro
Mas a fim de bicar o caviar
Sou espada, "sarado" e pagodeiro
Mando "bala" se a mina vacilar
Nas quebradas do Rio de Janeiro
Pega onda quem sabe nadar
Malandragem
Olha aí, eu não sou malandro agulha
Pareço tarado com louraça
Na muvuca, com olho de mormaço
Mocidade
Ando atrás desse tal de "meu espaço"
Vou abrir nessa praia um sol pra mim
Tem pedaço que é meu no teu pudim!

JAYME VIGNOLI / ALDIR BLANC

Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Por que será…
Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Dinheiro nunca faltou
A sorte é que não favorece
Sofre a paixão
Fica triste
Porém não esquece
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Por que será…
Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Dinheiro nunca faltou
A sorte é que não favorece
Sofre a paixão
Fica triste
Porém não esquece
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Por que será…
Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado

ARLINDO CRUZ E ZECA PAGODINHO

SEMPRE ATRAPALHADO

Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Por que será…
Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Dinheiro nunca faltou
A sorte é que não favorece
Sofre a paixão
Fica triste
Porém não esquece
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Por que será…
Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Dinheiro nunca faltou
A sorte é que não favorece
Sofre a paixão
Fica triste
Porém não esquece
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Que a vida é feita de amor
E o amor de verdade
É feito de harmonia, paz e liberdade
Por que será…
Por que será
Que nada que ele faz dá certo?
Por que será
Que ele tá sempre atrapalhado?
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Será que é praga de alguém
Que fez feitiço também?
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado
Só quer o bem
Mas nem mesmo seu bem
Quer ficar do seu lado

ARLINDO CRUZ E ZECA PAGODINHO

Quero ver sempre no teu rosto essa felicidade
O teu sorriso iluminado que me faz tão bem
O teu astral pra cima já é marca registrada
Esse teu jeito que não guarda mágoa de ninguém
Essa vontade de quem vai vencer na vida
Eu tô com Deus e sei que Deus está contigo
Teu coração não cabe dentro do teu peito
Que está lotado transbordando de amigos

Você tem sempre uma palavra de consolo
Fica sem jeito se deixar alguém na mão
Tá sempre junto e misturado com seu povo
Fecha com quem está sem lenço e documento
Na correria você sempre encontra tempo
De demonstrar o que é ser gente de verdade
Sempre buscando o bem da humanidade

É ser humano, é ser humano, é ser humano, ser humano ê
É ser humano, que sabe chegar pra somar
É ser humano, não deixa a canoa virar
É ser humano, na hora que o tempo fechar, ser humano ê
É ser humano, que tá pro que der e vier
É ser humano, é tema da minha canção
É ser humano, eu tenho esperança e fé no ser humano

CLAUDEMIR/ MARQUINHO ÍNDIO /MÁRIO

SER HUMANO

Quero ver sempre no teu rosto essa felicidade
O teu sorriso iluminado que me faz tão bem
O teu astral pra cima já é marca registrada
Esse teu jeito que não guarda mágoa de ninguém
Essa vontade de quem vai vencer na vida
Eu tô com Deus e sei que Deus está contigo
Teu coração não cabe dentro do teu peito
Que está lotado transbordando de amigos

Você tem sempre uma palavra de consolo
Fica sem jeito se deixar alguém na mão
Tá sempre junto e misturado com seu povo
Fecha com quem está sem lenço e documento
Na correria você sempre encontra tempo
De demonstrar o que é ser gente de verdade
Sempre buscando o bem da humanidade

É ser humano, é ser humano, é ser humano, ser humano ê
É ser humano, que sabe chegar pra somar
É ser humano, não deixa a canoa virar
É ser humano, na hora que o tempo fechar, ser humano ê
É ser humano, que tá pro que der e vier
É ser humano, é tema da minha canção
É ser humano, eu tenho esperança e fé no ser humano

CLAUDEMIR/ MARQUINHO ÍNDIO /MÁRIO

Quero ver sempre no teu rosto essa felicidade
O teu sorriso iluminado que me faz tão bem
O teu astral pra cima
já é marca registrada
Esse teu jeito que não guarda mágoa de ninguém
Essa vontade de quem vai vencer na vida
Eu tô com Deus e sei que Deus está contigo
Teu coração não cabe dentro do teu peito
Que está lotado, transbordando
de amigos

Você tem sempre uma palavra de consolo
Fica sem jeito se deixar alguém na mão
Tá sempre junto e misturado com seu povo
Fecha com quem está sem lenço e documento
Na correria você sempre encontra tempo
De demonstrar o que
é ser gente de verdade
Sempre buscando o bem da humanidade

É ser humano,
É ser humano,
É ser humano,
Ser humano, êêê
É ser humano,
Que sabe chegar pra somar
É ser humano,
Não deixa a canoa virar
É ser humano,
Na hora que o tempo fechar, ser humano, êêê
É ser humano,
Que tá pro que der e vier
É ser humano,
É tema da minha canção
É ser humano,
Eu tenho esperança e fé no ser humano

Quero ver sempre no teu rosto essa felicidade
O teu sorriso iluminado que me faz tão bem
O teu astral pra cima
já é marca registrada
Esse teu jeito que não guarda mágoa de ninguém
Essa vontade de quem vai vencer na vida
Eu tô com Deus e sei que Deus está contigo
Teu coração não cabe dentro do teu peito
Que está lotado, transbordando
de amigos

Você tem sempre uma palavra de consolo
Fica sem jeito se deixar alguém na mão
Tá sempre junto e misturado com seu povo
Fecha com quem está sem lenço e documento
Na correria você sempre encontra tempo
De demonstrar o que
é ser gente de verdade
Sempre buscando o bem da humanidade

É ser humano,
É ser humano,
É ser humano,
Ser humano, êêê
É ser humano,
Que sabe chegar pra somar
É ser humano,
Não deixa a canoa virar
É ser humano,
Na hora que o tempo fechar, ser humano, êêê
É ser humano,
Que tá pro que der e vier
É ser humano,
É tema da minha canção
É ser humano,
Eu tenho esperança e fé no ser humano

MARQUINHO INDIO / MARIO CLEIDE/ CLAUDEMIR

SER HUMANO COM CLAUDEMIR

Quero ver sempre no teu rosto essa felicidade
O teu sorriso iluminado que me faz tão bem
O teu astral pra cima
já é marca registrada
Esse teu jeito que não guarda mágoa de ninguém
Essa vontade de quem vai vencer na vida
Eu tô com Deus e sei que Deus está contigo
Teu coração não cabe dentro do teu peito
Que está lotado, transbordando
de amigos

Você tem sempre uma palavra de consolo
Fica sem jeito se deixar alguém na mão
Tá sempre junto e misturado com seu povo
Fecha com quem está sem lenço e documento
Na correria você sempre encontra tempo
De demonstrar o que
é ser gente de verdade
Sempre buscando o bem da humanidade

É ser humano,
É ser humano,
É ser humano,
Ser humano, êêê
É ser humano,
Que sabe chegar pra somar
É ser humano,
Não deixa a canoa virar
É ser humano,
Na hora que o tempo fechar, ser humano, êêê
É ser humano,
Que tá pro que der e vier
É ser humano,
É tema da minha canção
É ser humano,
Eu tenho esperança e fé no ser humano

Quero ver sempre no teu rosto essa felicidade
O teu sorriso iluminado que me faz tão bem
O teu astral pra cima
já é marca registrada
Esse teu jeito que não guarda mágoa de ninguém
Essa vontade de quem vai vencer na vida
Eu tô com Deus e sei que Deus está contigo
Teu coração não cabe dentro do teu peito
Que está lotado, transbordando
de amigos

Você tem sempre uma palavra de consolo
Fica sem jeito se deixar alguém na mão
Tá sempre junto e misturado com seu povo
Fecha com quem está sem lenço e documento
Na correria você sempre encontra tempo
De demonstrar o que
é ser gente de verdade
Sempre buscando o bem da humanidade

É ser humano,
É ser humano,
É ser humano,
Ser humano, êêê
É ser humano,
Que sabe chegar pra somar
É ser humano,
Não deixa a canoa virar
É ser humano,
Na hora que o tempo fechar, ser humano, êêê
É ser humano,
Que tá pro que der e vier
É ser humano,
É tema da minha canção
É ser humano,
Eu tenho esperança e fé no ser humano

MARQUINHO INDIO / MARIO CLEIDE/ CLAUDEMIR

Quando o canto da sereia
Reluziu no seu olhar
Acertou na minha veia
Conseguiu me enfeitiçar
Tem veneno teu perfume
Que me faz o seu refém
Seu sorriso tem um lume
Que nenhuma estrela tem
Tô com medo desse doce
Tô comendo em sua mão
Nunca imaginei que fosse
Mergulhar na tentação
Essa boca que me beija
Me enlouquece de paixão
Te entreguei numa bandeja
A chave do meu coração
Seu tempero me deixa bolado
É um mel misturado com dendê
No seu colo eu me embalo
Eu me embolo, até numa casinha de sapê
Como é lindo o bailado debaixo
Dessa sua saia godê
Quando roda no bamba-querer
Fazendo fuzuê
Minha deusa, esse seu encanto
Parece que vem do Ilê
Ou será de um jogo de jongo
Que fica no Colubandê
Eu só sei que o som do batuque
É um truque do seu balance
Preta, cola comigo porquê
Tô amando você

PAULINHO REZENDE E TONINHO GERAES

SEU BALANCÊ

Quando o canto da sereia
Reluziu no seu olhar
Acertou na minha veia
Conseguiu me enfeitiçar
Tem veneno teu perfume
Que me faz o seu refém
Seu sorriso tem um lume
Que nenhuma estrela tem
Tô com medo desse doce
Tô comendo em sua mão
Nunca imaginei que fosse
Mergulhar na tentação
Essa boca que me beija
Me enlouquece de paixão
Te entreguei numa bandeja
A chave do meu coração
Seu tempero me deixa bolado
É um mel misturado com dendê
No seu colo eu me embalo
Eu me embolo, até numa casinha de sapê
Como é lindo o bailado debaixo
Dessa sua saia godê
Quando roda no bamba-querer
Fazendo fuzuê
Minha deusa, esse seu encanto
Parece que vem do Ilê
Ou será de um jogo de jongo
Que fica no Colubandê
Eu só sei que o som do batuque
É um truque do seu balance
Preta, cola comigo porquê
Tô amando você

PAULINHO REZENDE E TONINHO GERAES

Graças a Deus sexta feira chegou
Tá em cima da hora de largar
Da minha batalha... missão comprida
Ja liguei para dona Maria p’ra não esquecer
O meu pandeiro... minha alegria

Ela sabe que a roda de samba é o nosso lazer
Ela samba e bebe cerveja p’ra desparecer
A vida é dura mais que bom
Que existe o samba, p’ra relaxar

O som faz a gente vibrar e a pele arrepiar
E a harmonia paira no ar e o nosso povo a cantar
O terreiro é palco p’ra sambar
Não existe em outro lugar
Essa energia e esse astral
Que o samba traz

Eu sou brasileiro de sangue guerreiro herdeiro de Zumbi
Eu trago no tempo a força do canto, eu sobrevivi
Corre samba nas veias, emoção verdadeira
Se liga na arte samba é patrimônio cultural

Ô abre a roda
Bota o samba p’ra firmar
Tem magia esse batuque
Faz malandro balançar

Ô abre a roda
Bota o samba p’ra firmar
Tem magia esse batuque
Faz malandro balançar

“Graças a Deus sexta feira chegou...”

SEXTA-FEIRA
Paulão 7 Cordas – arranjo e violão
Rogério Caetano – violão 7
Mauro Diniz – cavaco
Rildo Hora – gaita (realejo)
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Jaguará – pandeiro, tamborim, caixa e congas
Waltis Zacarias – surdo, reco, caixa e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, caixa e congas
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora e Isabel Gomes - coro

ROBERTO LOPES, ALAMIR KINTAL, MARQUINHOS FM & LEVY VIANNA

SEXTA-FEIRA

Graças a Deus sexta feira chegou
Tá em cima da hora de largar
Da minha batalha... missão comprida
Ja liguei para dona Maria p’ra não esquecer
O meu pandeiro... minha alegria

Ela sabe que a roda de samba é o nosso lazer
Ela samba e bebe cerveja p’ra desparecer
A vida é dura mais que bom
Que existe o samba, p’ra relaxar

O som faz a gente vibrar e a pele arrepiar
E a harmonia paira no ar e o nosso povo a cantar
O terreiro é palco p’ra sambar
Não existe em outro lugar
Essa energia e esse astral
Que o samba traz

Eu sou brasileiro de sangue guerreiro herdeiro de Zumbi
Eu trago no tempo a força do canto, eu sobrevivi
Corre samba nas veias, emoção verdadeira
Se liga na arte samba é patrimônio cultural

Ô abre a roda
Bota o samba p’ra firmar
Tem magia esse batuque
Faz malandro balançar

Ô abre a roda
Bota o samba p’ra firmar
Tem magia esse batuque
Faz malandro balançar

“Graças a Deus sexta feira chegou...”

