ATALHO COM MOSQUITO

CLEBER AUGUSTO/DJALMA FALCÃO/ JORGE ARAGÃO

Faz um ano ou mais
Desde o dia em que eu perdi o sono a paz
Acho até que exagerei, amei demais
Mas agora tanto fez ou tanto faz não quero mais, não volto atrás
Agora eu já sei que o tal do amor
Faz sorrir mas também causa dor

No início é tudo um sonho
Mas no fim é uma voz dizendo assim
Adeus, adeus, adeus

São as trapaças da paixão que trazem o choro e a solidão
Meu Deus eu fico a perguntar

Se é pra tirar pra que é que deu
Se não é meu, pra que é que deu
Se era pra depois tirar

Por isso eu preciso de um ombro amigo
Pra repousar
De uma atalho que leve a uma luz a um abrigo
Pra descansar
Guardar as lembranças que trago comigo
Pra sonhar

Pois o meu coração diz que o amor valeu
Valeu, valeu, valeu

Faz um ano ou mais
Desde o dia em que eu perdi o sono a paz
Acho até que exagerei, amei demais
Mas agora tanto fez ou tanto faz não quero mais, não volto atrás
Agora eu já sei que o tal do amor
Faz sorrir mas também causa dor

No início é tudo um sonho
Mas no fim é uma voz dizendo assim
Adeus, adeus, adeus,

São as trapaças da paixão que trazem o choro e a solidão
Meu Deus eu fico a perguntar

Se é pra tirar pra que é que deu
Se não é meu, pra que é que deu
Se era pra depois tirar

Por isso eu preciso de um ombro amigo
Pra repousar
De uma atalho que leve a uma luz a um abrigo
Pra descansar
Guardar as
lembranças que trago comigo
Pra sonhar

Pois o meu coração diz que o amor
Valeu, valeu

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