SEXTA-FEIRA
Paulão 7 Cordas – arranjo e violão
Rogério Caetano – violão 7
Mauro Diniz – cavaco
Rildo Hora – gaita (realejo)
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Jaguará – pandeiro, tamborim, caixa e congas
Waltis Zacarias – surdo, reco, caixa e cuíca
Beloba – tantã
Marcos Esguleba – pandeiro, caixa e congas
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa, Patrícia Hora e Isabel Gomes - coro

ROBERTO LOPES, ALAMIR KINTAL, MARQUINHOS FM & LEVY VIANNA

Tem sempre tudo no trem que sai lá da central
Baralho, sorvete de coco, corda pro seu varal
Tem canivete, benjamim
Tem cotonete, amendoim
Sonho de valsa e biscoito integral
Tem sempre tudo no trem que sai lá da central
Chiclete, picolé do china
Guaraná natural
Tem agulheiro, paliteiro
Desodorante, brigadeiro
E um bom calmante quando a gente passa mal
E quem quiser pode comprar
O shopping móvel é isso aí
É promoção desde a Central a Japerí
E quem quiser pode comprar
Um bom pedaço de cuscuz
E mastigar desde a Central a Santa Cruz
CD pirata de Frank Sinatra a Zeca Pagodinho
E até aquele veneno pra rato
Chamado chumbinho
Bala de coco, pirulito
Suco de frutas no palito
Cuscuz, cocada, pasteizinhos de palmito
Despertador, rádio de pilha
Ventilador e sapatilha
Até peruca é possível se encontrar
O pagamento é no cartão
Vale-transporte ou refeição
Qualquer pessoa jamais fica sem comprar

LUIZINHO TOBLOW / CLAUDINHO GUIMARÃES

SHOPPING MÓVEL

Tem sempre tudo no trem que sai lá da central
Baralho, sorvete de coco, corda pro seu varal
Tem canivete, benjamim
Tem cotonete, amendoim
Sonho de valsa e biscoito integral
Tem sempre tudo no trem que sai lá da central
Chiclete, picolé do china
Guaraná natural
Tem agulheiro, paliteiro
Desodorante, brigadeiro
E um bom calmante quando a gente passa mal
E quem quiser pode comprar
O shopping móvel é isso aí
É promoção desde a Central a Japerí
E quem quiser pode comprar
Um bom pedaço de cuscuz
E mastigar desde a Central a Santa Cruz
CD pirata de Frank Sinatra a Zeca Pagodinho
E até aquele veneno pra rato
Chamado chumbinho
Bala de coco, pirulito
Suco de frutas no palito
Cuscuz, cocada, pasteizinhos de palmito
Despertador, rádio de pilha
Ventilador e sapatilha
Até peruca é possível se encontrar
O pagamento é no cartão
Vale-transporte ou refeição
Qualquer pessoa jamais fica sem comprar

LUIZINHO TOBLOW / CLAUDINHO GUIMARÃES

Eu sempre gostei de curtir
Um samba sincopado
Moleque, matreiro, bem malandreado
Compasso invocado pra gente sambar
(pra gente sambar)
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Eu me lembro, eu era menino
E já me amarrava
No som que Geraldo Pereira cantava
E a Lapa fervia com seus cabarés
Na ponta dos pés
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez
Eu sempre gostei de curtir
Um samba sincopado
Moleque, matreiro, bem malandreado
Compasso invocado pra gente sambar
(pra gente sambar)
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Eu me lembro, eu era menino
E já me amarrava
No som que Geraldo Pereira cantava
E a Lapa fervia com seus cabarés
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO, LUIZ GRANDE E MARCOS DINIZ

SINCOPADO ENSABOADO

Eu sempre gostei de curtir
Um samba sincopado
Moleque, matreiro, bem malandreado
Compasso invocado pra gente sambar
(pra gente sambar)
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Eu me lembro, eu era menino
E já me amarrava
No som que Geraldo Pereira cantava
E a Lapa fervia com seus cabarés
Na ponta dos pés
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez
Eu sempre gostei de curtir
Um samba sincopado
Moleque, matreiro, bem malandreado
Compasso invocado pra gente sambar
(pra gente sambar)
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Finge que vai mas não vai
Ele é ensaboado
É um lance bem carioca
Que já foi sucesso alguns anos passados
Eu me lembro, eu era menino
E já me amarrava
No som que Geraldo Pereira cantava
E a Lapa fervia com seus cabarés
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez
Num salão encerado
O malandro curtia no passo cruzado
Maravilhoso samba sincopado
Que sempre foi e será nota dez

BARBEIRINHO DO JACAREZINHO, LUIZ GRANDE E MARCOS DINIZ

Quero ter alguém que tome conta de mim
Não suporto mais ficar sozinho
Preciso de uma companheira
Que me dê conforto e carinho
Me disse vovó Cambida que a minha mandinga só vai ter remédio
Eu casando ou juntando com a filha da Dona Cecília com seu Nicomedes
Seu Nicomedes no entanto, me disse que o santo pra ele mandou
Só deixar que eu casasse provando que em vez de malandro, sou trabalhador
Ana Rosária da Silva que filha adotiva de Dona Nenê
Me chamou pra um tremendo pagode, que o Juca Bigode armou em Xerém
Eu disse: Ana Rosária, sem fogo na palha, tu manda e não pede
Mas só vou se tu levar a filha da Dona Cecília com Seu Nicomedes

Essa mulata formosa é a flor mais cheirosa da ala das damas
Do famoso terreiro de bamba, da Escola de Samba Só Chora Quem Ama
Eu que jamais vi pastora tão perturbadora, tão meiga e tão bela
Na maior privação dos sentidos fiz esse partido chorando por ela.

NEI LOPES/WILSON MOREIRA

SÓ CHORA QUEM AMA

Quero ter alguém que tome conta de mim
Não suporto mais ficar sozinho
Preciso de uma companheira
Que me dê conforto e carinho
Me disse vovó Cambida que a minha mandinga só vai ter remédio
Eu casando ou juntando com a filha da Dona Cecília com seu Nicomedes
Seu Nicomedes no entanto, me disse que o santo pra ele mandou
Só deixar que eu casasse provando que em vez de malandro, sou trabalhador
Ana Rosária da Silva que filha adotiva de Dona Nenê
Me chamou pra um tremendo pagode, que o Juca Bigode armou em Xerém
Eu disse: Ana Rosária, sem fogo na palha, tu manda e não pede
Mas só vou se tu levar a filha da Dona Cecília com Seu Nicomedes

Essa mulata formosa é a flor mais cheirosa da ala das damas
Do famoso terreiro de bamba, da Escola de Samba Só Chora Quem Ama
Eu que jamais vi pastora tão perturbadora, tão meiga e tão bela
Na maior privação dos sentidos fiz esse partido chorando por ela.

NEI LOPES/WILSON MOREIRA

Não me assanha pra depois correr
Não me ganha se vai me perder
Não me chama se não quer que eu vá
Só na manha que vai me levar

Me aceita do jeito que eu sou
Pra não ver nosso amor virar poeira
Eu não estou de brincadeira
Já que o nosso destino se encontrou
Tô fechado contigo a vida inteira
Vamos viver dessa maneira
Todo dia uma dose de carinho
Pra alimentar nosso desejo
Com o sabor do nosso beijo
Essa é a receita mais perfeita
Pra quem tem amor no coração

Tá na cara que a gente se ama
Então para vem pra nossa cama
Essa briga não vai dar em nada
É intriga conversa fiada

BRASIL DO QUINTAL /GILSON BERNINI/ XANDE DE PILARES

SÓ NA MANHA

Não me assanha pra depois correr
Não me ganha se vai me perder
Não me chama se não quer que eu vá
Só na manha que vai me levar

Me aceita do jeito que eu sou
Pra não ver nosso amor virar poeira
Eu não estou de brincadeira
Já que o nosso destino se encontrou
Tô fechado contigo a vida inteira
Vamos viver dessa maneira
Todo dia uma dose de carinho
Pra alimentar nosso desejo
Com o sabor do nosso beijo
Essa é a receita mais perfeita
Pra quem tem amor no coração

Tá na cara que a gente se ama
Então para vem pra nossa cama
Essa briga não vai dar em nada
É intriga conversa fiada

BRASIL DO QUINTAL /GILSON BERNINI/ XANDE DE PILARES

Ah, meu filho, do jeito que suncê tá só o ôme é qui pode ti ajudá
Ah, meu filho, do jeito que suncê tá só o ôme é qui pode ti ajudá

Você compra garrafa de marafo
Marafo (É marafo) que eu vou dizer o nome
Meia-noite tu vai na encruzilhada
Distampa a garrafa e chama o ôme
O galo vai cantar, você escuta
Rêia tudo no chão que tá na hora
E se o guarda noturno vem chegando
Você olha pra ele que ele sai andando

Ah, meu filho, do jeito qui suncê tá só o ôme é qui pode ti ajudá...

Eu estou ensinando isso a você
Mas você não tem sido muito bão
Tem sido mau filho, mau marido
... Inda puxa- saco di patrão
Fez candonga di cumpanheiro seu
Ele botou feitiço em você
Agora só o ôme à meia-noite
É que seu caso pode resolver

Ah, meu filho, do jeito que suncê tá só o ôme é qui pode ti ajuda...

Você compra garrafa de marafo...

Ah, meu filho, do jeito qui suncê tá só o ôme é qui pode ti ajuda...

Eu estou ensinando isso a você...

EDENAL RODRIGUES

SÓ O ÔME

Ah, meu filho, do jeito que suncê tá só o ôme é qui pode ti ajudá
Ah, meu filho, do jeito que suncê tá só o ôme é qui pode ti ajudá

Você compra garrafa de marafo
Marafo (É marafo) que eu vou dizer o nome
Meia-noite tu vai na encruzilhada
Distampa a garrafa e chama o ôme
O galo vai cantar, você escuta
Rêia tudo no chão que tá na hora
E se o guarda noturno vem chegando
Você olha pra ele que ele sai andando

Ah, meu filho, do jeito qui suncê tá só o ôme é qui pode ti ajudá...

Eu estou ensinando isso a você
Mas você não tem sido muito bão
Tem sido mau filho, mau marido
... Inda puxa- saco di patrão
Fez candonga di cumpanheiro seu
Ele botou feitiço em você
Agora só o ôme à meia-noite
É que seu caso pode resolver

Ah, meu filho, do jeito que suncê tá só o ôme é qui pode ti ajuda...

Você compra garrafa de marafo...

Ah, meu filho, do jeito qui suncê tá só o ôme é qui pode ti ajuda...

Eu estou ensinando isso a você...

EDENAL RODRIGUES

BMG Music Publishing Brasil / EMI

Eu quero ser alguém
Viver feliz também
Esperança eu tenho
No meu sonho infantil
Eu quero amor também
Não ser joão-ninguém
Sem lar, sem pão com dor
Eu quero ser alguém
Viver feliz também
Num lar, com pão, sem dor
Sou como pau-brasil
Peroba, pinheiral
Morrendo indefeso
Como morre um animal
Preciso de atenção
Dos homens da nação
Se eu nasci, não foi por mal
Eu não nasci pivete do asfalto
Nem por convicção bato carteira
Apenas me defendo do assalto
Desse sistema que me deu
Tanta rasteira
Meu sonho eu sei que não levo pra casa
Eu sei que custa caro um diploma
De ser grande doutor, um grande artista
Meu palco é quando eu volto de carona

Quando eu chego no meu barracão
É lá que bate forte meu coração

EFSON / ODIBAR

SONHO INFANTIL

BMG Music Publishing Brasil / EMI

Eu quero ser alguém
Viver feliz também
Esperança eu tenho
No meu sonho infantil
Eu quero amor também
Não ser joão-ninguém
Sem lar, sem pão com dor
Eu quero ser alguém
Viver feliz também
Num lar, com pão, sem dor
Sou como pau-brasil
Peroba, pinheiral
Morrendo indefeso
Como morre um animal
Preciso de atenção
Dos homens da nação
Se eu nasci, não foi por mal
Eu não nasci pivete do asfalto
Nem por convicção bato carteira
Apenas me defendo do assalto
Desse sistema que me deu
Tanta rasteira
Meu sonho eu sei que não levo pra casa
Eu sei que custa caro um diploma
De ser grande doutor, um grande artista
Meu palco é quando eu volto de carona

Quando eu chego no meu barracão
É lá que bate forte meu coração

EFSON / ODIBAR

nan

YVONNE LARA / DÉLCIO CARVALHO

SONHO MEU

nan

YVONNE LARA / DÉLCIO CARVALHO

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Vai mostrar esta saudade
Sonho meu
Com a sua liberdade
Sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia
Sonho meu

Sinto o canto da noite
Na boca do vento
Fazer a dança das flores
No meu pensamento

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Vai mostrar esta saudade
Sonho meu
Com a sua liberdade
Sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia
Sonho meu

Sinto o canto da noite
Na boca do vento
Fazer a dança das flores
No meu pensamento

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

YVONNE LARA / DELCIO CARVALHO

SONHO MEU COM MARIA BETHÂNIA E ZECA PAGODINHO

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Vai mostrar esta saudade
Sonho meu
Com a sua liberdade
Sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia
Sonho meu

Sinto o canto da noite
Na boca do vento
Fazer a dança das flores
No meu pensamento

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Vai mostrar esta saudade
Sonho meu
Com a sua liberdade
Sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia
Sonho meu

Sinto o canto da noite
Na boca do vento
Fazer a dança das flores
No meu pensamento

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor

Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E o vento vadio embalando a flor
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu

YVONNE LARA / DELCIO CARVALHO

Não sei se vou aturar
Esses seus abusos
Não sei se vou suportar
Os seus absurdos
Você vai embora
Por ai afora
Distribuindo sonhos
Os carinhos que você me prometeu
Você me desama
E depois reclama
Quando os seus desejos
Já bem cansados
Desagradam os meus

Não posso mais alimentar
A esse amor tão louco
Que sufoco
Eu sei que tenho mil razões até
Para deixar de lhe amar
Não, mas eu não quero
agir assim, meu louco amor
Eu tenho mil razões
Pra lhe perdoar
Por amar

Que sufoco...
Não, mas eu não quero
Agir assim, meu louco amor
Eu tenho mil razões
Para lhe perdoar
Por amar

ANTONIO CASTRO, CHICO DA SILVA, ALCIONE (Gentilmente Cedida por Marrom Music)

SUFOCO

Não sei se vou aturar
Esses seus abusos
Não sei se vou suportar
Os seus absurdos
Você vai embora
Por ai afora
Distribuindo sonhos
Os carinhos que você me prometeu
Você me desama
E depois reclama
Quando os seus desejos
Já bem cansados
Desagradam os meus

Não posso mais alimentar
A esse amor tão louco
Que sufoco
Eu sei que tenho mil razões até
Para deixar de lhe amar
Não, mas eu não quero
agir assim, meu louco amor
Eu tenho mil razões
Pra lhe perdoar
Por amar

Que sufoco...
Não, mas eu não quero
Agir assim, meu louco amor
Eu tenho mil razões
Para lhe perdoar
Por amar

ANTONIO CASTRO, CHICO DA SILVA, ALCIONE (Gentilmente Cedida por Marrom Music)

Maria não quer concordar
Mas preciso voltar lá pra roça
Tentei, mas não vou suportar
Ficar longe da minha palhoça
O cheiro do mato me excita
E a vida no campo me apraz
Desculpe, Maria, mas tô de partida
Aqui eu não fico mais
Decisão tomada, perdoe, querida
Te juro, não volto atrás
Você não é obrigada, Maria
Mas te convido a me acompanhar
Pois se eu ficar por aqui mais uns dias
Meu coração pode não suportar
A vida lá tem mais graça
E tem muito mais valor
Quanto mais o tempo passa
Mais me dá saudade do meu bangalô
Todo sujeito pacato
Dado à simplicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
Maria…
Maria não quer concordar
Mas preciso voltar lá pra roça
Tentei, mas não vou suportar
Ficar longe da minha palhoça
O cheiro do mato me excita
E a vida no campo me apraz
Desculpe, Maria, mas tô de partida
Aqui eu não fico mais
Decisão tomada, perdoe, querida
Te juro, não volto atrás
Você não é obrigada, Maria
Mas te convido a me acompanhar
Pois se eu ficar por aqui mais uns dias
Meu coração pode não suportar
A vida lá tem mais graça
E tem muito mais valor
Quanto mais o tempo passa
Mais me dá saudade do meu bangalô
Todo sujeito pacato
Dado à simplicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada

CLAUDINHO GUIMARÃES E SERGINHO MERITI

SUJEITO PACATO

Maria não quer concordar
Mas preciso voltar lá pra roça
Tentei, mas não vou suportar
Ficar longe da minha palhoça
O cheiro do mato me excita
E a vida no campo me apraz
Desculpe, Maria, mas tô de partida
Aqui eu não fico mais
Decisão tomada, perdoe, querida
Te juro, não volto atrás
Você não é obrigada, Maria
Mas te convido a me acompanhar
Pois se eu ficar por aqui mais uns dias
Meu coração pode não suportar
A vida lá tem mais graça
E tem muito mais valor
Quanto mais o tempo passa
Mais me dá saudade do meu bangalô
Todo sujeito pacato
Dado à simplicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
Maria…
Maria não quer concordar
Mas preciso voltar lá pra roça
Tentei, mas não vou suportar
Ficar longe da minha palhoça
O cheiro do mato me excita
E a vida no campo me apraz
Desculpe, Maria, mas tô de partida
Aqui eu não fico mais
Decisão tomada, perdoe, querida
Te juro, não volto atrás
Você não é obrigada, Maria
Mas te convido a me acompanhar
Pois se eu ficar por aqui mais uns dias
Meu coração pode não suportar
A vida lá tem mais graça
E tem muito mais valor
Quanto mais o tempo passa
Mais me dá saudade do meu bangalô
Todo sujeito pacato
Dado à simplicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Quanto mais perto do luxo
Mais longe ele fica da felicidade
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
Lá o pouco que se planta
Alimenta a filharada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada
O pouco com Deus é muito
E o muito sem Deus é nada

CLAUDINHO GUIMARÃES E SERGINHO MERITI

Mariazinha nega encrenqueira
Chegou lá na feira e armou um bafafá
Derrubou o tabuleiro do seu Belarmino
Misturou pepino com maracujá
E depois desse sururu quase que entrou em cana
A barraca de banana ela pisoteou
Meteu a mão na cara de um vacilão
Que olhou, piscou pra ela e o bicho pegou

Ela meteu a mão na cara de um vacilão
Que olhou, piscou pra ela e o bicho pegou

Fiquei na minha só de longe
Observando aquela baixaria
Era tomate que voava, até melancia
Ela jogou em cima do fiscal
Que foi parar no hospital
A nega tava que tava
E ninguém lhe segurava não foi mole não
Até um guarda que chegava sem saber de nada
Levou uma pernada e caiu no chão
Sentado em cima de um mamão

LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ / BARBEIRINHO DO JACAREZINHO

SURURU NA FEIRA

Mariazinha nega encrenqueira
Chegou lá na feira e armou um bafafá
Derrubou o tabuleiro do seu Belarmino
Misturou pepino com maracujá
E depois desse sururu quase que entrou em cana
A barraca de banana ela pisoteou
Meteu a mão na cara de um vacilão
Que olhou, piscou pra ela e o bicho pegou

Ela meteu a mão na cara de um vacilão
Que olhou, piscou pra ela e o bicho pegou

Fiquei na minha só de longe
Observando aquela baixaria
Era tomate que voava, até melancia
Ela jogou em cima do fiscal
Que foi parar no hospital
A nega tava que tava
E ninguém lhe segurava não foi mole não
Até um guarda que chegava sem saber de nada
Levou uma pernada e caiu no chão
Sentado em cima de um mamão

LUIZ GRANDE / MARCOS DINIZ / BARBEIRINHO DO JACAREZINHO

Tô devendo à dona Maria da quitanda
Tá ruim pra mim, chego até a passar de banda
Pra dona Maria não me ver
Quando ela me vê, se zanga
Quando chego mais à frente
Bato de frente com seu Manoel do botequim
Que me cobra uma pinga e um torresmo
Que tá no prego há mais de um mês
Sem contar que também eu tô devendo
O aluguel do português
Sem um qualquer, é duro de se virar
Eu envergo mas não quebro
Amanhã vai melhorar
Eu vou à luta e aturo os lamentos da Joana
Que não faz feira há semanas
E suplica ao menino Jesus
Diz que o homem do gás não perdoa
A Light vai cortar a luz
Mas eu tô legal, numa boa
Lá vou eu carregando essa cruz
Tá ruim, mas tá bom, eu tenho fé
Que a vida vai melhorar
Ai, segura as pontas, seu Zé
Eu devo, mas quero pagar
Dezessete e cinqüenta de leite e pão, na padaria
Vinte pratas que o Jorge bicheiro emprestou, lá na tendinha
O carnê da televisão que pifou, na garantia
Uma vela que a minha mulher acendeu, de sete dias

ALAMIR / CLEMAR / ZÉ CARLOS

TÁ RUIM MAS TÁ BOM

Tô devendo à dona Maria da quitanda
Tá ruim pra mim, chego até a passar de banda
Pra dona Maria não me ver
Quando ela me vê, se zanga
Quando chego mais à frente
Bato de frente com seu Manoel do botequim
Que me cobra uma pinga e um torresmo
Que tá no prego há mais de um mês
Sem contar que também eu tô devendo
O aluguel do português
Sem um qualquer, é duro de se virar
Eu envergo mas não quebro
Amanhã vai melhorar
Eu vou à luta e aturo os lamentos da Joana
Que não faz feira há semanas
E suplica ao menino Jesus
Diz que o homem do gás não perdoa
A Light vai cortar a luz
Mas eu tô legal, numa boa
Lá vou eu carregando essa cruz
Tá ruim, mas tá bom, eu tenho fé
Que a vida vai melhorar
Ai, segura as pontas, seu Zé
Eu devo, mas quero pagar
Dezessete e cinqüenta de leite e pão, na padaria
Vinte pratas que o Jorge bicheiro emprestou, lá na tendinha
O carnê da televisão que pifou, na garantia
Uma vela que a minha mulher acendeu, de sete dias

ALAMIR / CLEMAR / ZÉ CARLOS

Talarico, ladrão de mulher
Eu na falo mais com Talarico (2x)
Talarico roubou minha mulher
Talarico era um cara confiado
Chegou todo aprumado, eu não fiz fé
Terno de linho branco engomado
E com pinta de quem nada quer
Quando tocou um samba sincopado
Minha nega danou dizer no pé
Eu não falo mais com Talarico (2x)
Talarico roubou minha mulher
Malandro “171” que não trabalha
Mas no bolso sempre tem um qualquer
Só aperta cigarro de palha
E se vem com pó é só rapé
Mas se chega uma fêmea se atrapalha
Preta, loira, morena o que vier
Pois não pode ver rabo de saia
Ricardão perto dele é Zé mané
Eu não falo mais com Talarico (2x)
Talarico chegou na minha casa
E nem tinha um trocado pro café
Me contou que tinha um caso novo
E me pediu que lhe desse uma colher
Emprestei a chave do biongo
Ai que foi embora meu axé
Além de pelar todo meu barraco
O safado levou minha mulher
Eu não falo mais com Talarico (2x)
Talarico roubou minha mulher

SERGINHO PROCÓPIO / ZECA PAGODINHO

TALARICO LADRAO DE MULHER

Talarico, ladrão de mulher
Eu na falo mais com Talarico (2x)
Talarico roubou minha mulher
Talarico era um cara confiado
Chegou todo aprumado, eu não fiz fé
Terno de linho branco engomado
E com pinta de quem nada quer
Quando tocou um samba sincopado
Minha nega danou dizer no pé
Eu não falo mais com Talarico (2x)
Talarico roubou minha mulher
Malandro “171” que não trabalha
Mas no bolso sempre tem um qualquer
Só aperta cigarro de palha
E se vem com pó é só rapé
Mas se chega uma fêmea se atrapalha
Preta, loira, morena o que vier
Pois não pode ver rabo de saia
Ricardão perto dele é Zé mané
Eu não falo mais com Talarico (2x)
Talarico chegou na minha casa
E nem tinha um trocado pro café
Me contou que tinha um caso novo
E me pediu que lhe desse uma colher
Emprestei a chave do biongo
Ai que foi embora meu axé
Além de pelar todo meu barraco
O safado levou minha mulher
Eu não falo mais com Talarico (2x)
Talarico roubou minha mulher

SERGINHO PROCÓPIO / ZECA PAGODINHO

Iáiá, sentes saudades de que?
Do cheiro do cravo, da rosa da moça formosa e de mais ninguém
Passarás não passarás, que em deixa ela passar
Do meu tempo de menino agora vou me lembrar
Do tempo da bola de gude do qual eu não pude jamais esquecer
Só valia no teço parado e com palmo contado pra não perder
Iáia sente....
O corte da linha no dedo, e a gente com medo da pipa voar
Faz uma bola de meia a pelada na rua já vai começar
Quando mamãe me chamava vem tomar seu banho pra poder jantar, o trabalho da escola ainda está pra fazer, sua professora vai te castigar.

Iáiá sente....

BETO GAGO / ZECA PAGODINHO

TEMPO DE CRIANÇA

Iáiá, sentes saudades de que?
Do cheiro do cravo, da rosa da moça formosa e de mais ninguém
Passarás não passarás, que em deixa ela passar
Do meu tempo de menino agora vou me lembrar
Do tempo da bola de gude do qual eu não pude jamais esquecer
Só valia no teço parado e com palmo contado pra não perder
Iáia sente....
O corte da linha no dedo, e a gente com medo da pipa voar
Faz uma bola de meia a pelada na rua já vai começar
Quando mamãe me chamava vem tomar seu banho pra poder jantar, o trabalho da escola ainda está pra fazer, sua professora vai te castigar.

Iáiá sente....

BETO GAGO / ZECA PAGODINHO

Ai no tempo!
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
Nossa vida era mais simples de viver
Não tinha tanto misere, nem tinha tanto ti ti ti
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

Propaganda era reclame, ambulância era dona assistência,
Mancada era um baita vexame, e pornografia era só saliência
Sutiã chamava porta-seio, revista pequena gibi
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

Rock se chamava Fox, tiete era moça fanática,
O que hoje se diz que é xerox, se chamava então de cópia fotostática
Motorista era sempre chofer, cachaça era parati
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

22 era demente, minha casa era meu bangalô,
Patamo era socorro urgente e todo cana dura era investigador
Mulato esticava o cabelo, mulher fazia misampi
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

NEI LOPES

TEMPO DE DON DON

Ai no tempo!
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
Nossa vida era mais simples de viver
Não tinha tanto misere, nem tinha tanto ti ti ti
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

Propaganda era reclame, ambulância era dona assistência,
Mancada era um baita vexame, e pornografia era só saliência
Sutiã chamava porta-seio, revista pequena gibi
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

Rock se chamava Fox, tiete era moça fanática,
O que hoje se diz que é xerox, se chamava então de cópia fotostática
Motorista era sempre chofer, cachaça era parati
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

22 era demente, minha casa era meu bangalô,
Patamo era socorro urgente e todo cana dura era investigador
Mulato esticava o cabelo, mulher fazia misampi
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí
No tempo que Don-Don jogava no Andaraí

NEI LOPES

Quando me lembro dos meus tempos de menino
Me dá saudade
Naquele tempo era difícil o sofrimento
Mas o pobre tem talento pra dificuldade
Passava o tempo todo improvisando
Uma maneira de brincar e outra pra comer

Artista nesse mundo é o pobre
Que faz milagre pra sobreviver

Dá nó em pingo d’água
Mesmo com as mágoas busca ser feliz
Se o calo aperta no embalo se liberta
E na adversidade encontra a diretriz
Vai de pedreiro, panfleteiro, carroceiro
E assim o ano inteiro a vida vai levando
A fé em Deus e no santo guerreiro
Problema vai com a barriga empurrando
Mesmo passando sufoco
Ainda divide o pouco que na vida tem

Nobre coração do pobre
Que faz o bem sem olhar à quem

KIKI MARCELLOS /JUNINHO THYBAU

TEMPO DE MENINO

Quando me lembro dos meus tempos de menino
Me dá saudade
Naquele tempo era difícil o sofrimento
Mas o pobre tem talento pra dificuldade
Passava o tempo todo improvisando
Uma maneira de brincar e outra pra comer

Artista nesse mundo é o pobre
Que faz milagre pra sobreviver

Dá nó em pingo d’água
Mesmo com as mágoas busca ser feliz
Se o calo aperta no embalo se liberta
E na adversidade encontra a diretriz
Vai de pedreiro, panfleteiro, carroceiro
E assim o ano inteiro a vida vai levando
A fé em Deus e no santo guerreiro
Problema vai com a barriga empurrando
Mesmo passando sufoco
Ainda divide o pouco que na vida tem

Nobre coração do pobre
Que faz o bem sem olhar à quem

KIKI MARCELLOS /JUNINHO THYBAU

Nem sempre é bom
As vezes não compensa
Dói coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim
Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim
Hão de pensar
Que nessa vida
Todos são perfeitos
Redondo engano
Perdoar sempre foi meu defeito
O mundo inteiro vai dizer
Sem ter razão que esse ser
Enlouqueceu só por amar quem devia esquecer
Daí, então responderei
Enlouqueceu quem não amou
Seria bom se todos fossem
Como eu sou

ARLINDO CRUZ / MARQUINHOS CHINA / ZECA PAGODINHO

TER COMPAIXÃO

Nem sempre é bom
As vezes não compensa
Dói coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim
Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim
Hão de pensar
Que nessa vida
Todos são perfeitos
Redondo engano
Perdoar sempre foi meu defeito
O mundo inteiro vai dizer
Sem ter razão que esse ser
Enlouqueceu só por amar quem devia esquecer
Daí, então responderei
Enlouqueceu quem não amou
Seria bom se todos fossem
Como eu sou

ARLINDO CRUZ / MARQUINHOS CHINA / ZECA PAGODINHO

Ter compaixão
Nem sempre é bom
Às vezes não compensa
Dei coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Ter compaixão
Nem sempre é bom
Às vezes não compensa
Dei coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Hão de pensar
Que nessa vida
Todos são perfeitos
Redondo engano
Perdoar sempre foi meu defeito
O mundo inteiro vai dizer
Sem ter razão que esse ser
Enlouqueceu só por amar a quem devia esquecer

Daí, então, responderei
Enlouqueceu quem não amou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

Ter compaixão
Nem sempre é bom
Às vezes não compensa
Dei coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Hão de pensar
Que nessa vida
Todos são perfeitos
Redondo engano
Perdoar sempre foi meu defeito
O mundo inteiro vai dizer
Sem ter razão que esse ser
Enlouqueceu só por amar a quem devia esquecer

Daí, então, responderei
Enlouqueceu quem não amou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

MARQUINHO CHINA/ ARLINDO CRUZ/ ZECA PAGODINHO

TER COMPAIXÃO COM MARQUINHO CHINA

Ter compaixão
Nem sempre é bom
Às vezes não compensa
Dei coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Ter compaixão
Nem sempre é bom
Às vezes não compensa
Dei coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Hão de pensar
Que nessa vida
Todos são perfeitos
Redondo engano
Perdoar sempre foi meu defeito
O mundo inteiro vai dizer
Sem ter razão que esse ser
Enlouqueceu só por amar a quem devia esquecer

Daí, então, responderei
Enlouqueceu quem não amou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

Ter compaixão
Nem sempre é bom
Às vezes não compensa
Dei coração
Ingratidão tive por recompensa
Pobre infeliz
Viu por um triz seu fim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Te dei a mão
E hoje vives
A zombar de mim

Hão de pensar
Que nessa vida
Todos são perfeitos
Redondo engano
Perdoar sempre foi meu defeito
O mundo inteiro vai dizer
Sem ter razão que esse ser
Enlouqueceu só por amar a quem devia esquecer

Daí, então, responderei
Enlouqueceu quem não amou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

Seria bom se todos fossem
Como eu sou

MARQUINHO CHINA/ ARLINDO CRUZ/ ZECA PAGODINHO

Meu amor se fosse assim.....assim
Bem calmo e mais sereno
Seria bem melhor pra mim.....pra.....mim
Um sorriso mais ameno
Nosso amor está pequeno
Cada vez mais dispersivo
O ciúme é um vene.....no
Não se encontra lenitivo
Se entre nós houvesse a paz......dos bons casais
Sem receios, sem conflitos
Eu acredito, que haveria mais amor
Sem nossos gritos tão aflitos de pavor
Mais calor na relação, mais desejo de viver
Mais pureza, mais prazer, mais amor, mais união
Mas não deu termina aqui
Eu vou partir, mais não deu termina aqui

ARLINDO CRUZ / ZECA PAGODINHO / RATINHO

TERMINA AQUI

Meu amor se fosse assim.....assim
Bem calmo e mais sereno
Seria bem melhor pra mim.....pra.....mim
Um sorriso mais ameno
Nosso amor está pequeno
Cada vez mais dispersivo
O ciúme é um vene.....no
Não se encontra lenitivo
Se entre nós houvesse a paz......dos bons casais
Sem receios, sem conflitos
Eu acredito, que haveria mais amor
Sem nossos gritos tão aflitos de pavor
Mais calor na relação, mais desejo de viver
Mais pureza, mais prazer, mais amor, mais união
Mas não deu termina aqui
Eu vou partir, mais não deu termina aqui

ARLINDO CRUZ / ZECA PAGODINHO / RATINHO

A minha preta pensa que eu sou um santo
E essa fama até que eu banco
Mas não sou nenhum guri
Ela é a preta mais bonita da favela
E no desfile da Portela coisa igual eu nunca vi
É meu segredo, já peguei seu ponto fraco
Já passei meu giz no taco
Fui atrás pra conseguir
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari
Eu não me esqueço, foi depois de mais um porre
Disse: preto, me socorre, pensou que ia morrer
Com a cabeça viajando em reboliço
Confessou que fez feitiço, tudo pra não me perder
Ela contando foi aí que eu tive um treco
Fui parar em Bonsucesso, no hospital, no CTI
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Estava escrito nosso amor não precisava, não
Faz qualquer coisa, fica fraco quando ama o coração
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
Eu não me esqueço, foi depois de mais um porre
Disse: preto, me socorre, pensou que ia morrer
Com a cabeça viajando em reboliço
Confessou que fez feitiço, tudo pra não me perder
Ela contando foi aí que eu tive um treco
Fui parar em Bonsucesso, no hospital, no CTI
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Estava escrito nosso amor não precisava, não
Faz qualquer coisa, fica fraco quando ama o coração
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
A minha preta pensa que eu sou um santo
E essa fama até que eu banco
Mas não sou nenhum guri
Ela é a preta mais bonita da favela
E no desfile da Portela coisa igual eu nunca vi
É meu segredo, já peguei seu ponto fraco
Já passei meu giz no taco
Fui atrás pra conseguir
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari

ALAMIR, ROBERTO LOPES E NILO PENETRA

TERREIRO EM ACARI

A minha preta pensa que eu sou um santo
E essa fama até que eu banco
Mas não sou nenhum guri
Ela é a preta mais bonita da favela
E no desfile da Portela coisa igual eu nunca vi
É meu segredo, já peguei seu ponto fraco
Já passei meu giz no taco
Fui atrás pra conseguir
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari
Eu não me esqueço, foi depois de mais um porre
Disse: preto, me socorre, pensou que ia morrer
Com a cabeça viajando em reboliço
Confessou que fez feitiço, tudo pra não me perder
Ela contando foi aí que eu tive um treco
Fui parar em Bonsucesso, no hospital, no CTI
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Estava escrito nosso amor não precisava, não
Faz qualquer coisa, fica fraco quando ama o coração
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
Eu não me esqueço, foi depois de mais um porre
Disse: preto, me socorre, pensou que ia morrer
Com a cabeça viajando em reboliço
Confessou que fez feitiço, tudo pra não me perder
Ela contando foi aí que eu tive um treco
Fui parar em Bonsucesso, no hospital, no CTI
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Hoje confesso que foi grande o meu espanto
Foi no mesmo pai-de-santo no terreiro em Acari
Estava escrito nosso amor não precisava, não
Faz qualquer coisa, fica fraco quando ama o coração
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Bom foi que ficou a certeza desse amor
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
Nosso feitiço vai ficar por lá
Senti firmeza, assim tá tudo bem
Se fizeram mandinga
O nosso amor desbanca
Não adianta, nada vai pegar
A minha preta pensa que eu sou um santo
E essa fama até que eu banco
Mas não sou nenhum guri
Ela é a preta mais bonita da favela
E no desfile da Portela coisa igual eu nunca vi
É meu segredo, já peguei seu ponto fraco
Já passei meu giz no taco
Fui atrás pra conseguir
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari
Num pote de mel está nosso retrato
Amarrado e bem colado num terreiro em Acari

ALAMIR, ROBERTO LOPES E NILO PENETRA

Não faz assim
Que que os outros
Vão pensar de mim
Parece que esse nosso amor
Carece de ter que sofrer
Brincando com fogo
Fingindo que não vai doer
Deixa teu sorriso inocente
Vadiando por aí
Só pra fingir
Que o meu não te faz feliz
Queria a Deus uma noite ao te encontrar
Possa haver testemunha ocular
Pra ver e provar
Que o amor que se compra
Também se vende
Quem ama uma chama no olhar acende

JORGE ARAGÃO / ZECA PAGODINHO

TESTEMUNHA OCULAR

Não faz assim
Que que os outros
Vão pensar de mim
Parece que esse nosso amor
Carece de ter que sofrer
Brincando com fogo
Fingindo que não vai doer
Deixa teu sorriso inocente
Vadiando por aí
Só pra fingir
Que o meu não te faz feliz
Queria a Deus uma noite ao te encontrar
Possa haver testemunha ocular
Pra ver e provar
Que o amor que se compra
Também se vende
Quem ama uma chama no olhar acende

JORGE ARAGÃO / ZECA PAGODINHO

Outro grande amor antes do teu
Tive sim
O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim
Íamos vivendo em paz
Nosso lar, em nosso lar sempre houve alegria
Eu vivia tão contente
Como contente ao teu lado estou
Tive sim
Mas comparar com teu amor seria o fim
Eu vou calar
Pois não pretendo amor te magoar

CARTOLA

TIVE SIM

Outro grande amor antes do teu
Tive sim
O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim
Íamos vivendo em paz
Nosso lar, em nosso lar sempre houve alegria
Eu vivia tão contente
Como contente ao teu lado estou
Tive sim
Mas comparar com teu amor seria o fim
Eu vou calar
Pois não pretendo amor te magoar

CARTOLA

Lalaia, laia, Laia, laia, Laia, laia

Toda hora alguém me chama pra beber
Toda hora alguém me chama pra zoar
Por que ninguém me chama pra benzer
Porque ninguém me chama pra rezar

Só vou pra batizado quando é samba
Compadre meu precisa batucar
Eu sou da saideira que descamba
A que não tem hora pra acabar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Não sou sujeito de ficar enchendo a cara
Quem escancara não vê o mundo girar
Pra ficar bom melhor tomar remédio
Meu tédio é quando vem fechar o bar

Também não vou ficar levando bronca
Deixa a conta que hoje eu preciso pendurar
Já calibrei, tirei a minha onda
Ainda tenho casa pra cuidar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Toda hora alguém me chama pra beber
Toda hora alguém me chama pra zoar
Por que ninguém me chama pra benzer
Porque ninguém me chama pra rezar

Só vou pra batizado quando é samba
Compadre meu precisa batucar
Eu sou da saideira que descamba
A que não tem hora pra acabar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Lalaia, laia, Laia, laia, Laia, laia

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / MARCELINHO MOREIRA

TODA A HORA

Lalaia, laia, Laia, laia, Laia, laia

Toda hora alguém me chama pra beber
Toda hora alguém me chama pra zoar
Por que ninguém me chama pra benzer
Porque ninguém me chama pra rezar

Só vou pra batizado quando é samba
Compadre meu precisa batucar
Eu sou da saideira que descamba
A que não tem hora pra acabar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Não sou sujeito de ficar enchendo a cara
Quem escancara não vê o mundo girar
Pra ficar bom melhor tomar remédio
Meu tédio é quando vem fechar o bar

Também não vou ficar levando bronca
Deixa a conta que hoje eu preciso pendurar
Já calibrei, tirei a minha onda
Ainda tenho casa pra cuidar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Toda hora alguém me chama pra beber
Toda hora alguém me chama pra zoar
Por que ninguém me chama pra benzer
Porque ninguém me chama pra rezar

Só vou pra batizado quando é samba
Compadre meu precisa batucar
Eu sou da saideira que descamba
A que não tem hora pra acabar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Amigo, eu nunca fiz bebendo leite
Amigo, eu não criei bebendo chá
Eu sou da madrugada, me respeite
Que eu sei a hora de ir trabalhar

Lalaia, laia, Laia, laia, Laia, laia

ZECA PAGODINHO / ARLINDO CRUZ / MARCELINHO MOREIRA

Quás, quás, quás, quás, quás, quás
Quasqualingudum, quasqualingudum
Quasqualingudum...

Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito, amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã

E além disso, mulher
Tem outra coisa
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar

Não posso ficar...

E além disso, mulher...

Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar

Quás, quás, quás, quás, quás, quás
Quasqualingudum, quasqualingudum
Quasqualingudum...

ADONIRAN BARBOSA

TREM DAS ONZE

Quás, quás, quás, quás, quás, quás
Quasqualingudum, quasqualingudum
Quasqualingudum...

Não posso ficar
Nem mais um minuto com você
Sinto muito, amor
Mas não pode ser
Moro em Jaçanã
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã

E além disso, mulher
Tem outra coisa
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar
Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar

Não posso ficar...

E além disso, mulher...

Sou filho único
Tenho minha casa pra olhar

Quás, quás, quás, quás, quás, quás
Quasqualingudum, quasqualingudum
Quasqualingudum...

ADONIRAN BARBOSA



A tristeza me persegue
Ora veja que martírios meus
Muito embora na orgia
Eu não tenho alegria, meu Deus
Vai, que a mim não causa pena
Se tu queres te esconder
O remorso te condena
Vai embora,enganadeira
Não mevenhas enganar
Não me venhas dar o pago
Que me deu a Dagmar
(A tristeza me persegue)
A tristeza me persegue...
Vai,eu não quero mais você
Chega de tanto penar
Chega de tanto sofrer
Vou-me embora, vou-me embora
Bela mandou me chamar
Eu mandei dizer a ela
Tô doente, não vou lá

ALEGRIA TU TERÁS
(Antônio Caefano)
Fermata

Alegria tu terás
Canta para ver como é sublime,ó nêga
Tua paixão se desfaz

Não volta mais,não volta mais
A rosa que desfolhou
Foi por se achar cansada
De tanto fazer bonito
No romper da madrugada
Minha cabrocha
Meu divino redentor
Sou capaz de andar de rastro
Por causa do teu amor
(Alegria tu terás)
Alegria tu terás...
Fico triste, afinal
Você vai saber por quê
Para me livrar do mal
Que hoje eu fujo de você
Tanto faz eu trabalhar
Como ser rapaz vadio
A roupa que Deus me dá
É de acordo como frio

Heitor dos Prazeres / Júlio da Gente

TRISTEZA / ALEGRIA TU TERÁS



A tristeza me persegue
Ora veja que martírios meus
Muito embora na orgia
Eu não tenho alegria, meu Deus
Vai, que a mim não causa pena
Se tu queres te esconder
O remorso te condena
Vai embora,enganadeira
Não mevenhas enganar
Não me venhas dar o pago
Que me deu a Dagmar
(A tristeza me persegue)
A tristeza me persegue...
Vai,eu não quero mais você
Chega de tanto penar
Chega de tanto sofrer
Vou-me embora, vou-me embora
Bela mandou me chamar
Eu mandei dizer a ela
Tô doente, não vou lá

ALEGRIA TU TERÁS
(Antônio Caefano)
Fermata

Alegria tu terás
Canta para ver como é sublime,ó nêga
Tua paixão se desfaz

Não volta mais,não volta mais
A rosa que desfolhou
Foi por se achar cansada
De tanto fazer bonito
No romper da madrugada
Minha cabrocha
Meu divino redentor
Sou capaz de andar de rastro
Por causa do teu amor
(Alegria tu terás)
Alegria tu terás...
Fico triste, afinal
Você vai saber por quê
Para me livrar do mal
Que hoje eu fujo de você
Tanto faz eu trabalhar
Como ser rapaz vadio
A roupa que Deus me dá
É de acordo como frio

Heitor dos Prazeres / Júlio da Gente

Peço licença aos que já se foram
Para dizer que também sou
Um dos poetas do samba
Dizem que sou um marginal
Por andar por aí
Vagando em frases musicais
Às vezes fico embriagado
Cantando sambas divinais
Preste atenção, porque
Eu tenho muito pra ensinar, mas deixo estar
Eu sou apenas defensor
De uma cultura popular
Peço licença aos que já se foram
Para dizer que eu também sou
Um dos poetas do samba
Que também sou
Um dos poetas do samba
Seja qual for o lugar
Vocês hão de me ver
Eu cumpro um sério dever
Sou defensor do samba popular
Hei de estar aqui
Ali ou em qualquer recanto
E vocês hão de ver
E ouvir O meu canto
Sabe Deus até quando
Eu desaparecer
Até quando eu desaparecer

CAPRÍ, MÁRIO SÉRGIO E WILSON MOREIRA

UM DOS POETAS DO SAMBA

Peço licença aos que já se foram
Para dizer que também sou
Um dos poetas do samba
Dizem que sou um marginal
Por andar por aí
Vagando em frases musicais
Às vezes fico embriagado
Cantando sambas divinais
Preste atenção, porque
Eu tenho muito pra ensinar, mas deixo estar
Eu sou apenas defensor
De uma cultura popular
Peço licença aos que já se foram
Para dizer que eu também sou
Um dos poetas do samba
Que também sou
Um dos poetas do samba
Seja qual for o lugar
Vocês hão de me ver
Eu cumpro um sério dever
Sou defensor do samba popular
Hei de estar aqui
Ali ou em qualquer recanto
E vocês hão de ver
E ouvir O meu canto
Sabe Deus até quando
Eu desaparecer
Até quando eu desaparecer

CAPRÍ, MÁRIO SÉRGIO E WILSON MOREIRA

Briga feia no sertão, as bandas de Cabrobró
Cospe fogo, risca a faca, não tem quem desate o nó
Ali o cabra mais doce, amarga que nem jiló
Chego a uma conclusão, se um é ruim, o outro é pior

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

Briga feia no sertão, as bandas de Cabrobró
Cospe fogo, risca a faca, não tem quem desate o nó
Ali o cabra mais doce, amarga que nem jiló
Chego a uma conclusão, se um é ruim, o outro é pior

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

Um meteu mão na peixeira, o outro veio com facão
Dedo em riste xingamentos, tá formada a confusão
Para o bem do nosso bem, é melhor que dê empate
Quem disser que um ganhou, pode ser que o outro lhe mate

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

O sertão emudeceu, silêncio de parte a parte
Só o chiado do vento, como trilha do embate
Frente a frente, olho no olho, tudo pronto p’ro duelo,
Vai vencer o mais ligeiro, que sacar do parabelo...

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

UM É RUIM, O OUTRO É PIOR
Paulão 7 Cordas – arranjo e violão
Rogério Caetano – violão 7
Mauro Diniz – cavaco
Rildo Hora – gaita (realejo)
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Kiko Horta - acordeon
Jaguará – pandeiro – reco e triangulo
Waltis Zacarias – surdo e repique de anel
Beloba – tantã
Marcos Esguleba - tamborim
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa e Patrícia Hora – coro

CÉSAR PROCÓPIO, FERNANDO PROCÓPIO & SERGINHO PROCÓPIO

UM É RUIM, OUTRO É PIOR

Briga feia no sertão, as bandas de Cabrobró
Cospe fogo, risca a faca, não tem quem desate o nó
Ali o cabra mais doce, amarga que nem jiló
Chego a uma conclusão, se um é ruim, o outro é pior

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

Briga feia no sertão, as bandas de Cabrobró
Cospe fogo, risca a faca, não tem quem desate o nó
Ali o cabra mais doce, amarga que nem jiló
Chego a uma conclusão, se um é ruim, o outro é pior

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

Um meteu mão na peixeira, o outro veio com facão
Dedo em riste xingamentos, tá formada a confusão
Para o bem do nosso bem, é melhor que dê empate
Quem disser que um ganhou, pode ser que o outro lhe mate

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

O sertão emudeceu, silêncio de parte a parte
Só o chiado do vento, como trilha do embate
Frente a frente, olho no olho, tudo pronto p’ro duelo,
Vai vencer o mais ligeiro, que sacar do parabelo...

Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...
Um é ruim o outro é pior, um é ruim o outro é pior...

UM É RUIM, O OUTRO É PIOR
Paulão 7 Cordas – arranjo e violão
Rogério Caetano – violão 7
Mauro Diniz – cavaco
Rildo Hora – gaita (realejo)
Luis Louchards – baixo
Nélio Jr. - teclado
Kiko Horta - acordeon
Jaguará – pandeiro – reco e triangulo
Waltis Zacarias – surdo e repique de anel
Beloba – tantã
Marcos Esguleba - tamborim
Jorge Gomes – bateria
Maestro Leonardo Bruno, Isabel Gomes, Ircea Gomes, Jussara Lourenço, RixXxa e Patrícia Hora – coro

CÉSAR PROCÓPIO, FERNANDO PROCÓPIO & SERGINHO PROCÓPIO

O que eu não faço em sua companhia
Amamos na praia ao nascer do dia
O que eu não faço em sua companhia
Dançamos na rua ao nascer da lua

Com um real de amor que tu me dás
Faço versos de febre e de paixão
Pego a fraca miragem da ilusão
E a transformo em ferro e carvão
Com um real de amor que tu me dás
Faço amor na mais completa escuridão
Desafio o terror da solidão
E a transformo em pó na multidão
O real de amor que tu me dás
Generoso se faz em minha mão
Mata a minha fome
Multiplica o pão

RAIMUNDO FAGNER / BRANDÃO

UM REAL DE AMOR

O que eu não faço em sua companhia
Amamos na praia ao nascer do dia
O que eu não faço em sua companhia
Dançamos na rua ao nascer da lua

Com um real de amor que tu me dás
Faço versos de febre e de paixão
Pego a fraca miragem da ilusão
E a transformo em ferro e carvão
Com um real de amor que tu me dás
Faço amor na mais completa escuridão
Desafio o terror da solidão
E a transformo em pó na multidão
O real de amor que tu me dás
Generoso se faz em minha mão
Mata a minha fome
Multiplica o pão

RAIMUNDO FAGNER / BRANDÃO

Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Meu amor, pra te agradar
Uma prova de amor…
Uma prova de amor eu dou, se você quiser
Uma prova de amor eu dou, se preciso for
Uma prova de amor eu dou, quem sabe assim
Você vê todo o bem que tem dentro de mim
Uma prova de amor pra ver sua razão
Aprender se curvar pro coração
Faço tudo pra ter você por perto
Faço tudo pra ser merecedor
Eu tiro até água do deserto
O meu coração está tão certo
Que vai ser o dono desse amor
Existia um vazio em minha vida
Existia tristeza em meu olhar
Eu era uma folha solta ao vento
Sem vida, sem cor, sem sentimento
Até seu perfume me alcançar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Meu amor, pra te agradar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Só pra não te ver chorar
Uma prova de amor…
Uma prova de amor eu dou, se você quiser
Uma prova de amor eu dou, se preciso for
Uma prova de amor eu dou, quem sabe assim
Você vê todo o bem que tem dentro de mim
Uma prova de amor pra ver sua razão
Aprender se curvar pro coração
Faço tudo pra ter você por perto
Faço tudo pra ser merecedor
Eu tiro até água do deserto
O meu coração está tão certo
Que vai ser o dono desse amor
Existia um vazio em minha vida
Existia tristeza em meu olhar
Eu era uma folha solta ao vento
Sem vida, sem cor, sem sentimento
Até seu perfume me alcançar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Meu amor, pra te agradar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Só pra não te ver chorar

NELSON RUFINO / TONINHO GERAES

UMA PROVA DE AMOR

Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Meu amor, pra te agradar
Uma prova de amor…
Uma prova de amor eu dou, se você quiser
Uma prova de amor eu dou, se preciso for
Uma prova de amor eu dou, quem sabe assim
Você vê todo o bem que tem dentro de mim
Uma prova de amor pra ver sua razão
Aprender se curvar pro coração
Faço tudo pra ter você por perto
Faço tudo pra ser merecedor
Eu tiro até água do deserto
O meu coração está tão certo
Que vai ser o dono desse amor
Existia um vazio em minha vida
Existia tristeza em meu olhar
Eu era uma folha solta ao vento
Sem vida, sem cor, sem sentimento
Até seu perfume me alcançar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Meu amor, pra te agradar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Só pra não te ver chorar
Uma prova de amor…
Uma prova de amor eu dou, se você quiser
Uma prova de amor eu dou, se preciso for
Uma prova de amor eu dou, quem sabe assim
Você vê todo o bem que tem dentro de mim
Uma prova de amor pra ver sua razão
Aprender se curvar pro coração
Faço tudo pra ter você por perto
Faço tudo pra ser merecedor
Eu tiro até água do deserto
O meu coração está tão certo
Que vai ser o dono desse amor
Existia um vazio em minha vida
Existia tristeza em meu olhar
Eu era uma folha solta ao vento
Sem vida, sem cor, sem sentimento
Até seu perfume me alcançar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Meu amor, pra te agradar
Manda que eu faço chover
Pede que eu mando parar
Manda que eu faço de tudo
Só pra não te ver chorar

NELSON RUFINO / TONINHO GERAES

Aquilo que era mulher
Pra não te acordar cedo
Saía da cama na ponta do pé
Só te chamava tarde, sabia teu gosto
Na bandeja, café
Chocolate, biscoito, salada de frutas
Suco de mamão
No almoço era filé mignon
Com arroz à la grega, batata corada
Um vinho do bom
E no jantar era a mesma fartura do almoço
E ainda tinha opção
É, mas deu mole, ela dispensou você
Chegou em casa outra vez doidão
Brigou com a preta sem razão
Quis comer arroz-doce com quiabo
Botou sal na batida de limão
Deu lavagem ao macaco
Banana pro porco, osso pro gato
Sardinha ao cachorro, cachaça pro pato
Entrou no chuveiro de terno e sapato
Não queria papo
Foi lá no porão, pegou "tresoitão"
Deu tiro na mão do próprio irmão
Que quis te segurar
Eu consegui te desarmar
Foi pra rua de novo
Entrou no velório pulando a janela

ZÉ ROBERTO

VACILÃO

Aquilo que era mulher
Pra não te acordar cedo
Saía da cama na ponta do pé
Só te chamava tarde, sabia teu gosto
Na bandeja, café
Chocolate, biscoito, salada de frutas
Suco de mamão
No almoço era filé mignon
Com arroz à la grega, batata corada
Um vinho do bom
E no jantar era a mesma fartura do almoço
E ainda tinha opção
É, mas deu mole, ela dispensou você
Chegou em casa outra vez doidão
Brigou com a preta sem razão
Quis comer arroz-doce com quiabo
Botou sal na batida de limão
Deu lavagem ao macaco
Banana pro porco, osso pro gato
Sardinha ao cachorro, cachaça pro pato
Entrou no chuveiro de terno e sapato
Não queria papo
Foi lá no porão, pegou "tresoitão"
Deu tiro na mão do próprio irmão
Que quis te segurar
Eu consegui te desarmar
Foi pra rua de novo
Entrou no velório pulando a janela

ZÉ ROBERTO

Eu te dei casa e comida
Dei carinho até demais
Aprontaste tantas broncas
Até a cara me cai
Por isso vou ficar na minha
Sei ganhar e sei perder
Siga em frente teu caminho
Siga sem se arrepender
Se vai embora
Arruma a trouxa
Até logo
Ô roxa
A mulher que é mulher
Sacrifício não poupa
Se a maré fica pesada
Enfrenta um tanque de roupa
Por isso mulher do teu tipo
Eu não quero nunca mais
Sai de vez do meu caminho
Deixa-me viver em paz
Se vai embora
Arrume a trouxa
Até logo
Ô roxa

Quando o homem é camarada
A mulher sai da linha
Quando entra na pior
Lembra da vida que tinha
Por isso paixão ou solidão
Para mim não causa dor
Todo homem aventureiro
Sempre encontra um novo amor
Se vai embora
Arrume a trouxa
Até logo
Ô roxa

CASQUINHA

VAI COM DEUS

Eu te dei casa e comida
Dei carinho até demais
Aprontaste tantas broncas
Até a cara me cai
Por isso vou ficar na minha
Sei ganhar e sei perder
Siga em frente teu caminho
Siga sem se arrepender
Se vai embora
Arruma a trouxa
Até logo
Ô roxa
A mulher que é mulher
Sacrifício não poupa
Se a maré fica pesada
Enfrenta um tanque de roupa
Por isso mulher do teu tipo
Eu não quero nunca mais
Sai de vez do meu caminho
Deixa-me viver em paz
Se vai embora
Arrume a trouxa
Até logo
Ô roxa

Quando o homem é camarada
A mulher sai da linha
Quando entra na pior
Lembra da vida que tinha
Por isso paixão ou solidão
Para mim não causa dor
Todo homem aventureiro
Sempre encontra um novo amor
Se vai embora
Arrume a trouxa
Até logo
Ô roxa

CASQUINHA

Eu quis te dar um grande amor
Mas você não se acostumou
À vida de um lar
O que você quer é vadiar
Vai vadiar, vai vadiar
Vai vadiar, vai vadiar
Agora
Não precisa se preocupar
Se passares da hora
Eu não vou mais te buscar
Não vou mais pedir
Nem tampouco implorar
Você tem a mania
De ir pra orgia
Só quer vadiar
Você vai pra folia
Se entrar numa fria
Não vem me culpar, vai vadiar
Quem gosta da orgia
Da noite pro dia não pode mudar
Vive outra fantasia
Não vai se acostumar
Eu errei
Quando tentei lhe dar um lar
Você gosta do sereno
E meu mundo é pequeno
Pra lhe segurar
Vai procurar alegria
E fazer moradia na luz do luar, vai vadiar
Vai vadiar

MONARCO E RATINHO

VAI VADIAR

Eu quis te dar um grande amor
Mas você não se acostumou
À vida de um lar
O que você quer é vadiar
Vai vadiar, vai vadiar
Vai vadiar, vai vadiar
Agora
Não precisa se preocupar
Se passares da hora
Eu não vou mais te buscar
Não vou mais pedir
Nem tampouco implorar
Você tem a mania
De ir pra orgia
Só quer vadiar
Você vai pra folia
Se entrar numa fria
Não vem me culpar, vai vadiar
Quem gosta da orgia
Da noite pro dia não pode mudar
Vive outra fantasia
Não vai se acostumar
Eu errei
Quando tentei lhe dar um lar
Você gosta do sereno
E meu mundo é pequeno
Pra lhe segurar
Vai procurar alegria
E fazer moradia na luz do luar, vai vadiar
Vai vadiar

MONARCO E RATINHO

Vê se te manca e vai baixar noutro terreiro
Toda vez que tu me encontras é para pedir dinheiro
Já está manjado o teu jogo de caipira
Coloca outro mane na tua alça de mira
Sempre sou seu alvo certo
Quando o tempo é de guerra
Acerta outra mané
Vê se me erra
Me chamou de conterrâneo
E eu nem sou da sua terra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Quando mais eu me escondo
O meu nome você berra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Desse jeito eu não agüento
È só a mim que você ferra
Acerta outro mane
Vê se me erra
Foi expulso lá do alto
E foi morar no pé serra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Vamos evitar conflito
Que bom cabrito não berra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Deixa o passado pra trás
Paz é paz e guerra é guerra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Tromba de elefante não é conta gota
Nem perna de barata é serra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Acerta outro mané
Vê se me erra

CARLOS SENA / OTACILIO DA MANGUEIRA / SERGINHO MERITI

VE SE ME ERRA

Vê se te manca e vai baixar noutro terreiro
Toda vez que tu me encontras é para pedir dinheiro
Já está manjado o teu jogo de caipira
Coloca outro mane na tua alça de mira
Sempre sou seu alvo certo
Quando o tempo é de guerra
Acerta outra mané
Vê se me erra
Me chamou de conterrâneo
E eu nem sou da sua terra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Quando mais eu me escondo
O meu nome você berra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Desse jeito eu não agüento
È só a mim que você ferra
Acerta outro mane
Vê se me erra
Foi expulso lá do alto
E foi morar no pé serra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Vamos evitar conflito
Que bom cabrito não berra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Deixa o passado pra trás
Paz é paz e guerra é guerra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Tromba de elefante não é conta gota
Nem perna de barata é serra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Acerta outro mané
Vê se me erra

CARLOS SENA / OTACILIO DA MANGUEIRA / SERGINHO MERITI

Mandei meu amor embora
E depois mandei voltar
Sem ela minha alma chora
E vê se não demora iaia ( mandei )

Vê se não demora iaia
E vê se não demora iaia

Para vê se não demora muito
Eu tenho pra dizer
Pergunte a minha viola
O samba que eu fiz pra você
Não é uma obra prima
Mais é uma bela canção
Até caprichei na rima pra alegrar teu coração

( mandei )
Mandei meu amor embora......

Tem muita mulher que vê
Homem separado e se assanha
Eu não quero mergulhar meu compade
Em rio que tem piranha
Pintou alguém de repente
Com charme e artemanha
Mais as crianças disseram
Manda embora essa estranha

( mandei )
Mandei meu amor embora....

Depois que ela partiu
Meu lar viorou um inferno
Meu menor abandonado
Por falta de amor materno
Pra um casal que conchila
O tempo não volta atrás
Cuidado meu bem cuidado
Pra não chegar tarde demais

ARLINDO CRUZ/ZECA PAGODINHO

VÊ SE NÃO DEMORA

Mandei meu amor embora
E depois mandei voltar
Sem ela minha alma chora
E vê se não demora iaia ( mandei )

Vê se não demora iaia
E vê se não demora iaia

Para vê se não demora muito
Eu tenho pra dizer
Pergunte a minha viola
O samba que eu fiz pra você
Não é uma obra prima
Mais é uma bela canção
Até caprichei na rima pra alegrar teu coração

( mandei )
Mandei meu amor embora......

Tem muita mulher que vê
Homem separado e se assanha
Eu não quero mergulhar meu compade
Em rio que tem piranha
Pintou alguém de repente
Com charme e artemanha
Mais as crianças disseram
Manda embora essa estranha

( mandei )
Mandei meu amor embora....

Depois que ela partiu
Meu lar viorou um inferno
Meu menor abandonado
Por falta de amor materno
Pra um casal que conchila
O tempo não volta atrás
Cuidado meu bem cuidado
Pra não chegar tarde demais

ARLINDO CRUZ/ZECA PAGODINHO

Eu sou mais meu chinelo de dedo
Do que cromo alemão apertado
Sou daqueles melhor só
Do que mal acompanhado
Vou rolando no mundo igual bola
Só porque a gente não nasceu quadrado

Eu fico com um olho no peixe fritando
E fico com o outro no gato do lado

Olho grande não entra na China
Quem anda com porco só farelo come
Mulher com mulher sei que dá jacaré
Homem com homem vai dar lobisomem

Em terra de cego caolho é rei
Um dia é da caça outro do caçador
Faça o que eu digo não faça o que eu faço
Aluno não sabe mais que o professor

Quem canta seus males espanta
Vou seguir em frente pois atrás vem gente
Pimenta no olho do outro é refresco
E cavalo dado não se olha os dentes
Eu sou mais meu chinelo de dedo...

Relógio que atrasa pra nada adianta
Quem semeia vento colhe tempestade
Deitou com cachorro com pulga levanta
Quem hoje é velhinho já foi mocidade

Laranja madura que toma varada
Não quer ser mamãe vai ficar pra titia
Trombada de porco não mata mosquito
Pra mim cada louco com a sua mania

Devagar se vai ao longe
Sei com quantos paus se faz uma canoa
Eu também admiro estambul
Mas eu fico em xerém porque é terra boa

DUDU NOBRE/LUIZINHO SP

VELHO DITADO

Eu sou mais meu chinelo de dedo
Do que cromo alemão apertado
Sou daqueles melhor só
Do que mal acompanhado
Vou rolando no mundo igual bola
Só porque a gente não nasceu quadrado

Eu fico com um olho no peixe fritando
E fico com o outro no gato do lado

Olho grande não entra na China
Quem anda com porco só farelo come
Mulher com mulher sei que dá jacaré
Homem com homem vai dar lobisomem

Em terra de cego caolho é rei
Um dia é da caça outro do caçador
Faça o que eu digo não faça o que eu faço
Aluno não sabe mais que o professor

Quem canta seus males espanta
Vou seguir em frente pois atrás vem gente
Pimenta no olho do outro é refresco
E cavalo dado não se olha os dentes
Eu sou mais meu chinelo de dedo...

Relógio que atrasa pra nada adianta
Quem semeia vento colhe tempestade
Deitou com cachorro com pulga levanta
Quem hoje é velhinho já foi mocidade

Laranja madura que toma varada
Não quer ser mamãe vai ficar pra titia
Trombada de porco não mata mosquito
Pra mim cada louco com a sua mania

Devagar se vai ao longe
Sei com quantos paus se faz uma canoa
Eu também admiro estambul
Mas eu fico em xerém porque é terra boa

DUDU NOBRE/LUIZINHO SP

Vem chegando a madrugada, ooooh
O sereno vem caindo
Vem chegando a madrugada, ooooh
O sereno vem caindo
Cai, cai, sereno, devagar
Que o meu amor está dormindo
Cai, cai, sereno, devagar
Que o meu amor está dormindo

Deixa dormir em paz
Que uma noite não é nada
Não acorde o meu amor
Sereno da madrugada

Vem chegando a madrugada, ooooh...

Deixa dormir em paz...

Quem parte leva saudades de alguém
Que fica chorando de dor
Por isso não quero lembrar
Quando partiu meu grande amor

Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora
O dia já vem raiando, meu bem
Eu tenho que ir embora

Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora...

O dia já vem raiando, meu bem
Eu tenho que ir embora

NOEL ROSA/ZUZUCA

VEM CHEGANDO A MADRUGADA

Vem chegando a madrugada, ooooh
O sereno vem caindo
Vem chegando a madrugada, ooooh
O sereno vem caindo
Cai, cai, sereno, devagar
Que o meu amor está dormindo
Cai, cai, sereno, devagar
Que o meu amor está dormindo

Deixa dormir em paz
Que uma noite não é nada
Não acorde o meu amor
Sereno da madrugada

Vem chegando a madrugada, ooooh...

Deixa dormir em paz...

Quem parte leva saudades de alguém
Que fica chorando de dor
Por isso não quero lembrar
Quando partiu meu grande amor

Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora
O dia já vem raiando, meu bem
Eu tenho que ir embora

Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora...

O dia já vem raiando, meu bem
Eu tenho que ir embora

NOEL ROSA/ZUZUCA

EMI / Universal Publishing

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri, sem querer, a vida
Verdade
Pra ganhar teu amor fiz mandinga
E fui à ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o teu coração fiz zoeira
Fui à beira de um rio e você
Uma ceia com pão, vinho e flor
Uma luz pra guiar sua estrada
Na entrega perfeita do amor
Verdade
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri, sem querer, a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
A minha paixão adormecida
Teu amor, meu amor incendeia
Nossa cama parece uma teia
Teu olhar uma luz que clareia
Meu caminho tal qual lua cheia
Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim, esse amor terminar
Sem você, minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade

NELSON RUFINO / CARLINHOS SANTANA

VERDADE

EMI / Universal Publishing

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri, sem querer, a vida
Verdade
Pra ganhar teu amor fiz mandinga
E fui à ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o teu coração fiz zoeira
Fui à beira de um rio e você
Uma ceia com pão, vinho e flor
Uma luz pra guiar sua estrada
Na entrega perfeita do amor
Verdade
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri, sem querer, a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
A minha paixão adormecida
Teu amor, meu amor incendeia
Nossa cama parece uma teia
Teu olhar uma luz que clareia
Meu caminho tal qual lua cheia
Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim, esse amor terminar
Sem você, minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade

NELSON RUFINO / CARLINHOS SANTANA

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade

Pra ganhar seu amor fiz mandinga
Fui à ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zoeira

Fui à beira de um rio e você
Uma ceia com pão, vinho e flor
Uma luz pra guiar sua estrada
Na entrega perfeita do amor
Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Teu amor, meu amor, incendeia
Nossa cama parece uma teia
Teu olhar uma luz que clareia
Meu caminho, tal qual Lua cheia

Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim esse amor terminar
Sem você, minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Pra ganhar seu amor fiz mandinga
Fui à ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zoeira

Fui à beira de um rio e você (você)
Uma ceia com pão, vinho e flor
Uma luz pra guiar sua estrada
Na entrega perfeita do amor
Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Descobri que te amo demais

///

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Me disseram que no céu
A mulher do anjo é anja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Vou engomar meu vestido
Todo enfeitado de franja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Eu te dou muito dinheiro
E tudo você esbanja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Olha lá, seu coronel
O soldado que é peixe, se enganja
E o que sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Toma cuidado, pretinha
Que a polícia já te manja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Não lhe dou mais um tostão
Vê se você se arranja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Só caroço de azeitona
Que veio na minha canja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Vou vender minha fazenda
Vou vender a minha granja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Você sempre foi solteira
Um marido não arranja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

NELSON RUFINO, CARLINHOS SANTANA / ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ

VERDADE / BAGAÇO DA LARANJA

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade

Pra ganhar seu amor fiz mandinga
Fui à ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zoeira

Fui à beira de um rio e você
Uma ceia com pão, vinho e flor
Uma luz pra guiar sua estrada
Na entrega perfeita do amor
Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Teu amor, meu amor, incendeia
Nossa cama parece uma teia
Teu olhar uma luz que clareia
Meu caminho, tal qual Lua cheia

Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim esse amor terminar
Sem você, minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Pra ganhar seu amor fiz mandinga
Fui à ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zoeira

Fui à beira de um rio e você (você)
Uma ceia com pão, vinho e flor
Uma luz pra guiar sua estrada
Na entrega perfeita do amor
Verdade

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração?
A minha paixão adormecida

Descobri que te amo demais

///

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Me disseram que no céu
A mulher do anjo é anja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Vou engomar meu vestido
Todo enfeitado de franja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Eu te dou muito dinheiro
E tudo você esbanja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Olha lá, seu coronel
O soldado que é peixe, se enganja
E o que sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Toma cuidado, pretinha
Que a polícia já te manja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Não lhe dou mais um tostão
Vê se você se arranja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Só caroço de azeitona
Que veio na minha canja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Vou vender minha fazenda
Vou vender a minha granja
Eu falei pra você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Você sempre foi solteira
Um marido não arranja
Eu já disse a você
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

Fui no pagode
Acabou a comida, acabou a bebida
Acabou a canja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja
Sobrou pra mim o bagaço da laranja

NELSON RUFINO, CARLINHOS SANTANA / ZECA PAGODINHO, ARLINDO CRUZ

Universal Music Publishing

O galo canta e a nega me beija
Marmita tá pronta e eu vou trabalhar
Às cinco pego o meu trem lotado
Meio amarrotado, pra sete estar lá
Dou uma filada no jornal da banca
Olho o futebol e filmo a "Playboy"
Olha que eu sou gente fina, moço
Me desculpe, mas não sou herói

E sem dinheiro tomo a minha média
Pão francês na chapa mando pendurar
Portuga sabe que eu sou gente fina
Sou freguês da casa, não vou vacilar
Volto pra casa e a nega me chama
Seu amor é chama que me faz sonhar
Confesso que eu não me acostumo
Com os tombos que essa vida dá

Não é mole não
Pra encarar essa rotina
Tem que ser leão
A gente rala no batente
Pra ganhar o pão
A gente vive honestamente
Sem olhar pro chão
Mas não tem nada
A gente mostra no sorriso
Nosso alto-astral
Um churrasquinho no espeto
E lá vai um real
E desce uma cerveja pra ficar legal

Fim de semana curto samba
E sol na laje
Na caipirinha, eu esqueço a rotina
Encho a piscina, criançada faz a farra
E a nega bronzeia
Muito sem Deus não adianta nada
É o ditado que o povo diz
Pouco com ele, a gente faz a festa
Canta e é feliz

ALAMIR / ROBERTO LOPES

VIDA DA GENTE

Universal Music Publishing

O galo canta e a nega me beija
Marmita tá pronta e eu vou trabalhar
Às cinco pego o meu trem lotado
Meio amarrotado, pra sete estar lá
Dou uma filada no jornal da banca
Olho o futebol e filmo a "Playboy"
Olha que eu sou gente fina, moço
Me desculpe, mas não sou herói

E sem dinheiro tomo a minha média
Pão francês na chapa mando pendurar
Portuga sabe que eu sou gente fina
Sou freguês da casa, não vou vacilar
Volto pra casa e a nega me chama
Seu amor é chama que me faz sonhar
Confesso que eu não me acostumo
Com os tombos que essa vida dá

Não é mole não
Pra encarar essa rotina
Tem que ser leão
A gente rala no batente
Pra ganhar o pão
A gente vive honestamente
Sem olhar pro chão
Mas não tem nada
A gente mostra no sorriso
Nosso alto-astral
Um churrasquinho no espeto
E lá vai um real
E desce uma cerveja pra ficar legal

Fim de semana curto samba
E sol na laje
Na caipirinha, eu esqueço a rotina
Encho a piscina, criançada faz a farra
E a nega bronzeia
Muito sem Deus não adianta nada
É o ditado que o povo diz
Pouco com ele, a gente faz a festa
Canta e é feliz

ALAMIR / ROBERTO LOPES

Ô, ô, ô, ô, ô, ô...

Vida da minha vida, lua que encandeou
Uma canção bonita, feita pro meu amor
Vida da minha vida, olha o que me restou
Flores na despedida, versos de um amador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

Ô, ô, ô, ô, ô, ô...

Vida da minha vida, se eu fosse sabedor
Deixava mais aquecida, a chama que me queimou
Vida da minha vida, algo me enfeitiçou
Já nem sei mais a medida, é tão avassalador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

Ô, ô, ô, ô, ô, ô...

SERENO/MOACYR LUZ

VIDA DA MINHA VIDA

Ô, ô, ô, ô, ô, ô...

Vida da minha vida, lua que encandeou
Uma canção bonita, feita pro meu amor
Vida da minha vida, olha o que me restou
Flores na despedida, versos de um amador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

Ô, ô, ô, ô, ô, ô...

Vida da minha vida, se eu fosse sabedor
Deixava mais aquecida, a chama que me queimou
Vida da minha vida, algo me enfeitiçou
Já nem sei mais a medida, é tão avassalador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

Ô, ô, ô, ô, ô, ô...

SERENO/MOACYR LUZ

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Ô, ô, ô...

Ô, ô, ô...
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Ô, ô, ô...

Vida da minha vida, lua que encandeou
Uma canção bonita, feita pro meu amor
Vida da minha vida, olha o que me restou
Flores na despedida, versos de um amador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

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Vida da minha vida, se eu fosse sabedor
Deixava mais aquecida, a chama que me queimou
Vida da minha vida, algo me enfeitiçou
Já nem sei mais a medida, é tão avassalador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

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Vida da minha vida, lua que encandeou
Uma canção bonita, feita pro meu amor
Vida da minha vida, olha o que me restou
Flores na despedida, versos de um amador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

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SERENO/ MOACYR LUZ

VIDA DA MINHA VIDA COM GRUPO FUNDO DE QUINTAL

Ô, ô, ô...
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Vida da minha vida, lua que encandeou
Uma canção bonita, feita pro meu amor
Vida da minha vida, olha o que me restou
Flores na despedida, versos de um amador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

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Vida da minha vida, se eu fosse sabedor
Deixava mais aquecida, a chama que me queimou
Vida da minha vida, algo me enfeitiçou
Já nem sei mais a medida, é tão avassalador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

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Vida da minha vida, lua que encandeou
Uma canção bonita, feita pro meu amor
Vida da minha vida, olha o que me restou
Flores na despedida, versos de um amador
Vida da minha vida, um vento me derrubou
A alma desprotegida, no peito de um sonhador
Vida da minha vida, peço ao meu protetor
Se for pra ser vivida, diga pra onde eu vou

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SERENO/ MOACYR LUZ

Vitale

Eu vivia isolado do mundo
Quando eu era vagabundo
Sem ter um amor
Hoje em dia
Eu me regenerei
Sou um chefe de família
Da mulher que amei

Linda, linda, linda, linda
Linda como um querubim
É formosa, cheirosa e vaidosa
A rosa do meu jardim
Se tu fores na Portela
Gente humilde, gente pobre
Que traz o samba nas veias
O samba de gente nobre
Mas ela não sabe
Não sabe, compadre, o que perdeu
O amor sincero e puro
De um escuro igual ao meu
Se ela soubesse
Que um peito padece numa solidão
Não me negava seus beijos
E me dava o seu perdão

ALCIDES DIAS LOPES

VIVO ISOLADO DO MUNDO

Vitale

Eu vivia isolado do mundo
Quando eu era vagabundo
Sem ter um amor
Hoje em dia
Eu me regenerei
Sou um chefe de família
Da mulher que amei

Linda, linda, linda, linda
Linda como um querubim
É formosa, cheirosa e vaidosa
A rosa do meu jardim
Se tu fores na Portela
Gente humilde, gente pobre
Que traz o samba nas veias
O samba de gente nobre
Mas ela não sabe
Não sabe, compadre, o que perdeu
O amor sincero e puro
De um escuro igual ao meu
Se ela soubesse
Que um peito padece numa solidão
Não me negava seus beijos
E me dava o seu perdão

ALCIDES DIAS LOPES

Morro dos Prazeres, que você me dá
Quando eu não sair de marola, eu vou te levar
Você dorme cedo, eu só vou deitar
Quando dar o tom da viola pro galo cantar
Amor, me perdoa se às vezes eu sumo
Tirando essas ondas que curto
E não lembro de voltar
Você sabe bem, minha doce alma gêmea
Quem tem a alma boemia não consegue segurar, segurar
É que o samba pega que nem feitiço
E quando me pega, eu enguiço
Só saio quando acabar
Eu vou pra Gamboa e de lá vou pra Lapa
Aí o bom senso me escapa
Amor, eu não sei como evitar
Eu subo a colina e pra minha surpresa
Alguém diz em Santa Tereza que o dia já vai clarear
Morro dos Prazeres, que você me dá
Quando eu não sair de marola, eu vou te levar
Você dorme cedo, eu só vou deitar
Quando dar o tom da viola pro galo cantar
Amor, me perdoa se às vezes eu sumo...

Você é o espinho e não a flor
(Arlindo Neto/Renato Moraes)

Mas, mexia!
Mexia, mexia com a minha emoção
Sabendo que o meu coração era seu
Parei com essa ilusão
Se você quer saber, já doeu
Não vou olhar para trás
Jurei, nunca mais vou querer você
Porque
Já decidi, vou seguir meu caminho
Pra ficar mal parado, fico sozinho
Esperando alguém que mereça amor
Se no passado eu fui apaixonado
Já fui enganado, hoje eu tô ligado
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
A flor
Você é o espinho e não a flor
É, é, é, é, é, é
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
Por você
Não quis mais saber de nenhum romance
Eu pensei
O seu jeito, menina, engana bastante, falei
Pude ver
Você gosta de farra e não me dá valor
Pode crer
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
É, é, é, é, é, é
Você é o espinho e não a flor...

A vitória demora, mas vem
(Juninho Tybau/Anderson Baiaco/Luiz Café)

E lá vou eu saindo para o batente
Antes mesmo do galo cantar
Sempre correndo na frente
Espero a minha estrela brilhar
Não sou de atrasar, nem tampouco puxar
O tapete de ninguém
Nessa vida nada é por acaso
Pra quem nasceu predestinado
A vitória demora mas vem
A vitória demora mas vem...
Guerreiro não foge à luta
Eu to sempre na disputa
Em prol de um amanhã melhor (bem melhor)
Pego firme na labuta
Malandro é quem escuta bom conselho
Pra não ficar na pior
Eu vou compondo minha história
Guardo em minha memória
Quem sempre me fez o bem
Aprendi pra ensinar o ensinamento
Que tudo na vida tem seu tempo, tem
A vitória demora mas vem
A vitória demora mas vem...

Toninho Geraes/Paulinho Resende

VOCÊ É O ESPINHO E NÃO A FLOR / ALMA BOÊMIA / A VITÓRIA DEMORA MAS VEM

Morro dos Prazeres, que você me dá
Quando eu não sair de marola, eu vou te levar
Você dorme cedo, eu só vou deitar
Quando dar o tom da viola pro galo cantar
Amor, me perdoa se às vezes eu sumo
Tirando essas ondas que curto
E não lembro de voltar
Você sabe bem, minha doce alma gêmea
Quem tem a alma boemia não consegue segurar, segurar
É que o samba pega que nem feitiço
E quando me pega, eu enguiço
Só saio quando acabar
Eu vou pra Gamboa e de lá vou pra Lapa
Aí o bom senso me escapa
Amor, eu não sei como evitar
Eu subo a colina e pra minha surpresa
Alguém diz em Santa Tereza que o dia já vai clarear
Morro dos Prazeres, que você me dá
Quando eu não sair de marola, eu vou te levar
Você dorme cedo, eu só vou deitar
Quando dar o tom da viola pro galo cantar
Amor, me perdoa se às vezes eu sumo...

Você é o espinho e não a flor
(Arlindo Neto/Renato Moraes)

Mas, mexia!
Mexia, mexia com a minha emoção
Sabendo que o meu coração era seu
Parei com essa ilusão
Se você quer saber, já doeu
Não vou olhar para trás
Jurei, nunca mais vou querer você
Porque
Já decidi, vou seguir meu caminho
Pra ficar mal parado, fico sozinho
Esperando alguém que mereça amor
Se no passado eu fui apaixonado
Já fui enganado, hoje eu tô ligado
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
A flor
Você é o espinho e não a flor
É, é, é, é, é, é
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
Por você
Não quis mais saber de nenhum romance
Eu pensei
O seu jeito, menina, engana bastante, falei
Pude ver
Você gosta de farra e não me dá valor
Pode crer
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
Você é o espinho e não a flor
É, é, é, é, é, é
Você é o espinho e não a flor...

A vitória demora, mas vem
(Juninho Tybau/Anderson Baiaco/Luiz Café)

E lá vou eu saindo para o batente
Antes mesmo do galo cantar
Sempre correndo na frente
Espero a minha estrela brilhar
Não sou de atrasar, nem tampouco puxar
O tapete de ninguém
Nessa vida nada é por acaso
Pra quem nasceu predestinado
A vitória demora mas vem
A vitória demora mas vem...
Guerreiro não foge à luta
Eu to sempre na disputa
Em prol de um amanhã melhor (bem melhor)
Pego firme na labuta
Malandro é quem escuta bom conselho
Pra não ficar na pior
Eu vou compondo minha história
Guardo em minha memória
Quem sempre me fez o bem
Aprendi pra ensinar o ensinamento
Que tudo na vida tem seu tempo, tem
A vitória demora mas vem
A vitória demora mas vem...

Toninho Geraes/Paulinho Resende

CAETANO VELOSO

VOCÊ NÃO ENTENDE NADA

CAETANO VELOSO

Se acabou,
Foi mais um caso de amor.
Seduziu
A alma de um sonhador (ai, que dor!...).

Uma flor no jardim
Saudade deixou.
Se foi bom ou ruim,
Assim é o Amor.

Uma parte de mim está perto do fim,
Outra parte de mim
Vê a realidade e não se entrega assim.
É mais que um sonhador no amor...

É mais que a emoção
Que envolve a razão.
Tem uma diretriz
Que pensa ser feliz
Descrente da paixão.

Não é tão amador,
Condena o coração
Na ilusão do amor,
Matou sua raiz
Sem dor.

AURÉA MARIA / MANACÉIA

VOLTA MEU AMOR

Se acabou,
Foi mais um caso de amor.
Seduziu
A alma de um sonhador (ai, que dor!...).

Uma flor no jardim
Saudade deixou.
Se foi bom ou ruim,
Assim é o Amor.

Uma parte de mim está perto do fim,
Outra parte de mim
Vê a realidade e não se entrega assim.
É mais que um sonhador no amor...

É mais que a emoção
Que envolve a razão.
Tem uma diretriz
Que pensa ser feliz
Descrente da paixão.

Não é tão amador,
Condena o coração
Na ilusão do amor,
Matou sua raiz
Sem dor.

AURÉA MARIA / MANACÉIA

Eu vou botar teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba pra te derrubar, o iá iá
Você me jogou um feitiço, quase que eu morri
Só eu sei o que sofri
Que Deus me perdoe mas vou me vingar

Eu vou botar o teu retrato num prato com pimenta
Quero ver se você guenta a mandinga que eu vou te jogar
Raspa de chifre de bode, pedaço de rabo de jumento
Tu vais botar fogo pela venta e comigo não vai mais brincar

Asa de morcego, corcova de camelo pra te derrubar
Uma cabeça de burro, pra quebrar o encanto do seu patuá
Olha tu podes ser forte mas tem que ter sorte para te salvar
Toma cuidado comadre com a mandinga que eu vou te jogar

DUDU NOBRE/ZECA PAGODINHO

VOU BOTAR TEU NOME NA MACUMBA

Eu vou botar teu nome na macumba
Vou procurar uma feiticeira
Fazer uma quizumba pra te derrubar, o iá iá
Você me jogou um feitiço, quase que eu morri
Só eu sei o que sofri
Que Deus me perdoe mas vou me vingar

Eu vou botar o teu retrato num prato com pimenta
Quero ver se você guenta a mandinga que eu vou te jogar
Raspa de chifre de bode, pedaço de rabo de jumento
Tu vais botar fogo pela venta e comigo não vai mais brincar

Asa de morcego, corcova de camelo pra te derrubar
Uma cabeça de burro, pra quebrar o encanto do seu patuá
Olha tu podes ser forte mas tem que ter sorte para te salvar
Toma cuidado comadre com a mandinga que eu vou te jogar

DUDU NOBRE/ZECA PAGODINHO

Vou procurar um novo amor pra minha vida
Porque não posso viver mais sofrendo assim
Há muito tempo que eu não vejo outra saída
A despedida
Será bem melhor pra mim
Eu vou procurar esquecer que vivi pra você
Que um dia lhe amei
Vou procurar não dizer
Que amando você
Eu me apaixonei
Você fez da minha vida sua fantasia
Um desejo a mais
Veja bem, você fez molhar meus olhos
E de canto chorado, coração magoado
Veio o meu adeus
Só um novo amor pode trazer
Felicidade para os braços meus

MONARCO E RATINHO

VOU PROCURAR ESQUECER

Vou procurar um novo amor pra minha vida
Porque não posso viver mais sofrendo assim
Há muito tempo que eu não vejo outra saída
A despedida
Será bem melhor pra mim
Eu vou procurar esquecer que vivi pra você
Que um dia lhe amei
Vou procurar não dizer
Que amando você
Eu me apaixonei
Você fez da minha vida sua fantasia
Um desejo a mais
Veja bem, você fez molhar meus olhos
E de canto chorado, coração magoado
Veio o meu adeus
Só um novo amor pode trazer
Felicidade para os braços meus

MONARCO E RATINHO

Ô Yaô
Yaô, cadê a samba?
Está mangando na curimba
Está mangando na curimba

Samba, firma cabeça
Pra evitar o falatório
Pra assistência não dizer
Que tens cabeça de oratório

Mãe pequena me conhece não sou de vacilação
Não pode beber cachaça nem.deve cuspir no chão, Yaô

Cambono fica na minha
Que eu vou ficar na sua
Vamos pedir segurança
Pra falange lá da rua, Yaô
Yaô, cadê a samba?
Está mangando na curimba

OUTRO RECADO
(Candeia / Casquinha)

O recado que eu mandei a ela
Que eu diz ia francamente
O nosso amor chegou ao fim
Mas repercutiu profundamente
No meu subconsciente
Eu não podia ficar assim
Preferi lutar heroicamente
Pra não contrariar o meu amor
Nada importará o que essa gente vier falar
Fortes são aqueles que sabem perdoar
Nada importará o que essa gente vier falar
Fortes são aqueles que sabem perdoar
Se ela errou, quantas vezes errei também
Nenhuma satisfação eu dava a ninguém
Se existe por aí quem jamais errou
Atire a primeira pedra, pois nunca pecou
Se existe por aí quem jamais errou
Atire a primeira pedra, pois nunca pecou

HINO PORTELENSE
(Chico Santana)

Portela, tuas cores têm
Na bandeira do Brasil e no céu também
Avante, portelense, para a vitória
Não vê que teu passado ê cheio de glória
Eu tenho saudades
Desperta, ó grande mocidade
As tuas cores tão lindas
Teus valores não têm fim
Portela, querida, és tudo na vida
Pra mim, pra mim

Campolino /Tio Hélio | BMG Publishing Brasil / Seresta / Fermata / Direto

YAÔ CADÊ A SAMBA / OUTRO RECADO / HINO PORTELENSE

Ô Yaô
Yaô, cadê a samba?
Está mangando na curimba
Está mangando na curimba

Samba, firma cabeça
Pra evitar o falatório
Pra assistência não dizer
Que tens cabeça de oratório

Mãe pequena me conhece não sou de vacilação
Não pode beber cachaça nem.deve cuspir no chão, Yaô

Cambono fica na minha
Que eu vou ficar na sua
Vamos pedir segurança
Pra falange lá da rua, Yaô
Yaô, cadê a samba?
Está mangando na curimba

OUTRO RECADO
(Candeia / Casquinha)

O recado que eu mandei a ela
Que eu diz ia francamente
O nosso amor chegou ao fim
Mas repercutiu profundamente
No meu subconsciente
Eu não podia ficar assim
Preferi lutar heroicamente
Pra não contrariar o meu amor
Nada importará o que essa gente vier falar
Fortes são aqueles que sabem perdoar
Nada importará o que essa gente vier falar
Fortes são aqueles que sabem perdoar
Se ela errou, quantas vezes errei também
Nenhuma satisfação eu dava a ninguém
Se existe por aí quem jamais errou
Atire a primeira pedra, pois nunca pecou
Se existe por aí quem jamais errou
Atire a primeira pedra, pois nunca pecou

HINO PORTELENSE
(Chico Santana)

Portela, tuas cores têm
Na bandeira do Brasil e no céu também
Avante, portelense, para a vitória
Não vê que teu passado ê cheio de glória
Eu tenho saudades
Desperta, ó grande mocidade
As tuas cores tão lindas
Teus valores não têm fim
Portela, querida, és tudo na vida
Pra mim, pra mim

Campolino /Tio Hélio | BMG Publishing Brasil / Seresta / Fermata / Direto

Zé Inácio, pai veio
Mensageiro da alegria
Mandou vasculhar todo arraia
Em busca da sua fia
Pra modi dizê na boca
Pra modi fazê no pé
No samba-de-roda
Na casa do coroné

Pra modi dizê na boca
Pra modi fazê no pé
Samba, iaiá, que graça é moda
Mostra pro povo que sua baiana tem roda
Fia da mucama linda
A menina se fez herdeira
Seu passo marca o compasso
No requebro das suas cadeiras
O povo do povoado, na palma firma o refrão
Que o suor que rola no calor da multidão
É que molha a poeira que a nega rira do chão
No céu, a lua brilhou com muito mais imensidade
Vendo o povo extravasar seus momentos de felicidade
O samba se condecorou alta personalidade
Uma viola enfeitada cada vez tocava mais
Madrugada chorou serena
Sobre as noras musicais

BETO SEM-BRAÇO

ZE INACIO PAI VEIO

Zé Inácio, pai veio
Mensageiro da alegria
Mandou vasculhar todo arraia
Em busca da sua fia
Pra modi dizê na boca
Pra modi fazê no pé
No samba-de-roda
Na casa do coroné

Pra modi dizê na boca
Pra modi fazê no pé
Samba, iaiá, que graça é moda
Mostra pro povo que sua baiana tem roda
Fia da mucama linda
A menina se fez herdeira
Seu passo marca o compasso
No requebro das suas cadeiras
O povo do povoado, na palma firma o refrão
Que o suor que rola no calor da multidão
É que molha a poeira que a nega rira do chão
No céu, a lua brilhou com muito mais imensidade
Vendo o povo extravasar seus momentos de felicidade
O samba se condecorou alta personalidade
Uma viola enfeitada cada vez tocava mais
Madrugada chorou serena
Sobre as noras musicais

BETO SEM-BRAÇO

Nowa Produções / Direto

Ô, Zeca, tu tá morando onde?
Ô, Zeca, tu tá morando onde?

Andei de carro, carroça e trem
Perguntando onde é Xerém
Pra te ver, pra te abraçar
Pra beber e papear
Te contar como eu estou
Mas Baixinho me travou
Dizendo que "ocê" mudou

Ô, Zeca, tu tá morando ondé?...

Ô, Jorge, tu sabes que eu trabalho
Às vezes me atrapalho
E fico embaixo dos panos
De tanto pagar por esse preço
Perdi meu endereço
E agora eu sou cigano

Ô, Zeca, tu tá morando onde?...

Trabalho, também trabalho
Já fui bicho do baralho
Mas o samba me adotou
Por isso fui pra Xerém
Pois melhor que "ocê" não tem
Versa que nem doutor, falou!

Ô, Zeca, tu tá morando onde?...

Estou morando em qualquer lugar
Tô aqui, ali e acolá
Levo a minha vida assim
Pra lhe dizer com sinceridade
Falando a verdade
Vou morar no botequim

JOGE ARAGÃO / ZECA PAGODINHO

ZECA CADÊ VC

Nowa Produções / Direto

Ô, Zeca, tu tá morando onde?
Ô, Zeca, tu tá morando onde?

Andei de carro, carroça e trem
Perguntando onde é Xerém
Pra te ver, pra te abraçar
Pra beber e papear
Te contar como eu estou
Mas Baixinho me travou
Dizendo que "ocê" mudou

Ô, Zeca, tu tá morando ondé?...

Ô, Jorge, tu sabes que eu trabalho
Às vezes me atrapalho
E fico embaixo dos panos
De tanto pagar por esse preço
Perdi meu endereço
E agora eu sou cigano

Ô, Zeca, tu tá morando onde?...

Trabalho, também trabalho
Já fui bicho do baralho
Mas o samba me adotou
Por isso fui pra Xerém
Pois melhor que "ocê" não tem
Versa que nem doutor, falou!

Ô, Zeca, tu tá morando onde?...

Estou morando em qualquer lugar
Tô aqui, ali e acolá
Levo a minha vida assim
Pra lhe dizer com sinceridade
Falando a verdade
Vou morar no botequim

JOGE ARAGÃO / ZECA PAGODINHO
Disco cover
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